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Saúde Pública

Doenças circulatórias lideram mortes em municípios da AMREC entre 2016 e 2019

Publicado em: 23/08/2021 - 11:00

Autor (a): imo@unesc.net

Doenças circulatórias lideram mortes em municípios da AMREC entre 2016 e 2019

 

O Observatório de Desenvolvimento Socioeconômico e de Inovação da UNESC divulga, no Informe 11/2021, dados sobre a mortalidade por doenças circulatórias (DC) nos municípios da região AMREC. O estudo abrange o período de 2016 a 2019, considerando os percentuais de óbitos atribuídos a essas doenças.

Nos anos de 2016 e 2017, Orleans apresentou o maior percentual de mortalidade por DC na região, com 40,3% e 39%, respectivamente. Em 2018, houve uma queda acentuada para 13,8%, mas em 2019 o município voltou a registrar 35,4%, mantendo a média próxima à da região, que ficou em 35,1% ao longo do período.

Em 2018, o município com maior percentual foi Forquilhinha (42,3%), enquanto em 2019 o destaque foi Treviso (42,9%). Quando considerada a média dos quatro anos, Siderópolis lidera com 37,8%, apresentando o maior impacto relativo às doenças circulatórias na AMREC.

A análise também considerou a população estimada em 2020 nos municípios em destaque: Forquilhinha (22.548 habitantes), Orleans (23.038), Siderópolis (14.092) e Treviso (3.966), evidenciando que mesmo municípios de menor porte podem apresentar índices preocupantes de mortalidade.

O relatório evidencia a necessidade de políticas públicas direcionadas à prevenção e controle das doenças circulatórias, incluindo incentivo à atividade física, hábitos alimentares saudáveis, controle de hipertensão e diabetes, além do fortalecimento do sistema de atenção básica em saúde.

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