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Saúde Pública
Publicado em: 17/07/2024 - 13:15
Autor (a): imo@unesc.net
O Observatório de Desenvolvimento Socioeconômico e Inovação da UNESC apresenta dados atualizados sobre pessoas em situação de rua no município de Araranguá, pertencente à AMESC, baseados em informações do Observatório Nacional de Direitos Humanos (MDHC).
Entre 2016 e junho de 2023, o número de pessoas em situação de rua aumentou de 37 para 51, indicando um crescimento contínuo dessa população vulnerável. Dos 51 indivíduos registrados em 2023, 88,24% são homens e 11,76% mulheres, sendo que 5,88% possuem alguma deficiência, evidenciando a diversidade de perfis dentro dessa população.
A faixa etária predominante está entre 20 e 59 anos, demonstrando que a população economicamente ativa é a mais afetada. Além disso, 72,55% das pessoas em situação de rua não são naturais de Araranguá, mas de outros municípios ou até do exterior, o que reforça o caráter migratório do fenômeno.
Essa realidade complexa exige políticas públicas integradas e estratégias direcionadas, incluindo acolhimento, inclusão social e proteção de grupos vulneráveis, especialmente pessoas com deficiência. A predominância masculina e a elevada presença de migrantes indicam desafios adicionais relacionados à integração social, acesso a serviços e oportunidades de trabalho.
O decreto nº 7.053/2009, que institui a Política Nacional para a População em Situação de Rua, define essa população como heterogênea, vivendo em logradouros públicos, áreas degradadas ou unidades de acolhimento, em situação temporária ou permanente. Os dados de Araranguá reforçam a urgência de iniciativas coordenadas entre poder público e sociedade civil para melhorar as condições de vida e garantir direitos básicos a todos.
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