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Professor Dimas de Oliveira Estevam participa da 1ª reunião do Conselho Fiscal da Associação Brasileira das Editoras Universitárias (ABEU)

Na tarde de 01 de setembro de 2021, foi realizada a primeira reunião do Conselho Fiscal da Associação Brasileira das Editoras Universitárias (ABEU). Nesta reunião foi definida a proposta de trabalho e agenda de reuniões para o biênio 2021/2022.

02 de setembro de 2021 às 18:12
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Saúde emocional dos acadêmicos em tempo de pandemia é debatido em evento do Programa Acolher

Saúde emocional dos acadêmicos em tempo de pandemia é debatido em evento do Programa Acolher
Evento foi realizado em comemoração ao Dia do Estudante( Fotos: Décio Batista ) Mais imagens

A Unesc está sempre preocupada com a segurança e com a qualidade de vida da comunidade acadêmica. Por isso, na noite desta terça-feira (10/8), realizou um importante debate sobre saúde mental durante a pandemia. O evento realizado pelo Programa Acolher, foi alusivo ao Dia do Estudante (11/8) e ocorreu de forma híbrida, contando com a participação de gestores universitários, professores e profissionais da área de saúde e representação estudantil. 

Com o tema: “Como é ser estudante em tempos de pandemia para você?", o evento debateu as condições dos discentes em tempo de Covid-19 e o que este momento vivido pode estar provocando nos acadêmicos.

Muitos assuntos foram abordados, entre eles o processo de luto, relações sociais, estresse, ansiedade e convívio familiar. O debate virtual, mediado pelo psicólogo clínico e coordenador do Acolher, Zolnei Vargas de Córdova, teve a participação da reitora da Unesc e idealizadora do Programa Acolher, Luciane Bisognin Ceretta; da psicóloga especialista em Psicologia Cognitiva Comportamental e Gestão Estratégica de Pessoas, Rosimeri Vieira; da psicóloga clínica do Programa Acolher, Jalila Musa Rahman; das psicólogas e residentes do Programa de Residência Multiprofissional em Saúde Mental e Atenção Psicossocial da Unesc, Beatriz Dieke Moreira e Lauriane Pizzoni e do presidente do Diretório Central dos Estudantes (DCE), Douglas Leffa.

A reitora, Luciane Bisognin Ceretta, aproveitou a oportunidade para refletir sobre o cuidado à saúde emocional  dos estudantes, professores e  dos colaboradores. “Sou muito sensível a este tema. Recebo confissões de muitas pessoas sobre o seu estado emocional e devido a isto, surgiu a necessidade da implantação de um programa voltado para atender esta demanda.  É importante colocar que esse cenário de constante mudança é anterior a vida academia. É  um quadro de muitas transformações pelas quais os nossos estudantes passam em áreas das suas vivências. Somam-se aí  a ansiedade  pela vida acadêmica, novas rotinas e novos compromissos. Se estas alterações já não bastassem, ainda vem uma pandemia para impor várias regras, necessárias, para a sua vida. E nós gestores universitários temos que dar atenção e tratar a saúde mental e emocional dos nossos acadêmicos”, avaliou.

O coordenador do programa Acolher, Zolnei Vargas de Córdova, explicou o motivo da escolha do tema da noite. “Nosso objetivo foi  de compreender que passamos por um período de isolamento social, onde fomos robotizados por essa pandemia, que nos travou a sermos o que nós éramos, a pensarmos como deveríamos pensar. A partir daí fomos estruturando vários pontos sobre a nossa existência e caminhos que precisávamos dar sobre as nossas vidas. Dentro dos atendimentos individuais e do processo psicoterápico, surgiram alguns eixos importantes para nossa discussão como: isolamentos social, convívio familiar e o emaranhamento dentro da família,  o estresse e a ansiedade, as condições das relações sociais, bem como o processo de luto dentro de olhar da Psicologia”, esclareceu o professor. 

Segundo o representante estudantil, ele não imaginava as proporções que a pandemia iria tomar no país. “No início da pandemia, não acreditávamos na sua força. Criamos expectativas para o fim do caos e nada, aí começou a nossa frustração. Depois surgiu o processo de luto, a ansiedade, junto com o não saber o que fazer amanhã. Então esse momento afetou demais a todos nós estudantes, mas acredito que hoje estamos todos melhores, graças ao programa que auxiliou vários alunos da Universidade” relatou o Leffa.

Programa Acolher

O Acolher é um programa criado com foco na saúde mental dos estudantes da Unesc e que durante a pandemia passou também a acolher pessoas de toda a comunidade. O Programa completou 1 ano de vida em outubro de 2020 e ano passado, junto com o SOS Covid-19, realizou atendimentos a toda a comunidade do Sul e Extremo Sul catarinense. Durante os 12 meses de 2020, os profissionais do Acolher atenderam mais de 2.200 pessoas. Os atendimentos podem ser agendados pelo email: acolher@unesc.net ou pelo telefone 3431.2506 no horário comercial.

O evento poderá ser assistido ou revisto através do canal da Unesc TV  no YouTube, clicando aqui 

Fonte: AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

11 de agosto de 2021 às 21:35
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Um filósofo itinerante: Entrevista com Eduardo Subirats

Eduardo Subirats considera-se um filósofo itinerante. Tem lecionado em Madri, São Paulo, Caracas, México, Cali, Princeton e Nova York. É autor de vários livros sobre estética e crítica artística, teoria crítica da sociedade e crítica do colonialismo: El continente vacío (1994, 2011, 2020), Linterna Mágica (1997), Memoria y exilio (2003, 2016), Mito e literatura (2014, 2021). Além de Mito e literatura, inúmeros livros seus já foram traduzidos para a língua portuguesa, entre os quais Da vanguarda ao pós-moderno (1984), Existência sitiada (2010) e 1968: o futuro do passado (2020), em co-organização com André Cechinel. De seu gabinete em Princeton, ele concedeu por e-mail a entrevista a seguir para a Subtrópicos.

Subtrópicos: Está prestes a sair a tradução em língua portuguesa do seu Mito e literatura, de 2014. Qual a relevância do livro hoje?

Eduardo Subirats: Depende de quién lo mire. Si es un alma sensible, una inteligencia despierta y una conciencia resplandeciente de su propia existencia, en otras palabras, un espíritu romántico, se encontrará con un libro con el que navegar por las aguas profundas del corazón poético de Brasil y América latina, que hoy agoniza en un mundo burocratico y agónico. Este libro es nada más que esto: un viaje por el imaginario latinoamericano del siglo veinte, escrito por un filósofo itinerante hispano-germano que se exilió en las Américas. Pero si usted es profesor de literatura latinoamericana de la generación postmoderna le aconsejo que siga alimentando sus prejuicios y no lo lea.

Subtrópicos: O livro lida com cinco autores: Mário de Andrade, Guimarães Rosa, Juan Rulfo, Augusto Roa Bastos e José María Arguedas. Por que a discussão sobre mito e literatura se centra nesses nomes?

Eduardo Subirats: Solo a título de información recordaré a una frase del filósofo romántico Schelling: la poesía se origina en el mito. Pruebas: las grandes épicas de la poesía mundial: Gilgamesh, Mahabharata, Odisea, Parsival… Y permítame un segundo paréntesis, solamente a título de puntualización. Quiero recordarle la formula bajo la que Thomas Mann definió la novela: es la suma de mitología más psicología. Yo he elegido a estos cinco autores como quien escoge a las flores más bellas del jardín. Obviamente no eran las únicas flores que me hubiera llevado en mis recuerdos. Pero tengo limitaciones. En fin, son las flores. Pero también tienen raíces, y tallos y hojas. No se puede recortar microanaliticamente la flor como entidad pura. Y Mito y literatura es una reflexión sobre las raíces y los conflictos que atraviesan estas obras que culminan en sus flores poéticas. La diferencia entre un Pedro Paramo o Macunaíma y cualquier novela de Vargas Llosa o Carlos Fuentes, o de una obra literaria escolástica como la de Borges, reside precisamente en esta profundidad mitológica y psicológica, la profundidad de su reflexión sobre la historia y sobre el cosmos, y sobre las raíces de la existencia humana. Entiendo por unidad de psicología y mitología un eterno diálogo entre conciencia histórica y cosmológica; entre memoria mitológica y racionalismo; entre metafísica, y asociaciones sensuales y eróticas; entre la conciencia y lo inconsciente…

No conozco su departamento. El mío es una máquina anti-hermenéutica y anti-humanista. Y un monumento a la ignorancia cementada en el narcisismo y la arrogancia.

Subtrópicos: Por que os estudos sobre o vínculo entre mito e literatura parecem ocupar cada vez menos espaço nos departamentos de literatura?

Eduardo Subirats: No conozco su departamento. El mío es una máquina anti-hermenéutica y anti-humanista. Y un monumento a la ignorancia cementada en el narcisismo y la arrogancia. Su historia intelectual atraviesa tres etapas que es interesante considerar de cerca. Primero el departamento se fundó sobre los frágiles fundamentos de una escolástica estructuralista. Esta escolástica eliminó lingüísticamente cualquier posibilidad de comprender hermenéuticamente las expresiones artísticas fundamentales en la historia cultural moderna de América latina. Todo se reducía a lingüísticas y retóricas formalistas. Todo pasaba por el filtro y la censura de la estética norteamericana de “Surrealism and Abstract Art” y su traducción local como realismo mágico y arte concreto. Segundo: una vez clausurada la literatura como categoría estética y como categoría literaria, de las cenizas de la no-literatura y la no-hermenéutica nació el subdepartamento de creative writing. Y la subsiguiente instauración de un nuevo status escolástico del escritor profesional con titulación universitaria. Tercero y conclusión: el mismo departamento que antes era de literatura se ha convertido inadvertidamente en departamento de post-literatura y se vacía de toda reflexión ecológica, filosófica, poética y política. Se rompe el vínculo que une precisamente la memoria mitológica con la conciencia psicológica del pasado y el futuro. Se transformaron milagrosamente los estudios literarios en estudios lingüísticos, y el departamento de post-literatura en un aparato de enseñanza instrumental de la lengua: español para médicos, ingenieros, juristas, etc. La unidad mito-épica-novela bajo la que las filosofías del romanticismo, en un sentido amplio que comprende a Schlegel, Nietzsche o la teoría de la novela de Adorno o Anders, debe ser olvidada bajo la autoridad de ese nuevo canon inquisitorial y sus grises funcionarios. Su potencial reflexivo podría tener consecuencias transformadoras sobre nuestro tiempo final.

Mito y literatura no es un libro profesional. No está aprobado por los sujetos grises que administran la destrucción de las humanidades en los Estados Unidos y en las Américas.

Subtrópicos: Poderia desenvolver um pouco mais as particularidades de Mito e Literatura em relação ao campo das humanidades e dos estudos literários.

Eduardo Subirats: Este no es un libro profesional. No está aprobado por los sujetos grises que administran la destrucción de las humanidades en los Estados Unidos y en las Américas. Más bien ha sido profesionalmente censurado por esos mismos funcionarios del fascismo políticamente correcto. Pero tampoco es profesional porque su punto de partida no han sido las demarcaciones, las exclusiones, ni los marcos referenciales institucionalmente impuestos a título de método y verdad. Tampoco ha perseguido una carrera institucional para obtener los galardones de esos sujetos grises que administran los saberes académicamente sancionados. Ha sido exactamente lo contrario: una breve, titubeante y precaria experiencia individual. Después de reconstruir la teología política y las políticas científicas de destrucción colonial de América latina, y después de vagar por sus sueños edénicos en las artes plásticas, la arquitectura y el pensamiento, quise sumergirme en su conciencia poética. Para ello elegí los testimonios literarios más profundos, en el sentido mitológico de esta palabra: Mário de Andrade, Juan Rulfo, José María Arguedas, Augusto Roa Bastos y João Guimarães Rosa. El resultado de este camino intelectual es Mito e literatura. He aquí lo que hallé. Primero: las fantasías y las transgresiones arcaicas del trickster Macunaíma confrontadas con la civilización caníbal de la máquina, representada por el capitalismo postcolonial de São Paulo. Macunaíma me reveló los ritmos carnavalescos del pícaro y un idealismo romántico de inspiración quijotesca. Y en esta novela rescaté dos dimensiones fundamentales: su afirmación de la creatividad y su profecía negativa de una completa destrucción del Amazonas. Segundo: Los ríos profundos. Un protagonista tallado al estilo del Wilhelm Meister de Goethe. Y un Bildungsroman en el violento Perú postcolonial. El protagonista de esta novela de formación, Ernesto, identificó ritualmente su autoconciencia con una naturaleza altamente espiritualizada que le vinculaba a las civilizaciones de los Andes: frente a los paisajes de corrupción moral, social y biológica presidida por la teología política del Padre Linares. Tercero: Pedro Páramo. Rulfo retrató en los fragmentos dispersos de esta novela y a través de sus imprecisos narradores la completa destrucción de una aldea mexicana bajo el poder corrupto del cura y el cacique. Y narra la huida de las mujeres de Comala, acosadas y destruidas por el sexismo patriarcal católico, al inframundo edénico del Tlalocan azteca. Cuarto: Yo el Supremo. La historia de un chamán paraguayo transfigurado en el liberador de Paraguay de la monarquía hispánica y del colonialismo rioplatense, más tarde transformado en el dictador de una revolución indigenista y socialista, y finalmente acosado por la propaganda imperial anglosajona, y destruido por su intervención militar a través de la Triple Alianza. Yo el Supremo es también una voz oracular sobre el trágico final de América latina.Y cinco: Grande sertão: veredas. Una novela metafísica sobre la unidad dual y no dualista del sertão como representación sensible del ser, y de los caminos y veredas de su “travesía”; una novela sobre la unidad complementaria de Dios y el diablo, del bien y el mal, de lo masculino y lo femenino, y de la vida y la muerte. Y la primera novela de Occidente que dialoga con las metafísicas orientales de Bhagavat Gita y del Tao-te-king.Eso es lo que hallé en mi camino. Permítanme dos palabras sobre el método que guio mis pasos hacia este tesoro ocultado por el latinoamericanismo del establishment académico: una teoría crítica de la teología política colonial, una reconstrucción mitológica de las diosas de América y una aproximación psicológica en la tradición humanista de Nietzsche, Neumann, Kerényi o Thomas Mann.

André Cechinel é professor do curso de letras e do programa de pós-graduação em Educação na Unesc. Autor de Literatura, ensino e formação em tempos de Teoria (com T maiúsculo.)

Fonte: Revista de Cultura do Centro de Comunicação e Expressão da Universidade Federal de Santa Catarina

Publicado por Fábio Lopes da Silva3 \03\America/Sao_Paulo junho \03\America/Sao_Paulo 2021

09 de junho de 2021 às 13:59
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Novos Lançamentos de livros

 A Editora da Unesc, lançou as recentes obras. Para maiores informações acessar o catálogo de publicações: http://www.unesc.net/portal/capa/index/300/5886/

Matilde, a vaquinha com pescoço torto

Autora: Gislene Camargo

Essa história retrata a infância de uma vaquinha com pescoço torto. Matilde nasceu e desde então não desgrudava da sua mãe, sempre mamando. Quando não cabia mais embaixo da mãe, perceberam que ela tinha o pescoço torto e até diziam que ela vivia no mundo da lua. Mas Matilde, via o mundo de outra perspectiva e pode usar a imaginação e criar histórias incríveis. Os animais que moravam no mesmo sítio de Matilde, decidiram se reunir para pensar na maneira que Matilde iria se alimentar, sendo que o seu pescoço não virava para baixo, como iria comer a grama? E Matilde mostrou a todos que sabia se virar muito bem.

O Quintal Medicinal de Dona Maria: plantas medicinais utilizadas para o tratamento de doenças respiratórias

Organizadoras: Marília Schutz Borges, Patrícia de Aguiar Amaral e Vanilde Citadini-Zanette

Esta obra é resultado da dissertação de mestrado de Marília Schutz Borges concluída no ano de 2014. Traz a história de vida de Maria dos Santos Salvaro (Dona Maria), uma agente da Pastoral da Saúde Regional Sul 4, que utiliza, cultiva e indica plantas medicinais. A presente obra destaca as plantas medicinais que a Dona Maria indica para o tratamento de doenças respiratórias, que historicamente acometem a população da região em função das atividades carboníferas em épocas passadas.

Lugar Comum: do tempo...à vida

Autor: Sansone Pereira

Lugar Comum: do tempo...à vida é obra que reúne poemas cotidianos inéditos, que se distribuem em dois segmentos: do tempo...à vida. A imaginação do autor pode se fundir à imaginação do leitor, que experimenta em suas compreensões, sentimentos, afinidades, transcendências e reciprocidades circunstanciais e imprevisíveis, muitas vezes, não vivenciadas, pelo menos, não deliberadas, mas libertadoras.

Direitos Humanos e Sociedade, volume II

Organizadores:Reginaldo de Souza Vieira e Antonio Carlos Wolkmer

Esse segundo volume, intitulado “Direitos Humanos e Sociedade”, que ora apresentamos a comunidade acadêmica e a sociedade, é resultado das discussões teóricas realizadas pelos(as) pesquisadores(as) (sejam docentes e discentes) do Programa de Pós-Graduação em Direito da Universidade do Extremo Sul Catarinense no ano de 2019 e 2020, em seus onze grupos de pesquisa e redes de pesquisa, em parceria com programas de Pós-Graduação e grupos de pesquisa nacionais e internacionais.

O PPGD/UNESC, iniciou os seus trabalhos em 2017 e tem como área de concentração a temática dos “Direitos Humanos e Sociedade”, que  objetiva, a partir de uma perspectiva crítica e interdisciplinar, a investigação científica acerca dos direitos humanos e das relações jurídicas e políticas existentes no seio da sociedade e o seu diálogo com o Estado, tanto no contexto nacional quanto latino-americano. Além disso, se organiza em duas linhas de pesquisa: “Direito Humanos, Cidadania e Novos Direitos” e “Direito, Sociedade e Estado”, eixos que nortearam as discussões teóricas que fundamentaram a presente obra.

Nestes quatro anos de atividades, o PPGD/UNESC, tem  se consolidado como uma referência nacional e internacional no âmbito da pesquisa, bem como com atividades de inserção social de âmbito nacional, na qual se destaca o Curso de Lideranças Comunitárias e Sociais, executado do segundo semestre de 2020, com participantes de mais de uma dezena de estados brasileiros. Cabe destacar a realização do quadriênio de quase 100 eventos (congressos, seminários, workshops, diálogos, colóquios, mesas redondas e palestras), com  a participação de pesquisadores(as) palestrantes e ouvintes de todos os estados brasileiros e da América Latina, Europa, Ásia e África.

 A obra é composta de 14 capítulos  e foi estruturada em duas partes. Os textos foram escritos por pesquisadores(as) do PPGD/UNESC,   do PPGDS/UNESC, da Universidad Autónoma de San Luis Potosí (México), da Universidad Andina Simón Bolívar-Sede Ecuador,  da Universidade de Luxemburgo, da Universidade de Santa Cruz do Sul (PPGD), da Universidade Federal de Goiás (UFG), da Universidade Tiradentes UNIT – SE e AL, da Universidade Federal do Pará (UFPA), do Centro Universitário do Pará (CESUPA), da Universidade Católica de Pernambuco (UNICAP),  da Universidade de Caxias do Sul (UCS),  da Universidade de Santa Maria (RS) e da Fundação do Ministério Público – FMP/RS.

Cabe destacar também que muitos dos textos produzidos são fruto de discussões realizadas no âmbito dos convênios e parcerias mantidas pelo PPGD/UNESC, das quais: Convênio com a Maestria em Derechos Humanos da Universidad Autónoma de San Luis Potosí (México); REDE INTERINSTITUCIONAL DE GRUPOS DE PESQUISA (EGRUPE), por meio de seus grupos de pesquisa: PPGD/FMP, PPGD/UNISC e PPGD/UNESC; REDE INTERINSTITUCIONAL BENS COMUNS, NOVOS DIREITOS E PROCESSOS DEMOCRÁTICOS EMANCIPATÓRIOS (PPGD/UNESC, PPGD/UCS, PPGD/UNILASALLEe UNIFRA/RS); REDE INTERINSTITUCIONAL REPUBLICANISMO, JURISDIÇÃO E CIDADANIA (PPGD/UFSC, PPGD/UNESC, PPGD/UCS, PPGD/UNOCHAPECÓ e Universidad Leon – Espanha); REDE BRASILEIRA DE PESQUISA JURÍDICA EM DIREITOS HUMANOS (formada pelos PPGDs da UNESC, UNIRITTER, UNIJUÍ, UFMS, PUC-CAMPINAS, UNIT, UNICAP, CESUPA, UFPA)..

Por fim, aproveitamos o ensejo para agradecer a Universidade do Extremo Sul Catarinense, instituição comunitária do Sul de Santa Catarina que  por meio do Programa Grupos de Pesquisa, de sua Pró-Reitoria Acadêmica,  tem  financiado e priorizado a consolidação da produção científica de qualidade, reconhecida nacionalmente  e internacionalmente e a Fundação do Amparo a Pesquisa de Santa Catarina (FAPESC), que por meio a edital do Proeventos e de grupos de pesquisa, contribuiu com a construção desta obra.

Republicanismo, Cidadania e Jurisdição, volume I

Organizadores: Clóvis Eduardo Malinverni da Silveira, José Isaac Pilati e Reginaldo de Souza Vieira

Esse primeiro volume, intitulado “Republicanismo, Cidadania e Jurisdição”, que ora apresentamos a comunidade acadêmica,  surge a partir das discussões teóricas desenvolvidos pelos(as) pesquisadores(as) vinculados(as) as Instituições e as Programas de Pós-Graduação que fazem parte da Rede de Pesquisa em Republicanismo, Cidadania e Jurisdição (RECIJUR), entre os anos de 2019 e 2020.

A Recijur foi criada pelo dezembro de 2018, na cidade de Florianópolis a partir da iniciativa inicial dos Programas de Pós-graduação em Direito da Universidade Federal de Santa Catarina, da Universidade do Extremo Sul Catarinense e da Universidade de Caxias do Sul, sob a liderança do Prof. Dr. José Isaac Pilati.

A Recijur é composta atualmente pela UFSC, UNESC, UCS, UNOCHAPECÒ e Esucri, tendo realizada em dezembro de 2019 na UFSC o seu primeiro seminário, com mesas teóricas e apresentação de trabalhos das pesquisas realizadas no âmbito dos programas parceiros. Além do seminário, outras reuniões foram realizadas, bem como orientações de teses, dissertações, trabalhos de conclusão de pesquisa e iniciação científica no âmbito das instituições parceiras tendo por referência o escopo teórico da Recijur.

A obra é composta de 10 capítulos  e foi estruturada em duas partes e contém textos dos(as) pesquisadores(as) do PPGD/UFSC, do PPGD/UNESC, do PPGDS/UNESC e do PPGD/UCS. A primeira intitulada “Republicanismo, Cidadania e Participação Popular”, traz discussões acerca dos marcos históricos, teóricos e metodológicos da Recijur; das assembleias romanas e das audiências públicas; da democracia participativa como pilar da boa governança; da participação popular na defesa do meio ambiente e do pluralismo jurídico como mecanismo para a construção da cidadania participativa na política nacional de assistência social. Já na segunda parte denominada “Republicanismo, participação, bens comuns e jurisdição” são escritos que tratam da regularização fundiária (lei 13.465/2017) como instrumento de efetivação da cidadania; dos conflitos coletivos em Santa Catarina a partir de uma análise das fontes romanísticas; do patrimônio genético brasileiro como bem de uso comum do povo; do comum e suas contribuições para a concretização do direito à cidade sustentável e movimentos sociais e republicanos feministas e a conquista dos direitos trabalhistas.

Aproveitamos o ensejo para agradecer a Universidade do Extremo Sul Catarinense, instituição comunitária do Sul de Santa Catarina, que  por meio do Programa Grupos de Pesquisa, de sua Pró-Reitoria Acadêmica,  tem  financiado e priorizado a consolidação da produção científica de qualidade, reconhecida nacionalmente  e internacionalmente e financiou a produção dessa obra.

Por fim, agradecemos a todos(as) que contribuíram com a realização deste livro e esperamos que os textos ora apresentados a comunidade acadêmica  e a sociedade, tendo por referência os  estudos políticos e jurídicos das fontes romanas, desde o marco republicano da seccessio plebis  possa contribuir na construção de um contraponto ao público-privado moderno, cujo reducionismo é incapaz de resolver a complexidade dos conflitos pós-modernos e que tornou  a participação cidadã ao mero formalismo eleitoral, retirando da sociedade a sua capacidade jurídica e política.

Estado, Política e Direito: políticas públicas, cidadania  e direitos humanos, volume IX

Organizadores: Reginaldo de Souza Vieira e Ismael Francisco de Souza

Esta obra, intitulada Estado, Política e Direito: políticas públicas, cidadania  e direitos humanos, é resultado dos estudos e pesquisas construídas por docentes  e discentes vinculados ao Núcleo de Estudos em Estado, Política e Direito da Universidade do Extremo Sul Catarinense (NUPED/ UNESC) e ao Laboratório de Direito Sanitário e Saúde Coletiva (LADSSC/UNESC). Este volume é o  nono  de um conjunto de obras organizadas pelo NUPED e por seus parceiros. O NUPED,  fundado em 2005, é composto de pesquisadores(as), vinculados(as) ao PPGD/UNESC e ao PPGDS/UNESC.

Esta edição, além de trazer a contribuição das pesquisas realizadas no âmbito do Programa de Pós-Graduação em Direito da Unesc nos anos de 2019-2020,  inclui a relevante colaboração de pesquisadores(as)   dos Programas de Pós-Graduação em Desenvolvimento  Socioeconômico, em Educação e em Ciências Ambientais da Unesc, além  de outras instituições, tais como a Universidade Federal de Santa Catarina e a Universidade de Santa Cruz do Sul que se tornaram ao longo dos anos essenciais parceiros nas atividades de pesquisa interinstitucional. 

A obra é composta de 14 capítulos  e foi estruturada em três partes: ESTADO, DIREITOS HUMANOS, CIDADANIA E MOVIMENTO DECOLONIAL; ESTADO,  POLÍTICAS PÚBLICAS E DIREITO FUNDAMENTAL À SAÚDE e  ESTADO, TRABALHO E POLÍTICAS PÚBLICAS.

Neste sentido, partindo da construção teórica desta obra, o NUPED oferece a academia e a sociedade contribuições interdisciplinares de modo a fortalecer as concepções e o papel do Estado contemporâneo na garantia dos direitos humanos,  políticas públicas e da concretização da cidadania para além do aspecto formal e legal e de uma  participação democrática inclusiva e emancipatória.

Por fim, aproveitamos o ensejo para agradecer a Universidade do Extremo Sul Catarinense, instituição comunitária do Sul de Santa Catarina que  por meio do Programa Grupos de Pesquisa e apoio ao stricto sensu, de sua Pró-Reitoria Acadêmica,  tem  financiado e priorizado a consolidação da produção científica de qualidade e comprometida com a transformação social, reconhecida nacionalmente  e internacionalmente e a Fundação do Amparo a Pesquisa de Santa Catarina (FAPESC), que por meio a edital do Proeventos e de grupos de pesquisa, contribuiu com a construção desta obra.Público-Alvo: pesquisadores(as) e estudantes da área do direito e das Ciências Sociais Aplicadas e Humanas de forma geral.

Horizontes Conteporâneos do Direito na América Latina . Pluralismo, Buen Vivir, Bens Comuns e Princípio do “Comum”

Autores: Antonio Carlos Wolkmer e Maria de Fatima Schumacher Wolkmer

Esta obra projeta algumas das mais relevantes  questões do Direito Contemporâneo na América latina, com ênfase as conquistas consagradas pelo Constitucionalismo pluralista da região, onde não somente revela um olhar critíco-interdisciplinar, mas, sobretudo, representa o esforço dos autores no intento de contribuir para a discussão política, social e epistemológica para um pensamento de ruptura, descolonização e emancipação. 

18 de maio de 2021 às 10:07
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Livraria Unesc lança Book Delivery

Livraria Unesc lança Book Delivery
Funcionários, professores e acadêmicos podem fazer pedidos dos livros com entrega gratuita pelo campus (Foto: Mayara Cardoso) Mais imagens

Pensando no conforto e na segurança da comunidade acadêmica, a Editora e Livraria da Unesc lançou a ação Books Delivery. O Delivery de Livros já está em atividade e conta com mais de 300 títulos disponíveis entre lançamentos da própria Editora da Universidade e de outras instituições.

Para garantir um dos livros basta escolher entre as opções disponíveis nesta planilha compartilhada no Google Drive. “Os títulos estão divididos por áreas do conhecimento. Ao escolher um deles basta enviar um e-mail para livraria@unesc.net com as seguintes informações: título, editora, nome completo e o endereço para entrega”, explica o colaborador da Livraria, Osiel Mendes Medeiros

De acordo com Osiel, os livros da editora própria da Unesc estão com 50% de desconto e das demais editoras com 10%. As formas de pagamento disponíveis são cartões de crédito e débito, à vista em dinheiro ou desconto em folha.

Conforme o colaborador, as entregas pelo campus Criciúma são gratuitas, enquanto para outros locais há o acréscimo da taxa de motoboy.

A orientação da Editora e Livraria da Unesc é que, conforme as normas de biossegurança da Universidade, ao receber o livro o cliente deve estar usando máscara e higienizar as mãos com álcool 70%. A mesma regra vale para quem visitar o espaço da Editora, no Bloco XXI, nas proximidades da lanchonete Mais Doce, antiga Doce Pão.

Fonte: AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

18 de março de 2021 às 16:34
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