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Unesc recebe primeira reunião aberta no Sul de SC da Sociedade Brasileira de para Progresso da Ciência

Unesc recebe primeira reunião aberta no Sul de SC da Sociedade Brasileira de para Progresso da Ciência
Secretário regional da SBPC conversou com pesquisadores nesta terça-feira (Fotos: Milena Nandi) Mais imagens

A Unesc foi sede da primeira reunião aberta da SBPC (Sociedade Brasileira para Progresso da Ciência) no sul do Estado. O encontro ocorreu nesta terça-feira (23/10) e deu continuidade ao movimento catarinense de defesa da ciência, tecnologia e inovação, criado em 2017. A reunião, promovida pela Secretaria Regional da SBPC em Santa Catarina, foi aberta para professores, pesquisadores, estudantes e demais pessoas interessadas.

Um dos temas do encontro foi a rede de apoio às iniciativas que visem a popularização da ciência, à comunicação entre instituições de pesquisa e à sociedade em geral, bem como a atuação política junto às esferas governamentais de Santa Catarina, em prol de uma política pública consistente e contínua de promoção do desenvolvimento científico em todas as áreas do conhecimento.

Na Unesc, o evento foi organizado pela Diretoria de Pesquisa e Pós-Graduação, com a participação da professora do PPGE (Programa de Pós-Graduação em Educação), Graziela Giacomazzo e pela SBPC e fez parte da programação da 9ª Semana de Ciência e Tecnologia da Universidade.

“Nós temos um solo fértil em Santa Catarina, e o Sul, um potencial para exercer papel de protagonismo da rede catarinense que estamos montando”, afirmou o secretário regional da SBPC, professor doutor da UFSC, André Ramos. Segundo ele, é essencial integrar as diferentes regiões e diferentes instituições de ensino e pesquisa para criar uma rede. “A ideia é que, em cada região do Estado, surja um núcleo da SBPC e que ele possa ter autonomia para realizar ações junto à comunidade e ao poder público. Só uma rede envolvendo os vários setores e sociedade vão poder tornar um dia a tecnologia, ciência e inovação uma pauta forte dentro das políticas públicas catarinense”, considera.

O vice-reitor da Unesc, Daniel Preve, afirmou que há uma preocupação com o movimento que se desenha no país, relativo ao desenvolvimento da pesquisa. “Temos no Brasil, o orçamento para ciência e tecnologia em queda. Em 2017, houve um grande choque para as instituições que fazem ciência. O orçamento caiu para menos de R$ 2 bilhões, uma queda abrupta no investimento em todo o Brasil. E não há nenhum país que queira se desenvolver de forma sustentável, propagar renda, desenvolvimento, qualidade de vida, erradicar a pobreza sem investimento em ciência. É um choque, não só nos grandes centros, para as instituições interiorizadas que necessitam do investimento público para o desenvolvimento da pesquisa”, afirma Preve.

Segundo o diretor de Pós-Graduação e Pesquisa da Unesc, Oscar Montedo, a vinda do professor à Unesc é importante para ampliar o debate e aproximar os pesquisadores da Instituição à SBPC. “Agradecemos ao professor André por ter aceitado o convite para vir até a nossa Universidade durante a Semana de Ciência e Tecnologia para discutirmos e debatermos o papel da ciência e tecnologia neste momento em que estamos vivendo”.

Fonte: AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Por: Milena Spilere Nandi 23 de outubro de 2018 às 18:57
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Curso de Design de Produtos da Unesc e Intebras pensam em Comunicação em 2050

Curso de Design de Produtos da Unesc e Intebras pensam em Comunicação em 2050
Projeto visa identificar como serão os produtos e embalagens daqui a 32 anos (Fotos: Divulgação) Mais imagens

O curso de Design de Produto da Unesc, juntamente com a empresa Intelbras, trabalha com o intuito de criar algo inovador. Eles estão juntos no projeto “Comunicação 2050”. O projeto visa promover um desafio para os acadêmicos, em que eles têm como objetivo pensar na comunicação daqui a 32 anos, sobre como será o produto e como será embalado. O primeiro encontro com a empresa ocorreu na última semana, quando visitaram a empresa em São José. Agora os estudantes têm até o final do semestre para apresentarem seus projetos.

A dinâmica será dividia em três etapas. Primeiramente, os acadêmicos devem pensar como será a comunicação, como ela evoluirá. No segundo momento, eles devem pensar por meio de que produto a comunicação irá funcionar. Em terceiro e último, os acadêmicos devem pensar em que embalagem este produto deve estar acomodado.

A atividade faz parte da disciplina de Projeto de Produto 2, da 4ª fase, ministrada pelo professor Fabio Brodbeck. “O principal objetivo é realmente pensar na evolução, em como vai ser o mundo e como a comunicação vai funcionar, e a Intelbras oferece esse desafio aos acadêmicos: de pensar em um produto novo e como será a entrega deste para o usuário”, explica o professor.

Ao todo, 13 alunos estão realizando o trabalho individualmente. Após o encerramento, os projetos serão levados para a empresa avaliar e, logo após os alunos receberão o retorno da instituição. “A Intelbras tem esse diferencial de investir muito no setor de Design dos seus produtos e agora lançou este desafio para desenvolvermos propostas de futuro e projetos conceituais nas suas áreas”, comenta Brodbeck.

Relação da empresa com o curso

Ao longo de toda a graduação, o curso tem cinco disciplinas de Projetos e sempre investe nas relações exteriores dos alunos com as empresas. “É uma oportunidade de envolver empresas com a academia. É extremamente importante promover o contato com o mercado e a indústria, propiciando uma experiência mercadologia com clientes reais”, explica.

Fonte: AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Por: Vitor Netto 27 de setembro de 2018 às 13:26
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Fonte: Setor de Comunicação Integrada

Por: Marcelo Vinicius Santos 16 de fevereiro de 2018 às 08:39
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