AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Projeto trabalha Filosofia com crianças de escolas da região

Projeto trabalha Filosofia com crianças de escolas da região
Primeiro encontro ocorreu em Forquilhinha (Fotos: Divulgação) Mais imagens

Professores dos quartos e quintos anos da rede municipal de ensino de Forquilhinha participaram nesta quarta-feira (29/8), do primeiro encontro do projeto de extensão "Filosofia COM crianças: pensando e repensando conceitos e vivências", no espaço educacional Caminhos do Saber.

O encontro teve a parceria da Secretaria de Educação de Forquilhinha e foi mediado pelos professores da Unesc Jeferson Luiz Azeredo e Eloisa da Rosa Oliveira, juntamente com as bolsistas Beatris Pizzoni e Paola Montenegro.

Azeredo explica que o projeto traz como foco a proposta de filosofar com as crianças. “O grupo irá desenvolver práticas e experiências pedagógicas com foco no diálogo, problematização e construção de conceitos e experiências com as crianças. O encontro fluiu com uma conversa sobre a realidade escolar, as experiências cotidianas e a ligação entre Filosofia e sala de aula”, conta o professor.

Ao longo do segundo semestre de 2018 e do ano de 2019 mais atividades serão planejadas e desenvolvidas ajudando a pensar e repensar a Filosofia como saber ao alcance de todos.

Fonte: AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Por: Milena Spilere Nandi 30 de agosto de 2018 às 18:10
Compartilhar Comente

Projeto da Unesc oferece atendimento farmacêutico

Projeto da Unesc oferece atendimento farmacêutico
Projeto visa acompanhar pacientes durante o tratamento medicamentoso (Foto: Vitor Netto) Mais imagens

Responsáveis pela produção e dispensação de medicamentos, os boticários eram profissionais que, no século passado, tinham o contato direto com os pacientes. Anos mais tarde, já conhecidos como farmacêuticos e tendo acesso a formação profissional por meio de curso superior, eles continuaram atuando no cuidado com os medicamentos e os pacientes, porém, assumindo outras funções dentro das farmácias, como a de gerenciamento do negócio. E para resgatar este contato mais direto com o paciente, a Farmácia Solidária da Unesc oferece desde 2012 o atendimento farmacêutico. O intuito do projeto é realizar um atendimento clínico farmacêutico às pessoas que estão em tratamento médico e instruí-las sobre a utilização e a conciliação dos medicamentos.

“Nós atendemos o paciente, coletamos as informações e avaliamos se o tratamento está adequado, se os pacientes seguem as orientações prescritas, se as doses e o tempo de tratamento estão adequado e se existem interferências medicamentosas”, explica a coordenadora do ambulatório de atendimento Clínico Farmacêutico, professora doutora Silva Dal Bó. Os atendimentos são realizados nas Clínicas Integradas da Unesc ou no domicílio do paciente.

Os atendimentos são realizados por estagiários das fases finais do curso de Farmácia, com a orientação de Silvia. Durante o auxílio, os profissionais instruem os pacientes para que eles entendam como funciona o tratamento medicamentoso. “Nós coletamos informações atuais e anteriores do paciente e tentamos resolver problemas, como por exemplo, o paciente toma diversos remédios e ele não está suprindo a meta terapêutica dele porque toma vários medicamentos juntos, ou por causa da quantidade, esquece com frequência de tomar algum deles”, comenta.

Exemplos

O atendimento também tem o objetivo de corrigir hábitos do paciente. “Muitas vezes ele toma o medicamento errado, então a gente resolve só organizando o horário. Ou percebemos que a dose não está adequada com o tipo do tratamento, então encaminhamos uma solicitação de adequação da quantidade ao médico”, explica.

Outros casos encontrados é a conciliação dos medicamentos. “Temos pacientes que vão em diversos médicos e um não sabe o que o outro profissional receitou. Um acaba interferindo no tratamento do outro, ou até o paciente tomando o mesmo medicamento e nem sabe. Então nós fazemos uma análise e o que pode ser realizado para corrigir isto”, acrescenta.

Para Silvia, o acolhimento é o principal agente do atendimento. “O paciente não sabe o que ele está tomando ou não entendendo o porquê ele está tomando aquele medicamento, por isso nós vemos a necessidade deste acompanhamento”.

Outra situação que ocorre com frequência é a negligência no uso de medicamentos. “Temos uma paciente que tomava 15 medicamentos diferentes ao dia e ela começou a tomar só a metade, pois achava que era muito. Veio aqui e começou a entender quais eram os problemas mais sérios e o que precisava proteger no corpo dela com o tratamento”, comenta.

Contato médico


“O atendimento não é igual a consulta médica, não temos o objetivo de fazer diagnóstico de doença crônica. Não temos o objetivo de interferir no que o médico prescreve”, explica Silvia.

Após o acompanhamento do paciente, se necessário, é realizado um contato com médico, que é feito através de cartas, relatando o que está acontecendo com o paciente. “A carta é lacrada e enviada direto para o médico responsável. Às vezes é enviada até para mais de um médico do paciente e eles costumam responder para nós também através de carta”, conta a professora da Unesc.

A maioria dos casos do contato com o médico rende bons resultados. “Em parceria com um psiquiatra, um paciente que tomava cinco psicofármacos atualmente toma apenas dois”, conta Silvia. “Outro paciente tomava medicamentos que um deles resultava em crise de gota (doença inflamatória que acomete sobretudo as articulações) e depois de tirar o medicamento resolveu. No final das contas, muitas vezes é melhor suspender um medicamento do que aumentar a dosagem de outro”, acrescenta.

Diferencial


A cada semestre, até seis vagas de estágio são disponibilizadas para realizar os atendimentos. Suelen Souza é acadêmica de Farmácia da Unesc e neste semestre será uma das estudantes participantes do programa. Para ela, o principal objetivo do programa é colocar em prática a teoria do curso. “É uma nova mudança de postura, pois começamos a olhar para o paciente como um todo, ver o que ele passa e o que podemos fazer para ajudá-lo”, explica.

Para os acadêmicos participantes do projeto, o contato com os pacientes é o principal diferencial. Segundo Jéssica Pacheco, o aprendizado colabora com a formação de profissionais com um outro olhar. E Lucio Guasselli acredita que o mercado precisa justamente desse foco. “Vamos lidar com isso diariamente e precisamos dessa orientação de acompanhamento do paciente”, considera o aluno.

E esse diferencial também percebido pelos pacientes. Zenaide Garcia Adriano Barbosa é atendida há um ano pelos profissionais. “Eu fui pegar um medicamento na Farmácia Solidária e a moça do balcão me perguntou porque eu estava tomando aquele medicamento. Ali mesmo eu tive meu primeiro contato com o pessoal e eu amei”, comenta.

Para Zenaide, a confiança é uma das peças chaves. “É difícil a gente se abrir com as nossas doenças para as pessoas, mas ali nós nos sentimos acolhidos, pois eles começaram a me explicar o porquê eu estava tomando aquilo e me instruindo sobre os medicamentos que eu tinha nas receitas”.

Como participar

Os atendimentos são realizados mensalmente ou a cada dois meses. Para participar, a pessoa deve procurar a Farmácia Solidária, nas Clínicas Integradas. O atendimento não tem custo.

Fonte: AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

21 de agosto de 2018 às 15:33
Compartilhar Comente

Estudantes da Unesc levam informações e cuidados aos moradores da Vila Miguel e Metropol

Estudantes da Unesc levam informações e cuidados aos moradores da Vila Miguel e Metropol
Projeto é desenvolvido em 11 bairros de Criciúma (Fotos: Leonardo Ferreira) Mais imagens

A Unesc esteve presente em mais uma edição da Rua do Lazer e levou informações sobre cuidados com a saúde para os moradores dos bairros Vila Miguel e Metropol. Acadêmicos dos cursos de Enfermagem, Odontologia, Nutrição e Psicologia participaram da ação comunitária nesta quinta-feira (16/8) e orientaram quem passou pelo evento sobre higiene bucal, alimentação saudável, vacinação, serviços oferecidos pela Universidade, além de falar sobre violência contra mulheres, crianças e idosos.

A moradora Sandra Demétrio, levou quatro de seus seis filhos ao evento e destacou os benefícios que a Rua do Lazer proporciona. “Eu participo sempre que possível. Aqui cuidamos da saúde, cortamos o cabelo e integramos com os vizinhos da comunidade. É sempre positivo participar”, afirma.

Para a estudante da sétima fase do curso de Enfermagem Amanda D’avila de Jesus, participar de eventos com a comunidade é de grande importância e agrega ao conhecimento. “Estar em meio a população possibilita ter um novo olhar sobre a saúde. Na vida acadêmica é uma experiência que une a teoria e a prática,além de possibilitar o contato com profissionais de outras diversas áreas do conhecimento”, destaca Amanda.

Universidade Comunitária

A diretora de Extensão, Cultura e Ações Comunitárias da Unesc, Fernanda Sônego, reforçou a missão da Universidade de se aproximar da comunidade e contribuir por meio de suas atividades de extensão. “A Universidade tem em um dos seus pilares a extensão e busca parcerias para contribuir. Estamos à disposição para contribuir sempre com a qualidade de vida das comunidades”, afirma Fernanda.

O evento foi realizado pelo CRAS (Conselho Regional de Assistência Social), com o apoio da Unesc, por meio da Diretoria de Extensão, Cultura e Ações Comunitárias, Óticas Carol, Afasc (Associação Feminina de Assistência Social de Criciúma) e Corpo de Bombeiros de Criciúma.

O projeto é desenvolvido em 11 bairros considerados carentes em Criciúma e promove serviços de saúde, atividades infantis, corte gratuito de cabelo e doação de roupas.

Fonte: AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Por: Leonardo Ferreira 17 de agosto de 2018 às 10:52
Compartilhar Comente

Viver SUS Unesc inicia atividades em municípios da região

Viver SUS Unesc inicia atividades em municípios da região
Estudantes vão conhecer o trabalho desenvolvido na saúde pública (Foto: Milena Nandi) Mais imagens

Antes das 7 horas desta segunda-feira (23/7), o grupo formado por 64 estudantes de graduação e profissionais participantes do Programa de Residência Multiprofissional da Unesc já estavam no campus para iniciar as visitas aos oito municípios participantes da edição de 2018 do Viver-SUS Unesc (Projeto Vivências e Estágios na Realidade do Sistema Único de Saúde). O projeto foi desenvolvido na última quinta e sexta-feira (19 e 20/7) na Universidade (parte teórica) e de segunda até quarta-feira (23 a 25/7), os participantes estarão vivenciando a prática dentro do sistema de saúde dos municípios e seus territórios de abrangência.

A aluna da décima fase de Psicologia Tayanara Teixeira, participa pela primeira vez do Viver SUS e vai passar o período de imersão em Içara. “Já desenvolvo atividades no SUS e gosto de atuar com este público. O Sistema Único de Saúde é o mais utilizado pela população e quero conhecer e aprender mais, pois é com os usuários dele que quero trabalhar”.

Taynara e estudantes dos cursos de Biomedicina, Enfermagem, Educação Física, Farmácia, Fisioterapia, Medicina, Nutrição, Psicologia e Odontologia irão desenvolver atividades nos municípios de Forquilhinha, Balneário Rincão, Cocal do Sul, Içara, Criciúma, Maracajá, Nova Veneza e Urussanga.

Participação em visitas domiciliares, em grupos de atendimento nas Unidades Básicas de Saúde e diálogo com as secretarias de Saúde fazem parte das atividades a serem desenvolvidas.

A diretora de Extensão, Cultura e Ações Comunitárias da Unesc, Fernanda Sônego, acompanhou a saída dos participantes para os municípios e agradeceu pela disponibilidade dos acadêmicos em participarem do projeto em período de férias, ressaltando a importância do Viver SUS na formação. A coordenadora do Viver SUS Unesc, Mágada Tessmann, também esteve na Universidade dando as últimas orientações antes dos acadêmicos e residentes partirem para a imersão nos municípios. Aos alunos, ela falou sobre a experiência agregadora que vão ter com o contato direto com profissionais e usuários dos serviços do SUS e com representantes das secretarias de Saúde.

No dia 16 de agosto ocorrerá o encerramento do Viver SUS, quando os gestores de saúde dos municípios participantes receberão um relatório das atividades e sugestões que possam contribuir com a saúde coletiva. As experiências dos acadêmicos também serão transformadas em artigos e publicadas em uma edição temática da revista da Unesc Inova Saúde (disponível no link).

O Viver-SUS Unesc é uma adaptação do projeto de âmbito nacional de nome VER SUS. A sexta edição do projeto na Universidade é conduzido pela Pró-Reitoria Acadêmica, por meio da Diretoria de Extensão, Cultura e Ações Comunitárias, com apoio do Programa de Residência Multiprofissional em Atenção Básica/Saúde da Família e municípios.

Fonte: AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Por: Milena Spilere Nandi 23 de julho de 2018 às 09:40
Compartilhar Comente

Projeto Solidariedade estimula trabalho voluntário em alunos da Unesc

Projeto Solidariedade estimula trabalho voluntário em alunos da Unesc
No primeiro semestre de 2018 foram desenvolvidas atividades em 49 instituições (Fotos: Divulgação) Mais imagens

O aprendizado se dá nos mais diversos ambientes e situações. E quando se fala em formação acadêmica, não há como esquecer a contribuição das atividades feitas fora da sala de aula na construção de um profissional diferenciado. É o que tem ocorrido na Unesc ao longo de seus 50 anos de vida, e que o primeiro semestre de 2018 impactou positivamente alunos dos cursos de Direito, Educação Física e Fisioterapia que desenvolveram trabalho voluntário em entidades da região, através do projeto Solidariedade.

Os 260 estudantes da Unesc desenvolveram 54 projetos em 49 instituições como asilos, Apaes e escolas neste primeiro semestre, totalizando 3.956 horas trabalhadas. As instituições beneficiadas estão localizadas nos municípios catarinenses de Araranguá, Balneário Gaivota, Cocal do Sul, Criciúma, Forquilhinha, Içara, Maracajá, Meleiro, Nova Veneza, Santa Rosa do Sul, Siderópolis, Sombrio e Urussanga e nas cidades gaúchas de Mampituba e Torres.

Nesses locais, os estudantes realizaram ações como palestras, cursos ou oficinas sobre “Política, Direitos Humanos e Cidadania” que envolveram pesquisa, estudo e elaboração teórica; intervenções práticas como pedágio para arrecadar recursos, limpeza e organização de biblioteca em escolas públicas, confecção de hortas e jardins, entre outros.

A coordenadora do projeto de extensão Solidariedade, Janete Trichês, conta que ele tem o objetivo de possibilitar aos estudantes que estão ingressando na Universidade a oportunidade de contato com realidades diferentes daquelas que eles têm no seu cotidiano, e a partir deste contato, vivenciar experiências de transformação pessoal e despertar a consciência e a responsabilidade cidadãs.

“Os alunos se dedicam muito às ações nas instituições que escolhem atuar. Ninguém que participa do projeto termina o mesmo e da mesma forma. É perceptível o crescimento dos jovens, que ficam mais maduros, mais responsáveis, mais colaborativos, mais sensíveis aos dramas humanos, além de descobrirem que o mundo que todos sonhamos é uma construção que envolve todos”, conta a coordenadora do Solidariedade.

Conhecimento para além da sala de aula

O conhecimento não se resume a sala de aula, na opinião da estudante Thais da Rosa de França, da primeira fase do curso de Direito da Unesc. Junto de seu grupo, ela participou do Solidariedade na Casa Atos, no Bairro Cristo Redentor, em Criciúma. “Quando a gente entra na Universidade, não pensa que vai fazer um projeto de tal magnitude. Com ele aprendi a olhar mais para os outros, do que para mim. Aprendi a valorizar coisas pequenas, as pessoas ao meu redor e tudo o que tenho. Descobri que a Universidade oferece uma infinidade de experiências que transformam vidas. E essa, com certeza, transformou a minha”, afirma.

Estudante da oitava fase do curso de Educação Física (Licenciatura) Leonan Peres Santana desenvolveu atividades na Apae de Santa Rosa do Sul, sua cidade. Nela foi diagnosticada a necessidade da reforma da cancha de bocha, local apreciado pelos alunos e que servia para a realização de aulas da Educação Física, mas estava sem uso em virtude da má conservação. A ação proposta foi a de realizar reforma da cancha e um posterior campeonato de bocha entre turmas.  

“Uma ação simples como a de reformar um ambiente foi tão bem aceita e festejada pelos alunos. Quem faz trabalho voluntário recebe algo que dinheiro nenhum dá: sorrisos sinceros, agradecimentos e olhares brilhantes”, comenta Santana.

Uma via de mão dupla

A Associação Beneficente Nossa Casa, que atualmente acolhe crianças e adolescentes, tem recebido há vários semestres o projeto Solidariedade. Nesta edição do projeto, os acadêmicos da Unesc repaginaram a Brinquedoteca, realizaram melhorias em um muro, reforma na recepção, benfeitorias no pátio interno da entidade, palestra e atividades de recreação com pizza e lanche.

A coordenadora da entidade, Santina Muniz, afirma que a Nossa Casa precisava de ajuda para melhorar alguns de seus espaços e que a vinda dos estudantes colaborou com o bem-estar dos acolhidos. “A integração entre os alunos da Unesc com a Nossa Casa é sempre muito produtiva para ambos. Os nossos acolhidos precisam de um contato com pessoas diferentes e com esse contato, aprendem. Já os estudantes conhecem uma outra realidade e se vêem fazendo algo diferente. É uma troca muito rica”, considera.

Desde 2009 realizando ações positivas

O projeto Solidariedade foi criado no segundo semestre de 2009 pela professora Janete Trichês, inicialmente desenvolvido apenas por acadêmicos do curso Direito. O projeto ocorre duas vezes ao ano – no primeiro e no segundo semestre letivo –  e é desenvolvido dentro da disciplina de Ciência Política. E no primeiro semestre de 2018 e agregou novos participantes. Alunos da disciplina de Sociologia dos cursos de Educação Física e Fisioterapia também doaram um pouco do seu tempo para ajudar entidades.

Fonte: AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Por: Milena Spilere Nandi 20 de julho de 2018 às 11:25
Compartilhar Comente