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Estudar fora ampliou a visão e as oportunidades de Allan

Estudar fora ampliou a visão e as oportunidades de Allan
Em Nova Iorque, onde estudou Computação, Allan conheceu pessoas de várias nacionalidades. Mais imagens

Sabe a expressão sobre a mente que se abre a uma nova ideia e não volta ao seu tamanho original? Pois o bacharel em Ciência da Computação Allan Serra Braga Bugyi conhece bem o significado dela. Enquanto fazia graduação na Unesc, passou 1 ano e 4 meses estudando nos Estados Unidos, onde ampliou não só o conhecimento técnico, mas conheceu pessoas de diversas partes do mundo – Egito, China, Paquistão, Mongólia, Cabo Verde, Cazaquistão, Índia, Japão, Letônia, México, Colômbia, Porto Rico, além de brasileiros do Nordeste, Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Resolveu problemas sozinho e se fortaleceu. E quer saber? Quer repetir a dose. Agora, desenvolvendo estudos em um mestrado.  

Quando estava na sétima fase do curso da Unesc, Allan viajou aos Estados Unidos como aluno do Programa Ciência Sem Fronteiras, do Governo Federal. Primeiro foi para a Fulton Montgomery Community College, onde teve aulas de Inglês. Depois, para a State University of New York at Plattsburgh estudar computação. 

“Viajar o mundo sempre foi algo que me cativou. Pensava em ir por conta própria para o exterior após terminar minha graduação na Unesc. Quando descobri que poderia estudar durante o curso, fiquei muito animado e tratei logo de me inscrever para todo esse processo. Pensar que poderia estudar Computação com os americanos me deixou muito empolgado”, conta. 

A maior lição

E qual a maior lição que ele tirou desse período no exterior? A autoconfiança.  “Saber que cumpri com tudo o que me foi proposto, ter um desempenho no mesmo patamar de pessoas do mundo inteiro, foi uma espécie de validação interna”, conclui. 

Para se destacar, é preciso internacionalizar

Para o egresso do curso de Ciência da Computação da Universidade, uma instituição de ensino se destaca além-fronteiras quando inviste em sua internacionalização. A Unesc, por exemplo, tem buscado cada vez mais parcerias com o exterior. Atualmente, possui 46 acordos internacionais com 17 países. Trabalho reconhecido, inclusive, pelo MEC (Ministério da Educação). No Censo de Educação Superior 2015, divulgado em outubro de 2016, a Unesc apareceu em primeiro lugar no quesito internacionalização entre as IES (Instituições de Ensino Superior) privadas do Sul do Brasil, com cerca de 200 estudantes estrangeiros frequentando cursos de graduação e pós.

“Qualquer universidade que queira de fato aparecer no mapa mundial da Ciência deve buscar a sua internacionalização. Buscar qualificar o aluno e prepará-lo para uma era de conectividade e informação através de intercâmbios internacionais é algo muito louvável e que poderá influenciar positivamente a cultura da instituição”, considera Allan. 


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Fonte: Setor de Comunicação Integrada

05 de janeiro de 2017 às 14:23
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