Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais

Defesa Pública de Dissertação Mestrando JOSÉ ORION BONOTTO

O Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais convida a comunidade acadêmica para a Defesa Pública de Dissertação abaixo relacionada:

Mestrando: JOSÉ ORION BONOTTO

“Metodologias participativas e educação para o ecodesenvolvimento no contexto de uma região objeto de ações de recuperação de áreas degradadas: estudo de caso em uma escola da rede pública do município de Criciúma, Santa Catarina”.

Data: 19/12/2018           Horário: 9h              Local: Bloco P – Sala 16

COMISSÃO EXAMINADORA

Membros Titulares:

Prof. Dr. Carlyle Torres Bezerra de Menezes (Presidente e Orientador)

Prof. Dr. Geraldo Milioli (Membro – UNESC)

Profa. Dra. Carla de Abreu D’Aquino (Membro Externo – UFSC/SC)

Membro Suplente:

Prof. Dr. Robson dos Santos (Membro – UNESC)

Resumo: A Educação Ambiental nas escolas da rede pública e nos meios acadêmicos é amplamente discutida, mas continua apresentando carência sobre conceitos e vivências socioambientais e culturais, pois, por muito tempo, foi trabalhada de forma superficial. Diante desta problemática socioambiental é que surge o interesse em analisar como as escolas estão trabalhando a Educação Ambiental, uma vez que este assunto vem sendo debatido e estudado há décadas. No entanto, efetivamente houve pouco avanço na transformação dos problemas ambientais e sociais. Desse modo, esse estudo tem por objetivo analisar as atividades de Educação Ambiental desenvolvidas na Escola Municipal Pascoal Meller da cidade de Criciúma – SC, correlacionando os conteúdos abordados em sala de aula com as vivências e as percepções dos problemas socioecológicos da comunidade escolar e do bairro, acerca de suas práticas ambientais na perspectiva da educação para o Ecodesenvolvimento. Os impactos ambientais da mineração de carvão, os espaços de discussão sobre procedimentos para recuperação de áreas degradadas não tem sido objeto de apropriação por parte da comunidade residente no entorno destas áreas. Neste sentido, foram desenvolvidas oficinas com os professores da instituição e os resultados apontaram uma maior necessidade de conhecimento quanto à temática abordada. No entanto, a realização das oficinas suscitou um novo sentimento nos participantes, trazendo-os para o debate sobre as questões ambientais, decorrentes da apropriação inadequada do ambiente natural que faz parte daquela comunidade.

Palavras-chave: Educação Ambiental; Ecodesenvolvimento; Recuperação de áreas degradadas; Metodologias Participativas.

Por: Michele Ribeiro Dos Santos 10 de dezembro de 2018 às 13:32
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Patrimônio cultural, direito e meio ambiente: educação contextualizada a arqueologia e a diversidade

Patrimônio cultural, direito e meio ambiente: educação contextualizada a arqueologia e a diversidade
Terceiro volume da obra explora a temática junto a educação patrimonial voltada à arqueologia (Foto: Divulgação) Mais imagens

Pensar a história, a educação, a cultura, o patrimônio e a ciência junto às comunidades do Extremo Sul Catarinense. Assim, os pesquisadores Juliano Bitencourt Campos, Marian Helen da Silva Gomes Rodrigues e Marcos César Pereira Santos contextualizaram 17 capítulos, em formato e-book, com os resultados da atuação do Lapis (Laboratório de Arqueologia Pedro Ignácio Schmitz), do PPGCA (Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais) e do Grupo de Pesquisa Arqueologia e Gestão Integrada do Território da Unesc, em parceria com o Instituto Olho D’Água, sediado no Piauí.

Intitulado “Patrimônio cultural, direito e meio ambiente: educação contextualizada – arqueologia e diversidade”, o terceiro volume da obra explora a temática junto a educação patrimonial, voltada à arqueologia. “É uma leitura sobre modos, experimentações, jeitos, fazeres e mundos misturados, apresentando o encantamento da história e da arqueologia. O resultado é um fascinante e importante documento, em que profissionais destacam as ações educativas, em uma perspectiva interdisciplinar na qual projetos e programas institucionalizados apresentam desafios, propostas e resultados sobre a complexidade do patrimônio cultural e ambiental em um mundo pulverizado pela diversidade”, conta Campos.

Educação e arqueologia

A iniciativa, segundo Campos, foi idealizada a partir das discussões sobre a relevância de programas educativos no contexto dos estudos arqueológicos e históricos culturais. Ele afirma que em muitos casos projetos e programas educativos são colocados em segundo plano e considerados dispensáveis. Sabendo desta situação, o objetivo do e-book foi provocar debates e dar destaque a educação contextualizada a arqueologia, meio ambiente e patrimônio cultural.

O pesquisador destaca ainda a contribuição educacional do trabalho e afirma que também pode contribuir em âmbitos não técnicos, “A produção acadêmica sobre patrimônio cultural, histórico e arqueológico, direito e preservação do meio ambiente está em expansão e representa uma necessidade da área para alimentar os debates sobre os desafios que essa temática apresenta não só para os técnicos, mas para os educadores e a sociedade em geral”, explica.

 Conheça a obra no Repositório Institucional da Unesc

Leonardo Ferreira - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Fonte: AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Por: Leonardo Ferreira Barbosa 05 de dezembro de 2018 às 17:40
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E-book

E-book
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O terceiro volume do e-book “Patrimônio cultural, direito e meio ambiente: educação contextualizada – Arqueologia e diversidade” já está disponível para consulta no Repositório Institucional da Unesc (clique aqui). 

Fruto de uma parceria com pesquisadores da área do Patrimônio e Educação, a obra traz, em seus 17 capítulos, a educação como epicentro das reflexões sobre arqueologia, meio ambiente e patrimônio cultural. O livro tem a participação de autores do Brasil e de Portugal.

Organizado por Juliano Bitencourt Campos, Marian Helen Rodrigues e Marcos César Pereira Santos. A obra é o resultado de ações e articulações promovidas pelo Lapis (Laboratório de Arqueologia Pedro Ignácio Schmitz), do PPGCA (Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais) e do Grupo de Pesquisa Arqueologia e Gestão Integrada do Território da Unesc, em parceria com o Instituto Olho D’Água, sediado no Piauí.

Milena Nandi - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing 

Por: Milena Spilere Nandi 19 de novembro de 2018 às 13:05
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Seminário promovido na Unesc busca soluções para o tratamento de resíduos sólidos urbanos no Brasil

Seminário promovido na Unesc busca soluções para o tratamento de resíduos sólidos urbanos no Brasil
Evento contou com palestras e uma roda de conversa com pesquisadores (Fotos: Leonardo Ferreira) Mais imagens

A Unesc recebeu nesta segunda-feira (19/11) pesquisadores, professores e especialistas em gestão ambiental para debater e buscar soluções para o tratamento adequado de resíduos sólidos urbanos no contexto do Brasil e de Santa Catarina. O Seminário “Rotas Tecnológicas de Resíduos Sólidos adequadas ao Contexto Brasileiro” fomentou uma nova perspectiva para o tratamento do lixo em pequena e grande escala.

Realizado em três momentos, o encontro recebeu em sua abertura o professor doutor da Universidade de Caxias do Sul, Geraldo Antônio Reichert, que ministrou a palestra “Rotas Tecnológicas em Tratamento de Resíduos Sólidos” e falou sobre boas práticas, sustentabilidade e sistemas de separação de resíduos, com o objetivo de abordar a temática por meio de exemplos consolidados em países desenvolvidos no assunto.

Reichert analisou a situação no Brasil como precária e explicou que a evolução deve começar no sistema de coleta.  “A rota tecnológica e adequada dos resíduos inicia logo no recolhimento. Bem destinado e separado corretamente, se cria possibilidades para um melhor controle, descarte e reuso do rejeito. No Brasil ainda vivemos uma situação de erro no sistema e das pessoas. Em grandes instituições, por exemplo, encontramos uma sequência de cinco a sete lixeiras para separação, mas quando abrimos o lixo está misturado e sem condições para reutilização ou destino correto”, afirma.

O seminário contou ainda com a conversa “Compostagem: Desafios da valorização regional da fração orgânica dos resíduos urbanos e industriais”, ministrada pelo professor mestre Marco Aurélio Salvaro de Souza, e com uma roda de conversa entre os palestrantes com o tema “Situação regional e perspectivas de cenários futuros”.

Para o professor da Unesc e organizador do evento, Mário Ricardo Guadagnin, o seminário criou um importante momento ao reunir fortes nomes da área e representantes de fundações municipais de meio ambiente da região. “Foram discutidos o contexto da gestão e o gerenciamento de resíduos sólidos urbanos, abordando questões sobre soluções tecnológicas para a nossa realidade e quais os arranjos tecnológicos são necessários para assegurar a inclusão social produtiva de catadores organizados em associações e cooperativas”, conta Guadagnin.

A atividade foi promovida pelo PPGCA (Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais), da Unesc, por meio do projeto Coleta Seletiva Solidária, com apoio da Fundai (Fundação Municipal do Meio Ambiente de Içara).

Leonardo Ferreira - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Fonte: AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Por: Leonardo Ferreira Barbosa 19 de novembro de 2018 às 17:09
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Unesc sedia seminário sobre Rotas tecnológicas de Resíduos Sólidos adequadas ao contexto Brasileiro

Unesc sedia seminário sobre Rotas tecnológicas de Resíduos Sólidos adequadas ao contexto Brasileiro
Evento será realizado na segunda-feira (19/11) no Auditório Edson Rodrigues (Foto: Divulgação) Mais imagens

O Auditório Edson Rodrigues, na Unesc, recebe na próxima segunda-feira (19/11) o Seminário “Rotas tecnológicas de Resíduos Sólidos adequadas ao contexto Brasileiro”. O evento, aberto ao público, ocorrerá das 13h30 às 17h e terá como foco a discussão de soluções para tratamento adequado aos resíduos sólidos urbanos no contexto do Brasil. A atividade é promovida pelo PPGCA (Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais) da Unesc, por meio do projeto Coleta Seletiva Solidária, com apoio da FUNDAI (Fundação Municipal do Meio Ambiente de Içara).

O Seminário contará com três atividades em sua programação, sendo a primeira delas a palestra “Rotas Tecnológicas em Tratamento de Resíduos Sólidos”, com o professor doutor Geraldo Antônio Reichert. O segundo momento terá como tema a “Compostagem: Desafios da valorização regional da fração orgânica dos resíduos urbanos e industriais”, sob direção do professor mestre Marco Aurélio Salvaro de Souza. Por fim o evento contará ainda com uma Roda de Conversa com o tema “Situação regional e perspectivas de cenários futuros”.

Conforme o professor Mário Ricardo Guadagnin, a atividade reunirá participantes de outras fundações municipais de Meio Ambiente da região. “Eles estarão juntos para discutir o contexto da gestão e gerenciamento de resíduos sólidos urbanos com a participação e inclusão social produtiva de catadoras e catadores”, destacou.

Entre as questões a serem discutidas no encontro, de acordo com o professor, estão quais soluções tecnológicas são mais adequadas para a nossa realidade e quais arranjos tecnológicos são necessários para assegurar a inclusão social produtiva de catadoras e catadores organizados em associações e cooperativas que efetivamente consolidem a coleta seletiva de materiais recicláveis ampliando a cadeia de reciclagem, por exemplo.

Mayara Cardoso - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Fonte: AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Por: Mayara Cardoso 14 de novembro de 2018 às 21:00
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