Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais

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Unesc presente na revitalização do Horto Florestal de Criciúma

Unesc presente na revitalização do Horto Florestal de Criciúma
Equipe contribuiu com pesquisas que garantiram a não agressão ao meio ambiente (Foto: Divulgação) Mais imagens

A Unesc contribuiu para a revitalização do Horto Florestal José Milanese, de Criciúma. O curso de Ciências Biológicas e o PPGCA (Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais) auxiliaram a Famcri (Fundação de Meio Ambiente de Criciúma) durante o período de restauração. A reinauguração ocorreu nesta quarta-feira (13/6) com participação de escolas da região, que visitaram o local e aprenderam com os estudos.

A professora do curso Mainara Figueiredo Cascaes explica que as pesquisas realizadas na fauna da região possibilitaram as melhorias, sem agredir o ambiente. “Foi uma parceria de sucesso. Conseguimos abordar de uma melhor maneira a revitalização e contribuir com a biodiversidade de borboletas, aves, morcegos e mamíferos de médios e grande porte que vivem ali”, destacou Mainara.

Conheça o local

Localizado no bairro Mina União, o local abriga espécies nativas de plantas e flores, que são utilizadas para embelezamento a cidade. As sementes também são distribuídas nas escolas, creches, Cras e instituições municipais, para o ensino do plantio e de cuidados com o meio ambiente. O Horto é aberto ao público, que também pode usufruir de amostras gratuitas das plantas e flores.

Fonte: AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Por: Leonardo Ferreira Barbosa 14 de junho de 2018 às 19:07
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Pesquisadores da Unesc participam de escavação em sítio arqueológico mais antigo do Estado

Pesquisadores do Lapis (Laboratório de Arqueologia Pedro Ignácio Schmitz), vinculado ao PPGCA (Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais) da Unesc participam de uma missão internacional organizada pelo Departamento de Pré-História do Museu Nacional de História Natural da França. Até o dia 31 de maio, o grupo desenvolverá atividades em Águas de Chapecó, no Oeste Catarinense, junto de uma equipe formada por arqueólogos do Museu Nacional de História Natural da França, da Universidade de Ferrara, da Itália, da Universidade de Paris – Sorbonne e por arqueólogos e estudantes da Unesc, UnoChapecó e universidades federais de Santa Catarina, de Sergipe e do Vale do São Francisco.

Conforme o coordenador do Lapis e pesquisador da Unesc, Juliano Bitencourt Campos, as pesquisas fazem parte de um projeto que busca investigar a trajetória das primeiras ocupações do Alto e Médio Vale do Rio Uruguai e achados arqueológicos conhecidos desde a época da construção da Usina Hidrelétrica Foz do Chapecó, iniciada em 2006, entre os municípios de Águas de Chapecó (SC) e Alpestre (RS). “As escavações na área já revelaram dois períodos da pré-história distintos”, conta.

Segundo o coordenador do projeto, o professor doutor do Departamento de Pré-História do Museu de História Natural da França, Antoine Lourdeau, os resultados demonstraram uma ocupação com grupos nômades de caçadores-coletores que viveram entre 11,7 a 9 mil anos atrás, o que caracteriza o local da escavação como o sítio arqueológico mais antigo de Santa Catarina. “Os habitantes dominavam uma tecnologia de lascamento da pedra único na Pré-História brasileira, com produção de instrumentos refinados, como pontas de projéteis”, afirma.

Outra ocupação mais recente de acordo com Lourdeau, está associada a grupos Guarani, por volta de 500 anos atrás, que dominavam bem os trabalhos de olaria na produção de vasilhames cerâmicos de diversas formas e funções. As escavações também evidenciaram que no período, agricultores viviam em grandes aldeias com complexa organização social.

A equipe, que iniciou os trabalhos em 1º de maio, é coordenada por Lourdeau e pela professora doutora da UnoChapecó, Mirian Carbonera. A missão faz parte de um projeto que teve início em 2013 e conta com apoio financeiro do Ministério das Relações Exteriores da França. Ele é executado pelo Museu Nacional de História Natural da França, em parceria com instituições de ensino superior como a Unesc, que tem os doutores e pesquisadores do Lapis, Marcos Cesar Pereira Santos e Juliano Bitencourt Campos e a bolsista de Pibic (Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica) e acadêmica do curso de Ciências Biológicas da Unesc Giovana Cadorin Votre como participantes.

Fonte: AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Por: Milena Spilere Nandi 21 de maio de 2018 às 17:01
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Unesc participa da etapa final da construção do Plano de Manejo da APA da Baleia Franca

Unesc participa da etapa final da construção do Plano de Manejo da APA da Baleia Franca
Reuniões ocorreram na última semana em Laguna (Fotos: Divulgação) Mais imagens

Mais um passo importante foi dado em prol do meio ambiente no Sul do Estado. Na última semana, representantes de diversas entidades e instituições se reuniram durante quatro dias para a 2ª Oficina de Planejamento Participativo para a elaboração do Plano de Manejo da APA da Baleia Franca. O encontro, que encerrou quinta-feira (19/4), marcou a etapa final do projeto e ocorreu em Laguna. A Unesc é uma das instituições conselheiras desta unidade de conservação federal.

Segundo o professor do PPGCA (Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais) e do curso de graduação em Engenharia Ambiental e Sanitária da Unesc, Carlyle Torres Bezerra de Menezes, após todas as contribuições apresentadas até o momento por meio da proposição da criação de zonas, normas e diretrizes gerais, a etapa seguinte será o da consolidação dos dados, com a revisão do ponto de vista técnico e jurídico. De acordo com ele, a previsão é que até setembro de 2018 seja publicado e instituído o Plano de Manejo, que se constituirá no principal instrumento de gestão e zoneamento econômico-ecológico do território da APA.

O espaço abrange nove municípios e compreende áreas terrestres e marinha, ao longo de uma faixa litorânea de 130 quilômetros de extensão e 156 mil hectares, entre o município de Balneário Rincão e o Sul da Ilha de Florianópolis. Possui uma grande diversidade de atributos naturais, destacando-se internacionalmente por ser um dos principais santuários para a reprodução da Baleia Franca e por integrar diversos ecossistemas marinho-costeiros de grande importância ecológica, que abriga diversas espécies da flora e fauna ameaçadas de extinção, além de um patrimônio sociocultural formado por comunidades e povos tradicionais.

O Plano de Manejo vem sendo construído desde do ano de 2015 de forma participativa com a presença dos diversos setores da sociedade que integram o seu território. Neste processo ocorreram diversas oficinas setoriais com a participação dos diversos seguimentos da sociedade, culminando com esta etapa final de planejamento.

“Tendo em vista os diversos interesses existentes, que muitas vezes são conflitantes entre alguns setores econômicos e movimentos socioambientais presentes neste território, faz com que o processo participativo adotado para a construção do Plano de Manejo seja um instrumento de fundamental importância, de maneira a permitir o diálogo e superação dos conflitos existentes”, afirma o professor da Unesc, que salienta ainda a importância da integração do Plano de Manejo da APA com outros Planos Diretores Municipais e os Planos de Gestão de Bacias Hidrográficas.

Representam a Unesc no Conselho Gestor da APA da Baleia Franca, Menezes, como conselheiro titular e o professor do curso de graduação em Ciências Biológicas e também do PPGCA, Robson dos Santos, que é  conselheiro suplente. O Conselho Gestor foi criado em 2006. A Unesc vem contribuindo com as atividades desde início. O professor afirma que a intenção do Conselho Gestor é fortalecer o processo de gestão pública participativa em uma unidade de conservação de importância em âmbito regional e nacional, por meio de um processo que vem sendo considerado modelo de gestão participativa por parte do ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade), órgão integrante do Ministério do Meio Ambiente.
 

Fonte: AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Por: Milena Spilere Nandi 23 de abril de 2018 às 12:01
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Alunos de Escolas da região podem aprender sobre arqueologia e cultura indígena na Unesc

Alunos de Escolas da região podem aprender sobre arqueologia e cultura indígena na Unesc
Escolas podem agendar encontros na Unesc (Fotos: Arquivo) Mais imagens

Com o intuito de trazer um pouco mais sobre ocupação indígena na nossa região e o dia a dia do arqueólogo, a Unesc desenvolve no mês de abril o projeto “Arqueologia entre Rios: Do Urussanga ao Mampituba - Registros Arqueológicos no Extremo Sul Catarinense: Educação e Memória Indígena”. O objetivo é trazer os estudantes do Ensino Básico e Fundamental de Criciúma e região para dentro da Universidade, para que eles possam conhecer, de maneira lúdica, as pesquisas arqueológicas desenvolvidas pelos pesquisadores do Lapis (Laboratório de Arqueologia Pedro Ignácio Schmitz).

Estas atividades são desenvolvidas nos espaços escolares e no Laboratório, contextualizando os diferentes grupos humanos, seguindo por atividades e discussão.  O projeto alinha o conhecimento teórico e prático, por meio de atividades pedagógicas, como oficina de escavação arqueológica, pintura rupestre e produção de vasilhames cerâmicos. Elas são desenvolvidas de acordo com cada faixa etária dos estudantes.

Traga a sua escola

A equipe de Educação Patrimonial do Laboratório e o PPGCA (Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais) da Unesc atende as instituições de ensino que solicitarem atividades de educação. As escolas com interessem em participar podem agendar visitas de março a dezembro, pelo telefone (48) 3444-3761 ou pelo e-mail lapis@unesc.net.

Saiba mais

A ação iniciou com uma educação patrimonial realizada nas escolas dos municípios de Sombrio, Balneário Rincão, Araranguá e Criciúma.  As atividades estão sendo conduzidas pelos bolsistas pesquisadores do Lapis, Giovana Cadorin, estudante do curso de Biologia e André Martins, aluno do curso de História.

Mais informações na página do laboratório (clique aqui)

Fonte: AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Por: Mayra Antonio De Lima 18 de abril de 2018 às 15:36
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Semana Indígena movimenta Universidade com atividades diversas

Semana Indígena movimenta Universidade com atividades diversas
Encontro debateu a educação escolar indígena (Fotos: Mayra Lima) Mais imagens

“Crise da Educação Escolar e Educação Indígena”. Esse foi o tema debatido durante esta quarta e quinta-feira (12 e 13/4) na Unesc, durante a quarta edição da Semana Indígena. Rodas de conversa, debates e palestras marcaram o encontro que contou com a participação de estudantes, professores da Unesc, além da aldeia indígena Tekohá Marangatue de Imaruí , da Terra Indígena Massiambu de Palhoça e da coordenadora do curso de Licenciatura Intercultural Indígena do Sul da Mata Atlântica da UFSC, Maria Dorothea Post Darella.

Segundo o coordenador do curso de História, Tiago Coelho, a discussão é de sumária importância para além dos marcos legais, objetivando exercícios de alteridade e abertura com uma das matrizes culturais brasileiras. A palestra da professora Maria, por exemplo, contou um pouco sobre a experiência do curso da UFSC, que promove uma intercultural idade entre os estudantes, que passam seis meses na Universidade e seis meses na aldeia, conhecendo seus costumes e tradições.

O encontro também contou com a mostra de um curta-metragem de uma produtora de Criciúma, chamada Domingos Bugreiro, que será veiculada também em outros momentos na Universidade.

Saiba mais

O evento foi criado em 2012, e vem discutindo desde então a história e cultura dos povos indígenas enfatizando os povos localizados no território catarinense Guarani, Xokleng e Kaingang. A ação é uma iniciativa do curso de Histporia da Unesc, do Cedoc (Centro de Documentação), do NEAB (Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros, Indígenas e de Minorias ), do LAPIS (Laboratório de Arqueologia Pedro Ignácio Schmitz), do PPGCA (Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais), do PPGE (Programa de Pós-Graduação em Educação), e do CAHEL (Centro Acadêmico de História Edson Luís).

Fonte: AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Por: Mayra Antonio De Lima 12 de abril de 2018 às 19:59
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