Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais

Unesc, Administração Municipal de Morro Grande e Consórcio Geoparque juntos pela preservação e valorização da história Sul Catarinense

Unesc, Administração Municipal de Morro Grande e Consórcio Geoparque juntos pela preservação e valorização da história Sul Catarinense
Encontro ocorreu na tarde desta quinta-feira (18/10) e abordou os primeiros objetivos do trabalho em conjunto (Fotos: Leonardo Ferreira) Mais imagens

A Unesc, a Administração Municipal de Morro Grande, por meio da Diretoria de Turismo, e o Consórcio Geoparque iniciaram uma conversa sobre preservação histórica e a valorização cultural do Sul de Santa Catarina. O encontro ocorreu na tarde desta quinta-feira (18/10) e abordou os primeiros objetivos do trabalho em conjunto.

O coordenador do Lapis (Laboratório de Arqueologia Pedro Ignácio Schmitz), Juliano Bitencourt Campos, conta que o convênio será vinculado ao PPGCA (Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais) e já tem ideias para as primeiras ações serem implantadas. “Queremos iniciar os trabalhos ainda em 2018. O Lapis tem o objetivo inicial de realizar um mapeamento dos sítios arqueológicos e de promover atividades de educação patrimonial nos municípios pertencentes ao Geoparque”, afirma.

Para o diretor de Pesquisa e Pós-Graduação, Oscar Montedo, a iniciativa tem um futuro promissor e será pensada com cautela na sua aplicação. “O primeiro passo é dar encaminhamentos as questões burocráticas. Feito isso, vamos evoluir a ideia do projeto e mais uma vez abrir as portas da Unesc para inciativas que venham a contribuir com a comunidade”, destaca.

Contribuição para a educação

Além das conversas para o convênio, a geóloga do Consórcio Geoparque Caminhos do Cânions do Sul, Flávia Fernanda de Lima, e o diretor de turismo de Morro Grande, Gislael Floriano, ministraram uma palestra e apresentaram o Projeto Cânions do Sul aos estudantes do PPGCA da Universidade.

Flávia explica que o auxílio da Universidade resultará em benefícios para o local e para a educação no Sul de Santa Catarina. “A região do Geoparque é rica e tem um grande potencial de desenvolvimento educacional e turístico. Para a educação, esta iniciativa levará os estudantes para fora da sala de aula e proporcionará uma experiência prática que refletirá no futuro dos próximos professores da educação no Sul Catarinense”, afirma Flávia.

Também participaram do encontro, a coordenadora do Programa Patrícia de Aguiar Amaral e Vanilde Citadini, os professores Jairo Zocche e Nilzo Ivo Ladwig.

Projeto Cânions do Sul

A iniciativa Geoparque Cânions do Sul integra sete municípios do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. Cambará do Sul, Jacinto Machado, Mampituba, Morro Grande, Praia Grande, Torres e Timbé do Sul formam um território de sítios geológicos com potencial de exploração para estudos, iniciativas sustentáveis, educação e turismo.

O objetivo do Projeto é impulsionar o desenvolvimento sociocultural, econômico e ambiental na região, tornando o local um Geoparque Mundial da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura). No mundo, segundo a Unesco, há 127 geoparques, sendo apenas um deles no Brasil, o Geoparque Araripe, no Ceará.

Fonte: AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Por: Leonardo Ferreira Barbosa 18 de outubro de 2018 às 18:39
Compartilhar Comente

Pesquisadores do LAPIS participam de evento de Arqueologia no Paraná

Pesquisadores do LAPIS participam de evento de Arqueologia no Paraná
Evento contou com simpósios, mesas redondas e conferências apresentações orais e pôsteres (Fotos: Divulgação) Mais imagens

Os pesquisadores do Lapis (Laboratório de Arqueologia Pedro Ignácio Schmitz), ligado ao PPGCA (Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais) da Unesc, participaram do 11º Encontro do Núcleo Regional Sul da Sociedade de Arqueologia Brasileira, que ocorreu de segunda a quinta-feira (08/10 a 11/10) na UFPR (Universidade Federal do Paraná), em Curitiba, e teve como tema “Arqueologia, ação e coletividades”.

O encontro da SAB-Sul (Sociedade de Arqueologia Brasileira – Núcleo Regional Sul) ocorre bienalmente e tem como objetivo congregar pesquisadores, estudantes, profissionais e demais interessados na área da Arqueologia, atuando como espaço de divulgação de resultados, comunicação de trabalhos em andamento, propostas e discussões teóricas e metodológicas.

De acordo com o coordenador do Lapis, Juliano Bitencourt Campos, o encontro é um momento de promoção e difusão dos resultados das pesquisas, das ações de salvaguarda e de difusão do conhecimento em torno do patrimônio arqueológico. “A partir do tema, objetiva-se discutir não apenas as mais recentes pesquisas arqueológicas na região sul do Brasil e suas conexões, mas colocar em pauta questões relacionadas à profissionalização, à formação e à ética dos profissionais, o diálogo com a sociedade, os avanços em termos de métodos e técnicas e os resultados obtidos com as pesquisas”, comenta.

Além disso, o encontro também serviu para o compartilhamento de conhecimento. “De pensar a ciência arqueológica de forma colaborativa, em maior interação entre os processos educativos, culturais e científicos, articulando de forma indissociável o ensino, a pesquisa e a extensão”, acrescenta.

O evento contou com simpósios, mesas redondas e conferências, apresentações orais e pôsteres. Entre as mesas redondas, esteve a do coordenador, em parceria com dra. Neli Terezinha Galarce Machado (Univates), mediada pela dra. Dione da Rocha Bandeira (Univille).

Além disso, o evento contou com trabalhos apresentados por pesquisadores da Unesc:  “As famílias botânicas no Cotidiano Guarani”, de Giovana Cadorin Votre, Francisco Silva Noelli, Marcos Cesar Pereira Santos, Diego Pavei e Juliano Bitencourt Campos. “Zooarqueologia do Sambaqui Lagoa dos Freitas (SC-ARA-030): dados preliminares”, de Diego Dias Pavei, Caroline Borges, Marcos Cesar Pereira Santos e Juliano Bitencourt Campos. “Contribuição da geoarqueologia para o estudo de sítios antigos da área da Volta Grande, Alto Rio Uruguai, Sul do Brasil: morfoestratigrafia, geocronologia e sequência arqueológica da Foz do Rio Chapecó”, de Marcos César Pereira Santos, Mirian Carbonera e Antoine Lourdeau.

Fonte: AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

11 de outubro de 2018 às 20:41
Compartilhar Comente

Pesquisadores participam de Encontro da Sociedade de Arqueologia Brasileira

Pesquisadores do Lapis (Laboratório de Arqueologia Pedro Ignácio Schmitz), vinculado ao PPGCA (Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais), participaram do 11º Encontro do Núcleo Regional Sul da Sociedade de Arqueologia Brasileira, que ocorreu de segunda a quinta-feira (8 a 11/10) na Universidade Federal do Paraná, em Curitiba.

Em 2018, o evento teve como tema “Arqueologia, ação e coletividades”. Ele contou com simpósios, mesas redondas e conferências, onde os sócios apresentaram comunicações orais e pôsteres.

A Unesc esteve presente na mesa redonda “Pesquisa, salvaguarda e comunicação do patrimônio arqueológico em universidades comunitárias”, com o professor doutor Juliano Bitencourt Campos e na apresentação de trabalhos: “As famílias botânicas no cotidiano Guarani”, de Giovana Cadorin Votre, Francisco Silva Noelli, Marcos Cesar Pereira Santos, Diego Pavei e Juliano Bitencourt Campos; “Zooarqueologia do Sambaqui Lagoa dos Freitas (SC-ARA-030): Dados preliminares”, de Diego Dias Pavei, Caroline Borges, Marcos Cesar Pereira Santos e Juliano Bitencourt Campos e a pesquisa “Contribuição da geoarqueologia para o estudo de sítios antigos da área da Volta Grande, Alto Rio Uruguai, Sul do Brasil: Morfoestratigrafia, geocronologia e sequência arqueológica da Foz do Rio Chapecó”, de autoria de Marcos César Pereira Santos, Mirian Carbonera e Antoine Lourdeau.

Por: Milena Spilere Nandi 11 de outubro de 2018 às 10:53
Compartilhar Comente

PPGCA

As ilustrações da tese intitulada “Palmeiras (Arecaceae) em Santa Catarina, Sul do Brasil”, foi capa do periódico científico IHERINGIA, Série botânica, v. 73, n.2 (2018), e o artigo na íntegra também foi publicado na revista. A tese foi desenvolvida pelo egresso do doutorado em Ciências Ambientais da Unesc, Guilherme Alves Elias, orientado pelo professor doutor Robson dos Santos e coorientado pela professora doutora Teresinha Maria Gonçalves, ambo do PPGCA (Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais) e pela professora doutora do Montgomery Botanical Center, da Flórida, Estados Unidos, Joanna Marie Tucker Lima.

Entre as várias abordagens dadas ao estudo da família Arecaceae, o artigo descreve as 11 espécies de palmeiras nativas no Estado de Santa Catarina, que inclui chave dicotômica para as espécies, tratamento taxonômico, ilustrações, comentários sobre os aspectos ecológicos e ocorrência natural das espécies de palmeiras no Estado.

O tema foi publicado em colaboração com a professora doutora Roseli Lopes da Costa Bortoluzzi, do CAV-UDESC, Kelen Pureza Soares do Herbário HDCF da Universidade Federal de Santa Maria com o professor doutor do PPGCA da Unesc, Robson dos Santos.

Por: Milena Spilere Nandi 04 de outubro de 2018 às 16:31
Compartilhar Comente

Professores do PPGCA participam da conclusão do Plano de Manejo da APA da Baleia Franca

Professores do PPGCA participam da conclusão do Plano de Manejo da APA da Baleia Franca
Plano está em processo de construção desde 2015 (Foto: Divulgação) Mais imagens

Os professores do PPGCA (Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais) Carlyle Torres Bezerra de Menezes e Robson dos Santos, dos cursos de Engenharia Ambiental e Sanitária e Ciências Biológicas respectivamente, estão participando da etapa final de elaboração do Plano de Manejo da APA (Área de Proteção Ambiental) da Baleia Franca.

Nesta quarta-feira (3/10) ocorreu, na sede do Ifsc (Instituto Federal de Santa Catarina) de Garopaba, a reunião plenária da APA, que corresponde a etapa final da elaboração do Plano de Manejo. O Plano vem sendo construído, desde 2015, de forma participativa e com a presença dos diversos setores da sociedade que integram o seu território. Neste processo, ocorreram diversas oficinas setoriais com a participação dos diversos seguimentos da sociedade, culminando com esta etapa final de planejamento.

A reunião é uma continuidade das plenárias, ocorridas ao longo da última quinta e sexta-feira (27/9 e 28/9). Nas reuniões anteriores foram debatidas propostas de ordenamento territorial para a área da APA, a partir das contribuições ocorridas ao longo de mais de três anos, com a realização de oficinas setoriais, de planejamento participativo, grupos de trabalhos e plenárias.

Conforme Menezes, nesta última etapa estão sendo debatidas as propostas de alterações, complementações, exclusões e inclusões de zonas, normas e objetivos. “Estas etapas estão sendo o coroamento de um intenso processo de construção, de forma participativa, do plano de manejo desta unidade inserida na categoria de uso sustentável”, comenta.

Após esta etapa final, com a aprovação em plenária do Plano de Manejo, o texto seguirá para o ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade), em Brasília, para uma última revisão do ponto de vista jurídico, seguida da sua publicação. Após o processo, será constituído um importante instrumento de gestão e zoneamento econômico-ecológico para o território da APA da Baleia Franca, maior unidade de conservação marinho-costeira de uso sustentável na região Centro-Sul de Santa Catarina.

Fonte: AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Por: Vitor Netto 03 de outubro de 2018 às 19:18
Compartilhar Comente