Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais

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Unesc participa da etapa final da construção do Plano de Manejo da APA da Baleia Franca

Unesc participa da etapa final da construção do Plano de Manejo da APA da Baleia Franca
Reuniões ocorreram na última semana em Laguna (Fotos: Divulgação) Mais imagens

Mais um passo importante foi dado em prol do meio ambiente no Sul do Estado. Na última semana, representantes de diversas entidades e instituições se reuniram durante quatro dias para a 2ª Oficina de Planejamento Participativo para a elaboração do Plano de Manejo da APA da Baleia Franca. O encontro, que encerrou quinta-feira (19/4), marcou a etapa final do projeto e ocorreu em Laguna. A Unesc é uma das instituições conselheiras desta unidade de conservação federal.

Segundo o professor do PPGCA (Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais) e do curso de graduação em Engenharia Ambiental e Sanitária da Unesc, Carlyle Torres Bezerra de Menezes, após todas as contribuições apresentadas até o momento por meio da proposição da criação de zonas, normas e diretrizes gerais, a etapa seguinte será o da consolidação dos dados, com a revisão do ponto de vista técnico e jurídico. De acordo com ele, a previsão é que até setembro de 2018 seja publicado e instituído o Plano de Manejo, que se constituirá no principal instrumento de gestão e zoneamento econômico-ecológico do território da APA.

O espaço abrange nove municípios e compreende áreas terrestres e marinha, ao longo de uma faixa litorânea de 130 quilômetros de extensão e 156 mil hectares, entre o município de Balneário Rincão e o Sul da Ilha de Florianópolis. Possui uma grande diversidade de atributos naturais, destacando-se internacionalmente por ser um dos principais santuários para a reprodução da Baleia Franca e por integrar diversos ecossistemas marinho-costeiros de grande importância ecológica, que abriga diversas espécies da flora e fauna ameaçadas de extinção, além de um patrimônio sociocultural formado por comunidades e povos tradicionais.

O Plano de Manejo vem sendo construído desde do ano de 2015 de forma participativa com a presença dos diversos setores da sociedade que integram o seu território. Neste processo ocorreram diversas oficinas setoriais com a participação dos diversos seguimentos da sociedade, culminando com esta etapa final de planejamento.

“Tendo em vista os diversos interesses existentes, que muitas vezes são conflitantes entre alguns setores econômicos e movimentos socioambientais presentes neste território, faz com que o processo participativo adotado para a construção do Plano de Manejo seja um instrumento de fundamental importância, de maneira a permitir o diálogo e superação dos conflitos existentes”, afirma o professor da Unesc, que salienta ainda a importância da integração do Plano de Manejo da APA com outros Planos Diretores Municipais e os Planos de Gestão de Bacias Hidrográficas.

Representam a Unesc no Conselho Gestor da APA da Baleia Franca, Menezes, como conselheiro titular e o professor do curso de graduação em Ciências Biológicas e também do PPGCA, Robson dos Santos, que é  conselheiro suplente. O Conselho Gestor foi criado em 2006. A Unesc vem contribuindo com as atividades desde início. O professor afirma que a intenção do Conselho Gestor é fortalecer o processo de gestão pública participativa em uma unidade de conservação de importância em âmbito regional e nacional, por meio de um processo que vem sendo considerado modelo de gestão participativa por parte do ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade), órgão integrante do Ministério do Meio Ambiente.
 

Fonte: AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Por: Milena Spilere Nandi 23 de abril de 2018 às 12:01
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Alunos de Escolas da região podem aprender sobre arqueologia e cultura indígena na Unesc

Alunos de Escolas da região podem aprender sobre arqueologia e cultura indígena na Unesc
Escolas podem agendar encontros na Unesc (Fotos: Arquivo) Mais imagens

Com o intuito de trazer um pouco mais sobre ocupação indígena na nossa região e o dia a dia do arqueólogo, a Unesc desenvolve no mês de abril o projeto “Arqueologia entre Rios: Do Urussanga ao Mampituba - Registros Arqueológicos no Extremo Sul Catarinense: Educação e Memória Indígena”. O objetivo é trazer os estudantes do Ensino Básico e Fundamental de Criciúma e região para dentro da Universidade, para que eles possam conhecer, de maneira lúdica, as pesquisas arqueológicas desenvolvidas pelos pesquisadores do Lapis (Laboratório de Arqueologia Pedro Ignácio Schmitz).

Estas atividades são desenvolvidas nos espaços escolares e no Laboratório, contextualizando os diferentes grupos humanos, seguindo por atividades e discussão.  O projeto alinha o conhecimento teórico e prático, por meio de atividades pedagógicas, como oficina de escavação arqueológica, pintura rupestre e produção de vasilhames cerâmicos. Elas são desenvolvidas de acordo com cada faixa etária dos estudantes.

Traga a sua escola

A equipe de Educação Patrimonial do Laboratório e o PPGCA (Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais) da Unesc atende as instituições de ensino que solicitarem atividades de educação. As escolas com interessem em participar podem agendar visitas de março a dezembro, pelo telefone (48) 3444-3761 ou pelo e-mail lapis@unesc.net.

Saiba mais

A ação iniciou com uma educação patrimonial realizada nas escolas dos municípios de Sombrio, Balneário Rincão, Araranguá e Criciúma.  As atividades estão sendo conduzidas pelos bolsistas pesquisadores do Lapis, Giovana Cadorin, estudante do curso de Biologia e André Martins, aluno do curso de História.

Mais informações na página do laboratório (clique aqui)

Fonte: AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Por: Mayra Antonio De Lima 18 de abril de 2018 às 15:36
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Semana Indígena movimenta Universidade com atividades diversas

Semana Indígena movimenta Universidade com atividades diversas
Encontro debateu a educação escolar indígena (Fotos: Mayra Lima) Mais imagens

“Crise da Educação Escolar e Educação Indígena”. Esse foi o tema debatido durante esta quarta e quinta-feira (12 e 13/4) na Unesc, durante a quarta edição da Semana Indígena. Rodas de conversa, debates e palestras marcaram o encontro que contou com a participação de estudantes, professores da Unesc, além da aldeia indígena Tekohá Marangatue de Imaruí , da Terra Indígena Massiambu de Palhoça e da coordenadora do curso de Licenciatura Intercultural Indígena do Sul da Mata Atlântica da UFSC, Maria Dorothea Post Darella.

Segundo o coordenador do curso de História, Tiago Coelho, a discussão é de sumária importância para além dos marcos legais, objetivando exercícios de alteridade e abertura com uma das matrizes culturais brasileiras. A palestra da professora Maria, por exemplo, contou um pouco sobre a experiência do curso da UFSC, que promove uma intercultural idade entre os estudantes, que passam seis meses na Universidade e seis meses na aldeia, conhecendo seus costumes e tradições.

O encontro também contou com a mostra de um curta-metragem de uma produtora de Criciúma, chamada Domingos Bugreiro, que será veiculada também em outros momentos na Universidade.

Saiba mais

O evento foi criado em 2012, e vem discutindo desde então a história e cultura dos povos indígenas enfatizando os povos localizados no território catarinense Guarani, Xokleng e Kaingang. A ação é uma iniciativa do curso de Histporia da Unesc, do Cedoc (Centro de Documentação), do NEAB (Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros, Indígenas e de Minorias ), do LAPIS (Laboratório de Arqueologia Pedro Ignácio Schmitz), do PPGCA (Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais), do PPGE (Programa de Pós-Graduação em Educação), e do CAHEL (Centro Acadêmico de História Edson Luís).

Fonte: AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Por: Mayra Antonio De Lima 12 de abril de 2018 às 19:59
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Professora representa Universidade em Simpósio de Pesquisa e Política sobre Plantas

Professora representa Universidade em Simpósio de Pesquisa e Política sobre Plantas
Coordenadora do PPGCA participou do evento na última semana (Foto: Divulgação) Mais imagens

A Unesc esteve presente no 1º Simpósio de Pesquisa e Política sobre Plantas e Substâncias de Uso: O Estado da Arte em Santa Catarina, que ocorreu no Centro de Filosofia e Ciências Humanas da UFSC, em Florianópolis. A coordenadora do PPGCA (Programa de Pós-graduação em Ciências Ambientais), Patrícia de Aguiar Amaral, participou de uma das mesas.

O evento ocorreu de quarta a sexta-feira (21 a 23/2) e teve o objetivo de reunir trabalhos científicos, atividades, experiências profissionais e populares e iniciativas de repercussão política, legal, econômica, social e cultural relacionadas ao tema, pensadas de forma ampla de modo a considerar todos os enfoques que se dedicam a pensar e investigar as relações que os seres humanos estabelecem com as plantas e substâncias.

Fonte: Setor de Comunicação Integrada

Por: Milena Spilere Nandi 26 de fevereiro de 2018 às 11:04
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Egresso do Mestrado em Ciências Ambientais dialoga com trabalhadores rurais em Içara

Egresso do Mestrado em Ciências Ambientais dialoga com trabalhadores rurais em Içara
Encontro ocorreu nesta quinta-feira (Foto: Divulgação) Mais imagens

No contexto do processo de inserção social do PPGCA (Programa de Pós-graduação em Ciências Ambientais) da Unesc, e também com o objetivo de devolver para a comunidade os resultados de uma pesquisa de dissertação, nesta quinta-feira (22/2), o egresso do Mestrado em Ciências Ambientais Daniel Pazini Pezente, juntamente com seu orientador, o professor doutor Carlyle Torres Bezerra de Menezes, participaram de uma reunião do Grupo Agroecológico Frutos da Terra, em Içara.

Durante o encontro, Pezente pode expor os resultados alcançados em sua pesquisa de Mestrado e responder a questionamentos dos produtores rurais. O trabalho de pesquisa de dissertação teve como título "Estudos de Indicadores de Sustentabilidade em Propriedades Familiares Agroecológicas na Região Sul do Estado de Santa Catarina”.

“Uma cópia impressa da dissertação foi entregue para lideranças do grupo, para servir de base de estudos e contribuir para a adoção de melhorias dos processos produtivos e o fortalecimento das atividades desenvolvidas pelas propriedades rurais de base agroecológica, na perspectiva do da obtenção da certificação da produção orgânica, conforme a proposta da pesquisa”, comenta Carlyle.

Fonte: Setor de Comunicação Integrada

Por: Milena Spilere Nandi 23 de fevereiro de 2018 às 17:58
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