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Receitas da Região Sul de Santa Catarina

Publicado em: 01/08/2023 - 11:30

Autor (a): imo@unesc.net

Receitas da Região Sul de Santa Catarina

 

O Observatório de Desenvolvimento Socioeconômico e Inovação da UNESC analisou os dados do Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro (Siconfi) referentes às receitas das associações de municípios do Sul de Santa Catarina, no período de 2018 a 2022.

A Associação dos Municípios da Região Carbonífera (AMREC) apresenta crescimento de 72,51%, passando de R$ 1,56 bilhão em 2018 para R$ 2,69 bilhões em 2022. Criciúma lidera com R$ 1,28 bilhão, representando 47,54% do total, enquanto Siderópolis destacou-se pelo maior crescimento anual, cerca de 40% entre 2021 e 2022, alcançando R$ 87,76 milhões.

A Associação dos Municípios do Extremo Sul Catarinense (AMESC) registrou aumento de 108,34%, totalizando R$ 1,25 bilhão em 2022. Araranguá lidera com R$ 300,10 milhões (24,07%), e Ermo apresentou o maior crescimento entre 2021 e 2022, com variação de 58,51%, atingindo R$ 44,18 milhões.

Na Associação de Municípios da Região de Laguna (AMUREL), as receitas alcançaram R$ 1,75 bilhão, crescendo 57,23% entre 2018 e 2022. Tubarão concentrou a maior parte com R$ 472,63 milhões (27,04%), enquanto Pedras Grandes destacou-se pelo maior crescimento anual, 87,87%, atingindo R$ 59,49 milhões.

O monitoramento das receitas municipais permite avaliar a capacidade de arrecadação, identificar concentração de recursos e apoiar o planejamento estratégico das políticas públicas, fortalecendo a gestão fiscal e o desenvolvimento regional.

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