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Planos de Desenvolvimento
Publicado em: 26/01/2020 - 16:45
Autor (a): imo@unesc.net
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Içara se consolida como uma das principais potências econômicas da Região Carbonífera (AMREC), ostentando um Produto Interno Bruto (PIB) que ultrapassa os R$ 2,1 bilhões. Um novo informe do Observatório de Desenvolvimento Socioeconômico e Inovação da UNESC detalha os indicadores do município, revelando uma economia robusta, mas com uma interessante divisão entre seus motores de riqueza e de emprego.
Com uma população estimada em 56.421 habitantes em 2019 , a cidade apresenta um PIB per capita de R$ 38.325. Os dados de 2017 mostram que o grande gerador de riqueza no município é o setor de Serviços, que responde por exatamente 50% de todo o PIB, com um Valor Adicionado Bruto de R$ 907,6 milhões. A Indústria aparece como o segundo pilar, contribuindo com 31% (R$ 564 milhões) , seguida pela Administração Pública (15%) e Agropecuária (4%).
No entanto, quando o foco se desloca da geração de riqueza para a geração de empregos, o cenário se inverte. Das 16.528 vagas formais registradas em 2018, é a Indústria que lidera com folga. O setor industrial é o maior empregador de Içara, responsável por 7.564 postos de trabalho.
O Comércio aparece em segundo lugar na geração de vagas, com 4.310 empregos , enquanto o setor de Serviços, mesmo sendo o líder do PIB, figura em terceiro na empregabilidade, com 3.960 vagas. Esses empregos estão distribuídos por 1.974 empresas formais ativas no município.
Apesar da força econômica, os indicadores de desenvolvimento social de Içara apontam para desafios. O Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) da cidade é de 0,741, ocupando a 9ª posição no ranking da AMREC. O mesmo ocorre com o Índice de Desenvolvimento Municipal Sustentável (IDMS), onde Içara registra 0,626 pontos, também na 9ª colocação regional, abaixo da média da AMREC (0,660).
O paradoxo se aprofunda ao se notar a alta média salarial, de 2,6 salários mínimos, e a saúde das contas públicas. Em 2019, o município arrecadou R$ 222,9 milhões e teve despesas de R$ 181,4 milhões, demonstrando um superávit significativo e capacidade de investimento. O diagnóstico da UNESC sugere, portanto, um gigante econômico com desafios na conversão de sua riqueza em indicadores de desenvolvimento sustentável.
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