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Planos de Desenvolvimento
Publicado em: 09/01/2020 - 16:15
Autor (a): imo@unesc.net
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Criciúma se consolida como a maior potência econômica e o município com o mais alto índice de desenvolvimento humano da Região Carbonífera (AMREC). Um novo informe do Observatório de Desenvolvimento Socioeconômico e Inovação da UNESC revela que a cidade, com uma população de 215.186 habitantes, possui um Produto Interno Bruto (PIB) de R$ 7,14 bilhões (dado de 2017) e um robusto mercado de trabalho com 67.317 empregos formais.
O grande motor por trás dessa economia pujante é o setor de Serviços, que responde por 58,6% de toda a riqueza gerada no município, com um Valor Adicionado Bruto que ultrapassa R$ 3,6 bilhões. A Indústria aparece como o segundo pilar, contribuindo com 26,8% do PIB (R$ 1,66 bilhão), seguida pela Administração Pública, com 14,2% (R$ 887,5 milhões).
Essa força econômica se traduz diretamente no mercado de trabalho. Das mais de 67 mil vagas formais, o setor de Serviços (incluindo Comércio) é, de longe, o maior empregador, com um total de 45.184 postos de trabalho (29.572 em Serviços e 15.612 no Comércio). A Indústria também tem um papel fundamental na empregabilidade, sendo responsável por 18.393 vagas. Essas oportunidades estão distribuídas em 8.894 empresas ativas na cidade.
O desempenho de Criciúma nos indicadores sociais é um dos grandes destaques do estudo. A cidade ostenta o maior Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) de toda a AMREC, com uma pontuação de 0,788, classificada como "muito alta". A média salarial dos trabalhadores formais acompanha esse bom desempenho, atingindo 2,6 salários mínimos.
No entanto, no que tange ao desenvolvimento sustentável, o município enfrenta desafios. O Índice de Desenvolvimento Municipal Sustentável (IDMS), que considera as dimensões sociocultural, ambiental, econômica e político-institucional, é de 0,650. Embora a dimensão Sociocultural atinja a classificação "Alta", as áreas Econômica e Político-institucional são classificadas como "Média Baixa", e a Ambiental, como "Média", colocando Criciúma na 6ª posição no ranking regional de sustentabilidade.
As finanças públicas demonstram solidez. Em 2019, o município arrecadou R$ 798,6 milhões e teve despesas de R$ 772,09 milhões, o que indica uma saúde fiscal equilibrada e capacidade para investimentos futuros. O diagnóstico da UNESC pinta, portanto, o retrato de uma metrópole regional com uma economia forte e alta
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