Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais

Patrimônio cultural, direito e meio ambiente: educação contextualizada a arqueologia e a diversidade

Patrimônio cultural, direito e meio ambiente: educação contextualizada a arqueologia e a diversidade
Terceiro volume da obra explora a temática junto a educação patrimonial voltada à arqueologia (Foto: Divulgação) Mais imagens

Pensar a história, a educação, a cultura, o patrimônio e a ciência junto às comunidades do Extremo Sul Catarinense. Assim, os pesquisadores Juliano Bitencourt Campos, Marian Helen da Silva Gomes Rodrigues e Marcos César Pereira Santos contextualizaram 17 capítulos, em formato e-book, com os resultados da atuação do Lapis (Laboratório de Arqueologia Pedro Ignácio Schmitz), do PPGCA (Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais) e do Grupo de Pesquisa Arqueologia e Gestão Integrada do Território da Unesc, em parceria com o Instituto Olho D’Água, sediado no Piauí.

Intitulado “Patrimônio cultural, direito e meio ambiente: educação contextualizada – arqueologia e diversidade”, o terceiro volume da obra explora a temática junto a educação patrimonial, voltada à arqueologia. “É uma leitura sobre modos, experimentações, jeitos, fazeres e mundos misturados, apresentando o encantamento da história e da arqueologia. O resultado é um fascinante e importante documento, em que profissionais destacam as ações educativas, em uma perspectiva interdisciplinar na qual projetos e programas institucionalizados apresentam desafios, propostas e resultados sobre a complexidade do patrimônio cultural e ambiental em um mundo pulverizado pela diversidade”, conta Campos.

Educação e arqueologia

A iniciativa, segundo Campos, foi idealizada a partir das discussões sobre a relevância de programas educativos no contexto dos estudos arqueológicos e históricos culturais. Ele afirma que em muitos casos projetos e programas educativos são colocados em segundo plano e considerados dispensáveis. Sabendo desta situação, o objetivo do e-book foi provocar debates e dar destaque a educação contextualizada a arqueologia, meio ambiente e patrimônio cultural.

O pesquisador destaca ainda a contribuição educacional do trabalho e afirma que também pode contribuir em âmbitos não técnicos, “A produção acadêmica sobre patrimônio cultural, histórico e arqueológico, direito e preservação do meio ambiente está em expansão e representa uma necessidade da área para alimentar os debates sobre os desafios que essa temática apresenta não só para os técnicos, mas para os educadores e a sociedade em geral”, explica.

 Conheça a obra no Repositório Institucional da Unesc

Leonardo Ferreira - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Fonte: AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Por: Leonardo Ferreira Barbosa 05 de dezembro de 2018 às 17:40
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Coordenação do PPGCA toma posse para gestão nos próximos três anos

Coordenação do PPGCA toma posse para gestão nos próximos três anos
Professoras Patricia de Aguiar Amaral e Vanilde Citadini Zanette seguirão no comando do Programa (Fotos: Mayara Mais imagens

As equipes da reitoria e do PPGCA (Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais) da Universidade estiveram reunidas na tarde desta terça-feira (13/11) para a posse da gestão que comandará o Programa nos próximos três anos. Foram empossadas como coordenadora e coordenadora-adjunta as professoras Patricia de Aguiar Amaral e Vanilde Citadini Zanette, respectivamente. Ambas já ocupavam as funções na gestão passada e foram escolhidas para darem continuidade aos trabalhos.

No encontro a reitora da Unesc, Luciane Bisognin Ceretta, fez questão de agradecer o trabalho já realizado no Programa e incentivar que o grupo procure cada vez mais estar integrado com as atividades da Universidade e da comunidade, já que o foco dos seus estudos é de relevância imensurável para a região. “Desejo todo o sucesso do mundo em mais um ciclo a ser enfrentado e acrescento que a reitoria está de portas escancaradas para o que vocês precisarem e para o que puderem contribuir com críticas, sugestões e ideias também para o nosso trabalho. Temos um grupo forte de mãos dadas para dar o melhor que pudermos e, juntos, produzirmos conhecimento que reverbere para muito além dos nossos portões”, acrescentou.

Conforme o Vice-reitor, Daniel Preve, o papel do PPGCA dentro da Universidade é muito significativo, já que foi o primeiro programa stricto sensu implantado na Instituição e carrega uma história de peso. “Sei da riqueza e da importância dos estudos desse Programa, inclusive por já ter sido aluno e visto de perto tudo isso. Vamos estar sempre dispostos para fazermos o melhor, juntos”, comentou.

Para a Pró-reitora Acadêmica, Indianara Reynaud Toreti, o Programa vai de encontro à missão da Instituição e, não por acaso, faz parte da história da Universidade de forma tão significativa. “Temos o desafio de pensar de que forma podemos fazer a diferença no que se refere aos focos dos estudos do meio ambiente especialmente em uma região tão sofrida nesse sentido. Como colega e amiga das empossadas desejo muito sucesso e muito aprendizado nessa nova caminhada”, completou.

Entre os apontamentos da fala do diretor de Pós-Graduação e Pesquisa, Oscar Montedo, esteve a importância de o PPGCA ter mantido seus patamares de investimento e a necessidade de encarar o futuro com coragem. “Nós vemos um cenário positivo e até de avanço, mesmo em um momento desafiador. Não podemos nos acordar diante dos desafios e estamos seguros de que as professoras vão liderar esse processo de novo salto de qualidade. Estamos sempre em busca da sinônima em prol da excelência acadêmica”, destacou.

As empossadas

Agradecendo a oportunidade de continuar liderando o PPGCA, a professora Patricia de Aguiar Amaral destacou o grande aprendizado e crescimento conquistados ao longo de todo o período de participação na Universidade. “Agradeço a confiança dos colegas e da reitoria por tudo o que nos proporciona. Temos muito orgulho do Programa. Ele é fantástico e mostra um crescimento nas duas linhas de pesquisa. Não existe quem conheça de perto o trabalho e não saia encantado”, enfatizou.

Ainda em sua fala, Patrícia agradeceu a parceria de Vanilde, colega que lhe oferece apoio desde 2003. “Ela tem sido incansável ao longo de todo esse tempo e tem uma vitalidade que me faz continuar adiante”, completou.

A coordenadora-adjunta, professora Vanilde Citadini Zanette, também agradeceu pela confiança dos colegas, destacando que há 37 anos tem a Unesc como a sua segunda casa. “Agradeço também a parceria com a Patrícia, que é muita mais que colega ou amiga, é como um membro da minha família”, salientou.

Mayara Cardoso - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Fonte: AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Por: Mayara Cardoso 13 de novembro de 2018 às 19:49
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Alunos da região têm contato com o universo da Arqueologia na Unesc

Alunos da região têm contato com o universo da Arqueologia na Unesc
Workshop ocorre durante Semana de Ciência e Tecnologia (Fotos: Milena Nandi) Mais imagens

“Eu achei que era de verdade, até meu amigo abrir a tampa. Foi muito legal escavar e conhecer como os arqueólogos trabalham”, afirmou o aluno do segundo ano do Ensino Fundamental do Colégio Unesc, Vinícius Martins, de 8 anos, segurando a réplica de um crânio humano que encontrou durante a oficina de escavação no 3º Workshop de Arqueologia, nesta terça-feira (23/10). O menino é aluno do Colégio Unesc e junto com os colegas do Programa (Com)Vivendo na Escola, participou das oficinas realizadas dentro da programação da 9ª Semana de Ciência e Tecnologia da Universidade.

A professora do (Com)Vivendo na Escola, Elaine Marim, afirma que o workshop oportunizou novos conhecimentos aos estudantes. “A proposta do programa é oferecer atividades e oficinas no contra turno dos alunos de 6 a 10 anos do Colégio Unesc e não poderíamos deixar de participar das oficinas de Arqueologia. Os alunos adoraram e com certeza absorveram novos conhecimentos”.

Ainda nesta terça-feira, alunos do oitavo e nono ano da Escola Municipal Prefeito Luiz Pelegrini, de Meleiro, participaram do workshop. A atividade ocorre até quinta-feira (25/10) e receberá cerca de 400 alunos de escolas da Amrec e Amesc para oficinas de pintura e de escavação, além de uma conversa sobre o trabalho do arqueólogo e sobre as populações indígenas.

A iniciativa é do Lapis (Laboratório de Arqueologia Pedro Ignácio Schmitz) e do Grupo de Pesquisa em Arqueologia e Gestão Integrada do Território, vinculados ao PPGCA (Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais).

Em 2018, junto das informações sobre a população Guarani e Xokleng e sobre os sambaquis, foi acrescentado o material sobre “Arqueologia e as Comunidades Tradicionais”, abrangendo os quilombolas e os pescadores.

O 3º Workshop de Arqueologia ocorrerá das 8 às 12 horas e das 13h30 às 17 horas. Os interessados podem agendar as visitas pelo telefone (48) 99863-0390, com Giovana Cadorin.


Milena Nandi - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Fonte: AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Por: Milena Spilere Nandi 23 de outubro de 2018 às 14:45
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Workshop de Arqueologia reúne alunos da região em oficinas na Unesc

Workshop de Arqueologia reúne alunos da região em oficinas na Unesc
Local está sendo preparado para receber escolas de terça a quinta-feira (Fotos: Milena Nandi) Mais imagens

Nos próximos dias, a Unesc receberá visitantes de diversas instituições de ensino para a 9ª SCT (Semana de Ciência e Tecnologia), e uma das atividades da programação é o Workshop de Arqueologia. De terça à quinta-feira (23 à 25/10), cerca de 400 alunos de escolas da Amrec e Amesc participarão de oficinas de pintura e de escavação, além de conhecer um modelo de caverna com pinturas rupestres e conhecerem mais sobre o trabalho do arqueólogo e sobre as populações indígenas.

Os alunos poderão ainda conversar com os pesquisadores que atuam no Lapis (Laboratório de Arqueologia Pedro Ignácio Schmitz) e no Grupo de Pesquisa em Arqueologia e Gestão Integrada do Território, vinculados ao PPGCA (Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais) ,da Unesc, e responsáveis pelo workshop.

Segundo o coordenador do Lapis, Juliano Bitencourt Campos, o workshop é sempre pensado dentro da temática central da SCT, que neste ano é “Ciência para a Redução das Desigualdades”. Desta maneira, em 2018, as informações sobre a população Guarani e Xokleng e sobre os sambaquis, foi acrescentado no material sobre “Arqueologia e as Comunidades Tradicionais”, abrangendo os quilombolas e os pescadores.

“Os visitantes poderão conhecer objetos relacionados a diferentes culturas e mais informações sobre elas, participar da oficina de pintura, onde vão saber sobre a fabricação das tintas e serão estimulados a pintarem em um painel, poderão visitar uma representação de moradia e participarem de uma oficina de escavação, onde conhecerão melhor o trabalho do arqueólogo”, conta.  

O 3º Workshop de Arqueologia possui, aproximadamente, dez escolas confirmadas para visitação que ocorrerá das 8 às 12 horas e das 13h30 às 17 horas . Os interessados em trazer suas turmas podem agendar as visitas pelo telefone (48) 99863-0390, com Giovana Cadorin.

Milena Nandi - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing 

Fonte: AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Por: Milena Spilere Nandi 22 de outubro de 2018 às 17:56
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Colorido no campus indica a chegada da Primavera na Unesc

Colorido no campus indica a chegada da Primavera na Unesc
Estação inicia em 22 de setembro e segue até 21 de dezembro (Fotos: Vitor Netto) Mais imagens

Quem passa pelo campus da Unesc não tem dúvida. O colorido das flores aponta que a Primavera está chegando. Considerada por muitos como a estação mais bonita, ela inicia sábado (22/9) e vai até dia 21 de dezembro.

A Primavera é a estação que antecede o Verão e é tipicamente associada ao florescimento das flores, porém no Brasil, as estações não são bem definidas como acontece no hemisfério Norte. “O Brasil possui seis biomas e cada um tem as suas características específicas, o que acaba fazendo com que as plantas possam florescer em outras épocas e não só na Primavera”, explica a coordenadora adjunta do PPGCA (Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais) e pesquisadora do Herbário Pe. Dr. Raulino Reitz da Unesc, Vanilde Citadini Zanette.

De acordo com o pós-doutorando e membro da equipe do Herbário, Guilherme Alves Elias, o bioma em que a região Sul de Santa Catarina está inserida é o da Mata Atlântica, o que também favorece essa característica. “A nossa região também é conhecida como floresta sempre-verde (evergreen forest), pois as características da flora não são tão específicas de cada estação. As árvores não perdem totalmente as folhas em uma estação do ano, como acontece em outras regiões do Brasil”, pontua.

Floração tardia

De acordo com Vanilde, neste ano a floração das espécies demorou para ocorrer. “Foi um ano atípico, de muita chuva e com alguns curtos períodos de frio intenso, o que desfavoreceu a floração de algumas espécies”, comenta.

Um exemplo da floração irregular que ocorreu esse ano foi a de Handroanthus chrysotricha, popularmente conhecido como Ipê-amarelo. O Ipê, que é uma árvore nativa e símbolo do Brasil, tem a sua floração na nossa região geralmente no mês de agosto, porém neste ano, a floração está acontecendo em setembro.

Segundo o coordenador do Herbário, Robson dos Santos, a planta requer muita energia para o florescimento. “A planta tem que fazer um esforço grande para poder florescer, dispendendo muita energia para isso e esse processo varia de acordo com diversos fatores, então é difícil ter um ciclo exato”, acrescenta.

Entre os fatores que determinam a floração está a luminosidade (fotoperiodismo – resposta ao comprimento do dia), o clima (temperatura e precipitação), o tempo e altitude. A polinização pode ser realizada por insetos (abelhas), aves, mamíferos (morcegos) ou pelo vento.

Campus respira as plantas

Apesar de todos estes fatores influenciarem na floração e no despertar da Primavera, uma coisa podemos afirmar: o campus está repleto de flores, e junto com elas o perfume, abelhas e passarinhos se misturam no ar. Os responsáveis por embelezar o campus, são os funcionários do Horto Florestal da Unesc. Durante o ano, aproximadamente 300 espécies de plantas, principalmente as floríferas, são cultivadas no Horto.

“Nós verificamos os espaços disponíveis no campus para fazer o plantio e então montamos o jardim, com o objetivo de embelezar o ambiente”, declara o biólogo e gestor do Horto, Cristian Pereira. Ao todo, 14 colaboradores trabalham no local.

Fonte: AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

21 de setembro de 2018 às 15:54
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