Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais

Colorido no campus indica a chegada da Primavera na Unesc

Colorido no campus indica a chegada da Primavera na Unesc
Estação inicia em 22 de setembro e segue até 21 de dezembro (Fotos: Vitor Netto) Mais imagens

Quem passa pelo campus da Unesc não tem dúvida. O colorido das flores aponta que a Primavera está chegando. Considerada por muitos como a estação mais bonita, ela inicia sábado (22/9) e vai até dia 21 de dezembro.

A Primavera é a estação que antecede o Verão e é tipicamente associada ao florescimento das flores, porém no Brasil, as estações não são bem definidas como acontece no hemisfério Norte. “O Brasil possui seis biomas e cada um tem as suas características específicas, o que acaba fazendo com que as plantas possam florescer em outras épocas que não só na Primavera”, explica a coordenadora adjunta do PPGCA (Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais) e pesquisadora do Herbário Pe. Dr. Raulino Reitz da Unesc, Vanilde Citadini Zanette.

De acordo com o pós-doutorando e membro da equipe do Herbário, Guilherme Alves Elias, o bioma em que a região Sul de Santa Catarina está inserida é o da Mata Atlântica, o que também favorece essa característica. “A nossa região também é conhecida como floresta sempre-verde (evergreen forest), pois as características da flora não são tão específicas de cada estação. As árvores não perdem totalmente as folhas em uma estação do ano, como acontece em outras regiões do Brasil”, pontua.

Floração tardia

De acordo com Vanilde, neste ano a floração das espécies demorou para ocorrer. “Foi um ano atípico, de muita chuva e com alguns curtos períodos de frio intenso, o que desfavoreceu a floração de algumas espécies”, comenta.

Um exemplo da floração irregular que ocorreu esse ano foi a de Handroanthus chrysotricha, popularmente conhecido como Ipê-amarelo. O Ipê, que é uma árvore nativa e árvore símbolo do Brasil, tem a sua floração na nossa região geralmente no mês de agosto, porém neste ano, a floração está acontecendo em setembro.

Segundo o coordenador do Herbário, Robson dos Santos, a planta requer muita energia para o florescimento. “A planta tem que fazer um esforço grande para poder florescer, dispendendo muita energia para isso, e esse processo varia de acordo com diversos fatores, então é difícil ter um ciclo exato”, acrescenta.

Entre os fatores que determinam a floração está a luminosidade (fotoperiodismo – resposta ao comprimento do dia), o clima (temperatura e precipitação), o tempo e altitude. A polinização pode ser realizada por insetos (abelhas), aves, mamíferos (morcegos) ou pelo vento.

Campus respira as plantas

Apesar de todos estes fatores influenciarem na floração e no despertar da Primavera, uma coisa podemos afirmar: o campus está repleto de flores, e junto com elas o perfume, abelhas e passarinhos se misturam no ar. Os responsáveis por embelezar o campus, são os funcionários do Horto Florestal da Unesc. Durante o ano, aproximadamente 300 espécies de plantas, principalmente as floríferas, são cultivadas no Horto.

“Nós verificamos os espaços disponíveis no campus para fazer o plantio e então montamos o jardim, com o objetivo de embelezar o ambiente”, declara o biólogo e gestor do Horto, Cristian Pereira. Ao todo, 14 colaboradores trabalham no local.

Fonte: AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

21 de setembro de 2018 às 15:54
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Obra lançada na Unesc traz conhecimentos sobre planejamento e gestão territorial

Obra lançada na Unesc traz conhecimentos sobre planejamento e gestão territorial
Livro tem como base os assuntos compartilhados em seminário no ano de 2017 (Foto: Leonardo Ferreira) Mais imagens

Os conhecimentos obtidos na 8ª edição do Seminário de Pesquisa em Planejamento e Gestão Territorial, realizado em 2017, foram transformados em livro. O lançamento da obra, criada pelos organizadores do evento e professores da Unesc Nilzo Ivo Ladwig e Hugo Schwalm, ocorreu na tarde desta quarta-feira (12/9), durante o segundo dia da 9ª edição do Seminário, realizado pela Universidade.

Intitulado "Planejamento e Gestão Territorial: A sustentabilidade dos Ecossistemas Urbanos", o trabalho reuniu reflexões fomentadas durante as oficinas, palestras e rodas de conversas do evento realizado no ano anterior. “Os resultados da 8ª edição foram trazidos para estes 23 capítulos, que por sua vez, descrevemos as informações compartilhadas durante as conversas e artigos apresentados que contribuíram de algum modo com a sociedade acadêmica”, explicou Ivo.

Com a temática “Sustentabilidade dos Ecossistemas Urbanos”, o Seminário de Pesquisa em Planejamento e Gestão Territorial da Unesc, teve o objetivo de fortalecer à discussão dos princípios e das bases da adoção de uma perspectiva ecológica, atribuindo ao meio urbano uma noção de ecossistema na construção de políticas públicas e soluções sustentáveis que possam melhorar o ambiente nas cidades.

A obra está disponível em e-book

9ª edição do Seminário

O evento vem sendo realizado desde 2010 e nesta edição, os participantes estão trabalhando com a temática “O papel e os instrumentos do planejamento territorial na interface entre o urbano e o rural”. O Seminário Pesquisa em Planejamento e Gestão Territorial promove sete trocas de conhecimentos. Seu encerramento acontecerá na noite desta quinta-feira (13/9). Saiba mais.

Fonte: AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Por: Leonardo Ferreira Barbosa 12 de setembro de 2018 às 17:37
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Alunos de Escolas da região podem aprender sobre arqueologia e cultura indígena na Unesc

Alunos de Escolas da região podem aprender sobre arqueologia e cultura indígena na Unesc
Escolas podem agendar encontros na Unesc (Fotos: Arquivo) Mais imagens

Com o intuito de trazer um pouco mais sobre ocupação indígena na nossa região e o dia a dia do arqueólogo, a Unesc desenvolve no mês de abril o projeto “Arqueologia entre Rios: Do Urussanga ao Mampituba - Registros Arqueológicos no Extremo Sul Catarinense: Educação e Memória Indígena”. O objetivo é trazer os estudantes do Ensino Básico e Fundamental de Criciúma e região para dentro da Universidade, para que eles possam conhecer, de maneira lúdica, as pesquisas arqueológicas desenvolvidas pelos pesquisadores do Lapis (Laboratório de Arqueologia Pedro Ignácio Schmitz).

Estas atividades são desenvolvidas nos espaços escolares e no Laboratório, contextualizando os diferentes grupos humanos, seguindo por atividades e discussão.  O projeto alinha o conhecimento teórico e prático, por meio de atividades pedagógicas, como oficina de escavação arqueológica, pintura rupestre e produção de vasilhames cerâmicos. Elas são desenvolvidas de acordo com cada faixa etária dos estudantes.

Traga a sua escola

A equipe de Educação Patrimonial do Laboratório e o PPGCA (Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais) da Unesc atende as instituições de ensino que solicitarem atividades de educação. As escolas com interessem em participar podem agendar visitas de março a dezembro, pelo telefone (48) 3444-3761 ou pelo e-mail lapis@unesc.net.

Saiba mais

A ação iniciou com uma educação patrimonial realizada nas escolas dos municípios de Sombrio, Balneário Rincão, Araranguá e Criciúma.  As atividades estão sendo conduzidas pelos bolsistas pesquisadores do Lapis, Giovana Cadorin, estudante do curso de Biologia e André Martins, aluno do curso de História.

Mais informações na página do laboratório (clique aqui)

Fonte: AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Por: Mayra Antonio De Lima 18 de abril de 2018 às 15:36
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Semana Indígena movimenta Universidade com atividades diversas

Semana Indígena movimenta Universidade com atividades diversas
Encontro debateu a educação escolar indígena (Fotos: Mayra Lima) Mais imagens

“Crise da Educação Escolar e Educação Indígena”. Esse foi o tema debatido durante esta quarta e quinta-feira (12 e 13/4) na Unesc, durante a quarta edição da Semana Indígena. Rodas de conversa, debates e palestras marcaram o encontro que contou com a participação de estudantes, professores da Unesc, além da aldeia indígena Tekohá Marangatue de Imaruí , da Terra Indígena Massiambu de Palhoça e da coordenadora do curso de Licenciatura Intercultural Indígena do Sul da Mata Atlântica da UFSC, Maria Dorothea Post Darella.

Segundo o coordenador do curso de História, Tiago Coelho, a discussão é de sumária importância para além dos marcos legais, objetivando exercícios de alteridade e abertura com uma das matrizes culturais brasileiras. A palestra da professora Maria, por exemplo, contou um pouco sobre a experiência do curso da UFSC, que promove uma intercultural idade entre os estudantes, que passam seis meses na Universidade e seis meses na aldeia, conhecendo seus costumes e tradições.

O encontro também contou com a mostra de um curta-metragem de uma produtora de Criciúma, chamada Domingos Bugreiro, que será veiculada também em outros momentos na Universidade.

Saiba mais

O evento foi criado em 2012, e vem discutindo desde então a história e cultura dos povos indígenas enfatizando os povos localizados no território catarinense Guarani, Xokleng e Kaingang. A ação é uma iniciativa do curso de Histporia da Unesc, do Cedoc (Centro de Documentação), do NEAB (Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros, Indígenas e de Minorias ), do LAPIS (Laboratório de Arqueologia Pedro Ignácio Schmitz), do PPGCA (Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais), do PPGE (Programa de Pós-Graduação em Educação), e do CAHEL (Centro Acadêmico de História Edson Luís).

Fonte: AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Por: Mayra Antonio De Lima 12 de abril de 2018 às 19:59
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Professora representa Universidade em Simpósio de Pesquisa e Política sobre Plantas

Professora representa Universidade em Simpósio de Pesquisa e Política sobre Plantas
Coordenadora do PPGCA participou do evento na última semana (Foto: Divulgação) Mais imagens

A Unesc esteve presente no 1º Simpósio de Pesquisa e Política sobre Plantas e Substâncias de Uso: O Estado da Arte em Santa Catarina, que ocorreu no Centro de Filosofia e Ciências Humanas da UFSC, em Florianópolis. A coordenadora do PPGCA (Programa de Pós-graduação em Ciências Ambientais), Patrícia de Aguiar Amaral, participou de uma das mesas.

O evento ocorreu de quarta a sexta-feira (21 a 23/2) e teve o objetivo de reunir trabalhos científicos, atividades, experiências profissionais e populares e iniciativas de repercussão política, legal, econômica, social e cultural relacionadas ao tema, pensadas de forma ampla de modo a considerar todos os enfoques que se dedicam a pensar e investigar as relações que os seres humanos estabelecem com as plantas e substâncias.

Fonte: Setor de Comunicação Integrada

Por: Milena Spilere Nandi 26 de fevereiro de 2018 às 11:04
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