Medicina

Palestra sobre preservação de fertilidade é um dos temas do Congresso Materno Infantil Sul Catarinense

Palestra sobre preservação de fertilidade é um dos temas do Congresso Materno Infantil Sul Catarinense
A noite desta terça-feira (3/10) foi marcada por três palestras no Auditório Ruy Hulse Mais imagens

O 2º Congresso Materno Infantil Sul Catarinense e a 7ª Jornada Materno Infantil Sul Catarinense, organizados pelas Ligas Acadêmicas de Pediatria e Neonatologia (Lapen), Mastologia (Lamasto) e Ginecologia e Obstetrícia (Lago) da Unesc, trouxeram na noite desta terça-feira (3/10) três palestras, no Auditório Ruy Hulse. Os temas abordados foram: Preservação de Fertilidade com o médico Vilson Maciel; Antibióticos na Prática Pediátrica com a profissional Camila Belletini; e Gestão e Câncer de Mama com a oncologista Juliana Althoff.

A intenção com o evento, conforme os organizadores, é proporcionar uma oportunidade única para estudantes e profissionais da área médica aprofundarem seus conhecimentos em Pediatria, Mastologia e Ginecologia e Obstetrícia, além de explorarem tópicos de extrema relevância para a saúde materno-infantil.

Em sua apresentação, Maciel destacou que estudos demonstram que mulheres que optam pelo congelamento eletivo de óvulos geralmente têm entre 36 e 40 anos, possuem ensino superior, emprego e não têm parceiros. Ele enfatizou que a janela de oportunidade para a fertilidade é mais estreita nas mulheres e aconselhou que o congelamento de óvulos seja considerado antes dos 35 anos para maior sucesso, pois a qualidade e quantidade de óvulos diminuem após essa idade. Além disso, Maciel ressaltou que os óvulos congelados podem ser armazenados indefinidamente sem deterioração.

Segundo ele, a janela produtiva é mais estreita nas mulheres do que nos homens. “Após meados dos 30 anos, o potencial de fertilidade das mulheres diminui gradualmente, com menor fertilidade após os 35 anos”, reforçou.

A coordenadora adjunta do curso de Medicina, Leda Soares Brandão Garcia, enfatizou a importância do tema, pois conforme ela, cuidar da saúde materno-infantil significa cuidar do futuro de uma nação. “Uma mãe bem cuidada tende a cuidar melhor de seu filho, resultando em uma geração mais forte, saudável e autossuficiente”, destacou.

Mariana Magalhães, preceptora da Liga de Ginecologia e Obstetrícia, elogiou o compromisso com o ensino e a ciência, destacando que o compartilhamento de conhecimento é fundamental para o futuro da medicina. Ela expressou sua gratidão por estar junto dos participantes e contribuir para o crescimento deles. “Ver vocês todos aqui enche o nosso coração. Isso é o futuro da medicina, é assim que se faz, compartilhando conhecimento”, disse.

Joelson Carmono Lemos, preceptor da Liga de Ginecologia e Obstetrícia, também agradeceu a oportunidade e o esforço dos acadêmicos, desejando sucesso a todos no evento e enfatizando que é uma oportunidade valiosa para aplicar os ensinamentos em um ambiente de congresso. “É uma oportunidade de aprimoramento e de colocar em prática os ensinamentos em um Congresso como esse”, enfatizou.

Além das palestras, o Congresso oferece a possibilidade de submissão de trabalhos científicos, com apresentação de resumos em forma de pôsteres, e a realização de oficinas que proporcionam valiosas experiências extracurriculares relacionadas aos temas abordados.

Mais informações sobre o evento acesse:

https://www.even3.com.br/ii-congresso-materno-infantil-sul-catarinense-vii-jornada-materno-infantil-373326/

Fonte: AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

03 de outubro de 2023 às 21:07
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