Ir Direto ao conteúdo?

Unesc - Universidade do Extremo Sul Catarinense.


Especial

Foto: Feira das Profissões

Feira das Profissões

Estudantes de Içara e Santa Rosa do Sul vencem concurso de Soletração da Feira das Profissões da Unesc

Notícias

Acontece na Unesc

Agendas

Carta do Leitor

Envie sua carta

Classificados

Anuncie aqui

Busca

Busca Avançada

Blog da Unesc

Foram encontrados 24 itens em Carta do Leitor

Eu não me acho, eu sou: o poder da automotivação

26 de Out. 2009 Postado por Izamara Fabre Custódio (mara@unesc.net) (Este artigo é de inteira responsabilidade do autor) em Carta do Leitor

Você já se posicionou frente ao espelho e achou-se lindo e maravilhoso? E percebeu como se tornou seu dia após este ato?
Assim funciona a auto-motivação. Você é capaz de auto motivar-se e tornar seu dia mais alegre e produtivo a partir do momento em que se valoriza e se ama.
A motivação é algo que nos impulsiona a agir, movimenta-se, enfim, é algo que desperta nossos sentimentos positivos e como conseqüência faz-nos atrair coisas positivas para nosso dia-a-dia. Ela estimula as pessoas a se superarem e como conseqüência correrem atrás dos objetivos que almejam.
A palavra motivação significa mover para a ação, vem do termo "motivo" – mov que significa "mover". Assim, motivação significa os motivos que levam as pessoas a ação. O motivo é aquilo que impulsiona o individuo a agir de determinada maneira.
Você é exatamente aquilo que deseja ser. Se ao acordar pela manhã você sentir-se desmotivado, abatido e sem vontade, assim será o seu dia até o momento que você, só você, mudar estes sentimentos. Agora, se você ao acordar olhar-se no espelho e dizer que seu dia será maravilhoso, produtivo e motivador assim o será, pois foi você só você que desejou isso e nossos desejos quando atraídos positivamente acontecem.
O poder da auto-motivação traz ainda outros benefícios. Você estando motivo conseqüentemente contagiará todos ao seu redor tornando o seu ambiente de trabalho, familiar, grupo de amigos, motivados também. Sua alegria, descontração, motivação, auto-estima será percebida por todos ao seu redor e este exemplo despertará nas pessoas à vontade de estarem com o alto astral elevado como você.
A auto-motivação só depende de você, portanto use-a todos os dias em todos os ambientes e momentos da sua vida e torne as pessoas felizes e motivadas como você e quando olhar-se no espelho diga: Eu não me acho, eu sou...

Izamara Fabre Custódio
Pedagoga e Especialista em Recursos Humanos
Tags: Geral
Uma experiência no presídio - Fazer a vida valer a pena...

09 de Out. 2006 Postado por Eliani Piazza (etp@unesc.net) (Este artigo é de inteira responsabilidade do autor) em Carta do Leitor

“Muitas vezes se chora sem que nenhuma lágrima role em meu rosto, ou se grita sem que exista eco em minha voz muda. Já que o espírito se põe em manifesto pelas tantas conturbações que se realizam em decorrência dos momentos de sofreguidão” (frase de um detento do Presídio Santa Augusta).
Faz-se necessário o relato de uma rica experiência logo que cheguei ao presídio Santa Augusta de Criciúma em 2000. Estávamos iniciando um curso reciclagem de papel, resultado de um convênio estabelecido entre a Diretoria de Extensão e Ação Comunitária da Unesc e o SINE. Qual foi a minha surpresa quando me deparei com os detentos que participariam do curso, todos conversando, animadamente, vestindo e comportando-se bem. Enorme foi a surpresa que eles tiveram quando, em determinado momento, eu estava sentada ao chão conversando espontaneamente com eles, sem preconceito e sem medo. Naquele exato momento percebi quão grande era a revolta em relação à sociedade que os via de maneira diferente.
Outra surpresa foi constatar que mesmo encarcerados eles trabalham dignamente fazendo artesanatos de qualidade, prestando serviços para empresas locais, podendo pagar com trabalho por sua liberdade: três dias de trabalho por um dia de pena reduzida.
No ano de 2005 retornei ao presídio com o Projeto Natal Reciclado. Éramos responsáveis pela produção da decoração natalina da Unesc, onde mais uma vez os internos e internas do presídio foram os principais atores; através do aproveitamento de garrafas de refrigerante tipo pet para confecção de flores, montagem de árvores de natal embelezando o município de Criciúma, com um significado diferente para o Natal. Em 2006, ampliou-se o projeto, resultado da parceria entre CDL, Unesc e Presídio Regional Santa Augusta. Nesta nova etapa, percebeu-se que muitos dos detentos que trabalhavam no projeto inicial já haviam cumprido pena, sido liberados e atualmente encontram-se trabalhando reintegrados na sociedade. O que me deixa muito feliz, já que este é o retorno que esperávamos. Hoje o projeto contempla 80 detentos (as) de três alas do presídio: Ala “C”, Ala feminina e “galpão”. Todo o trabalho é desenvolvido em etapas: os detentos da ala “C” e da ala feminina trabalham na confecção de flores que são levadas até o galpão onde um outro grupo trabalha na confecção das estruturas de ferro, pintura e montagem das árvores que serão utilizadas nos pontos principais do município de Criciúma. As famílias dos detentos terão a oportunidade de visualizar a beleza de todo o trabalho feito por eles. Enorme é a minha satisfação quando vou ao presídio e sou tão bem recebida, tanto pela administração e funcionários quanto pelos próprios detentos que se sentem valorizados. Os próprios detentos pedem que sejam desenvolvidos mais projetos para que possam trabalhar. A esperança de resgatar a dignidade e de retornar ao convívio na sociedade está presente nos olhos deles. Isto me convence cada vez mais de que é possível fazer a vida valer a pena, libertando e criando oportunidades de transformação.
A realidade de nossa região pode ser transformada considerando o esforço e dedicação de inúmeros segmentos que vêm propondo alternativas para os internos e internas daquela Instituição. Esperamos o momento em que contaremos com outras iniciativas e, principalmente, a compreensão da sociedade em geral.
“Cada preso significa menos três crianças nas escolas e menos três pacientes nos hospitais. Cabe à sociedade definir onde aplicar o dinheiro”. (José Paulo Cavalcante Filho, advogado e ex-secretário geral do Ministério da Justiça). Devemos apostar na recuperação, pois só começaremos pensar e agir a partir de um lugar diferente e então começamos com escolhas diferentes.
Que as grades dos presídios se abram para oportunidades de transformação de novos caminhos, novas atitudes, novos conceitos, novos saberes. É possível a construção de um novo modelo da sociedade, aliado ao um novo modelo prisional.
Essa é minha experiência pessoal. Acredito que todos que participaram do projeto têm uma experiência a relatar. O bom desempenho deste só foi possível devido à dedicação destas pessoas.
Tags: Geral
“DE UM SONHO AO CAMINHO PARA A CRIMINALIDADE” AS SUAS FORMAÇÕES E SUAS CONSEQÜÊNCIAS

12 de Set. 2006 Postado por Aguinaldo de Araújo (ade121@itelefonica.com.br) (Este artigo é de inteira responsabilidade do autor) em Carta do Leitor



**Formações**

Bem, começaremos com o pôr do Sol, quando, uma gestação se inicia...
...Nos tempos de hoje como nós sabemos, a adolescente ainda não está preparada tanto física como psicologicamente para ser mãe. Quase sua maioria não tem condições financeiras para gerar e manter uma criança. Há também, como nós conhecemos, os casos com as mães adultas que são um pouco menos complicados, mas também é de uma situação alarmante. Aí é onde se inicia o problema. Essa jovem que tem um companheiro (mesmo que seja momentâneo) cuja formação psicológica também é muito aquém da realidade em que nós vivemos e como conseguinte, não assume tais responsabilidades junto à futura mãe. Entramos em uma desestruturação familiar em que seus pais, que, muitas vezes – quase sempre, não tem uma boa situação financeira para arcar com tais despesas que serão geradas com a vinda de uma criança ao nosso mundo “surreal”. Quase sempre, o “pai” dessa criança foge de suas responsabilidades, isso é uma infelicidade porque ele está pensando somente em si próprio e não em uma criança que virá à vida. Nestes casos a grande maioria dos pais deveria pensar em buscar uma ajuda psicológica para si e para a mãe, deixando as diferenças de lado e pensando somente na criança. Isso seria o básico, porque o fato principal seria mais do que isso, à ajuda psicológica a essa jovem. Ajuda que, e principalmente, que é feita por sua maioria por entidades sociais com seus magníficos profissionais na área social, seja do sistema público ou privado. A partir disso nasce uma criança sem condições básicas de sobrevivência, condições básicas que tem suas máximas na Declaração Universal dos Direitos do Homem. Cresce uma criança sem perspectiva de uma vida futura de igualdade e melhores condições de vida. A grande desigualdade que há em nosso país vai deixando à margem o desenvolvimento desta criança. A família em sua maioria se entristece e entra em um âmbito desanimador para um futuro próspero – é onde muitas famílias procuram uma religião para se estruturar – “porque a ‘sociedade’ tem a tendência de desestruturar sua própria sociedade”. Essa criança, que está crescendo à margem do que podemos adquirir com o nosso perigoso e injusto “poder aquisitivo”, fica admirando outra criança brincar com um brinquedo, esse brincar passa a fazer parte de seu sonho e que, infelizmente, muitas vezes, seus pais não têm condições de comprá-los. O sistema é triste. Temos uma criança que em seu subconsciente passa a registrar tudo aquilo o que ela não conseguira ter...


(este artigo continua)
Tags: Geral
Os beneficiados do artigo 170 são realmente carentes?

O povo quer saber...

26 de Out. 2009 Postado por Yara Llanos (yjl@unesc.net) (Este artigo é de inteira responsabilidade do autor) em Carta do Leitor

O jornalista Adelor Lessa questiona, em sua coluna (edição desta terça-feira, 4 de abril) no Tribuna do Dia, se os alunos contemplados pelo artigo 170 do Governo Estadual na Unesc são realmente carentes. A pergunda, oportuna, é respondida pela diretora do Estudante, professora Yara Llanos, no texto abaixo, bastante esclarecedor.
----------------

Bom dia Adelor!

A pergunta: " Todos os alunos beneficiados pelo artigo 170, na UNESC são realmente carentes?", escrita em tua página no jornal A Tribuna, nos leva a responder com a mais absoluta verdade:

NÃO, NÃO SÃO TODOS CARENTES! INFELIZMENTE NÃO PODEMOS FAZER ESSA AFIRMAÇÃO!

Apesar de todas as medidas para garantir a honestidade do processo, sofremos constantemente tentativas, muitas bem sucedidas, de fraudes na documentação comprobatória da situação de carência financeira em que o aluno se encontra.

Para ficar mais claro, faremos uma síntese de como o processo de seleção de bolsas do artigo 170 ocorre:

Em primeiro lugar, o aluno acessa o site da UNESC para o preenchimento do formulário eletrônico. Neste, constarão seus gastos, sua renda, número de familiares, seus bens, problemas crônicos de saúde, situações de desemprego que possam estar existindo, enfim, a situação sócio econômica em que o aluno se encontra. O computador, através de um programa específico, analisa as informações e classifica os alunos por um índice de carência. São automaticamente eliminados aqueles alunos que não preencheram corretamente o formulário, que não prestaram serviço voluntário caso tenham recebido bolsa no semestre anterior ou que tenham reprovado em mais de duas matérias,. Os demais são os PRÉ-SELECIONADOS. Em consonância com a verba que o Governo Estadual irá liberar, são chamados os alunos mais carentes até aproximadamente 2000 alunos.

A partir deste momento inicia-se a segunda etapa do processo de classificação. O aluno pré-selecionado deverá trazer documentos que comprovem todas as informações que colocou no formulário eletrônico. É importante informar que quando o EDITAL para inscrição no Artigo 170 é disponibilizado aos alunos no site da UNESC, já constam, no corpo do texto, todos os documentos que o pré-classificado deverá apresentar e qual o dia marcado para entrega pelo respectivo curso de graduação.

Na data determinada o aluno deve entregar a documentação necessária para comprovar suas informações escritas no formulário eletrônico.

Após essa data, inicia-se a análise de cada processo por profissionais: Assistentes Sociais, Psicóloga e Advogados, que fazem a conferência entre a informação prestada e os documentos comprobatórios que o aluno entregar. Processo por processo é analisado e os casos de falta de documentação, incoerência de dados, documentos sem valor jurídico, são imediatamente desclassificados.

Os alunos aprovados até esta etapa, estão classificados para o recebimento da bolsa do Artigo 170.
Por que respondi que infelizmente nem todos os alunos beneficiados pelo Artigo 170 são carentes? A resposta é simples apesar da complexidade que engloba.

MUITAS INFORMAÇÕES FRAUDULENTAS!!!!

Um número expressivo de documentos trazidos pelos alunos contém informações fraudulentas, que só poderão ser detectadas por meio de denúncias.

Como conhecer aproximadamente 3000 alunos que solicitam o Artigo 170?

A avaliação da necessidade do aluno é feita com base no formulário preenchido e na documentação entregue. Existem documentos assinados por profissionais externos, aptos para esta tarefa que são falsos, documentos que o próprio aluno falsifica assinatura, carteiras profissionais alteradas, declarações de Imposto de Renda incompletas, declarações de regularização de CPF com objetivo de não ter que entregar o Imposto de Renda, declaração de Sindicatos Rurais de valores percebidos por determinado agricultor com valores irreais e muito mais irregularidades!

A Diretoria do Estudante vem incentivando a comunidade acadêmica ao exercício da cidadania solicitando que estas irregularidades nos sejam comunicadas para as devidas providências.

TODAS AS DENÚNCIAS podem ser feitas pelo site da UNESC ou colocadas nas urnas que estão espalhadas pela Universidade e são anônimas. TODAS são analisadas com visitas domiciliares e pesquisa em órgãos que possam nos auxiliar na apuração da verdade. O aluno denunciado é informado por escrito e tem um determinado prazo para apresentar sua defesa. Existe uma comissão de fiscalização que analisa cada denúncia, com provas e defesas e determina sua veracidade ou não. Caso fique confirmada a denúncia, o aluno perde a bolsa, que é imediatamente repassada para o próximo da lista de alunos carentes que estão em espera, devolve tudo o que por ventura já tenha recebido e, em casos mais graves, é encaminhado ao Ministério Público onde responderá a processo por crime cometido.

Informamos alguns números obtidos com o trabalho que é feito por esta Diretoria, na busca por lisura na seleção dos bolsistas.

· Alunos denunciados no ano de 2005 : 302

· Visitas domiciliares realizadas em 2005: 234

· Municípios visitados pelas Assistentes Sociais: Torres, Passo de Torres, Praia Grande, Santa Rosa do Sul, Balneário Gaivota, Sombrio, Jacinto Machado, Turvo, Timbé do Sul, Meleiro, Morro grande, Araranguá, Balneário Arroio do Silva, Maracajá, Forquilhinha, Nova Veneza, Siderópolis, Içara, Criciúma, Morro da Fumaça, Cocal do Sul, Urussanga, Jaguaruna, Lauro Muller, Orleans, São Ludgero, Braço do Norte e Rio furtuna.

· Consultas a outros órgãos competentes para esclarecimentos: 149

· Alunos que respondem a processo no Ministério Público: 11

Além de tudo que vem sendo realizado, para que o Artigo 170 venha beneficiar somente alunos carentes, é necessário também que a consciência estudantil seja trabalhada, repensada, que a definição de cidadão seja internalizada de forma absoluta, sem possibilidade de relativismos.

Continuamos acreditando que o Artigo 170 pode e deve ser um processo JUSTO!

Dependemos muito de pessoas com conceitos bem definidos de justiça, honestidade e cidadania, para retirar da lista dos beneficiados pessoas que, de forma desleal e mal intencionada conseguem aprovação no processo seletivo.

Caro Adelor, espero ter conseguido esclarecer um pouco mais sobre a dinâmica utilizada no processo de seleção do Artigo 170, respondendo a sua pergunta absolutamente pertinente "Todos os alunos beneficiados pelo Artigo 170 na UNESC são realmente carentes?

Agradecemos a atenção e reforçamos nosso pedido de contínua colaboração para quem sabe, muito em breve, podermos responder com firmeza e certeza:

SIM, SÃO TODOS REALMENTE CARENTES!!

Yara Llanos- Diretoria do Estudante
Tags: Geral
Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde: é possível minimizar?

26 de Out. 2009 Postado por Mario Ricardo Guadagnin (mrg@unesc.net, mrguadagnin@gmail.com) (Este artigo é de inteira responsabilidade do autor) em Carta do Leitor



Diante dos acontecimentos que levantam questionamentos em parte da população criciumense sobre à questão dos resíduos sólidos de serviços de saúde é importante tecer algumas deferências sobre gerenciamento de resíduos sólidos.
O “lixo hospitalar” ou tecnicamente conhecido como resíduos de serviços de saúde é representado por todos aqueles oriundos destes estabelecimentos. No quimérico popular, estes representam um único grupo de resíduos que colocam em risco a saúde de toda a comunidade. Na realidade, em um hospital ou nosocômio, que é o estabelecimento de maior complexidade, acontece a geração de resíduos semelhantes àqueles que ocorrem em nossas moradias. Apontamentos científicos indicam que apenas 10% destes resíduos apresentam riscos biológicos.
A atual discussão acerca da disposição final dos resíduos de serviços de saúde em Criciúma mascara outras questões como: o mau gerenciamento interno na grande maioria dos estabelecimentos de saúde do Estado e do Brasil; a introdução de produtos descartáveis no exercício da medicina, o que aumenta cada vez mais o volume de resíduos; a ausência de recursos tecnológicos para os efluentes líquidos contaminados, para medicamentos vencidos e outros resíduos químicos, entre outros questionamentos e procedimentos, principalmente pela ausência de segregação e separação interna na fonte geradora.
Cabe aos órgãos públicos, à imprensa e às entidades ambientalistas ou técnicas esclarecer a população e levá-la a lutar pela solução dos reais problemas. É certo que hoje gastamos mais com a disposição final dos resíduos de risco biológico. Mas será que com isto estamos realmente diminuindo os riscos à saúde?
Qualquer que seja a alternativa técnica de disposição final, seu bom funcionamento dependerá da forma de operação. Em atendimento à legislação atual, os órgãos ambientais vêm exigindo alternativas como auto-clavagem, tratamento com radiação ionizante, a incineração ou mesmo a manutenção de uma vala específica, vala séptica, levando a população a desviar-se das questões que ocorrem no interior das clínicas e hospitais e até mesmo, como estão sendo operacionalizadas estas alternativas.
Sabe-se, hoje, que a co-disposição de resíduos de risco biológico com resíduos de origem domiciliar em aterros sanitários atende às exigências ambientais e sanitárias a custos compatíveis com a situação regional que não difere do restante do Brasil. Se as Leis Estadual e Municipal estão desatualizadas, alterem-se os artigos e lute-se pelo cumprimento dos dispositivos que exigem a segregação na origem, como preconiza as resoluções nacionais da ANVISA (306/2004) e do CONAMA (358/2005), enquanto a sociedade criciumense e região buscam soluções para os problemas de destino correto e ambientalmente aceitos.
Professor MSc Mario Ricardo Guadagnin.

Tags: Geral
 Página Anterior 1 2 34 5 Próxima Página 

Universidade do Extremo Sul Catarinense.