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Foram encontrados 24 itens em Carta do Leitor

A importância da educação ambiental na coleta seletiva

26 de Out. 2009 Postado por Eliani Piazza (etp@unesc.net) (Este artigo é de inteira responsabilidade do autor) em Carta do Leitor

A educação ambiental se constitui numa forma abrangente de educação, que se propõe atingir todos os cidadãos, através de um processo pedagógico participativo permanente que procura incutir no educando uma consciência crítica sobre a problemática ambiental.
O relacionamento da humanidade com a natureza, que teve início com um mínimo de interferência nos ecossistemas, tem hoje culminado numa forte pressão exercida sobre os recursos naturais.
Atualmente, é comum a contaminação dos cursos d’água, a poluição atmosférica, a devastação das florestas, a caça indiscriminada e a redução ou mesmo destruição total do habitat faunístico, além de muitas outras formas de agressão ao meio ambiente.
Dentro desse contexto é que o PEGA (Programa de Educação e Gestão Ambiental) da Unesc, por meio da Gestão de Resíduos Sólidos, tem atuado junto aos acadêmicos, professores, funcionários e prestadoras de serviços, trazendo informações sobre coleta seletiva e meio ambiente como um todo através de palestras, treinamentos e auditorias.
Torna-se clara a necessidade de mudar o comportamento do homem em relação à natureza, no sentido de promover um modelo de desenvolvimento mais sustentável, com reflexos positivos evidentes na qualidade de vida da sociedade.
E somente através desta prática é que nos tornamos indivíduos conscientes, sendo possível agregar em nosso cotidiano ações sustentáveis como a prática dos 3 Rs (Reduzir, Reutilizar e Reciclar).
E é insistindo nessa ideia desde a criação do PEGA que obtivemos resultados positivos como a separação dos materiais em recicláveis e não recicláveis. Isso permite maior facilidade na separação, principalmente a doméstica, o que tem feito muitas pessoas da comunidade interna trazer os resíduos recicláveis de suas casas. Também representa a economia de recursos naturais, já que utilizamos menor quantidade de sacos de lixo em sua
coleta. Além disso, toda coleta seletiva necessita passar por uma posterior triagem, já que existem diferentes tipos e cores de materiais.
Todos os materiais recicláveis são colocados nos coletores verdes com sacos azuis e não recicláveis nos coletores de cor cinza com sacos pretos. É importante você trazer os materiais recicláveis de sua casa em sacos azuis, para que ele vá para o destino correto.
A intensificação desta prática aliada à Educação Ambiental apresenta reflexos diretos no meio ambiente, reduzindo impactos ambientais e promovendo a qualidade de vida da população.
Agradecemos a todos pela colaboração e empenho na construção de um mundo mais sustentável.

“Uma nova sociedade pode ser construída, com maior respeito e cuidado com a natureza e com a vida”.

Eliani Piazza – Bióloga, mestre em Ciências Ambientais
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Ao professor Gilberto Tomé Pegoraro

26 de Out. 2009 Postado por Amalhene Baesso Reddig (Este artigo é de inteira responsabilidade do autor) em Carta do Leitor

Criciúma, 08 de setembro de 2007.

Ao professor Gilberto Tomé Pegoraro, mestre da arte de ensinar e conviver.

Das muitas instituições destinadas a trabalhar o saber, a fomentar a cultura e a arte, a Universidade é uma delas. E foi nesse espaço de socialização e produção de conhecimentos e saberes, que no dia 1 de março de 1977 chegava para dedicar-se ao exercício do magistério superior, o professor Gilberto Tomé Pegoraro, porto- alegrense, filho de Napolini e Alice Pegoraro.

De 1977 a 1995 convivemos com esse docente que lecionando no Curso de Educação Artística, atual Artes Visuais, com as disciplinas: Materiais Expressivos e Pintura, indicou inúmeras possibilidades dizendo ser possível fazer educação a partir da arte. Mostrou caminhos, apresentou desafios, encaminhou propostas, representou um tempo, ensinou.

Seu desligamento da Universidade aconteceu somente em agosto de 1995, por problemas de saúde. Gilberto se recolheu a sua cidade natal para ser cuidado por médicos e familiares, deixando saudades e muitos amigos torcendo por sua recuperação.

Quantos acadêmicos receberam seus ensinamentos e hoje exercitam suas práticas pedagógicas relembrando o mestre? Quantos colegas de trabalho tiveram a oportunidade de conviver e com ele trocar experiências? Quantos amizades Gilberto conquistou e soube zelar?

Hoje, quem circula pelo campus universitário pode visitar a sala Prof. Gilberto Pegoraro. Essa sala/ateliê que leva seu nome como forma de reconhecimento da instituição pela sua dedicação. Ao receber essa homenagem, quando fez sua última exposição no Espaço Cultural, Gilberto, emocionado assim declarou “Estou longe, mas meu coração está aqui”, numa linda declaração de amor à cidade de Criciúma.

Sabemos dos laços construídos e apostamos na manutenção e permanência destes. Seja nas lembranças dos que conviveram com o professor, seja na memória viva que permanecerá como testemunho de sua dedicação e potencial artístico – suas obras de arte.

Nessa calma e clara manhã de setembro, dia em que foram comemorados muitos aniversários do Gí, lembremos, artista não morre nunca, ele vive na memória lembrança dos seus e nas obras que produziu.

Para o professor que sonhou e viveu tanto o seu tempo, que contribui para a cidade melhorar nos aspectos educacionais, artísticos e culturais, dedicamos um pouco da poesia de Fernando Pessoa:

“Trago dentro do meu coração,
Como num cofre que se não pode fechar de cheio.
Todos os lugares onde estive,
Todos os portos a que cheguei,
Todas as paisagens que vi através das janelas e vigias,
Ou de tombadilhos, sonhando,
E tudo isso, que é tanto, é pouco para o que quero.”

Profª. Msc. Amalhene Baesso Reddig (Lenita) – Curso de Artes Visuais
Universidade do Extremo Sul Catarinense – UNESC
Tags: Geral
O CAMINHO PARA O AMOR PROFUNDO.

26 de Out. 2009 Postado por Aguinaldo de Araujo (cariocafluminense@bol.com.br) (Este artigo é de inteira responsabilidade do autor) em Carta do Leitor

O iniciar de um amor profundo sentindo o olhar é o que já dizia nosso amigo Camões:
"Os olhos mostram a alma Que as ondas postam em calma Também refletem os ceus". Neste olhar, está o que precisamos neste exato momento em que nossa Humanidade mergulha numa confusão fora da realidade. É pura abstração o que contemplamos. Magistrados, Desembargadores, Advogados e tantos outros que com a mais pura paixão de Platão cairam no absmo das profundezas de um mar sem fim.
Ó como é triste este mar sem fim... "O que é que eu vou dizer lá em casa"... Diz um grande locutor ao narrar um certo lance de um jogo de futebol quando um jogador cara-a-cara com o goleiro, sozinho na área, na marca do penalti chuta a bola em direção a bandeirinha de escanteio acertando um gandula que é estudante de Direito. A cupa foi do vento forte do "furacão". Esse fica atordoado, se revolta e decide abandonar a carreira de gandula e dedicar-se somente ao ócio de seu futuro profissional e principalmente, de sua vida em toda totalidade de espirito para diminuir os erros que nós passamos a assistir, como conseguinte de atos que denigrem de um lado, - o cidadão passa a ter um conceito de corrupção e inexistência de valores do sistema jurídica; - de outro, se avaliarmos, simples e valorosamente, veremos que estamos sim é, trocando o sistema obsoleto "furacão antigo" de justiça com todo o seu pragmatismo de entendimento. dessa forma estamos eliminando todas as formas de corrupção, falta de valores éticos, tornando dessa forma o futuro de uma Nação dentro dos valores da bondade, da caridade, amando o "ser" em toda a sua humanidade.

"A busca do amor eterno é a busca da luz maior, penetrando no humano em seu profundo ser, além das verdades que nos pertence. Uma dessas verdades dizer-te-ão és quão grande a pura verdade de "Justíça", em tudo, e, para todos".

A Justíça tem que ser pura, verdadeira e clara, para que não nos confundamos como camões se confundiu quando certa vez disse: "Nem já sei qual fiquei sendo depois que os vi".

Sou acadêmico de Direito - 2 fase manhã.
Que Deus abençoes à todos.

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Elogio a atendentes

26 de Out. 2009 Postado por Zanoni Fernando Cajueiro (elpinguim@brturbo.com.br) (Este artigo é de inteira responsabilidade do autor) em Carta do Leitor

Ontem, dia 29 de março de 2007,à noite, acompanhei meu cunhado (Valmir Griggio),que procurou atendimento no Hospital Regional de Araranguá. Ele queixava-se de dores abdominais.
Considero importante, e justo, registrar o atendimento gentil, educado, atencioso, eficiente, proporcionado pelas funcionárias da Recepção do Prontro Socorro, Elisabete e Helena.
Pessoas que trabalham assim, constróem a grandeza de qualquer instituição.
Apesar do calor sufocante, do grande número de pessoas procurando atendimento, as duas demonstravam boa vontade, competência, exibindo uma conduta incomum em hospitais públicos.
Ficarei muito agradecido se os Senhores transmitissem às duas minha gratidão e meu aplauso pela forma como atuam.
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UNESC E A RESPONSABILIDADE AMBIENTAL

26 de Out. 2009 Postado por Eliani Terezinha Piazza (etp@unesc.net) (Este artigo é de inteira responsabilidade do autor) em Carta do Leitor

A UNESC, cumprindo com seu papel socioambiental e buscando ir cada vez mais ao encontro com a missão de “Educar, por meio do ensino, pesquisa e extensão, para promover a qualidade e a sustentabilidade do ambiente de vida”, por meio do Projeto de Gestão de Resíduos Sólidos vinculado à Diretoria de Extensão e Ação Comunitária, em dezembro de 2006, encaminhou para descontaminação e destino final ambientalmente correto, cerca de 1800 lâmpadas fluorescentes utilizadas nas suas dependências e que estavam sendo armazenadas no campus. Ressalta-se que a importância de destinar este material a locais devidamente habilitados está diretamente relacionado aos efeitos nocivos que seus elementos trazem ao Homem e ao Meio Ambiente. O Mercúrio, por exemplo, se ingerido ou inalado, pode causar danos ao sistema nervoso. “Ao romper-se, uma lâmpada fluorescente emite vapores de mercúrio que são absorvidos pelos organismos vivos, contaminando-os; se forem lançadas em aterro as lâmpadas contaminam o solo e, mais tarde, os cursos d'água, chegando à cadeia alimentar”. (www.apliquim.com.br, em 26/02/2007)
Quanto às pilhas e baterias, cerca de 380 quilos, anteriormente arrecadadas pelo projeto, estão sendo destinadas ao Aterro Industrial de Blumenau, próprio para Resíduos Classe I (perigosos) através uma parceria firmada entre uma empresa privada de Criciúma e a UNESC.
Cabe-nos informar que atualmente vigora a Resolução CONAMA – Conselho Nacional do Meio Ambiente, Nº 257, de 30 de junho de 1999 que define em seu artigo 1º: “As pilhas e baterias, após seu esgotamento energético, serão entregues pelos usuários aos estabelecimentos que as comercializam, para que repassem aos fabricantes ou importadores, para que estes adotem, diretamente ou por meio de terceiros, os procedimentos de reutilização, reciclagem, tratamento ou disposição final ambientalmente adequada.
Esta mesma resolução estabelece novos padrões para os elementos tóxicos constituintes das pilhas e baterias que entrou em vigor desde 1º de janeiro de 2001. Desta forma, atendendo à legislação vigentes, estes materiais podem ser dispostos, juntamente com os resíduos domiciliares, em aterros sanitários licenciados.

Eliani Piazza – Coordenadora Gestão em Resíduos Sólidos/ UNESC
Marilia E. Fernandes – Acadêmica de Eng Ambiental e Estagiária Gestão em Resíduos Sólidos/ UNESC
Tags: Geral
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