Presidente da Capes diz que Plataforma Freire não inviabiliza continuidade dos cursos de licenciatura
09 de Mar. 2010 Postado por Nadia Regia Almeida Couto - Comunicação Social em Notícias
Foto: Nadia Couto
A Unesc está com inscrições abertas para o Grupo de Gestantes do Pamif (Programa de Atenção Materno-Infantil e Familiar). As atividades iniciam no dia 19. As gestantes participam de grupo de apoio, assistem a palestras e praticam atividades como yoga e fisioterapia aquática. Após o parto são feitas visitas domiciliares.
Os encontros serão às sextas-feiras, a partir das 14 horas, nas Clínicas Integradas da Saúde da Unesc. O projeto é desenvolvido por acadêmicos dos cursos de Psicologia, Fisioterapia, Enfermagem e Educação Física, com coordenação da professora Rosa Nadir Teixeira Jerônimo. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 3431-2752.
08 de Mar. 2010 Postado por Janete Trichês - Comunicação Social em Notícias
Foto: Janete Triches
Mulheres e Direitos Humanos: os desafios da contemporaneidade foi o tema do simpósio em comemoração ao Dia Internacional da Mulher promovido esta noite (8) no auditório Ruy Hülse pelo curso de Direito da Unesc e pelo Nupec (Núcleo de Pesquisa em Direitos Humanos e Cidadania). Participaram do debate as professoras mestre Débora Borges Thomas (Ulbra/Torres), Sandra Aparecida Manenti (Medicina/Unesc), Mônica Ovinski Camargo (Direito/Unesc), Iara Almansa Carvalho (Direito/Unesc) e mestranda Geralda Magella de Faria Rossetto (Direito/Unesc). Na ocasião, o professor André Viana Custódio lançou mais um livro. Publicado pela Multidéia, Justiça Restaurativa e Políticas Públicas foi escrito por ele e pelas professoras, Marli Marlene Moraes da Costa e Rosane Teresinha Carvalho Porto, ambas da UNISC.
Ao abordar o espaço da mulher na sociedade, Débora Thomas comentou os avanços trazidos pelo acesso feminino à educação e ao mundo do trabalho, como a queda da fecundidade, a maior escolaridade e a ocupação de vários espaços e o desempenho de inúmeros papéis. Destacou, contudo, dificuldades que ainda precisam ser superadas, como o salário inferior, a reduzida representação política e a violência, que aumentou 150% somente de janeiro a março deste ano. Ao falar sobre Direitos Reprodutivos e Sexuais, Sandra Manenti fez uma retrospectiva histórica da luta da mulher para ter direito de exercer à sua sexualidade e acessar os serviços de saúde. “Só a partir de 1843, em Londres, era criado o primeiro hospital para cuidar da saúde da mulher”, disse.
Iara Carvalho comentou como homens e mulheres reagem ao imaginário e aos padrões sociais, que são construídos desde a barriga da mãe. Depois, falou sobre dois tipos de mulheres: as que se submetem aos padrões sociais e as que se rebelam contra esses padrões sociais e que vão em busca de seus sonhos, sendo marginalizadas por isso. Geralda Rossetto fez uma reflexão sobre o que os homens e as mulheres tinham ido fazer no Haiti, quando ocorre o terremoto em 12 de janeiro passado; como retornaram e como foram recebidos. Deu ênfase aos direitos e garantias individuais previstos na constituição brasileira de 1988.
Livro
O livro Justiça Restaurativa e Políticas Públicas propõe um estudo sociojurídico e transdisciplinar sobre o recepcionamento da Justiça Restaurativa ao Direito da Criança e do Adolescente, enquanto proposta de políticas públicas socioeducativas a partir da Teoria da Ação Comunicativa de Jürgen Habermas e de uma reflexão sobre o poder do discurso com Michel Foucault. Trata-se de uma investigação sobre a Justiça Restaurativa como forma alternativa de solução de conflitos que possa prevenir e mitigar os problemas decorrentes da violência estrutural e institucional, que vitimizam a adolescência brasileira. Para tanto, transita por considerações essenciais sobre Justiça Restaurativa, abordando os principais conceitos e a origem histórica do tema. Além disso, apresenta a comunicação não violenta e a mediação como seus procedimentos nos processos restaurativos e inter-relaciona a teoria da ação comunicativa. Ademais, contextualiza sobre o locus das práticas restaurativas nas políticas públicas de atendimento da criança e do adolescente no Brasil, tendo como ponto de partida a retomada histórica da institucionalização da infância. Por fim, aborda a experiência do uso da justiça restaurativa no Brasil com base no estudos de campo realizados na 3ª Vara do Juizado Regional da Infância e da Juventude de Porto Alegre, considerando-a sob o viés da reconstrução da solidariedade a partir do espaço local nos anos de 2005 e 2006.
Ao abordar a Justiça Restaurativa na área do Direito da Criança e do Adolescente, deve-se refletir sobre a adolescência e o papel dos atores sociais na reconstrução e gestão da rede e do sistema de garantias e atendimento aos direitos da criança e do adolescente no Brasil. Frise-se que todos os interlocutores envolvidos e ligados pelo conflito também são atores e responsáveis pela reconstrução da solidariedade social e, conseqüentemente, da redução dos danos ocasionados pela violência estrutural. A escolha do tema reflete o compromisso e a co-responsabilidade social com as crianças e adolescentes que, na maioria das vezes, têm a sua condição de cidadania denegada.
08 de Mar. 2010 Postado por Davi Carrer - Comunicação Social em Notícias
Dois acadêmicos do curso de Arquitetura e Urbanismo da Unesc estão a caminho da UNLP (Universidade Nacional de La Plata), na Argentina. Gabriela Réus Netto e Tales Rocha de Silvestre foram aprovados no edital 123/2009 para um intercâmbio acadêmico no país vizinho. Eles ficarão durante todo o ano de 2010 em La Plata estudando no curso de Arquitetura e Urbanismo argentino.
“Sabemos quanto o intercâmbio de alunos e professores traz de novo e acrescenta ao processo de ensino-aprendizagem de um curso. Ainda por cima quando a instituição parceira tem a história e experiência do curso de Arquitetura da UNLP”, comentou o coordenador do curso de Arquitetura e Urbanismo, Jorge Luiz Vieira. A parceria com La Plata iniciou em 2007, quando professores e alunos argentinos participaram do 1º Opur (Oficina de Projeto Urbano), em Urussanga.
08 de Mar. 2010 Postado por Davi Carrer - Comunicação Social em Notícias | 1 Comentário
Foto: Davi Carrer
A maneira mais eficaz de se prevenir das consequências (câncer) do HPV (Vírus do Papiloma Humano) é fazendo o preventivo. A afirmação é da médica ginecologista Ana Maria Pizzolatti Cardoso durante o Ciclo de Discussões do curso de Enfermagem. O evento é em comemoração ao Dia Internacional da Mulher e teve palestras sobre “HPV: métodos de cuidado e prevenção” e “Sexualidade feminina”. A segunda palestra foi dada pela médica ginecologista e psicanalista Soraia Hiça Carvalho, de Belo Horizonte.
“Em 5% das mulheres o HPV é alterado e se não for monitorado vai persistir até se tornar um câncer, principalmente o de colo, mas pode virar outro tipo”, comentou Ana. A ginecologista afirma que isso é preocupante, pois em Criciúma somente 15 mil mulheres fazem o preventivo, sendo que há 70 mil entre 15 e 50 anos que deveriam realizá-lo. “Ele é gratuito, as pessoas só tem que chegar no Posto de Saúde e pedir para fazer o exame preventivo Papanicolaou”, recomendou.
Ana destaca que o HPV é um vírus comum, como o da gripe ou da herpes, sendo que a maioria das pessoas entra em contato com ele nos primeiros anos de atividade sexual. “O exame é muito importante, pois ele é um vírus de superfície, ou seja, a camisinha não é 100% eficaz contra ele”, alerta.
A médica lembra que após ter feito o preventivo, descobrir que possui o HPV não é o fim do mundo, mas sim um alerta para a necessidade de se realizar um monitoramento. “A maioria das pessoas se cura sozinha até os 25 anos, sendo que o processo para ele virar câncer demora cerca de 15 anos, então dá tempo de realizar um tratamento adequado, desde que a pessoa esteja monitorando o HPV” comenta.
“Cerca de 20 mil novos casos de câncer de colo surgem todo ano no Brasil, já o número de mulheres que morrem é de 4 mil”, adverte. Ela lembra que esse é um problema a nível mundial e reforça que somente um acompanhamento adequado pode preveni-lo. “Ele tem cura”, afirmou.
08 de Mar. 2010 Postado por Janete Trichês - Comunicação Social em Notícias
Os cursos de Artes Visuais, Educação Física e Letras vão recepcionar os calouros e marcar o início do ano letivo nesta quarta-feira (10/3) com peça de teatro no campus. Os estudantes terão aula normal até às 20h30. Depois, se concentrarão na Praça do Estudante, no espaço localizado enfrente ao bloco Z, para assistirem a apresentação do espetáculo Amor por Anexins, do Cirquinho do Revirado. Segundo a coordenadora Aurélia Regina de Souza Honorato, o evento também marca o início das comemorações dos 40 anos do curso de Artes Visuais, que aniversaria este ano.