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Estágio: uma extensão da sala de aula

Estágio: uma extensão da sala de aula
Atividades práticas auxiliam a reforçar conhecimento visto em sala de aula (Fotos: Fagner Santos) Mais imagens

Exercer a prática profissional ainda durante a graduação é de extrema importância para a adaptação antecipada ao mercado de trabalho. Para isso, a acadêmica da 9ª fase do curso de Ciências Biológicas da Unesc, Letícia Silva de Oliveira, buscou um estágio nos Laboratórios Ambientais do Instituto de Pesquisas Ambientais Tecnológicas (Ipat) e Institito de Alimentos (Iali) do Parque Científico e Tecnológico (Iparque) da Unesc.

A iniciativa da acadêmica também reflete a necessidade pessoal de se aprimorar o conteúdo visto em sala de aula. E funcionou. No laboratório, ela realiza diversos ensaios físico-químicos com o objetivo de monitorar a qualidade das águas, efluentes e solos analisados de toda a região, entre outros serviços que, possivelmente, serão executados pelos formados em Ciências Ambientais.

“É uma área de atuação que não vemos muito no curso, portanto é uma ótima oportunidade para se aproximar de uma das possibilidades que o mercado de trabalho pode me oferecer após a graduação”, ressalta Letícia.

Troca de experiências entre diferentes cursos

Além da prática profissional, o estágio oferece integração. Isso porque, junto de Letícia, a estagiária Elizabeth José dos Santos, acadêmica da 10ª fase do curso de Engenharia Química da Unesc, exercita diariamente as práticas relacionadas a química analítica. “Posso botar em prática está área de atuação dos formados em Engenharia Química, reforçando o que aprendi em sala e podendo aplicar no laboratório”, comentou a acadêmica.

Mesmo trabalhando em conjunto com uma acadêmica de outro curso, Elizabeth consegue praticar na sua área de atuação futura. No laboratório, ela realiza diversos processos físicos e químicos, com foco na parte analítica destes. “É uma forma de se distanciar um pouco do cálculo, tão presente no curso, e focar na química analítica, que é o ramo que trata da identificação ou quantificação de espécies ou elementos químicos”, apontou a estagiária.

Saiba mais sobre os estágios

Entre horas a cumprir e a obtenção do conhecimento prático, as estagiárias possuem algo em comum: a vontade de conhecer o mercado de trabalho. Para que elas, além de outros acadêmicos, possam garantir a experiência profissional ainda durante a graduação, o Ipat e o Iali oferecem, todos os semestres, aproximadamente dez vagas de estágio.

“São cinco para estágios obrigatórios e cinco para estágios não obrigatórios, dependendo do semestre”, elencou o coordenador dos laboratórios do Ipat e Iali, Lucas Feliciano Rezende. Com a saída das atuais estagiárias, ainda antes das férias de julho, novas vagas serão ofertadas no início do segundo semestre.

Para participar dos estágios obrigatórios, que diferem na carga horária semanal e total de acordo com cada curso, basta entrar em contato com os coordenadores de estágio de cada um dos cursos, que encaminharão os acadêmicos para uma das vagas. Já para os estágios não obrigatórios, é necessário que o acadêmico passe por um processo seletivo realizado pelo Departamento de Desenvolvimento Humano (DDH) da Unesc. É possível conferir as vagas aqui

Podem estagiar no Ipat ou Iali acadêmicos dos seguintes cursos: Engenharia Química, Farmácia, Biomedicina, Engenharia Ambiental, Ciências Biológicas, Engenharia de Produção, Administração, entre outros. Estudantes das fases iniciais dos cursos também podem participar, desde que em estágios não obrigatórios. “É uma oportunidade para que o acadêmico possa ser inserido na área em que pretende trabalhar futuramente, além de conhecer o mercado e ambiente de trabalho de um laboratório de prestação de serviço”, pontuou Rezende.

Fagner Santos - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Fonte: AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

28 de junho de 2019 às 15:45
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