Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais

Estudante mexicano desenvolve pesquisa no Mestrado em Ciências Ambientais

Estudante mexicano desenvolve pesquisa no Mestrado em Ciências Ambientais
Pró-reitor recepcionou Luis Alberto Chaves nesta segunda-feira (Foto: Divulgação) Mais imagens

A Unesc tem sido cada vez mais procurada por estudantes estrangeiros de mestrado e doutorado para a realização de atividades. O PPGCA (Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais) recebeu neste semestre o mestrando mexicano Luis Alberto Jorge Lopez Chaves do Centro Interdisciplinar de Pesquisa para o Desenvolvimento Integral Regional, da Unidade de Durango do Instituto Politécnico Nacional. E nesta segunda-feira (13/11), o estudante recebeu as boas-vindas da Reitoria, durante encontro com o pró-reitor de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão, Oscar Montedo.

Chaves desenvolve a pesquisa “Efeitos ambientais relativos a segurança humana, devido a população de cães (Canis lupus familiaris) em situação de rua na cidade de Durango, México” no Laboratório de Meio Ambiente e Psicologia Ambiental sob orientação da professora doutora Teresinha Maria Gonçalves.

No encontro, o mestrando foi acompanhado pela orientadora e pela coordenadora do PPGCA, Patrícia do Amaral.

Fonte: Setor de Comunicação Integrada

Por: Milena Spilere Nandi 13 de novembro de 2017 às 21:53
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Alunos de graduação e Mestrado participam de evento sobre comunidades Quilombolas

Alunos de graduação e Mestrado participam de evento sobre comunidades Quilombolas
Luiz Marcos de França Dias fez palestra na Universidade (Fotos: Milena Nandi) Mais imagens

“Povos e comunidades tradicionais Quilombolas: meio ambiente, território e biodiversidade” foi o tema da palestra na noite desta segunda-feira (30/10), que reuniu alunos de cursos de graduação, do Mestrado em Ciências Ambientais da Unesc e pessoas da comunidade. O evento teve a participação do vice-presidente da Associação Quilombo São Pedro, de Eldorado, São Paulo, Luiz Marcos de França Dias.

Graduado em Letras e Pedagogia e professor na Escola Estadual Quilombola Maria Antônia Chules Princesa, o palestrante falou sobre realidade dos povos Quilombolas e a a luta pelo reconhecimento e respeito aos seus direitos, história e cultura.

A palestra foi promovida pelo curso de Ciências Biológicas, pelo PPGCA (Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais) e pelo NEAB (Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros, Indígenas e Minorias) da Unesc.

Fonte: Setor de Comunicação Integrada

Por: Milena Spilere Nandi 30 de outubro de 2017 às 22:16
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Comunidades Quilombolas é tema de palestra na Unesc

Comunidades Quilombolas é tema de palestra na Unesc
Meio ambiente, território e biodiversidade serão abordados (Foto: Carlos Penteado) Mais imagens

Povos e comunidades tradicionais Quilombolas: meio ambiente, território e biodiversidade” é o tema da palestra da próxima segunda-feira (30/10) na Unesc. O evento ocorre às 19h15 na sala 13 do Bloco S, é gratuito, aberto ao público em geral e vai ter a participação do vice-presidente da Associação Quilombo São Pedro, de Eldorado, São Paulo, Luiz Marcos de França Dias. Graduado em Letras e Pedagogia e professor na Escola Estadual Quilombola Maria Antônia Chules Princesa, o palestrante vai falar sobre realidade dos povos Quilombolas e a sua luta pelo reconhecimento e respeito aos seus direitos, história e cultura.

A palestra é promovida pelo curso de Ciências Biológicas, pelo PPGCA (Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais) e pelo NEAB (Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros, Indígenas e Minorias) da Unesc.

Segundo a professora do PPGCA da Unesc Márcia Cristina Américo, os quilombos e suas formas de existência só foram reconhecidos a partir da Constituição Federal de 1988, e por isso, a reflexão sobre esse movimento histórico, social, político e econômico ainda está em construção. “A compreensão do conceito de comunidades Quilombolas está pautada na história de grupos culturalmente diferenciados e que se reconhecem como tais, possuem forma própria de organização social e territorial, utilizam conhecimentos e práticas da agricultura, da pesca, da edificação das casas, modos de vida, crença, entre outras, se autodeclaram e se identificam como descendentes de africanos escravizados e mantêm laços de parentesco, conservam suas tradições culturais, suas histórias e seu código de ética, que são transmitidos oralmente de geração a geração”, explica Márcia.

A professora ainda chama a atenção para o fato de que essas comunidades tradicionais no Brasil têm função importante na conservação dos recursos ambientais necessários não só para eles, mas para toda a população e para a busca dos Quilombolas pelo reconhecimento e legalização de suas terras e para que a sua memória não desapareça. Para Márcia, o debate do assunto no meio acadêmico é importante uma vez que se trata de um ambiente de formação profissional que se preocupa também com a formação de cidadãos conscientes de seu papel na sociedade.

Fonte: Setor de Comunicação Integrada

Por: Milena Spilere Nandi 26 de outubro de 2017 às 20:00
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Qualidade dos Mestrados e Doutorados da Unesc é reconhecida nacionalmente

Qualidade dos Mestrados e Doutorados da Unesc é reconhecida nacionalmente
Três Programas de Pós-Graduação aumentaram suas notas na Capes (Foto: Arquivo) Mais imagens

A Unesc vem colhendo os frutos do trabalho nas áreas de ensino, pesquisa, extensão e inovação e recebeu mais um resultado positivo de avaliações em âmbito nacional. Desta vez foram seus PPGs (Programas de Pós-Graduação), que tiveram as notas aumentadas na avaliação da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior). O resultado foi divulgado na última semana de setembro e revelou que a Unesc figura no seleto grupo formado por 22% das 4.175 IES (Instituições de Ensino Superior) brasileiras que obtiveram aumento no conceito de qualidade de seus PPGs.

A Capes realiza uma avaliação quadrienal dos Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu (Mestrado e Doutorado) de todo o Brasil. A última análise, feita de 2013 a 2016 apontou que a Unesc teve três de seus PPGs, o conceito de qualidade maior que no comparativo com a avaliação anterior.

Para a reitora da Unesc, Luciane Ceretta, o resultado é reflexo do trabalho sério realizado pelos professores, pesquisadores e alunos dos PPGs e do investimento que a Instituição tem feito em seus cursos. “A avaliação positiva da Capes avaliza os esforços feitos há anos no sentido de buscar a excelência dos nossos cursos de pós-graduação stricto sensu. É um orgulho para a Universidade ser referência nacional também nesta área”, afirma Luciane. “O resultado também é positivo para a região, que se beneficia com a pesquisa desenvolvida e com profissionais ainda mais capacitados e que vão fazer a diferença na sociedade”, complementa.

Conceitos maiores

Após esta última avaliação da Capes, o PPGE (Programa de Pós-Graduação em Educação), o PPGDS (Programa de Desenvolvimento Socioeconômico) e o PPGCEM (Programa de Pós-Graduação em Ciências e Engenharias de Materiais) passaram do conceito 3 para 4 - quando o PPG possui Mestrado, como no caso do PPGE, PPGDS e PPGCEM o conceito máximo que pode alcançar é 5. Desse modo, estão credenciados a submeterem à Capes programas de doutorado para o ano que vem, se assim a Instituição avaliar como pertinente.

“A Unesc tem sete programas atualmente. Dois são muito jovens e não completaram o período de avaliação e, portanto, mantiveram a sua nota. Considerando apenas os cinco que poderiam aumentar o conceito, três deles passaram de 3 para 4. Essa é uma conquista importante para a Unesc porque consolida todo o trabalho e investimento feito pela Instituição nos últimos anos”, afirma o pró-reitor de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão, Oscar Montedo.

Além disso, dois programas que já possuem cursos de doutorado mantiveram seus conceitos. O PPGCA (Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais) manteve seu conceito 4, enquanto que o PPGCS (Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde) continua sendo um programa de excelência aos olhos da Capes, mantendo seu conceito 6.

Fonte: Setor de Comunicação Integrada

Por: Milena Spilere Nandi 08 de outubro de 2017 às 08:00
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Workshop de Arqueologia promove uma viagem ao passado

Workshop de Arqueologia promove uma viagem ao passado
Diversas atividades estão inseridas na Semana de Ciência e Tecnologia (Foto: Arquivo) Mais imagens

Você conhece Arqueologia? Sabe o que faz um arqueólogo? O que a Arqueologia faz é estudar os vestígios materiais que foram produzidos por pessoas em diversos momentos da história e variados locais ao redor do mundo, inclusive da região. Para conhecer um pouco mais deste tema voltado à educação e divulgação do conhecimento, a Unesc realiza, dentro da 8ª edição da Semana de Ciência e Tecnologia, de 16 a 20 de outubro, o 2º Workshop de Arqueologia.

De acordo com o arqueólogo e coordenador do 2º workshop, professor Juliano Bitencourt Campos, além de uma mostra fotográfica de arqueologia, serão realizadas oficinas temáticas de confecção de réplicas de cerâmica arqueológica, de arte rupestre e de escavação arqueológica. “Tais atividades são pautadas pela concepção da divulgação científica e da educação patrimonial objetivando a aproximação da produção do conhecimento arqueológico com os participantes, se colocando como ferramentas de formação cultural, crítica e cidadã”, explica.

O objetivo conforme ele é atingir um amplo e variado público, turmas de estudantes do ensino básico e fundamental das escolas da região, visitantes externos ocasionais, acadêmicos, funcionários e professores da universidade. As atividades estão pautadas por duas premissas principais que nortearam a organização e a execução. Uma delas foca na preocupação em proporcionar um espaço efetivo de divulgação científica que traz ao público, de forma acessível, informações sobre as pesquisas arqueológicas desenvolvidas em âmbito regional.

Já a outra se concentra na oferta de um espaço de interação com as instituições de Ensino Básico, oferecendo subsídios no sentido de contribuir com a formação cultural através de uma abordagem lúdica e focada no patrimônio arqueológico regional. Inserindo-se ainda em um processo mais amplo das ações de educação patrimonial que já vêm sendo executadas na região nos últimos anos pelo Laboratório de Arqueologia Pedro Ignácio Schmitz (Lapis) da Unesc.

"O processo de preservação do patrimônio está diretamente ligado à educação e divulgação do conhecimento. A ideia central é socializar as pesquisas", define o coordenador do workshop, que destaca ainda o apoio da Propex (Pró-Reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão), do PPGCA (Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais) Iparque (Parque Científico e Tecnológico) e UNAHCE (Unidade Acadêmica de Humanidades, Ciências e Educação).

As inscrições nas oficinas poderão ser realizadas através dos seguintes números: (48) 3444-3760 / 3444-3761 ou pelo e-mail arqueologia@unesc.net. Não será cobrada taxa de inscrição. Para as demais atividades e visitas o acesso é livre. As atividades serão desenvolvidas das 8h às 12h e das 13h30min às 17h.

*Com informações da Ápice Comunicação

Fonte: Setor de Comunicação Integrada

Por: Assessoria de imprensa 05 de outubro de 2017 às 14:58
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