Pró-Reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão

Atividade especial integra a Formação Continuada dos professores da Unesc

Atividade especial integra a Formação Continuada dos professores da Unesc
Noite desta segunda-feira (29/7) foi de reflexão e aprendizado (Fotos: Mayara Cardoso) Mais imagens

Os professores da Unesc iniciaram oficialmente, na noite desta segunda-feira (29/7), o segundo semestre letivo de 2019. Eles foram recepcionados nos períodos vespertino e noturno no Auditório Ruy Hülse para atividades especiais do projeto de Formação Continuada da Universidade. No início da noite o aprendizado ficou por conta da peça “Para guardar estrelas”, apresentada pelo grupo Cirandela. Em meio a um enredo engraçado e que envolveu a plateia, a peça chamou a atenção para a forma como a vida das pessoas gira em torno do tempo e como o tempo livre, a saída do modo automático, pode ser a porta de entrada para recordações únicas.

Na sequência, os professores que lotaram o auditório ouviram da Pró-reitora Acadêmica da Universidade, Indianara Reynaud Toreti, algumas das orientações com relação ao Inova Unesc, programa lançado oficialmente nesta segunda-feira e que norteará o projeto de inovação curricular e pedagógica da Instituição. Os trabalhos, conforme Indianara, já estão sendo realizados em prol desse objetivo desde o início do ano, quando um grupo gestor foi formado para liderar o processo e, através de estudos e discussões, montar a estrutura do projeto. “Esse trabalho nos exige o sair da caixa, usar a criatividade e a pró atividade. É momento de olhar para fora e olhar para dentro. O cenário atual nos coloca muitos desafios e precisamos, mais do que nunca, definir ações e estratégias de como iremos encará-lo”, salientou.

Conforme a pró-reitora, a Universidade precisará do engajamento total de todos os professores e, é claro, dos alunos para chegar ao objetivo comum. “Estamos fazendo essa estruturação para formar o profissional que esse cenário necessidade. Nosso foco é buscar soluções para nos adequar para o futuro. Vamos encontrar respostas que nos coloquem ainda mais no patamar que o momento exige”, completou.

A proposta, de acordo com a reitora da Unesc, Luciane Bisognin Ceretta, traz consigo o desconforto de encarar o novo, o desconhecido. “Toda mudança gera desconforto, mas qual o melhor lugar para isso se não a Universidade?”, questionou.

Entre os segredos do sucesso nessa caminhada, para a reitora, estará o desprendimento de antigos pensamentos e a abertura de todos para novas ideias, além de, principalmente, a clareza de que todos precisam caminhar juntos e podem, sim, pensar de forma diferente.  “Temos a inovação como uma decisão institucional necessária a partir de uma intensa análise de cenários que temos feito. Nosso 2019 já iniciou com esse objetivo e acredito que terminaremos o ano muito mais próximos daquilo que buscamos. Tudo isso, é claro, se caminharmos juntos, na mesma direção”, destacou Luciane.

Ainda nesta noite o diretor de Ensino de Graduação da Unesc, Marcelo Feldhaus, apresentou o formato inicial do processo e os principais conceitos que irão nortear o trabalho. Na oportunidade, de forma online, os professores presentes já puderam participar opinando sobre as suas concepções sobre o que define o ensino de qualidade. “Estamos repensando o papel da Universidade e destacando o Saber, o Saber Ser e o Saber Agir, tudo isso de forma interligada à Missão e a Visão da Universidade e ao papel que ela passa a assumir neste novo cenário e no futuro”, explicou.

A noite contou ainda com a performance comandada pelo Setor de Arte e Cultura, que levou personagens para interagirem e recepcionarem os convidados do evento.

Mayara Cardoso -  Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Fonte: AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Por: Mayara Cardoso 29 de julho de 2019 às 23:33
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Projeto Viver SUS: dia de embarcar em uma grande experiência

Projeto Viver SUS: dia de embarcar em uma grande experiência
Estudantes da área da saúde e residentes estarão em sete municípios até sexta-feira (19/7) (Fotos: Leonardo Ferreira) Mais imagens

O campus da Unesc foi tomado pelo desejo de fazer a diferença e os 70 participantes do Viver SUS (Projeto Vivências e Estágios na Realidade do Sistema Único de Saúde) embarcaram em mais uma jornada. A segunda-feira (15/7) amanheceu fria e chuvosa, mas logo foi aquecida pelos estudantes da área da saúde e residentes do Programa de Residência Multiprofissional da Universidade. Eles estarão em sete municípios do Sul catarinenses até sexta-feira (19/7), para aprender e colaborar com os processos voltados ao SUS. Nesta edição, o evento será marcado pelo aniversário de 25 anos da Estratégia Saúde da Família. 

A animação dos participantes é resultado do novo formato do Projeto Vivências e Estágios na Realidade do Sistema Único de Saúde, com foco na prática e na inserção comunitária. “A ideia é aproximar os integrantes e a comunidade, em uma forma mais atuante de atendimento. Este novo olhar proporcionará momentos de observação das demandas em saúde e de construção para atende-las. Nos dias finais de experiências, o que foi pensado resultará em ações práticas que farão diferença na realidade local”, conta o assessor de Ações Comunitárias e atual coordenador do projeto, Rafael Amaral.

A residente Nayara Moraes está participando pela primeira vez. Ela viu no Viver Sus a possibilidade de colaborar. “Estou muito entusiasmada com a experiência de vivenciar a realidade e poder auxiliar nos assuntos de necessidade local. É uma oportunidade única e espero contribuir com melhorias para as problemáticas do município”, afirma.

Já Taira de Oliveira, também residente, está participando pela terceira vez. Para ela, o Viver Sus vai além de um projeto de extensão. “É um paradigma na vida profissional de quem participa. Quando participei em 2016, a primeira vez, não imaginava os efeitos que causaria em minha trajetória. Hoje sou psicóloga. Minha profissão é voltada, em grande maioria, para um público particular. Assim o Viver SUS me fez ver além do consultório, e me mostrou uma rede de atenção que funciona, e pode proporcionar qualidade de vida aos usuários”, destaca.

Para a diretora de Extensão, Cultura e Ações Comunitárias, Fernanda Sônego, histórias como as Taira e Nayara se completam e dão vida ao Projeto. “A troca de conhecimentos resulta em contribuições para o município, para a trajetória profissional dos participantes e para a integração dos colegas e das áreas de conhecimento. É um novo olhar, que transforma realidades e relações ao aproximar a Universidade da comunidade”, afirma.

Nesta edição, os representantes da Unesc estarão presentes em Criciúma, Nova Veneza, Sangão, Jaguaruna, Turvo, Sombrio e Balneário Gaivota, comtemplando as regiões da AMREC (Associação dos Municípios da Região Carbonífera), AMUREL (Associação dos Municípios da Região de Laguna) e AMESC (Associação dos Municípios do Extremo Sul Catarinense).

Estão presentes no Projeto acadêmicos dos cursos de Biomedicina, Enfermagem, Educação Física - Bacharelado, Farmácia, Fisioterapia, Medicina, Nutrição, Psicologia e Odontologia da Universidade, e os residentes do Programa de Residência Multiprofissional em Atenção Básica, Saúde da Família e Saúde Mental. Antes de os municípios receberem os visitantes, os integrantes participaram de uma capacitação.

Leonardo Ferreira - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Fonte: AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Por: Leonardo Ferreira Barbosa 15 de julho de 2019 às 10:40
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Capacitação que antecede projeto Viver SUS oportuniza reflexão sobre a história do programa Estratégia Saúde da Família

Capacitação que antecede projeto Viver SUS oportuniza reflexão sobre a história do programa Estratégia Saúde da Família
Evento contou com palestra, roda de conversa e apresentação do projeto na tarde desta sexta-feira (12/7) (Fotos: Mayara Cardoso) Mais imagens

Os alunos que integrarão a edição do projeto Viver SUS (Vivências e Experiências na Realidade do SUS), representantes das redes municipais de saúde e professores da Unesc participaram de uma capacitação na tarde desta sexta-feira (12/7). O grupo contou com uma programação especial voltada à preparação para a prática do projeto, que inicia já na próxima segunda-feira, dia 15, e segue até a sexta-feira, dia 19, abrangendo as regiões da Amrec, da Amesc e da Amurel. Esta edição do evento comemora os 25 anos do programa Estratégia Saúde da Família.

A tarde de atividades que antecederam o início do projeto em si contou com palestra, roda de conversa e apresentação completa da ação, assim como a divisão dos grupos que irão desenvolver atividades nos sete municípios participantes. O projeto conta com alunos dos cursos de Biomedicina, Enfermagem, Educação Física (Bacharelado), Farmácia, Fisioterapia, Medicina, Nutrição, Psicologia e Odontologia da Unesc e os profissionais participantes do Programa de Residência Multiprofissional em Atenção Básica/Saúde da Família/Saúde Mental da Unesc.

Extensa programação

Quem comandou a primeira parte das atividades foi a médica endocrinologista Zita Momm Paganelli. Sob ponto de vista da Logosofia, Zita tratou sobre o tema “O exercício profissional na área de saúde e o cultivo de valores humanos”, levando aos presentes reflexões sobre seus papeis perante as pessoas e o ambiente em que atuam e atuarão no futuro.

Já a roda de conversa contou com a presença do secretário de Saúde de Criciúma, Acélio Casagrande, da reitora e professora da Unesc, Luciane Bisognin Ceretta, dos professores da Instituição, Ioná Vieira Bez Birolo e Aníbal Dario, e do enfermeiro José Otávio Feltrin, para discussões e explanações sobre o tema desta edição do Viver SUS, os 25 anos de Estratégia Saúde da Família.

Todos os convidados para a conversa tiveram participação ativa na construção do programa Estratégia Saúde da Família em Criciúma e região. No debate os profissionais puderam destacar o início dessa trajetória, a evolução do trabalho ao longo dos 25 anos e aquilo que se mostra necessário no cenário atual.

Na avaliação de Acélio, as questões ligadas à saúde de lá para cá levaram a um cenário em que o foco é muito mais voltado ao atendimento para tratar o que já está posto e não, como o desejado, para prevenção de doenças. “Costumo dizer que o objetivo que tínhamos na criação do programa era oferecer a promoção da saúde e esse foco permanece sendo o principal. Não podemos mais ser gestoras para doentes e, sim, para promover a saúde de forma geral. Para isso é preciso conhecer as comunidades, as realidades, as condições das famílias. Estamos retomando essa linha para voltar a ser referência no assunto”, comentou.

Conforme Luciane, ao lembrar os 25 anos da criação do programa, o momento é de retomada da valorização dos serviços e, é claro, do aprimoramento, sendo fundamental a participação ativa daqueles que em breve estarão no mercado. “O projeto Vivências e Experiências na Realidade do SUS nasceu justamente com o objetivo de que o estudante de graduação não seja engolido pelo cenário sem chegar até ele e conhecê-lo adequadamente. Deixo meus parabéns para vocês que se disponibilizam, durante o seu período de recesso, a integrar o programa e ir até os municípios conhecer melhor, como irão fazer amanhã como profissionais”, salientou.

A mensagem deixada por José Otávio foi de dedicação à profissão escolhida. “Para trabalhar na área da saúde pública ou coletiva precisa de perfil, vontade, persistência, persistência e persistência. Se fizerem, façam com amor e bem feito”, enfatizou.

Para a professora Ioná, a orientação é de que os estudantes que estiverem na próxima semana visitando as comunidades participantes aproveitem a oportunidade. “Nessa experiência aproveitem para aprender com a comunidade e tenham um olhar sensível para a necessidade das pessoas. Não julguem. Essa é uma boa forma de começar nessa caminhada. Sejam felizes nessa experiência”, finalizou.

Ao acompanhar de perto o evento, a diretora de diretora de Extensão, Cultura e Ações Comunitárias da Unesc, Fernanda Sônego, avaliou as atividades como enriquecedoras. “Todos deixaram sua contribuição para que os alunos saiam daqui mais bem preparados e engajados na causa do Viver SUS. Esse projeto é muito importante para a Universidade e certamente também será para as comunidades que o receberem na próxima semana”, pontuou.

Mayara Cardoso - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Fonte: AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Por: Mayara Cardoso 12 de julho de 2019 às 20:17
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Acadêmicos do curso de Direito refletem sobre aprendizagens no contato com diferentes realidades

Acadêmicos do curso de Direito refletem sobre aprendizagens no contato com diferentes realidades
Os 170 estudantes da primeira fase participaram de ações que, conforme eles mesmos, os surpreenderam (Fotos: Divulgação) Mais imagens

Que aprendizagens a Universidade proporciona aos seus jovens estudantes de primeira fase quando lhes dá oportunidade de contato direto com diferentes pessoas e realidades, através de projetos de extensão do curso de Direito? Difícil mensurar. O melhor é deixar que eles mesmos falem: “ Vivemos em uma sociedade cheia de desigualdades, necessidades e intolerâncias. O projeto me ensinou mais sobre respeito, empatia e solidariedade”, diz Thalia Consenso Alievi, uma  das participantes das ações.

Neste primeiro semestre de 2019, os 170 estudantes de primeira fase do curso de Direito da Unesc realizaram 35 projetos de extensão Solidariedade, trabalhando 2.344 horas em 35 entidades públicas, sociais, comunitárias e filantrópicas, localizadas em 13 cidades do Sul catarinense: Araranguá, Cocal do Sul, Criciúma, Forquilhinha, Içara, Jacinto Machado, Maracajá, Nova Veneza, Sangão, Sombrio, Turvo e Urussanga, além de Torres (RS).

Percepção dos estudantes   

Confira, nas palavras dos acadêmicos, suas percepções sobre as atividades:

“Este tipo de aproximação com a comunidade é fundamental e serviu não apenas para nos apresentar exemplos emocionantes de superação, mas também para nos tornar futuros profissionais mais humanos”, Isabelli de Medeiros Uliana.

“Sempre estudei as desigualdades sociais e os sujeitos que estão a margem de direitos na sociedade, mas quando você participa do dia-a-dia desses sujeitos e eles deixam de ser algo que estão presente só nos artigos e tomam um espaço real, ganham nomes, ganham corpos ... Tive a oportunidade de ver no cotidiano as graves consequências do desiquilíbrio social e econômico que o capitalismo desenfreado traz para a vida das pessoas”, Maike Silveira Custódio.

“Antes de qualquer profissão, classe social ou religião somos cidadãos, temos deveres a cumprir e direitos a serem respeitados”, Diogo Francisco Costa

“Escolhi o Direito para poder ajudar outras pessoas e este projeto fez este sentimento aflorar ainda mais. Futuramente, como profissional do Direito, quero fazer a diferença na vida daqueles que precisam”, Mariana dos Santos Padilha.

“O projeto me fez perceber as diferenças que há entre a vida de alguém que está do lado de dentro de uma instituição comparada com a das pessoas que estão do lado de fora. Fiquei chocado com coisas que vi. Me fiz questionamentos: como será que deve ser não ver a sua própria família por semanas? Uma coisa é certa: o projeto pode acabar na forma de trabalho de faculdade, mas sua essência continuará em nossas vidas e nos influenciará para sempre”, Vinicius Galvani Cândido,

 “O projeto de extensão é, sem dúvida nenhuma, um divisor de águas neste primeiro contato que temos com a universidade. A universidade, por si só, nos proporciona uma mudança de paradigmas através do conhecimento e do contato com o novo, gerando um impacto profundo em todos nós como cidadãos. E quando, junto com este momento de ingresso na universidade, nos deparamos com um projeto de extensão deste nível, as mudanças e os impactos são mil vezes maiores. O projeto nos faz entender de uma forma mais ampla o nosso papel e a nossa responsabilidade como cidadãos e como futuros operadores do Direito”, Simone T. Cardoso Patrício

“Este projeto transformou minha vida e me ajudou a crescer como ser humano”, Mateus Rodrigues.

“O projeto foi uma experiência incrível que vai ficar na memória de cada um de nós”, Fabrício Inácio Machado.

“Aprendi a olhar o mundo de uma maneira diferente, que muitos precisam de ajuda e que com pequenas atitudes, podemos ir mudando o mundo aos pouquinhos, transformando-o em um lugar melhor para se morar, um lugar mais prestativo e acolhedor”, João Vitor Cardoso.

 “Tive o prazer e a oportunidade de vivenciar algo único e que poucos poderão falar sobre. Conheci pessoas. Vivi e poderei contar um dia para as próximas gerações. Riqueza nenhuma no mundo será capaz de comprar o sentimento bom de fazer o bem”, Mateus Amaro Moretto.

“É chocante quando nos deparamos com uma realidade tão diferente daquela que estamos acostumados.  O mundo precisa de mais amor. Precisamos olhar para o próximo com mais compaixão, pois isso também cura”, Michele Sbardelotto

“O projeto conseguiu florescer em mim algo que nunca tinha sentido antes. Comecei a dar valor as coisas simples da vida e que realmente importam, deixando de lado coisas fúteis que não nos acrescentam nada. Enfim, aprendi a valorizar o essencial”, Vitória Dajari Schaukoski.

“Aprendi e compreendi a importância de olhar para o próximo, observar o mundo que me cerca e a sociedade em que vivo, que está cheia de desigualdades e necessidades. Percebi que pequenas ações podem mudar o mundo”, Sharlon Estork José.

“Me fez repensar muita coisa em minha vida. Me trouxe um pouco mais de empatia, gratidão e amor pela vida e pelas pessoas. Pequenas coisas podem transformar o dia e a vida de alguém. Pude amadurecer e ser grata por tudo que tenho e a ter mais respeito e carinho por todos os seres humanos, sem exceção”, Gabriele da Silva Pereira.

“Com o projeto pude perceber que o Direito não trata só de leis que servem para manter a sociedade em harmonia. Mas se trata também do cuidado, amor, respeito e carinho com que devemos olhar e tratar o próximo. Serviu como lição”, Natally Januário Perfeito.

 “Ajudar as pessoas, além de ser um ato de bondade, é um ato que faz qualquer um evoluir como pessoa e enxergar com outros olhos o mundo à nossa volta. Qualquer gesto de ajuda faz a diferença”, Gabriele Josefino Demétrio.

“O projeto foi gratificante e de suma importância em vários aspectos. Trouxe uma reflexão sobre o amor, a solidariedade e a empatia que o mundo precisa. As vezes algo tão simples para mim, pode ser algo transformador e grandioso na vida do outro”, Lorizane Rodrigues.

 “No começo foi meio estranho, já que nunca tinha tudo uma experiência dessas em minha vida. Mas no final achei proveitoso, pois sempre aprendemos alguma coisa de bom quando se ajuda o próximo. Fizemos um bom trabalho”, Anísio Calegari Machado.

“O projeto nos faz sair da nossa zona de conforto, abrindo nossos olhos, fazendo com que percebamos que há milhares de vidas fora da nossa casa, pessoas muito menos afortunadas do que nós. Me ensinou que dando, recebemos muito mais”, Gabriele Nascimento dos Santos.

“Aprendi com o projeto que existem muitas realidades que se diferem. Que existem aqueles que nascem privilegiados. Mas também existem aqueles que desde a infância enfrentam muitas dificuldades, mas isso não as torna menos importantes. Na função de agente do direito, deve-se sempre lembrar de tal fato e de que essa parcela da população precisa muito mais do Direito do que os demais”, João Pedro Rodrigues Moura.

“O projeto me mostrou uma realidade até então escondida pela sociedade, com pessoas que são reféns do meio em que vivem, da impunidade e do crime, que são deixadas de lado pelo Estado. Foi um choque de realidade de um mundo tão diferente, mas que ao mesmo tempo está tão próximo de nós”, Juliano Locks.

“O projeto me permitiu enxergar o mundo de forma diferente, que mesmo com todas as desigualdades existentes, somos todos seres humanos e precisamos nos ajudar, afim de tornar a sociedade melhor, mais harmônica, e de nos tornarmos indivíduos do bem”, Letícia Dominguine.

“Foi uma experiência que me transformou e que, acredito, continuará me influenciando”, Paula Acordi Fortuna.

 “Com o projeto saímos de uma realidade que estávamos acostumados e isso mudou nossas vidas. Vi que posso e devo ajudar sempre. Só tenho a agradecer a experiência vivida”, Gabriel da Silva de Sousa.

“Aproveitar mais a família e amigos. Ser grata pelas pequenas coisas de nossas vidas. Demonstrar carinho e amor pelas pessoas que estão a nossa volta. Foram aprendizados para a vida!”, Gabrieli da Silva Ferrari.

“Desde pequena tive interesse de ajudar quem precisa e de participar de ações assim, porem tinha muito receio de tomar a iniciativa. O projeto me proporcionou essa experiência única, que trouxe muito aprendizado, valorização e amor”, Gabriela Machado Colombo.

“O projeto veio somar em minha vida. Me trouxe uma experiência incrível de ver o mundo de outra forma, saindo daquela bolha individual e abrindo os olhos para enxergar a sociedade e o quanto as pessoas tem que se unir cada vez mais para conseguir vencer os problemas. O projeto não deve nunca acabar, pois como me beneficiou de maneira grandiosa e espiritual, desejo que todos possam passar por essa experiência antes de seguir a carreira profissional”, Morgana Comin Zeferino.

“O projeto me mostrou como as pequenas atitudes e boas ações podem mudar de maneira significativa o final de uma história. A realidade é diferente daquela que estou acostumada. Me animou a continuar fazendo ações solidárias em lugares esquecidos pela comunidade e pelo Estado. Se cada um fizer a sua parte, podemos mudar o mundo, ou pelo menos a parte que nos rodeia”, Mariana Schutz Faraco.

“O projeto me proporcionou conhecer um mundo completamente fora da minha realidade. Permitiu que eu ouvisse histórias comoventes que me emocionaram. E fez transcender o que no começo era um simples trabalho acadêmico para uma experiência incrível e transformadora”, Vinicius Hideki de Souza Otani.

“O projeto me mostrou que para ser uma operadora do Direito não é suficiente possuir apenas o conhecimento técnico. É necessário ir além do conteúdo e enxergar as partes mais subjetivas do outro. É necessário que tenhamos sensibilidade, empatia e vontade de ajudar aqueles que mais precisam”, Caroline Rabello Cabreira de Souza.

Fonte: AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Por: Mayara Cardoso 09 de julho de 2019 às 20:11
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Projeto de extensão leva alunos ao Programa Parlamento Jovem Catarinense

Projeto de extensão leva alunos ao Programa Parlamento Jovem Catarinense
Ação aconteceu na última semana em Florianópolis (Fotos: Divulgação) Mais imagens

A equipe do projeto de extensão da Unesc intitulado de “Educação Ambiental com Enfoque na Preservação da Reserva Biológica Estadual do Aguaí”, junto da Escola de Educação Básica Humberto Hermes Hoffmann, de Nova Veneza, participou do Programa Parlamento Jovem Catarinense Escola do Legislativo em sessão na Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina na última quinta-feira (28/6).

Os alunos da escola levaram duas proposições para serem avaliadas pelos deputados do Parlamento Jovem. Uma sobre “Rio Mãe Luzia, debatendo a importância da recuperação e revitalização de suas águas para a região sul de Santa Catarina" e a outra sobre “Diminuir a quantidade do uso de agrotóxicos”, ressaltando a questão do uso intensivo de agrotóxicos nos meios agrícolas brasileiros.

A Assembleia teve a presença da presidente do Fórum Permanente de Restauração e Revitalização do Rio Mãe Luzia, a professora da Unesc Miriam da Conceição Martins; da diretora Silvana Guellere Milanez; das professoras  Erbel Gracia Savio Mondardo e Rosembel Gava Milanez; dos alunos e familiares dos membros do Parlamento Jovem; juntamente de Zenaide Pais Topanotti; e do acadêmico de Engenharia Ambiental e Sanitária, Carlos Henrique Devilla Marcello. 

O projeto é coordenado pela professora Miriam da Conceição Martins, tendo como colaboradoras as professoras Marta Valéria de Souza Hoffman e Paula Tramontin Pavei, como voluntária, a técnica de Laboratório Zenaide Paes Topanotti, e os acadêmicos bolsistas Carlos Henrique Devilla Marcello e Lia Cristiam Nascimento dos Santos, dos cursos de Ciências Biológicas e Engenharia Ambiental e Sanitária respectivamente.

Fonte: AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Por: Mayara Cardoso 02 de julho de 2019 às 19:40
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