Laboratório de Arqueologia Pedro Ignácio Schmitz

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Ao longo desta semana, alunos do curso de Design – ênfase em Projeto de Produtos irão apresentar os projetos desenvolvidos em parceria com empresas como a Ceusa Revestimentos Cerâmicos, de Urussanga, Uatt, de Florianópolis e Vista Alegre, de Portugal, com briefings específicos e aplicando as metodologias de Desenvolvimento de Produtos, sejam naqueles de menor ou maior complexidade.

Segundo o coordenador do curso, João Rieth, as apresentações são abertas e a proposta é demonstrar o potencial do Design na solução de problemas para o benefício dos usuários.

Para a criação de produtos para algumas empresas, os alunos participaram de ações para a construção de suas ideias com encontros com profissionais do Setor de Arqueologia da Universidade, por meio do Lapis (Laboratório de Arqueologia Pedro Ignácio Schmitz).

Por: Milena Spilere Nandi 04 de julho de 2018 às 12:46
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Talento Ceusa: Estudantes de Design apresentam projetos com base na arte rupestre

Talento Ceusa: Estudantes de Design apresentam projetos com base na arte rupestre
Encontro ocorreu na noite desta segunda-feira (Fotos: Mayra Lima) Mais imagens

Os alunos da sexta fase do curso de Design – ênfase em Projeto de Produtos da Unesc apresentaram na noite desta segunda-feira (2/7) produtos de cerâmica desenvolvidos para o concurso Talento Ceusa 2018. Divididos em grupos, os estudantes desenvolveram peças com base em uma pesquisa sobre a arte rupestre. O projeto vencedor permitirá ao grupo de autores visitar a Feira Revestir 2018, em São Paulo, e um estágio remunerado na empresa de três a seis meses. O resultado será divulgado em agosto deste ano.

Para a criação do produto, os alunos participaram de ações para a construção de suas ideias, com encontros junto ao Setor de Arqueologia da Universidade, por meio do Lapis (Laboratório de Arqueologia Pedro Ignácio Schmitz), além de visitar a Toca do Tatu, em Timbé do Sul. A arte rupestre é o termo que denomina as representações artísticas pré-históricas realizadas em paredes, tetos e outras superfícies de cavernas e abrigos rochosos, ou mesmo sobre superfícies rochosas ao ar livre.

Segundo o coordenador do curso de Design da Unesc, João Rieth, o projeto criou uma proporção maior, com a temática partido da Unesc, envolvendo empresas e prefeituras. “Nós queríamos uma referência forte com elementos do Sul de Santa Catarina. Dentro deste contexto, os projetos estão associadas questões culturais, históricas e turísticas, com uma construção de conteúdo diferenciado”, comentou.

A estudante Karen Alves Vieira conta que a experiência tem sido transformadora. “Já iniciamos de uma forma bem interessante, pesquisando pinturas e marcas rupestres. Foi a partir disso que nós desenvolvemos o nosso produto para a Ceusa, uma empresa que é referência no mercado de cerâmica da região. Então para nós, ter a oportunidade de nos aproximar e concorrer a um estágio em uma das maiores empresas do Brasil, é muito interessante”, ressaltou.

O Diretor Presidente da Ceusa Revestimentos Cerâmicos, Gilmar Menegon, comentou que para a empresa é um ganho muito grande atuar junto à Unesc. “Esse projeto é fundamental para nós, a Unesc dá a oportunidade para a nossa empresa conhecer os futuros profissionais da área. A empresa cresceu nos últimos oito anos 160% sem aumentar a capacidade produtiva, só investindo em inovação, na qualidade dos produtos, e principalmente no Design”, sublinhou.

Saiba mais

O Talento Ceusa é uma parceria entre o curso de Design da Unesc e a Ceusa Revestimentos Cerâmicos, de Urussanga, desenvolvido desde 2014. O concurso desafia acadêmicos a criar revestimentos cerâmicos com design inovador.

Fonte: AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Por: Mayra Antonio De Lima 02 de julho de 2018 às 21:49
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Pesquisadores da Unesc participam de escavação em sítio arqueológico mais antigo do Estado

Pesquisadores do Lapis (Laboratório de Arqueologia Pedro Ignácio Schmitz), vinculado ao PPGCA (Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais) da Unesc participam de uma missão internacional organizada pelo Departamento de Pré-História do Museu Nacional de História Natural da França. Até o dia 31 de maio, o grupo desenvolverá atividades em Águas de Chapecó, no Oeste Catarinense, junto de uma equipe formada por arqueólogos do Museu Nacional de História Natural da França, da Universidade de Ferrara, da Itália, da Universidade de Paris – Sorbonne e por arqueólogos e estudantes da Unesc, UnoChapecó e universidades federais de Santa Catarina, de Sergipe e do Vale do São Francisco.

Conforme o coordenador do Lapis e pesquisador da Unesc, Juliano Bitencourt Campos, as pesquisas fazem parte de um projeto que busca investigar a trajetória das primeiras ocupações do Alto e Médio Vale do Rio Uruguai e achados arqueológicos conhecidos desde a época da construção da Usina Hidrelétrica Foz do Chapecó, iniciada em 2006, entre os municípios de Águas de Chapecó (SC) e Alpestre (RS). “As escavações na área já revelaram dois períodos da pré-história distintos”, conta.

Segundo o coordenador do projeto, o professor doutor do Departamento de Pré-História do Museu de História Natural da França, Antoine Lourdeau, os resultados demonstraram uma ocupação com grupos nômades de caçadores-coletores que viveram entre 11,7 a 9 mil anos atrás, o que caracteriza o local da escavação como o sítio arqueológico mais antigo de Santa Catarina. “Os habitantes dominavam uma tecnologia de lascamento da pedra único na Pré-História brasileira, com produção de instrumentos refinados, como pontas de projéteis”, afirma.

Outra ocupação mais recente de acordo com Lourdeau, está associada a grupos Guarani, por volta de 500 anos atrás, que dominavam bem os trabalhos de olaria na produção de vasilhames cerâmicos de diversas formas e funções. As escavações também evidenciaram que no período, agricultores viviam em grandes aldeias com complexa organização social.

A equipe, que iniciou os trabalhos em 1º de maio, é coordenada por Lourdeau e pela professora doutora da UnoChapecó, Mirian Carbonera. A missão faz parte de um projeto que teve início em 2013 e conta com apoio financeiro do Ministério das Relações Exteriores da França. Ele é executado pelo Museu Nacional de História Natural da França, em parceria com instituições de ensino superior como a Unesc, que tem os doutores e pesquisadores do Lapis, Marcos Cesar Pereira Santos e Juliano Bitencourt Campos e a bolsista de Pibic (Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica) e acadêmica do curso de Ciências Biológicas da Unesc Giovana Cadorin Votre como participantes.

Fonte: AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Por: Milena Spilere Nandi 21 de maio de 2018 às 17:01
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Unesc na mídia 1

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Arqueologia regional, ocupação histórica, educação patrimonial e a temática indígena foram os temas abordados pelo coordenador do Lapis (Laboratório de Arqueologia Pedro Ignácio Schmitz) da Unesc, Juliano Bitencourt Campos durante entrevista na Rádio Onda Jovem, de Forquilhinha, nesta quarta-feira (16/5).  

Por: Milena Spilere Nandi 17 de maio de 2018 às 17:58
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Alunos de Design realizam pesquisa para projeto Talentos Ceusa

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Visita ocorreu no último sábado em Timbé do Sul (Foto: Marcele Brunel) Mais imagens

Os acadêmicos da quinta fase do curso de Design – ênfase em Projeto de Produtos da Unesc, realizaram no último sábado (28/4), uma visita à caverna conhecida como Toca do Tatu, em Timbé do Sul. Os alunos foram acompanhados pelos professores Haron Fabre e Marcele Brunel com o intuito de fazer registros dos desenhos rupestres.

Guiados por Valdivino Alano, responsável pela trilha, o grupo caminhou por três horas pela mata. O objetivo da saída de campo é levar desenhos da Toca do Tatu para revestimentos cerâmicos e tornar este patrimônio mais conhecido. Os estudantes participam da edição de 2018 do projeto Talentos Ceusa, uma parceria entre o curso de Design da Universidade com a Ceusa Revestimentos Cerâmicos, de Urussanga, que reconhece a criatividade dos acadêmicos.

O resultado das peças criadas para o Talentos Ceusa será apresentado dia 18 de junho para os técnicos e diretoria da empresa e também ao prefeito de Timbé do Sul. O projeto conta com a colaboração do Lapis (Laboratório de Arqueologia Pedro Ignácio Schmitz) do PPGCA (Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais) da Unesc

Fonte: AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

02 de maio de 2018 às 09:58
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