Ciências Biológicas - Licenciatura

Unesc acolhe evento nacional comemorativo dos 10 anos da área de Ciências Ambientais

Unesc acolhe evento nacional comemorativo dos 10 anos da área de Ciências Ambientais
Evento multicultural e ambiental foi organizado por oito Universidades do Brasil (Foto: Reprodução) Mais imagens

Professores, pesquisadores e estudiosos do Meio Ambiente estão comemorando os 10 anos de criação da área de Ciências Ambientais da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). Para marcar a data, Universidades de várias partes do Brasil se uniram para organizar um grande evento durante toda esta quarta-feira (29/9), de forma virtual. Especialistas apresentaram dados e debateram sobre a atual situação ambiental no planeta.

A Unesc, através do seu Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais (PPGCA), foi a anfitriã. Pela manhã, na parte cultural, a cantora, pós-graduanda em Gestão Ambiental, mestre e doutora em Ecologia Humana, Carla Visi, direto de Portugal, utilizou a música brasileira para a educação ambiental crítica. Neste período também foram anunciados o vencedor do vídeo e da logomarca alusivos aos 10 anos.

Histórico, o primeiro destaque

A mesa redonda matutina, com o foco no “Histórico da Área de Ciências Ambientais”, contou com a participação dos professores Arlindo Philippi Jr (Universidade de São Paulo, USP), Maria do Carmo Sobral (Universidade Federal de Pernambuco), Carlos Alberto Cioce Sampaio (Universidade Regional de Blumenau, FURB) e Valdir Fernandes (Universidade Tecnológica do Paraná).

A diretora de Pesquisa e Pós-Graduação da Unesc, professora Patrícia de Aguiar Amaral, destacou nas boas-vindas a importância da comemoração da data e a satisfação em acolher o encontro. “Acolher na nossa Universidade a área de Ciências Ambientais e os programas de pós-graduação Stricto Sensu de todo o território nacional foi uma oportunidade única e uma grande satisfação. Estamos atravessando um momento muito complicado no que tange às questões socioambientais e políticas. Organizar este evento nos motiva a resistir de forma coletiva em busca de soluções através de pesquisa para o fortalecimento da ciência, na formação da consciência ambiental e proposição de projetos para proteger questões imensuráveis e imprescindíveis para a sobrevivência do planeta e de todas as formas de vida. A consciência ambiental aliada a vontade política são ferramentas necessárias para evitarmos o colapso ambiental”, destacou a diretora.

As pautas das Ciências Ambientais

A segunda parte do evento, à tarde, teve a amostra dos vídeos vencedores e em seguida a apresentação, direto de Parintins (AM), do cantor e compositor do Grupo Curumins da Baixa, Enéas Dias, ilustrando o evento com a cultura musical e as vivências dos povos da floresta. Já o Grupo Aves Pantaneiras, da Universidade Católica Dom Bosco, trouxe um repertório voltado à pesquisa e interpretação de músicas sul-mato-grossense. O Coral da Unesc, dirigido pelo maestro Joel de Oliveira, encerrou o evento e a parte cultural, com a canção: Manhãs do Sul do Mundo.

As discussões temáticas foram organizadas mais duas mesas redondas. A primeira abordou o tema “Projetos, Investigações e Ações da Área de Ciências Ambientais no Brasil”. Os professores Julia Zanin Shimbo, do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM) e Washington de Jesus Sant’Anna da Franca-Rocha (Universidade Federal de Feira de Santana-BA) discorreram sobre a temática “Projeto de Mapeamento Anual do uso e cobertura da Terra no Brasil (Mapbiomas)”. A pesquisadora Ana Paula Dutra Aguiar (Instituto Nacional de Pesquisas-INPE) apresentou “Nexus Água-Alimento-Energia e os ODSS: Uma Abordagem Participativa em Múltiplas Escalas”.

A segunda mesa redonda da tarde discutiu sobre “Mestrados Profissionais em rede Nacional da Área de Ciências Ambientais”. Coube ao pesquisador Jefferson Nascimento de Oliveira (Universidade Estadual Paulista, UNESP) apresentar a temática “Água: Gestão e Regulação de Recursos Hídricos”. Já a docente Kátia Viana Cavalcante (Universidade Federal do Amazonas, UFAm falou sobre “CIAMB: Ensino das Ciências Ambientais”.

Para visualizar as lives dos evento acesse os links:

 Parte 1 

Parte 2 

Universidades organizadoras:

Unesc – Universidade do Extremo Sul Catarinense – Criciúma/SC
Cesmac - Centro Universitário Cesmac - Macéio/AL
Feevale - Universidade Feevale - Novo Hamburgo/RS
IFPE – Instituto Federal de Pernambuco – Recife/PE
UFPE – Universidade Federal de Pernambuco – Recife/PE
UPE – Universidade de Pernambuco – Recife/PE
UCDB - Universidade Católica Dom Bosco – Campo Grande/MS
UEFS - Universidade Estadual de Feira de Santana/BA

Fonte: AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

30 de setembro de 2021 às 13:16
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SESMT da Unesc promove curso de reciclagem em segurança do trabalho

SESMT da Unesc promove curso de reciclagem em segurança do trabalho
Funcionários do Horto, do Iparque, da manutenção civil e gestores foram capacitados(Fotos: Décio Batista) Mais imagens

“Segurança acima de tudo”: esse slogan a Unesc segue à risca. Nesse ritmo, os Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT) da Universidade, promoveram aos colaboradores, nesta segunda-feira (27/9), a atualização do certificado da Norma Regulamentadora 35 (NR35), que estabelece os requisitos mínimos de proteção para o trabalho em altura envolvendo o planejamento, a organização e a execução, necessário há cada dois anos.

A capacitação e requalificação ocorreu durante todo o dia. Pela manhã os funcionários passaram pela sala de aula, revendo as instruções da NR35 e conhecendo os equipamentos de proteção para a execução de suas atividades. No período vespertino eles passaram para a prática em ambientes reais, enfrentados no dia-a-dia. O primeiro exercício foi descer um rapel vertical no Bloco P. Em seguida, realizaram manobras em escada e escada marinheiro, encerrando os treinamentos em acesso à árvore.

Segundo a técnica em Segurança do Trabalho, Devonete Mariano, os funcionários realizaram exames clínicos e físicos. “Esse curso precisa ser renovado a cada dois anos. Estamos promovendo a atualização e a reciclagem do treinamento para todos que estão em atividade. Eles recebem certificados comprovando que estão aptos para exercer seu trabalho”, explicou.

O curso de capacitação foi ministrado pela empresa RS Tek, através do instrutor e técnico do Trabalho Reginaldo da Silva. Ele apontou que a capacitação e a reciclagem são muito importantes para os colaboradores e gestores. “O mais importante é proporcionar ao funcionário a garantia de um trabalho seguro. Que ele venha trabalhar e volte para sua família seguro. É bom para ele e para a Unesc. O conhecimento da Normativa também ajuda os gestores a cobrarem das empresas terceirizadas, o mesmo nível de segurança na prestação dos serviços”, destacou o instrutor.

Fonte: AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

27 de setembro de 2021 às 18:36
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O combate às fake news no lançamento da Semana de Ciência e Tecnologia da Unesc

O combate às fake news no lançamento da Semana de Ciência e Tecnologia da Unesc
Professor e pesquisador Luiz Carlos Dias, titular do Instituto de Química da Unicamp foi o palestrante da noite(Fotos: Décio Batista) Mais imagens

A 12ª Semana de Ciência e Tecnologia (SCT) da Unesc foi lançada em alto estilo na noite desta quarta-feira (22/9). O professor Luiz Carlos Dias, pesquisador da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), apresentou estudos e informações importantes sobre a vacina contra a Covid-19 e as fake news que giram em torno da pandemia.

“Não há um mundo seguro sem ciência”, frisou o convidado. O professor pontuou a sua fala na definição de proteção à humanidade que os cientistas desempenham, em especial em tempos como os atuais. “A ciência é extremamente importante, melhora a nossa qualidade de vida, aumenta a expectativa de vida. E a ciência é absolutamente fundamental na nossa luta contra o negacionismo, charlatanismo, obscurantismo e as pseudociências”, apontou o professor.

A SCT da Unesc tem como tema “A Transversalidade e a Importância da Ciência, da Tecnologia e da Inovação pra o Planeta”. O professor Luiz Carlos citou a temática. “Um tema muito bem escolhido, pois a transversalidade da ciência nos remete à importância da construção do conhecimento utilizando todas as áreas. Como foi tema da reunião deste ano da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, ‘todas as ciências são humanas, as exatas, as humanas e as sociais’”, afirmou o pesquisador.

Nas boas vindas ao convidado e na apresentação da SCT em nome da Universidade, a reitora Luciane Bisognin Ceretta ponderou que o tema da programação de 2021 converte de forma muito direta para o cenário atual. “Parece-nos absolutamente necessário que nós, de uma Instituição de Ensino Superior, no papel de catalisadores de conhecimentos diversos, promovamos essa discussão, democratizando o acesso à informação de boa fonte e contribuindo com a superação da pandemia. A Ciência cumpre fundamental papel para a continuidade da vida humana no mundo, mas tem sido questionada”, observou.

A reitora lembrou o papel da Unesc nesse contexto. “A nossa Unesc é uma Universidade comunitária, internacionalizada, com produção acadêmica de destaque, que há 53 anos forma excelentes profissionais em todas as áreas do conhecimento, com mais de 200 projetos de extensão. Com a arte e a cultura pujante, com a inovação em profunda ascensão que convergem seus esforços para refletir e buscar soluções para uma da mais intensa crise sanitária da nossa geração”, reforçou.

A diretora de Pesquisa e Pós Graduação da Unesc, professora Patrícia de Aguiar Amaral, que preside a comissão organizadora da SCT, sublinhou a importância que o evento tem. “A SCT é um evento institucional que movimenta todos os setores e cursos da nossa da Unesc. Somos uma Universidade Comunitária que investe seus recursos no tripé universitário ensino-pesquisa-extensão, sempre com foco na nossa missão institucional”, destacou.

A professora Patrícia lembrou a ansiedade que reveste os alunos no período que antecede a SCT. “Muitos dos nossos bolsistas de iniciação científica e extensão aguardam ansiosos para apresentar em seus resultados, muitos desses têm neste evento seu primeiro contato com o meio científico onde suas pesquisas são avaliadas. É um momento de muito aprendizado”, salientou.

Para assistir a palestra do professor Luiz Carlos, clique aqui
 

Semana da Ciência e Tecnologia

A 12ª SCT acontece de 8 a 12 de novembro na modalidade virtual. Neste período são realizados o 21º Seminário de Iniciação Científica, o 13º Salão de Extensão, o 11º Salão de Ensino, o 7º Salão de Pós-Graduação, a 8ª Feira de Inovação, o 8º Talento Cultural, a 7ª Feira de Ciências, o 6º Workshop de Arqueologia e o 4º Ciclo de Palestras do Museu de Zoologia. O evento é composto por palestras, oficinas, minicursos e apresentações de trabalhos de pesquisa, extensão e relatos de ensino e experiência.

A SCT objetiva fomentar a discussão do conhecimento e das experiências relacionadas à transversalidade da ciência, da tecnologia e da inovação para o desenvolvimento equitativo e sustentável.

A transversalidade se refere à visão sistêmica, à interconexão e à construção coletiva que possibilita a intervenção na realidade para a sua transformação, sendo necessárias mudanças organizacionais, metodológicas e conceituais.

Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) compreendem a transversalidade como uma das formas estratégicas para que os desafios deste século sejam superados pelo desenvolvimento econômico, social e ambiental de modo sustentável.

As discussões que acontecerão na 12ª SCT são fundamentais para a compreensão das potencialidades da transversalidade da ciência, da tecnologia, da inovação e de todas as áreas do conhecimento no enfrentamento dos desafios regionais, nacionais e internacional.

Fonte: AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

23 de setembro de 2021 às 17:46
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Em clima de Setembro Amarelo, Acolher Unesc reforça luta pela vida

Em clima de Setembro Amarelo, Acolher Unesc reforça luta pela vida
Cinco eixos foram apresentados por especialistas para tratar de saúde mental e combate ao suicídio (Fotos: Décio Batista) Mais imagens

Falar é o melhor remédio para combater o suicídio. Esta foi a reflexão mais recorrente apresentada pelos sete especialistas que participaram de um encontro híbrido promovido pelo Programa Acolher, da Unesc, na noite desta terça-feira (21/9). O tema em pauta foi “Tempos de Acolhimento Arte de Viver: Cuidado e Prevenção em Saúde Mental”. O evento, baseado no Auditório Ruy Hülse, contou com transmissão pelo canal da Unesc TV no YouTube.

Na abertura, a diretora de Extensão, Cultura e Ações Comunitárias da Universidade, professora Fernanda Guglielmi Faustino Sônego, representando a reitora Luciane Ceretta, ressaltou a importância do tema, com o objetivo de propiciar a integração e enfatizar a valorização da vida. “São momentos como este em que, alertamos e alteramos a nossa rotina em busca de reflexões, novos conhecimentos, da partilha de experiências e de vivências obtidas no percurso do dia a dia”, destacou.

O evento abordou cinco eixos temáticos voltados ao bem estar da mente. Além do tema central, foram apresentados a Rede de Atendimento Psicossocial (Raps); Acolhimento Humanizado; Psicoterapia: Ação Necessária; Valorização da Vida; Determinantes Sociais e Espiritualidade x Sintomas.

“Tempos de Acolhimento Arte de Viver: Cuidado e Prevenção em Saúde Mental”

A psiquiatra Ritele Hernandes da Silva, do Instituto Neurociência João Quevedo, trouxe ao debate o tema principal. Para ela, um grande desafio, já que traz vários conceitos em uma única frase. “O cuidado e a prevenção de saúde mental é o tema da campanha do Setembro Amarelo da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), onde diz que ‘é preciso agir, o suícidio pode ser evitado’. O suicídio é um ato deliberado executado pelo próprio indivíduo, cuja intenção é a morte de forma consciente, intencional. mesmo que ambivalente. Em cada 100 pacientes 17 apresenta o pensamento suicida, cinco delas tem uma criação do pensamento do plano de um suicida, 3 cometem a tentativa e apenas um realiza o ato”, explicou a psiquiatra.

Valorização da Vida

O professor Zolnei Córdova, psicólogo e coordenador do Programa Acolher, dissertou sobre o tema “Valorização da Vida”, pelo qual, através de suas experiências, busca compreender a vida. “Que sentido e significado eu dou para minha vida, para existência dela o que eu busco com ela ao estar aqui. O primeiro ponto de entendimento é compreender quem eu sou, diante dessa história e dessa existência. Quem eu sou não só para mim, mas quem eu sou no meu grupo familiar, quem eu sou na minha relação de amigo, quem eu sou nas minhas dinâmicas sociais. Mas além desses espaços a valorização maior está com quem de fato eu sou e eu quero ser”, orientou o professor.

Determinantes Sociais

A enfermeira Ana Losso, coordenadora da Rede de Saúde Mental (Caps) de Criciúma, dialogou dentro das “Determinantes Sociais”. Para contextualizar, em vez de trazer respostas ela fez provocações. “A gente, quando fala em suicídio, leva muito para o viés do biológico, do indivíduo, da doença e eu queria trazer um outro viés, o viés dos determinantes sociais. Falar sobre a morte, não é nada fácil e muito mais difícil em comentar sobre a morte autoprovocada, o suicídio. O autocídio existe desde que o homem se conhece como ser pensante, e acontece em todas as culturas, em todas as sociedades, em todas as raças, em todas as idades, em todos os gêneros. É um fenômeno extremamente democrático, sendo determinado por múltiplos fatores, é praticamente impossível indicar uma única causa, embora os condicionantes sociais do adoecimento humano estejam presentes em uma intensidade e frequência, nos levam a pensar em forma de prevenção, de tratamento não só focados no indivíduo e no biológico, mas voltados para a forma de viver em sociedade” analisou a enfermeira.

Acolhimento Humanizado

Este eixo foi dissecado pela psicóloga Tamires Rosa Pacheco. Ela explicou como iniciou e onde é possível receber a atenção. “O atendimento humanizado nasce em 2003, junto com a política de humanização e pode também ser utilizado no serviço privado na comunidade. Por ser uma tecnologia leve no Sistema Único de Saúde (SUS), pode ser utilizada por todos os profissionais da saúde. O serviço veio para fortalecer os princípios do SUS e a tecnologia leve significa o envolvimento das relações humanas. Dentro do atendimento humanizado a gente tem acesso aos serviços disponíveis para a população, para o acolhimento que é a atenção olhar no olho, é o vínculo de afetos e laços que a gente vai criando junto aos usuários”, esclareceu a psicóloga.

Psicoterapia: Ação Necessária

A psicoterapeuta Karen Martins Gomes expôs a importância do acolhimento ao paciente, quando ele está com risco de ação suicida. É fundamental o processo psicoterapêutico junto com atendimento psiquiátrico. “A gente não pode negar o acolhimento porque ele precisa estabilizar em um primeiro momento, até porque ele precisa compreender o que está acontecendo, quem sou? O que que eu quero da minha vida? Quem eu fui? Eu sempre digo que o paciente quando está nesse processo, ele não é, ele está. E aí a gente precisa compreender a linha da vida dele e o que fez ele chegar até neste ponto”, alertou a especialista.

Espiritualidade x Sintomas

O médico João Madeira Neto também contribuiu com as discussões. “A espiritualidade vem contribuir para que os desfechos em saúde sejam melhores. Nós temos melhores resultados em todas as áreas do ponto de vista da saúde mental. E agora existem muitas evidências científicas com relação à saúde física. Dentro da cirurgia cardiovascular, a qual eu faço parte, nos pacientes espiritualizados as pontes de safena duram mais. A cicatrização em cirurgia cardíaca é melhor. Então nós devemos nos capacitar, fazer reciclagem, atualizações, para que possamos oferecer a espiritualidade aos nossos pacientes. Principalmente nesses tempos de pandemia, de tanto sofrimento, e que vai trazer um bem estar para todos nós”, abordou

Rede de Atendimento Psicossocial (Raps)

A psicóloga Alana Oliveira Cunha trouxe para a conversa o papel da Rede de Atendimento Psicossocial (Raps), dentro do contexto do combate ao suicídio. “Falar de prevenção ao suicídio a partir da rede de atenção psicossocial é falar de uma aposta na vida, considerando o cuidado. E um cuidado que se faz em rede nas relações e no território, porque quando a gente fala da rede de atenção psicossocial ainda que ela seja, uma proposta de política em saúde instituída em 2011. A gente vai tá falando também de uma lógica de cuidado, que a Raps nos apresenta; Que é uma lógica de cuidar pautado no território e o território é esse lugar onde a vida acontece. Precisamos lembrar que onde a pessoa sofre é na casa dela, e aí o serviço de saúde vai precisar caminhar e pisar neste território. A Raps também nos convida a pensar que o cuidado e a atenção psicossocial não é individual, ele é singular, ele vai ser pensado de forma única com cada pessoa. O cuidado não é para a pessoa, a gente faz cuidado com a pessoa”, descreveu a profissional.

Para visualizar o evento clicar aqui

O programa Acolher ainda tem programado para o Setembro Amarelo mais três eventos até o final do mês, todos via Google Meet.

23/9 - Quinta-feira - 19 horas
A influência das Redes Sociais na Comunicação Humana

27/09 - Segunda-feira - 19 horas
Prescrição e uso de medicamentos

29/09 - Terça-feira - 19 horas
Luto, separações e perdas em tempo de pandemia. Como ressignificar esse novo ritual de despedida

Fonte: AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

22 de setembro de 2021 às 18:35
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Acolher da Unesc promove debate sobre saúde mental

Acolher da Unesc promove debate sobre saúde mental
Na pauta do Setembro Amarelo, sete especialistas farão parte de uma roda de conversa online(Foto: Banco de Imagem stock.adobe) Mais imagens

O Setembro Amarelo é conhecido como o mês de conscientização contra o suicídio. Para tratar desse assunto delicado, que aflige famílias e pressiona a sociedade, o Programa Acolher da Unesc estará realizando um debate virtual com o tema “Tempos de Acolhimento Arte de Viver: Cuidado e Prevenção em Saúde Mental”.

O encontro, que terá transmissão da Unesc TV no YouTube, ocorrerá nesta terça-feira (21/9), a partir das 19h, reunindo sete especialistas que abordarão temáticas voltadas ao bem estar da mente. O tema central ficará a cargo da psiquiatra Ritele Hernandes da Silva. A psicóloga Alana Oliveira Cunha tratará da Rede de Atendimento Psicossocial (Raps) e a psicóloga Tamires Rosa Pacheco apresentará dados sobre o Acolhimento Humanizado.

A psicoterapeuta Karen Martins Gomes vai expor sobre “Psicoterapia: Ação Necessária”. O professor Zolnei Córdova, psicólogo e coordenador do Programa Acolher, vai discorrer sobre o tema “Valorização da Vida”. A enfermeira Ana Losso, coordenadora da Rede de Saúde Mental (Caps) de Criciúma, tratará sobre “Determinantes Sociais”. Também tomará parte da programação o médico João Madeira Neto contribuirá com a temática “Espiritualidade x Sintomas”.

Segundo a professora e coordenadora da Rede de Saúde Mental (Caps) de Criciúma, Ana Losso, o “Setembro Amarelo” aborda um tema importante e presente na comunidade mundial. “O grande recado que o Setembro Amarelo nos traz é que tem outros caminhos. O grande problema hoje que nós enfrentamos é o falar. As pessoas não falam e quando querem falar não tem quem as escute”, explica a enfermeira que prossegue citando o psiquiatra Adalberto Barreto. “O  pai da terapia comunitária integrativa diz que quando a boca cala o corpo fala, quando a boca fala o corpo sara. Então o corpo vai estar lá se nós não falarmos pela boca, não exteriorizar os nossos sofrimentos, as nossas angústias e os nossos medos. De alguma forma o nosso corpo vai falar e vai falar através de uma dor, através de um problema gastrointestinal, através de uma úlcera, ou através de uma tentativa de suicídio ou homicídio consumado, então é preciso falar”, concluiu a coordenadora do Caps.

Para acompanhar o evento, basta acessar o link 

Fonte: AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

20 de setembro de 2021 às 15:25
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