Ciências Biológicas - Licenciatura

Educação ambiental

A equipe do projeto de extensão “Educação Ambiental com Enfoque na Preservação da Reserva Biológica Estadual do Aguaí”, realizou recentemente atividades com os alunos dos terceiros e segundos anos do Ensino Médio das escolas de Educação Básica Humberto Hermes Hoffmann (Nova Veneza) e Udo Deeke (Treviso). Durante os encontros, foram desenvolvidas atividades pedagógicas sobre a contribuição que Reserva Biológica Estadual do Aguaí exerce sobre a qualidade do ar (jogo didático denominado “Poluição do Ar”), e das águas (determinação do pH de drenagem ácida de mineração e oficinas de confecção de terrários e mata ciliar).

O projeto é coordenado pela professora Miriam da Conceição Martins, tendo como colaboradoras as professoras Marta Valéria de Souza Hoffman e Paula Tramontin Pavei, como voluntária a técnica de laboratório Zenaide Paes Topanotti, juntamente com os acadêmicos bolsistas Carlos Henrique Devilla Marcello e Lia Cristiam Nascimento dos Santos, dos cursos de Engenharia Ambiental e Sanitária e Ciências Biológicas, respectivamente.

Por: Milena Spilere Nandi 11 de novembro de 2019 às 09:00
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Fórum do Rio Mãe Luzia

Os representantes do Fórum Permanente de Restauração e Revitalização do Rio Mãe Luzia, participaram de uma reunião itinerante no município de Criciúma. O encontro teve início nas dependências do Centro de Educação Ambiental do Departamento de Educação Ambiental da Famcri (Fundação do Meio Ambiente de Criciúma) e posteriormente os membros se dirigiram à localidade denominada Mãe Luzia, onde o rio corta o município e onde é perceptível a sua poluição.

A participação dos envolvidos na visita in loco do Rio Mãe Luzia proporcionou troca de experiências sobre as características e origens do rio, oportunizando conhecer um pouco mais da sua dinâmica.

O Fórum Permanente de Restauração e Revitalização do Rio Mãe Luzia tem como representantes vereadores dos municípios de Treviso, Siderópolis, Nova Veneza, Criciúma, Forquilhinha, Maracajá, pesquisadores da Unesc, Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Araranguá, fundações ambientais municipais e representantes das comunidades.

O Fórum tem como presidente a professora da Unesc, Miriam da Conceição Martins.

07 de novembro de 2019 às 11:57
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Participantes de projeto de extensão desenvolvem atividades na Unesc

Os integrantes do projeto de extensão “Educação Ambiental em Escolas do Território Paulo Freire, localizadas próximas ao Bairro Santo André”, receberam na última semana, professores e alunos das turmas dos quartos anos da Escola José Contim Portella, de Criciúma, no Laboratório de Ensino de Ciências Professora Mári Stela Campos, da Unesc.

A visita teve como objetivo conhecer este espaço de interação pedagógica, onde os estudantes da rede municipal participaram de atividades sobre a biodiversidade, conheceram vários animais em via úmida que fazem parte do acervo do laboratório.

O projeto é coordenado pela professora Miriam da Conceição Martins, com a participação do professor Mario Ricardo Guadagnin, tendo como voluntária, a técnica de Laboratório Zenaide Paes Topanotti, juntamente com os acadêmicos bolsistas José Augusto Teixeira Pires e Ramona Pereira Portela, do curso de Ciências Biológicas.

Por: Milena Spilere Nandi 31 de outubro de 2019 às 15:14
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Alunos do curso de Ciências Biológicas realizam atividade prática de amostragem de fauna

Acadêmicos da sexta fase do curso de Ciências Biológicas (Bacharelado) realizaram recentemente uma saída de campo ao município de Treviso, onde realizaram uma aula prática de amostragem da fauna local. A atividade fez parte da disciplina de “Práticas de Campo em Zoologia”, ministrada pelo professor Fernando Carvalho.

As atividades foram desenvolvidas nos períodos diurno e noturno e envolveram amostragem de marcroinvertebrados terrestres e aquáticos, anuros (sapos, rãs e pererecas), serpentes, lagartos, aves, mamíferos de médio e grande porte, assim como, de morcegos. A aula teve a participação da professora Mainara Figueiredo Cascaes, dos biólogos Luiz Fernando Uggioni e Gustavo Piletti Plucenio, a mestranda do PPGCA (Programa de Pós-Graduação de Ciências Ambientais), Luana da Silva Biz, juntamente com as monitoras da disciplina Betina Emerick Pereira e Mayara Fernandes.

“Durante os três dias os alunos vivenciaram as técnicas vistas em sala de aula, tendo assim experiência prática da aplicação de métodos para coleta de dados em campo. Posteriormente, os dados obtidos em campo serão tabulados em sala de aula e os alunos trabalharão na análise e interpretação destas informações. A partir desta atividade espera-se que o graduado em Ciências Biológicas desenvolva as competências necessárias para atuar em projetos que envolvam amostragem de fauna. Esse é um dos diferenciais do curso de Bacharelado em Ciências Biológicas da Unesc, o qual busca sempre desenvolver as competências necessárias para a profissão do biólogo, formando profissionais habilitados a trabalhar nas mais diversas áreas de atuação do bacharel em Ciências Biológicas”, afirma o professor da disciplina.

Por: Milena Spilere Nandi 24 de outubro de 2019 às 17:03
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Interação entre mamíferos marinhos e pesca abre o II Ciclo de Palestras do Museu de Zoologia

O II Ciclo de Palestras do Museu de Zoologia, na X Semana de Ciência e Tecnologia da Unesc, teve como palestra de abertura a temática da interação possível entre mamíferos marinhos e a pesca. O evento foi aberto pelo professor e pesquisador Rodrigo Machado, que trouxe ao público um tema polêmico e que a cada dia se acentua, a problemática da conservação dos mamíferos marinhos e a atividade pesqueira.

Ainda que alguns movimentos aconteçam no sentido de reduzir esse impacto, a percepção é que um longo caminho ainda precisa ser trilhado. Para o professor ainda que a tecnologia já disponibilize meios, faltam políticas que permitam esse novo momento. “Nossa ideia foi explanar sobre essas interações e mostrar que existe várias alternativas tecnológicas que minimizam esse problema, reduzindo o conflito e conservando os animais”, explicou o professor, que estuda o tema há mais de 20 anos. Rodrigo Machado analisa que, no entanto, essas tecnologias estão colocadas, porém pouco tem sido feito para a implantação destas. Outro aspecto abordado pelo pesquisador dá conta de movimentos de governos no sentido de promoção de modelos e legislações que tornem mais sustentáveis a pesca, conservando o recurso. “A legislação que vem sendo discutida no Brasil propõe a pesca mais sustentável, permitindo uma produção pesqueira maior e consequentemente uma conservação dos mamíferos marinhos também”, analisa.

Um dos modelos que já vem sendo adotado neste sentido, exemplifica o professor Rodrigo Machado, é a restrição da pesca de arrasto no litoral do Rio Grande do Sul, com o apoio dos pescadores gaúchos.  Em 2018 o Estado vizinho implantou a Política Estadual da Pesca, com vistas a promover a maior sustentabilidade do setor. Na análise do pesquisador, esse modelo também tem favorecido a preservação de outras espécies. “Os mamíferos marinhos fazem parte do ecossistema, comem peixe, regulam as populações de presas e têm um papel chave no ecossistema marinho. No momento que a gente extingue uma espécie, se tem um desequilíbrio importante, negativo e esse desequilíbrio com certeza causa também prejuízo para o setor pesqueiro. Então é importante para a atividade econômica que os mamíferos marinhos continuem com suas populações estáveis”, explica Machado. Além da proibição da pesca de arrasto nas 12 milhas da costa gaúcha, a lei também cria um fundo da pesca, estabelece monitoramento do que se pesca, organiza a retomada da pesca como atividade econômica importante para a rendas dos município, contribuindo também para a situação econômica, além de preservar, conservar e recuperar os recursos dos ecossistemas, prevenindo a extinção de espécies.

Hoje uma das espécies mais impactadas pela pesca é a toninha, um tipo de golfinho pequeno. Por suas características, como a dificuldade de identificar redes marinhas, muitas acabam morrendo e colocam este mamífero na lista vermelha das espécies ameaçadas de extinção. “Alguns pesquisadores acreditam na extinção desta espécie em até 30 a 40 anos”, alerta o pesquisador.

O evento faz parte das diversas palestras que o Museu de Zoologia da Unesc realiza ao longo da Semana de Ciência e Tecnologia. Para o professor a semana permite a abordagem de temáticas muito importantes da ciência e tecnologia para o desenvolvimento dos cursos, da região, da conservação.

Para a coordenadora do Museu de Zoologia, Morgana Cirimbelli Gaidzinski, o Ciclo de Palestras é o momento para evolução do debate a respeito da conservação e da sustentabilidade. “Esses encontros nos permitem levar conhecimentos e essa propagação de informação é que, em um conjunto, num coletivo, podemos alcançar resultados positivos”, salientou.

Ana Sofia Schuster - AICOM Unesc

Fonte: AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Por: Ana Sofia Schuster 23 de outubro de 2019 às 21:20
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