Ciências Econômicas

Debate qualificado marca 2ª edição do projeto “Sul do Estado Pós-Pandemia” promovido pela Unesc

Debate qualificado marca 2ª edição do projeto “Sul do Estado Pós-Pandemia” promovido pela Unesc
Evento online marcou o lançamento do Observatório de Desenvolvimento Socioeconômico e Inovação da Unesc nesta quarta-feira (10/6) (Fotos: Mayara Cardoso / Reprodução) Mais imagens

Lideranças nacionais, estaduais e regionais integraram, na noite desta quarta-feira (10/6) a 2ª edição do projeto “Sul do Estado Pós-Pandemia”, promovido pela Unesc. Em transmissão ao vivo pelo canal da Unesc TV no YouTube, a Universidade reuniu personalidades que qualificaram um debate importante sobre a situação atual e as perspectivas para o futuro próximo. Como espectadores o evento virtual recebeu mais de 1.700 pessoas, afora os ouvintes contemplados pela retransmissão de rádios e portais parceiros da iniciativa.

A noite foi marcada ainda pelo lançamento do Observatório de Desenvolvimento Socioeconômico e Inovação da Unesc, mais uma grande conquista da Universidade em prol do apoio à comunidade.

Como painelistas convidados, contribuíram com a discussão o secretário da Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues Júnior, acompanhado do diretor do Ministério, Bruno Funchal; o secretário da Fazenda de Santa Catarina, Paulo Eli e o presidente da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc), Mário Cesar de Aguiar. Além da reitora da Unesc, Luciane Bisognin Ceretta, que mediou a conversa e deixou questionamentos aos participantes, a noite contou ainda com a participação do coordenador do curso de Ciências Econômicas da Instituição, Amauri de Souza Porto Júnior, e do presidente da Câmara de Vereadores de Criciúma, Tita Beloli.

Para reitora Luciane, o debate oportunizado pela Universidade trouxe importantes questionamentos, assim como respostas e inspirações para o trabalho não só da Unesc, mas de todas as instituições que integraram a discussão em prol  dos melhores encaminhamentos diante da crise instalada na economia com a chegada da Covid-19. “Os participantes apresentaram um debate qualificadíssimo indicaram estratégias necessárias  para a retomada econômica. Seguimos firmes nas estratégias para o desenvolvimento social, econômico, ambiental e cultural da nossa região e reiteramos nosso forte compromisso com o Sul”, destacou.

Lançamento oficial do Observatório

A mais nova conquista da Unesc, o Observatório de Desenvolvimento Socioeconômico e Inovação da Instituição, foi apresentada e lançada oficialmente na abertura da live desta noite. O grupo formado por profissionais da Universidade trabalha com foco na análise de cenários e disponibilização de informações que orientem a sociedade, relacionadas aos principais dados existentes nas regiões da AMREC, AMESC e AMUREL com o intuito de promover o desenvolvimento econômico, social, ambiental e do ecossistema de inovação.

Conforme a professora Melissa Watanabe, que coordena o Observatório ao lado do professor Thiago Rocha Fabris, a criação do grupo se justifica ainda mais neste momento de turbulência no cenário mundial, apesar de já estar sendo programado pela Universidade desde o último ano. “Nós percebemos a falta de informações organizadas para a região que possibilitassem a pesquisa a qualquer tempo. Desta forma, vamos preencher essa lacuna a fim de orientar o processo decisório dos atuais e potenciais empreendedores e formuladores de políticas públicas da região”, explicou.

O grupo é formado ainda pela equipe de gestão com a participação da reitora, Luciane Bisognin Ceretta, do vice-reitor, Daniel Preve e das representantes da pró-reitoria de Planejamento e Desenvolvimento Institucional, Gisele Coelho Lopes e Almerinda Tereza Bianca Bez Batti Dias. Integram ainda a equipe como colaboradores os professores Kristian Madeira e Ismael Cittadin.

O trabalho do Observatório já pode ser acompanhado por meio do site observatório.unesc.net. A página traz informações sobre diferentes análises e segmentos a partir dos dados obtidos pelo grupo. 

O vídeo completo do Webinar continuará disponível para acesso no canal da Unesc TV no YouTube. 

Mayara Cardoso - Agência de Comunicação da Unesc

Fonte: AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

10 de junho de 2020 às 23:03
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Cenário econômico do país é avaliado por economista da Unesc

Cenário econômico do país é avaliado por economista da Unesc
Professor Amauri de Souza Júnior aponta que as consequências ainda não podem ser mensuradas, já que a pandemia continua se espalhando e gerando a cada minuto novos impactos (Foto: Reprodução) Mais imagens

Estabelecimentos fechados, ruas vazias, eventos cancelados e, além de toda a apreensão e preocupação das pessoas com os impactos do Covid-19 na saúde de cada um e nos sistemas de saúde de todo o mundo, outra questão traz constante preocupação: o reflexo de tudo isso na economia. Diante da necessidade de prevenção à saúde, a questão é vista como secundária, é claro, porém segue sendo acompanhada de perto por especialistas e pela comunidade em geral que teme o que pode acontecer após a pandemia.

A situação, conforme o professor e coordenador do curso de Ciências Econômicas da Unesc, Amauri de Souza Júnior, exige, de fato, preocupação não só de empresários e investidores, mas de todos. A gravidade do vírus que atingiu inicialmente a China, de acordo com Amauri, foi recebida com surpresa em janeiro de 2020, com a descoberta de novos casos, e afetou de forma violenta as bolsas de valores. “Se considerarmos do início do ano até este momento já temos uma queda de 35% acumulado. O dólar chegando ao patamar de R$ 5 também era algo que não se podia imaginar”, salientou.

As medidas nacionais e internacionais anunciadas com o objetivo de conter ou minimizar os impactos da crise que está por vir, conforme o professor, podem ser válidas, porém o cenário econômico neste momento ainda mostra muitas indefinições, assim como na área da saúde.

As definições anunciadas pelo Conselho Monetário Nacional, de acordo com Amauri, permitem que as empresas e famílias consigam repactuar suas dívidas nos próximos meses com o objetivo de ter uma folga em seu fluxo de caixa. “Conseguimos observar que existe algo em torno de R$ 3,2 trilhões que seriam passíveis de serem repactuados com essa medida”, aponta.

O reflexo de toda a situação mundial, na opinião do professor, será sentido por todos. Apesar de o momento ser de cautela em todos os sentidos e o objetivo não ser criar um pânico ainda maior, de acordo com ele, ainda não é possível agir com otimismo. “Não podemos ser otimistas ou até ingênuos ao ponto de pensar que a economia vai se recuperar rapidamente. É algo que não temos como prever. O fato é que não sabemos ainda onde está o fundo do poço. Neste exato momento estamos tomando decisões com o objetivo de frear, achatar a curva de contágio e o impacto. Vamos aguardar e torcer pelos menores impactos possíveis”, completa.

Confira o vídeo completo produzido pela Unesc TV:

Fonte: AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

18 de março de 2020 às 15:19
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Alunos em destaque na 9ª Gincana Nacional de Economia

Alunos em destaque na 9ª Gincana Nacional de Economia
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Os acadêmicos do curso de Ciências Econômicas, Ramires Costa Ferreira e Paula Guollo, se destacaram na 9ª Gincana Nacional de Economia. A dupla ficou em quarto lugar e recebeu a premiação no dia 18 de outubro. A Gincana teve a participação de 30 duplas de 14 estados brasileiros.

A competição foi realizada durante o 23º Congresso Brasileiro de Economia, que ocorreu entre 16 e 18 de outubro, em Florianópolis. O Congresso é uma promoção e realização do Conselho Federal de Economia e do Conselho Regional de Economia de Santa Catarina, com co-realização do Sindicato dos Economistas do Estado de Santa Catarina.

Por: Milena Spilere Nandi 04 de novembro de 2019 às 10:00
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Em palestra na Unesc, Secretário de Política Econômica fala sobre os impactos do novo FGTS

Em palestra na Unesc, Secretário de Política Econômica fala sobre os impactos do novo FGTS
Adolfo Sachsida participou de evento alusivo aos 20 anos do curso de Ciências Econômicas (Fotos: Milena Nandi) Mais imagens

“Para que vocês estão na universidade? Para aprender, ir além, crescer e superar o que imaginam ser possível”. Assim o Secretário de Política Econômica do Ministério da Economia, Adolfo Sachsida, iniciou a interação com o público que esteve na Unesc na noite desta sexta-feira (6/9) para participar da palestra “Impactos econômicos do novo FGTS”. O evento contou com a presença de estudantes, professores e profissionais da área de economia e marcou as comemorações dos 20 anos do curso de Ciências Econômicas da Universidade.

Durante a sua fala, Sachsida demonstrou como e equipe econômica do Governo Federal utiliza o instrumental de teoria econômica para reformular o FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço), considerado um dos programas mais importantes para o trabalhador.

Saschida abordou o missalocation (má alocação) de recursos a partir de políticas públicas que colocaram o dinheiro em locais não produtivos. “Uma vez que você gasta mal, continua esse ciclo. E é um problema sério na economia. E o que vamos tentar fazer com as medidas anunciadas é corrigir o problema de má alocação de recursos e produtividade”, afirma. Segundo ele, o que o Ministério fez foi utilizar o conhecimento em economia da sua equioe e transformar em um formato de lei. Foram anunciadas quatro medidas: saque imediato do FGTS, aumento de remuneração, saque aniversário e uso de recebíveis.

De acordo com o secretário, os R$ 500 a serem liberados por conta de FGTS vão gerar R$ 40 bilhões na economia, o que resultará em um aumento do PIB (Produto Interno Bruto) em 0,35 pontos após 12 meses. “Dentro dos impactos estruturais a longo prazo (10 anos) o PIB per capita aumentará 2,6 pontos percentuais, a população trabalhando com carteira assinada crescerá 5,6%, o efeito acumulado no emprego formal será de mais 2,9 milhões, os aumentos das contribuições com o FGTS serão de R$ 11,3 bilhões, além de criação de uma renda anual extra para quem optar por sacar o FGTS na data de seu aniversário e da criação de um importante mercado de recebíveis”, salienta.

Participação de representantes de entidades da área de Economia

O evento que marcou as comemorações dos 20 anos de Ciências Econômicas contou com a presença de representantes de entidades da área e da comunidade acadêmica. O delegado do Corecon (Conselho Regional de Economia) em Criciúma, Fúlvio Marino Negro, o presidente da Oesc (Ordem dos Economistas de Santa Catarina), Alex Bristot e a coordenadora adjunta do PPGDS (Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Socioeconômico), Melissa Watanabe e o presidente do CA (Centro Acadêmico) de Ciências Econômicas da Universidade, Bruno Morais prestigiaram o evento.

O pró-reitor de Planejamento e Desenvolvimento Institucional, Thiago Fabris, que também é coordenador adjunto de Ciências Econômicas, agradeceu o aceite do convite pelo Secretário de Política Econômica e salientou a importância do curso e da Universidade para a região. “A Unesc é uma Universidade Comunitária, e por isso não tem fins lucrativos. Todo o resultado que ela obtém é revertido em ensino, pesquisa e extensão e vem há 51 anos contribuindo com a região. Ela é uma mola propulsora do desenvolvimento no Sul e Extremo Sul do Estado”.

O coordenador do curso de Ciências Econômicas da Unesc, Amauri de Souza Porto Júnior agradeceu e salientou a importância da presença de Sachsida nas comemorações dos 20 anos do curso, ressaltando a oportunidade de aprendizado aos acadêmicos e profissionais presentes.

Ciências Econômicas: 20 anos formando profissionais diferenciados

Ao longo de seus 20 anos de vida, completados em junho de 2019, o curso de Ciências Econômicas da Unesc evoluiu, se adaptando às necessidades do mercado e oferecendo as ferramentas para que o novo profissional encontre as melhores soluções técnicas.

Durante os quatro anos e meio do curso, o aluno tem contato com noções de Direito e Contabilidade e disciplinas relacionadas ao mercado financeiro estão entre os focos principais do curso, com tendência de estar cada vez mais presentes. A carreira do cientista econômico abrange desde a operação de forma autônoma até aqueles profissionais que trabalham com recursos de terceiros.       

O curso também prima pela formação humana. Assim, os acadêmicos podem colocar o que aprenderam em sala de aula em prática também em projetos de extensão comunitária. Além disso, os estudantes são motivados a desenvolverem trabalhos de pesquisa e a participar de projetos extracurriculares.

Milena Nandi – Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Fonte: AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Por: Milena Spilere Nandi 06 de setembro de 2019 às 23:30
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Unesc recebe palestra de Secretário de Política Econômica do Ministério da Economia

Unesc recebe palestra de Secretário de Política Econômica do Ministério da Economia
Evento faz parte das comemorações de 20 anos do curso de Ciências Econômicas (Foto: Reprodução) Mais imagens

No semestre em que se comemora os 20 anos de graduação de Ciências Econômicas da Unesc, o curso traz um evento especial para marcar a data. No dia 6 de setembro a Universidade receberá a palestra “Impactos econômicos do novo FGTS” com o Secretário de Política Econômica do Ministério da Economia, Adolfo Sachsida. O evento ocorrerá às 20h no Auditório Ruy Hülse e tem entrada franca.

Entre as pautas abordadas por Sachsida estão as principais reformas já realizadas pelo atual governo e outras demandas estudadas pela administração do país. De acordo o coordenador do curso, Amauri de Souza Porto Junior, é de grande importância debater assuntos deste tipo com a comunidade interna e externa. “Ele é um representante do alto escalão do governo e vem apresentar as medidas de conduta da política econômica do país. São decisões, algumas já tomadas, mas outras que estão por vir e que abrem um importante debate na comunidade acadêmica”, enfatiza.

Os estudantes que participarem ganharão certificado de presença para aproveitamento de atividades complementares.

Conheça o secretário

Adolfo Sachsida possui doutorado em Economia pela UnB (Universidade de Brasília) e pós-doutorado na Universidade do Alabama. É advogado com estudos na área de direito tributário. Funcionário público concursado, técnico de planejamento e pesquisa do IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada).

Atuou como professor na UnB, na Universidade Católica de Brasília, FGV (Fundação Getúlio Vargas) e IBMEC (Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais) ambas de Brasília. Nos Estados Unidos foi professor de economia na Universidade do Texas (Edinburgh).

Entre os assuntos abordados, tem experiência na área de Macroeconomia, sendo autor de vários livros e artigos técnicos sobre política econômica, política monetária, política fiscal, avaliação de políticas públicas, e tributação.

Publicou vários artigos em renomadas revistas nacionais e internacionais. É autor de três livros: “Fatores Determinantes da Riqueza de uma Nação”; “A Crise de 2007-09: Uma Explicação Liberal”; e “Considerações Econômicas, Morais e Sociais Sobre a Tributação”. Além disso, foi organizador dos livros “Reforma Tributária no Brasil: Ideias e Propostas”, “Reforma Tributária IPEA e OAB-DF”, e “Avaliando mais de R$ 500 bilhões de reais em Políticas Públicas”.

Vitor Netto - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Fonte: AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Por: Vitor Netto Henrique 02 de setembro de 2019 às 13:55
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