Centro Especializado em Reabilitação - CER II

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CER Musical encanta campus da Unesc com canções natalinas

CER Musical encanta campus da Unesc com canções natalinas
Coral realizou apresentações na manhã desta quarta-feira (Fotos: Marcelo Camilo) Mais imagens

A magia do período natalino já tomou conta da Unesc. Após o Auto de Natal, realizado na noite desta terça-feira (12/12), na manhã desta quarta-feira (13/12) foi a vez do coral composto pelos pacientes e profissionais do CER (Centro especializado em Reabilitação) aquecerem os corações. O grupo cantou nas Clínicas Integradas, na Reitoria e no hall do Bloco Administrativo da Universidade.

O CER Musical foi criado para que os pacientes desenvolvessem o máximo de autonomia e interação, e, aproveitando o clima de Natal, o grupo se apresentou para alunos, professores, funcionários e demais pessoas que passam pela Unesc.

A coordenadora do CER, Lisiane Tuon, ressaltou a importância das apresentações e se surpreendeu com a reação do público. “Foi uma experiência gratificante para os nossos pacientes, que através da música e do clima de Natal encontraram ainda mais forças para superar suas dificuldades”, afirmou.

Nilo Carvalho de Aragão foi vítima de AVE (Acidente Vascular Encefálico) há sete meses, e encontrou no CER Musical a energia para voltar a cantar. “Estou na Banda Dallas há cinco anos e estou no coral justamente para poder voltar aos palcos. O CER está me ajudando muito e com certeza vou voltar, pois minha vaga está guardada”, revelou.

Fonte: Setor de Comunicação Integrada

Postado por: Milena Spilere Nandi 13 de dezembro de 2017 às 13:37
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Pesquisa da Unesc revela o perfil da mulher criciumense vítima de violência

Pesquisa da Unesc revela o perfil da mulher criciumense vítima de violência
Dados foram resultados de um projeto da Universidade (Fotos: Divulgação) Mais imagens

Em Criciúma, o perfil da mulher em situação de violência doméstica está entre os 20 e 44 anos, em sua maioria com mais de um filho, vivendo em relacionamentos abusivos com maridos ou companheiros de 2 a 5 anos. Esse é o resultado de uma pesquisa desenvolvida pela Unesc, que analisou mulheres que foram até o Poder Judiciário para obter a proteção da Lei Maria da Penha, entre julho e novembro de 2017. Os dados foram resultados do projeto "Violência de gênero e a Lei Maria da Penha (Lei 11.340/2006): a construção de indicadores de violência contra as mulheres na Comarca de Criciúma/SC".

A professora Monica Ovinski, coordenadora do projeto, comentou que os questionários foram levados até as mulheres em situação de violência e os homens acusados, além do acompanhamento das audiências sobre a acusação do crime de ameaça. “Com a obtenção desse perfil, se torna mais fácil saber quem são essas mulheres e onde elas estão. O contexto vai auxiliar no desenvolvimento de políticas públicas que possam atuar no atendimento e na prevenção”, ressaltou.

Monica comenta ainda que os próximos passos serão levar esses números a diante. “Serão elaborados artigos, relatórios, capítulos de livros, entre outros processos que devem ser entregues ao Tribunal de Justiça, ao Conselho Municipal de Direitos das Mulheres e também ao Poder Público municipal e estadual”, comenta.

A pesquisa também foi desenvolvida pela professora Giovana Ilka Jacinto Salvaro e pelo professor Ismael Gonçalves Alves, com a participação das acadêmicas Taiana de Oliveira e Marina Schneider (Curso de História) e Patrícia Machado Martins (Curso de Direito). O projeto é vinculado ao DIDH (Programa Diversidades, Inclusão e Direitos Humanos) e recebe apoio do CER (Centro Especializado em Reabilitação)

Gênero e violência contra as mulheres

A pesquisa também será compartilhada durante um encontro que ocorre na próxima terça-feira (12/12), às 14 horas, no Cedoc. Com o tema “Gênero e Violência contra as mulheres”, diversos depoimentos vão contribuir para a análise de aspectos teóricos e práticos na realidade das demandas atuais.

O encontro também vai contar com a participação de professores e extensionistas do projeto Amora, além da presidente do Conselho Municipal de Direitos das Mulheres, Maria Estela Costa Silva, que vai trazer um panorama municipal sobre o assunto.

Fonte: Setor de Comunicação Integrada

Postado por: Mayra Antonio De Lima 07 de dezembro de 2017 às 14:59
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Crianças do Centro Especializado em Reabilitação visitam estádio Heriberto Hülse

Crianças do Centro Especializado em Reabilitação visitam estádio Heriberto Hülse
Momento de emoção para os pequenos que foram ao local pela primeira vez (Foto: Marcelo Camilo) Mais imagens

Durante esta terça-feira (5/12), as crianças atendidas pelo CER (Centro Especializado em Reabilitação) visitaram pela primeira vez o estádio Heriberto Hülse. Acompanhados de seus responsáveis, todos se encantaram ao conhecer os bastidores do clube do coração.

Segundo a coordenadora do CER Lisiane Tuon, a visita proporcionou às crianças conhecer o futebol fora da televisão. “A atividade é importante para que as nossas crianças junto de seus pais possam conhecer o clube da nossa cidade. O principal objetivo foi mostrar como funciona a estrutura, mas também estimular a imaginação dos pequenos que sonham em ser jogador de futebol”, afirmou.

As crianças visitaram quase toda a estrutura do estádio, além de conhecer o vestiário e até entrar no gramado. Ao fim da visita, todos ganharam um adesivo de lembrança do Tigre. “Foi muito legal ter participado, agradeço ao CER por estar aqui. Só faltou uma bola para jogar no campo, mas quando eu for jogador eu venho de novo”, comentou Murilo da Silva, de 7 anos.

Fonte: Setor de Comunicação Integrada

Postado por: Assessoria de imprensa 07 de dezembro de 2017 às 16:52
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A arte em favor da reabilitação

A arte em favor da reabilitação
Pacientes se expressam pela escultura (Fotos: Marcelo Camilo) Mais imagens

Transformar argila em esculturas se tornou mais do que uma forma de arte. No CER (Centro Especializado em Reabilitação da Unesc) a terapia ocupacional exercita os aspectos sensoriais e a criatividade dos pacientes. A atividade é realizada semanalmente, no ateliê de artes da Unesc.

A capacidade de executar movimentos finos com total controle, é o principal desafio de Maria Vitali, que é umas das pacientes participantes do grupo. “É muito bom participar destas atividades, é diferente das outras pois me sinto muito bem”, afirma dona Maria.

O método pode ser aplicado em pessoas de todas as idades, e é realizado em grupo pelos pacientes que foram vítimas de AVE (Acidente Vascular Encefálico). “A utilização da argila ajuda muito os pacientes que mostram dificuldades em se expressar verbalmente”, garante a coordenadora do CER, Lisiane Tuon.

Segundo a terapeuta ocupacional Giuzi Netto Souza, a reabilitação não se trata apenas de exercícios físicos, e a arte é uma ótima terapia na conquista de novos espaços. “O trabalho com as mãos exercita e recupera o AVE, além de trabalhar a coordenação motora, viso motora e motricidade fina”, explica.

Fonte: Setor de Comunicação Integrada

Postado por: Mayra Antonio De Lima 01 de dezembro de 2017 às 21:17
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Atividade externa inova terapia dos assistidos do CER

Atividade externa inova terapia dos assistidos do CER
Profissionais defendem autonomia e independência dos pacientes (Fotos: Marcelo Camilo) Mais imagens

Ir ao supermercado, fazer compras, atravessar a rua, são ações simples que muitos de nós fazemos diariamente. Mas para as pessoas com deficiência e pacientes que foram vítimas de Acidente Vascular Encefálico (AVE), são tarefas que se tornam difíceis quando não há acessibilidade.

Pensando nisso, o CER (Centro Especializado em Reabilitação) da Unesc desenvolve atividades externas com o objetivo de promover autonomia e independência aos atendidos. Nesta semana, profissionais de fisioterapia e fonoaudiologia acompanharam os pacientes em supermercados e demais estabelecimentos da cidade, proporcionando atividades que visam a acessibilidade para todos.

“Sempre trabalhamos de acordo com a realidade de cada paciente, preparando a nossa equipe para auxiliar cada um deles, em suas atividades do cotidiano”, comenta a coordenadora do CER, Lisiane Tuon.

Dona Belmira dos Santos está no CER desde que teve AVE há 8 meses, e apesar das dificuldades, sabe que é capaz de fazer suas atividades como todos. “Antes eu achava mais difícil, mas como gostei de vir ao supermercado vou querer fazer compras com meu marido sempre”, afirma.

As melhoras significativas de dona Belmira vieram com sessões intensivas de fisioterapia realizada junto com estas atividades desenvolvidas. “Juntamente com nossa equipe multiprofissional, conseguimos com que nossos pacientes desenvolvam a prática para terem independência com ou sem adaptações” declara o fisioterapeuta, Aires Mondardo Junior.

Fonte: Setor de Comunicação Integrada

Postado por: Mayra Antonio De Lima 01 de dezembro de 2017 às 21:12
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