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Unesc e Casan discutem esgotamento sanitário catarinense

Unesc e Casan discutem esgotamento sanitário catarinense
Através do Iparque, universidade do Sul Catarinense oferece serviços de revisão e construção de planos de Esgotamento Sanitário (Fotos: reprodução) Mais imagens

A Unesc continua abrindo as portas do desenvolvimento para os municípios catarinenses. Desta vez, a universidade se fez presente através do seu Parque Científico e Tecnológico (Iparque). O responsável pelo setor de captação de projetos do Iparque, Tales Antunes, entregou, em reunião nesta terça-feira (17), o portfólio do Iparque para a Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (Casan).

O encontro abordou diversas pautas benéficas para os municípios da região e de todo o estado. “Foram listadas as necessidades de os municípios estarem realizando a revisão de seus planos de saneamento, conforme a Lei 11.445”, exemplificou Antunes. Também foram abordados os pontos deficitários em esgotamento de Santa Catarina.

Durante a reunião, o Iparque apresentou a revisão dos planos de saneamento dos municípios de Criciúma e Lages que segue desenvolvendo. “Para que os municípios continuem a receber fundos para seus conselhos de saneamento, é imperativo a revisão dos planos de maneira completa e correta”, observou Antunes.

O representante também detalhou viabilidade técnica da Unesc para a confecção de projetos em saneamento, especialmente os de esgotamento sanitário. Estiveram presentes na reunião, a diretora e presidente da Casan, Roberta Maas dos Anjos, a engenheira sanitarista, Anigeli dal Mago e o assessor de Relações Interinstitucionais da Casan, Luiz Henrique Pellegrini.

Fonte: AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Por: Fagner Santos 18 de dezembro de 2019 às 16:20
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Unesc entrega projetos de Esgotamento Sanitário de Palmeira e Cerro Negro

Unesc entrega projetos de Esgotamento Sanitário de Palmeira e Cerro Negro
Municípios da região da Serra Catarinense poderão receber recursos de fomento para Sistema de Tratamento de Esgotamento Sanitário (Fotos: reprodução) Mais imagens

A Unesc segue auxiliando no desenvolvimento urbano dos municípios catarinenses. Desta vez, o Parque Científico e Tecnológico (Iparque) entregou, entre o final de novembro e o início de dezembro, os projetos de Engenharia de Esgotamento Sanitário dos municípios de Palmeira e Cerro Negro, na região serrana. Os projetos resultaram da parceria entre Unesc e o Consórcio Intermunicipal Serra Catarinense (Cisama).

Técnicos do CEGEO (Centro de Engenharia e Geoprocessamento) e do CPEA (Centro de Pesquisa e Estudos Ambientais), do Iparque, elaboraram os Projetos de Engenharia de Esgotamento Sanitário dos municípios de Palmeira e Cerro Negro. “Nestes projetos constam os estudos de concepção, o projeto geral com área de cobertura total, os projetos de rede coletora, das estações elevatórias e da estação de tratamento de efluentes (ETE), além dos projetos estrutural e elétrico”, explicou o coordenador do Centro de Pesquisa e Estudos Ambientais do Instituto de Pesquisas Ambientais (IPAT) do Iparque, professor e analista ambiental Sérgio Galatto.

Segundo Galatto, os projetos vão facilitar o desenvolvimento da região. “Com estes projetos, os municípios conseguirão buscar recursos juntos aos órgãos de fomento para a implantação do Sistema de Tratamento de Esgotamento Sanitário”, apontou o coordenador.

Os projetos foram montados com base nos princípios da Lei Federal 11.445/2007, que estabelece a Política Nacional de Saneamento Básico. “Paralelo ao atendimento a lei, a implantação do SES traz benefícios para a saúde pública, reduzindo o potencial de ocorrência de doenças relacionadas ao saneamento básico e contribui ainda com a melhoria da qualidade dos mananciais, por meio da redução dos lançamentos inadequados de esgoto in natura nos corpos hídricos”, pontuou Galatto.
Fagner Santos - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Fonte: AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Por: Fagner Santos 13 de dezembro de 2019 às 16:10
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Unesc assina contrato com prefeitura de Ponte Alta

Unesc assina contrato com prefeitura de Ponte Alta
Município da Região Serrana de Santa Catarina requisitou projeto de Esgotamento Sanitário (Foto: Reprodução) Mais imagens

A Unesc segue firmando parcerias com prefeituras catarinenses. Desta vez, foi o município de Ponte Alta, na região serrana do estado, que assinou contrato de execução de serviços com a universidade, através do Parque Científico e Tecnológico (Iparque) da Unesc. O documento diz respeito ao levantamento de dados e execução de um Projeto de Esgotamento Sanitário para o município.

O contrato foi assinado na tarde desta terça-feira (26), pelo prefeito de Ponte Alta, Luiz Paulo Farias. Quem representou a Unesc na reunião foi o responsável pela captação de projetos do Iparque, Tales Garcia Antunes.

Os serviços do contrato incluem, entre outras atividades, levantamento topográfico, mapeamento do município e reconhecimento dos pontos de lançamento de esgotos. “É um município com aproximadamente 5,4 mil habitantes, e o documento ficou na ordem de R$ 135 mil”, esclareceu Antunes.

A estimativa é de que o projeto seja concluído em 12 meses. “Os técnicos do Iparque iniciam os trabalhos no mês de dezembro, tudo dentro dos termos e modelos da Casan”, garantiu o representante do Iparque.

O Iparque também está executando os projetos dos municípios de Palmeira, Cerro Negro e Painel, todos na região serrana de Santa Catarina. “Toda essa prestação de serviços chega até nós através da Associação de Municípios da Região Serrana (AMURES), uma grande parceira na busca pelo desenvolvimento da localidade, e o Iparque segue realizando e buscando por mais projetos para a região serrana”, pontuou Antunes. Todos os projetos destes três municípios possuem previsão de conclusão para dezembro de 2019.
Fagner Santos - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Fonte: AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Por: Fagner Santos 28 de novembro de 2019 às 08:00
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Unesc e Iparque presentes em evento internacional

Unesc e Iparque presentes em evento internacional
Gustavo Simão representou a Universidade durante o 6º Congresso Internacional de Meio Ambiente Subterrâneo, em Minas Gerais (Foto: Reprodução) Mais imagens

A Unesc esteve presente no 6º Congresso Internacional de Meio Ambiente Subterrâneo (CIMAS). Realizado entre os dias 18 e 19 de novembro, em Belo Horizonte, Minas Gerais, o evento contou com a apresentação de três trabalhos desenvolvidos na universidade.

Focado em tendências atuais e futuras técnico-científicas de alta qualidade ligadas ao meio ambiente subterrâneo, o CIMAS reuniu especialistas do setor hídrico subterrâneo do Brasil e do exterior.

Durante os dois dias de evento, representantes de universidades, legisladores, reguladores, empresas de mineração, consultores e prestadores de serviço puderam trocar informações e experiências de pesquisa e desenvolvimento. Quem representou a Unesc foi o geólogo do Centro de Pesquisa e Estudos Ambientais (CPEA) do Parque Científico e Tecnológico (Iparque) da Unesc, Gustavo Simão.

Para ele, a participação engrandeceu tanto o trabalho das pesquisas apresentadas pela Unesc quanto o de outros pesquisadores presentes no evento. “Representar o Iparque e a Unesc é uma satisfação, e o momento não poderia ser melhor, já que o evento envolve troca de conhecimento e experiências, além de termos a oportunidade de expor trabalhos de alta relevância desenvolvidos pelo CPEA”, afirmou Simão.

Eventos como o CIMAS, de abrangência internacional, apresentam facilidade para conectar pesquisadores do setor técnico de diferentes partes do Brasil e do mundo. “Pudemos compartilhar vasta experiência e cases de sucesso dos trabalhos desenvolvidos pelo Iparque e Unesc no âmbito de diagnósticos ambientais e projetos de recuperação de áreas impactadas, com destaque para os impactos associados à mineração”, ressaltou Simão.

Os trabalhos apresentados foram: “Avaliação de valores de background geoquímico de parâmetros relacionados à contaminação por carvão na cidade de Criciúma, Santa Catarina”; “Técnicas de recuperação ambiental em área degradada pela disposição inadequada de rejeitos piritosos de mineração de carvão associados a resíduos sólidos urbanos” e “Avaliação da condutividade hidráulica em áreas de mineração de carvão a céu aberto por meio de ensaios de slug test”, sendo este último, resultado de uma parceria entre o CPEA/Unesc e a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN).
Fagner Santos - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Fonte: AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Por: Fagner Santos 22 de novembro de 2019 às 18:00
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Unesc desenvolve estudo técnico sobre leito do rio Criciúma

Unesc desenvolve estudo técnico sobre leito do rio Criciúma
Resultados apontaram má qualidade da água (Fotos: CPEA) Mais imagens

A Organização das Nações Unidas (ONU) estima que, até 2030, quase 70% da população mundial habitará em grandes centros urbanos. Com o aumento da população nas cidades, recursos naturais, como a água, requerem uma gestão sustentável alinhada ao desenvolvimento humano e a expansão urbana.

Auxiliar no entendimento destes aspectos é o objetivo da análise socioambiental, que contempla interações entre os meios socioeconômico, ambiental e urbano. “Conhecer a dinâmica ambiental urbana é o primeiro passo para uma gestão ambiental sustentável, e o Diagnóstico Socioambiental se apresenta como ferramenta fundamental para identificar e analisar estas características socioambientais em grandes centros, como Criciúma”, explicou o coordenador do Centro de Pesquisa e Estudos Ambientais (CPEA) da Unesc, Sergio Galatto. O CPEA fica localizado no Parque Científico e Tecnológico (Iparque) da Unesc.

E a maior cidade do sul catarinense está na direção da gestão harmoniosa entre meio ambiente, desenvolvimento humano e urbano. A Unesc realizou recentemente, a pedido da Prefeitura de Criciúma, o Diagnóstico Socioambiental do leito principal do Rio Criciúma. “A área estudada é de grande importância para o município, visto que o rio Criciúma está inserido na área central da cidade, transpassando vias municipais importantes, como a Avenida Centenário”, colocou o coordenador. “Conhecê-lo é fundamental para que o município possa crescer sem agredir o meio ambiente”, completou Galatto.

Equipe multidisciplinar preparada

O diagnóstico socioambiental foi desenvolvido pelo CPEA, e contou com uma equipe multidisciplinar preparada para o trabalho. “Temos uma equipe técnica composta por biólogos, geólogo, advogado, engenheiros ambientais, civis, agrimensores e de segurança, administrador, historiador e arquiteto. O trabalho em equipe foi o que possibilitou a elaboração do estudo técnico”, comentou Galatto.

O estudo foi elaborado em conformidade com o Parecer Técnico n° 34/2014 do Ministério Público Estadual de Santa Catarina, e analisou informações socioeconômicas, ambientais e jurídicas das margens do leito principal rio Criciúma. “Com isso, pode-se gerar um parecer técnico sobre as questões ambientais de maior relevância, tais como áreas prioritárias para conversação, ocupações de risco e fontes de poluição, dentre outros elementos que compõem a base da gestão ambiental urbana”, elencou o especialista. 

O Diagnóstico Socioambiental do leito principal do rio Criciúma vai servir como ferramenta norteadora para o planejamento e desenvolvimento urbano sustentável e será suporte para uma gestão ambiental responsável do município.

Resultados apontam má qualidade da água

Os técnicos do CPEA percorreram todo o leito principal do rio Criciúma, das nascentes até a foz. “Os trabalhos identificaram uma série de pontos de fontes de poluição, dentre os quais destaca-se a descarga de esgotamento sanitário e de resíduos domésticos no leito do rio”, afirmou o coordenador do CPEA, Sergio Galatto. O estudo também encontrou a possibilidade de riscos ambientais. “Identificamos uma pequena porção de área com potencial risco de alagamento”, alertou o profissional.

Os resultados apontaram a péssima qualidade da água do rio Criciúma em todos os indicadores utilizados. “A água do rio Criciúma não apresenta qualidade para uso doméstico ou industrial, de acordo com a resolução nº 357/2005 do Conama”, garantiu Galatto.

O ponto do rio que apresenta qualidade superior ao resto do rio está localizado próximo a nascente, ainda que o resultado obtido no local seja de “Qualidade duvidosa”, de acordo com o BMWP (Biological Monitoring Working Party) e “ruim”, segundo o IVA/IPMCA (índice de Preservação da Vida Aquática/Índice de Variáveis Mínimas para a Preservação da Vida Aquática).

Para o coordenador do CPEA, a condição atual da qualidade da água reflete um histórico de poluição e má administração do leito do rio Criciúma. “Um longo período com descarga de resíduos levando a degradação da água e perda de organismos fundamentais para o equilíbrio ecossistêmico”, explicou. “Ainda precisamos somar a pressão que o ambiente ao redor exerce sobre o corpo hídrico, transformando o rio em um ambiente insalubre”, complementou Galatto.
Fagner Santos - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Fonte: AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Por: Fagner Santos 20 de novembro de 2019 às 11:20
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