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Unesc participa de workshop sobre drones, em Florianópolis

Unesc participa de workshop sobre drones, em Florianópolis
Engenheiro do Iparque foi um dos palestrantes (Foto: Divulgação) Mais imagens

Para colaborar com o avanço da tecnologia e com o aumento de informações sobre os drones em suas diversas aplicações, priorizando a segurança e as boas práticas nas operações, foi realizado nesta quinta-feira (26/4) o Workshop sobre Drones – Aplicações e Tecnologia Geoespacial em Florianópolis. A Unesc esteve presente no evento com o engenheiro agrimensor do Ipat (Instituto de Pesquisa Ambiental e Tecnológica) do Iparque (Parque Científico e Tecnológico João Paulo Casagrande, que foi um dos palestrantes.

Casagrande falou sobre “Base Cartografica com VANT para Área Urbana – Utilização de VANT para a base de dados do software UnescGeo –  Ferramenta de armazenamento de dados espaciais e analise territorial aplicado ao cadastro técnico multifinalitário”. Além dele, o evento trouxe nomes como o do gerente de Soluções em Sensoriamento Remoto Santiago & Cintra Geotecnologias, Paulo Henrique Amorim, do diretor de Desenvolvimento e Negóciosda SC Consultoria, Gustavo Barbosa Dias e do professor doutor da UFG (Universidade Federal de Goiás) Manuel Eduardo Ferreira.

O evento, realizado pela Pegesul, teve entre os apoiadores institucionais o Iparque. O workshop proporcionou ainda a geração de negócios e oportunidades para os participantes.

Fonte: AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Por: Milena Spilere Nandi 26 de abril de 2018 às 13:50
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Unesc participa de um dos maiores projetos de recuperação ambiental em curso no Brasil

Unesc participa de um dos maiores projetos de recuperação ambiental em curso no Brasil
Projeto executivo é realizado por técnicos do Iparque (Foto: Divulgação) Mais imagens

A Unesc participa de um dos maiores projetos de recuperação ambiental em curso no Brasil. O IPAT (Instituto de Pesquisa Ambiental e Tecnológica), um dos institutos do Iparque (Parque Científico e Tecnológico) da Universidade, foi responsável pelo projeto executivo para a recuperação ambiental de uma área com 97 hectares, da qual 13,5 hectares eram ocupados por um “lixão”, que hoje já começa a ter novamente sua fauna e flora, bem como, a volta da biodiversidade.

A ação contribui com a sociedade e o meio ambiente das comunidades do entorno do Bairro Sangão, localizado na divisa dos municípios de Criciúma e Forquilhinha, no Sul de Santa Catarina.

Historicamente a área que foi recuperada, recebeu rejeito proveniente dos processos industriais da antiga ICC (Indústria Carboquímica Catarinense) e posteriormente, resíduos sólidos urbanos provenientes dos municípios de Forquilhinha, Criciúma e Nova Veneza. “Tudo que hoje é levado até um aterro sanitário, incluindo lixo doméstico, era depositado a céu aberto, sendo coberto por camadas de aterro ou rejeito de carvão”, afirma o coordenador do Cegeo (Centro de Engenharia e Geoprocessamento) do IPAT, Vilson Paganini Bellettini.

O IPAT elaborou o PRAD (Plano de Recuperação de Àreas Degradadas), contratado pela Petrobras Gás S.A., que executou a obra do PRAD-Lixão, e as prefeituras contrataram o instituto para fazer o monitoramento do local.

O projeto do PRAD-Lixão foi elaborado em 2014, a execução iniciou em 2015 e foi concluída em 2016. Segundo Bellettini, o contrato assinado entre a Unesc e as prefeituras de Forquilhinha, Criciúma e Nova Veneza prevê, no mínimo, monitoramento durante cinco anos. “O trabalho de monitoramento começou junto com a obra e vai continuar por mais alguns anos. Após cinco anos é preciso haver um nível de recuperação para a Fatma (Fundação do Meio Ambiente) e o Ministério Público avaliem o local e deem a área como recuperada. Nosso trabalho de analisar a água superficial e subterrânea, o solo e se a vegetação está se desenvolvendo adequadamente e vai até a área ser liberada”, explica o coordenador do Cegeo.

O IPAT já fez projetos executivos e conceituais para a União e para as empresas como Votorantim e CSN (Companhia Siderúrgica Nacional), mas conforme Belletini, este foi o que teve a execução mais rápida.

Da área total, 97 hectares, atualmente, 86,86 hectares pertencem à Unesc. O restante da área pertence à prefeitura de Forquilhinha – há uma estrada municipal que corta o local. Belletini explica que todos são corresponsáveis para manter a área e que o projeto prevê o uso futuro para o terreno. “Há espaços que não possuem rejeito de carvão ou lixo e podem ser usadas para fins industriais ou empresariais. Outras só podem ser usadas desde que a camada impermeabilizante, colocada sobre os resíduos não seja danificada”.

Inovação no projeto


O engenheiro agrimensor do Cegeo, Jori Ramos Pereira, explica que do topo do “lixão” até o lençol freático havia aproximadamente 18 metros de profundidade, onde se intercalava lixo (resíduo sólido) e rejeito piritoso. “O objetivo principal do projeto executivo, foi em isolar a água proveniente da chuva, do contato com o lixo e o rejeito, evitando assim, o chorume (liquido percolado) e geração de DAM – Drenagem Ácida de Mina.”, afirma.

Para isso, o projeto contemplou terraplanagem, drenagem superficial e drenagem profundas para coleta do chorume existente, bem como a recomposição de uma estrada municipal que corta a área de projeto. A terraplenagem é composta por uma movimentação de material que evita a erosão dos solos e após a conformação é inserida uma camada de 15 centímetros de calcário granular, 50 centímetros de argila compactada, seguido de 30 centímetros de solo construído (chamado também de solo gordo, que dá suporte para a vegetação crescer). A malha de drenagem superficial foi elaborada em concreto assim como as escadas hidráulicas.

Além disso, um sistema de ventes foi desenvolvido formado por tubos de PVC. Segundo Ramos, esse dispositivo foi instalado para que o gás produzido pelos resíduos saia, mesmo que as medições apontaram para pouca produção de gás, já que o lixão parou de funcionar há algum tempo. “Tivemos que pensar em obras de engenharia com as premissas de um aterro sanitário, porém esses dispositivos foram implantados posteriormente ao lixão estar formado, o que foi um desafio. Foi necessária a abertura de trincheiras no maciço, a quatro, cinco metros de profundidade para garantir a coleta dos líquidos percolados no interior do “lixão””, salienta o engenheiro agrimensor.

Equipe multidisciplinar

A elaboração do PRAD teve a participação de equipe multidisciplinar. Inicialmente o diagnóstico englobou os setores de projetos ambientais do Ipat e o Cegeo, com o levantamento topográfico detalhado, as análises do material e das condições da área. Engenheiros agrimensores, civis, químicos, ambientais e agrônomos, topógrafo, desenhista e geólogo, formaram a equipe envolvida no projeto.

Fonte: AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Por: Milena Spilere Nandi 18 de abril de 2018 às 13:18
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Campus recebe programa de rádio sobre Dia Mundial da Água

Campus recebe programa de rádio sobre Dia Mundial da Água
Professores concederam entrevistas ao vivo sobre o tema (Fotos: Milena Nandi) Mais imagens

As comemorações do Dia Mundial da Água na Universidade, realizadas durante toda esta quinta-feira (22/3) incluem atividades para toda a comunidade. Dentro da programação, esteve um programa ao vivo sobre o assunto. Os comunicadores Tony Marcos e Patrícia Vaz, entrevistaram professores da Unesc durante o Programa Ela e Eu, transmitido pela Rádio Hulha Negra de Criciúma.

Os professores Andréia Rabelo, Yasmine Cunha, Marta Hoffmann e Mário Guadagnin e a funcionária do Laboratório de Microbiologia do IALI (Instituto de Alimentos) do Iparque (Parque Científico e Tecnológico da Unesc), Hanieli Ronchi Kuzbick participaram do programa ao vivo.

Fonte: AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Por: Milena Spilere Nandi 22 de março de 2018 às 15:28
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Unesc entra em recesso e retorna atividades em janeiro

Unesc entra em recesso e retorna atividades em janeiro
Nesta sexta-feira o atendimento ocorre apenas no período matutino (Foto: Arquivo) Mais imagens

A Unesc entra em recesso a partir desta sexta-feira (22/12), com atendimento apenas no período matutino, até as 12 horas, retomando as atividades no dia 2 de janeiro de 2018. A Centac (Central de Atendimento ao Acadêmico) e o Iparque estarão em pleno funcionamento até às 17 horas desta sexta-feira (22/12).

Durante o primeiro mês do ano, a maioria dos setores funcionará das 13 às 19 horas. As aulas dos cursos de graduação do primeiro semestre de 2018 iniciam no dia 19 de fevereiro.

A exceção durante o recesso será no Iparque (Parque Científico e Tecnológico), que não realizará atendimentos no dia 30 de dezembro de 2017 e no dia 1º de janeiro de 2018, mas funcionará normalmente de 26 a 29 de dezembro de 2017, e a partir de 2 de janeiro de 2018, das 8 às 17 horas.

A Biblioteca Professor Eurico Back segue o mesmo calendário da Universidade e ficará fechada a partir desta sexta-feira até o dia 1 de janeiro de 2018, voltando a atender em 2 de janeiro, das 13 às 19 horas, sem abrir aos sábados.

As Clínicas Integradas também estarão de recesso até o dia 1 de janeiro, assim como a UJC (Unidade Judiciária de Cooperação), que engloba as Casas da Cidadania e o PAC (Posto de Atendimento e Conciliação).

A Unesc volta a funcionar normalmente, nos três períodos, a partir do dia 30 de janeiro.

Fonte: Setor de Comunicação Integrada

Por: Mayra Lima 22 de dezembro de 2017 às 09:20
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Grupos de pesquisa selecionam artigos para compor e-book

Grupos de pesquisa selecionam artigos para compor e-book
Obra sobre geoprocessamento aplicado à análise de ambiente estará disponível no ambiente virtual Mais imagens

Os Grupos de Pesquisa em Biodiversidade, Conservação e Ecologia Funcional de Ecossistemas Florestais e Costeiros; Ecologia de Paisagem e de Vertebrados; e Planejamento e Gestão Territorial/PGT juntamente com o Labeco (Laboratório de Ecologia de Paisagem e de Vertebrados) e o Laboratório de Planejamento e Gestão Territorial estão selecionando artigos para compor o e-book da obra “Geoprocessamento Aplicado à Análise de Ambiente”. A submissão de artigos deve ser feita até 28 de fevereiro de 2018.

A obra é organizada pelos professores da Unesc Jader Lima Pereira, Jori Ramos Pereira, Jairo José Zocche e Nilzo Ivo Ladwig, e conta com o apoio do PPGCA (Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais), Grupos de Pesquisas Aplicadas em Meio Ambiente, Arqueologia e Gestão compartilhada do Território, o Setor de Projetos Ambientais do Iparque (Parque Científico e Tecnológico da Unesc) e o Centro de Cartografia e Engenharia da Universidade.

Mais informações

Fonte: Setor de Comunicação Integrada

Por: Milena Spilere Nandi 21 de dezembro de 2017 às 15:44
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