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Semana de Ciência e Tecnologia promove um “mergulho” no universo da arqueologia

Semana de Ciência e Tecnologia promove um “mergulho” no universo da arqueologia
Workshop deve reunir mais de 600 alunos até sexta-feira (Fotos: Stephanie Barbosa) Mais imagens

A 8ª SCT (Semana de Ciência e Tecnologia) da Unesc promove uma verdadeira viagem ao passado com o 2º Workshop de Arqueologia, que narra em exposição a “Ocupação Pré-histórica do Extremo Sul Catarinense: 4000 de história”. A expectativa é de que ao longo da semana mais de 600 estudantes dos Ensinos Fundamental, Médio e Superior passem pelo espaço que fica em frente ao Bloco da Reitoria.

Nesta terça-feira (17/10) dezenas de alunos já visitaram o local. São unidades de ensino de toda região Sul. As oficinas com simulações de atividades ocorrem ainda nesta quarta e quinta-feira (18 e 19/10), porém o espaço segue montado para exposição até sexta-feira, quando encerra a SCT.

As simulações abrangem escavação, pintura rupestre e confecção de vasilhames cerâmicos, tudo de acordo com a região Sul e dentro da temática desta edição da SCT que é “A Matemática Está em Tudo”.

Na confecção de cerâmica arqueológica, os participantes têm contato com a matéria prima, que é a argila, e com a técnica de confecção de vasilhames cerâmicos própria das populações ceramistas que viveram no Litoral Sul. Já a Arte Rupestre demonstra aos alunos como as populações antigas utilizavam os recursos existentes na natureza para confeccionar instrumentos e pigmentos para a realização de pinturas.

A vivência em escavação simulada consiste na participação dos integrantes em uma escavação arqueológica, onde poderão ter contato, de forma prática, com noções e técnicas do cotidiano da pesquisa arqueológica em campo.

Segundo o coordenador do 2º Workshop de Arqueologia, Juliano Bitencourt Campos, tudo foi criado pensando em tornar o local um ambiente propício para, além de atrair o público, fazê-lo entender de forma lúdica o universo da arqueologia e mergulhar nela.

“A ideia é deixar o espaço criado o mais próximo possível do real e claro, não esquecendo da matemática que está muito inserida no contexto da Arqueologia e é o tema deste ano da Semana de Ciência e Tecnologia”, frisa o professor. Além das simulações, será também explanada a geometria, com pinturas e gravuras e o processo de geoprocessamento. O local também conta com artefatos associados aos grupos sambaquieiros, caçadores-coletores e ceramistas horticultores.

Na sexta-feira (20/10) tem ainda o Diálogo Arqueológico durante a manhã, a tarde e também à noite e que contará com discussões sobre variados temas do conhecimento arqueológico. Haverá também o preparo de comidas tradicionais das populações pré-coloniais de Santa Catarina.

A 8ª SCT segue até esta sexta-feira (20/10) com diversas atividades, disseminação de conhecimento e integração com a comunidade, tanto acadêmica quanto a comunidade em geral.

*Texto: Talise Freitas - Ápice Comunicação

Fonte: Setor de Comunicação Integrada

Postado por: Assessoria de imprensa 17 de outubro de 2017 às 17:21
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Veículo off-road projetado por acadêmicos participa do Baja Regional Sul 2017

Veículo off-road projetado por acadêmicos participa do Baja Regional Sul 2017
Grupo do curso de Engenharia Mecânica trabalha no projeto desde 2014 (Foto: Divulgação) Mais imagens

Acadêmicos do curso de Engenharia Mecânica da Unesc estão em contagem regressiva para participarem do Baja Regional Sul 2017, um concurso de protótipos de veículos off-road, que levam apenas um piloto e que possam trafegar em terrenos com as mais diferentes condições de solo. A competição ocorre de 17 a 19 de novembro em Passo Fundo e vai reunir estudantes de engenharia do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina e do Paraná. Os vencedores se classificam para a etapa internacional do Baja.

O Projeto Baja SAE é um desafio lançado aos estudantes de engenharia de todo o mundo com o objetivo de incrementar sua preparação para o mercado de trabalho. A participação no evento vai ser marcante para a equipe Vulcano. O grupo, formado por 15 estudantes e orientados por dois professores da Unesc, participa do Projeto Baja SAE e tem como diretriz apenas as especificações da SAE (Society of Automotive Engineers) que dizem respeito quanto ao motor utilizado e dimensões da estrutura. O restante, como o projeto, cálculos e construção é totalmente de responsabilidade dos alunos.

A ideia de participar do Projeto Baja iniciou em 2014 com um grupo de estudantes de Engenharia Mecânica. Entre eles, Pedro Nunes Domingos. Atualmente na nona fase do curso, ele conta que a ideia foi amadurecida durante dois anos e em 2016 começou a ser tirada do papel com a orientação de professores. E segundo ele, participar da competição vai representar a concretização de um sonho para o grupo. “Ver o projeto encaminhado é uma satisfação muito grande para nós que estamos desde o início nele. E para mim será mais especial ainda porque serei o piloto. Conheço cada peça, cada parafuso do carro”, comenta o aluno.

Domingos explica que no primeiro dia ocorre a apresentação do projeto e do protótipo. No segundo ocorre a inspeção técnica e de segurança e no terceiro, o enduro. “São três horas de prova e a pista é feita para testar de verdade os veículos. Se quebrar, a equipe pode consertar e voltar para a prova e ganha quem der o maior número de voltas”, explica.

Projeto especial

Segundo o acadêmico, o projeto é motivo de orgulho para os participantes e será um legado do grupo para os demais estudantes do curso. “O projeto é aberto para a participação de qualquer estudante de Engenharia Mecânica da Unesc e quando nós sairmos, sabemos que outras pessoas vão cuidar dele e aperfeiçoar cada vez mais”, comenta ele, que Thiago Martins Fernandes, que também esteve na criação do projeto, tem o Vulcano Baja como tema do TCC (Trabalho de Conclusão de Curso).

Dentro do grupo, os acadêmicos dividem tarefas que vão da elaboração do projeto de protótipo, até de planos para a captação de apoiadores. Juntamente com os professores Guilherme Pickler e Vangelo Manenti, com o apoio do Centro Acadêmico e da coordenação de Engenharia Mecânica, os estudantes se mobilizam em ações para buscar patrocínio para as atividades do projeto. Confeccionaram camisetas e no próximo domingo (8/10) realizarão uma paella para angariar fundos para as atividades do projeto – os interessados em apoiar o projeto ou adquirir ingressos podem entrar em contato com a coordenação do curso, pelo telefone (48) 3431-2639.

Aplicando a teoria

Segundo o professor do curso de Engenharia Mecânica da Unesc e um dos orientadores do Vulcano Baja, Guilherme Pickler, ele pode ser considerado uma oficina para o desenvolvimento e execução de projetos e uma oportunidade de os alunos aplicarem na prática os conhecimentos adquiridos em sala de aula, e de maneira interdisciplinar. “Estudantes de diferentes fases participam do projeto e isso permite uma troca de conhecimento e um aprendizado em conjunto. É uma escola prática da Engenharia Mecânica, pois eles têm contato com todo o processo de fabricação e montagem”, comenta.

Os estudantes utilizam o Laboratório de Protótipos do Iparque (Parque Científico e Tecnológico da Unesc) para desenvolver as atividades e a intenção é que no futuro, o Vulcano Baja agregue estudantes de outros cursos da Universidade.

Saiba mais

O Projeto Baja SAE foi criado na Universidade da Carolina do Sul, Estados Unidos e teve a primeira competição em 1976. O ano de 1991 marcou o início das atividades da SAE Brasil, que, em 1994, lançava o Projeto Baja SAE Brasil. No ano seguinte, em 1995, era realizada a primeira competição nacional, em São Paulo. Desde então dezenas de eventos foram realizados em vários estados do país como Rio Grande do Sul, São Paulo, Minas Gerais e Bahia.

Fonte: Setor de Comunicação Integrada

Postado por: Milena Spilere Nandi 05 de outubro de 2017 às 22:33
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Workshop de Arqueologia promove uma viagem ao passado

Workshop de Arqueologia promove uma viagem ao passado
Diversas atividades estão inseridas na Semana de Ciência e Tecnologia (Foto: Arquivo) Mais imagens

Você conhece Arqueologia? Sabe o que faz um arqueólogo? O que a Arqueologia faz é estudar os vestígios materiais que foram produzidos por pessoas em diversos momentos da história e variados locais ao redor do mundo, inclusive da região. Para conhecer um pouco mais deste tema voltado à educação e divulgação do conhecimento, a Unesc realiza, dentro da 8ª edição da Semana de Ciência e Tecnologia, de 16 a 20 de outubro, o 2º Workshop de Arqueologia.

De acordo com o arqueólogo e coordenador do 2º workshop, professor Juliano Bitencourt Campos, além de uma mostra fotográfica de arqueologia, serão realizadas oficinas temáticas de confecção de réplicas de cerâmica arqueológica, de arte rupestre e de escavação arqueológica. “Tais atividades são pautadas pela concepção da divulgação científica e da educação patrimonial objetivando a aproximação da produção do conhecimento arqueológico com os participantes, se colocando como ferramentas de formação cultural, crítica e cidadã”, explica.

O objetivo conforme ele é atingir um amplo e variado público, turmas de estudantes do ensino básico e fundamental das escolas da região, visitantes externos ocasionais, acadêmicos, funcionários e professores da universidade. As atividades estão pautadas por duas premissas principais que nortearam a organização e a execução. Uma delas foca na preocupação em proporcionar um espaço efetivo de divulgação científica que traz ao público, de forma acessível, informações sobre as pesquisas arqueológicas desenvolvidas em âmbito regional.

Já a outra se concentra na oferta de um espaço de interação com as instituições de Ensino Básico, oferecendo subsídios no sentido de contribuir com a formação cultural através de uma abordagem lúdica e focada no patrimônio arqueológico regional. Inserindo-se ainda em um processo mais amplo das ações de educação patrimonial que já vêm sendo executadas na região nos últimos anos pelo Laboratório de Arqueologia Pedro Ignácio Schmitz (Lapis) da Unesc.

"O processo de preservação do patrimônio está diretamente ligado à educação e divulgação do conhecimento. A ideia central é socializar as pesquisas", define o coordenador do workshop, que destaca ainda o apoio da Propex (Pró-Reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão), do PPGCA (Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais) Iparque (Parque Científico e Tecnológico) e UNAHCE (Unidade Acadêmica de Humanidades, Ciências e Educação).

As inscrições nas oficinas poderão ser realizadas através dos seguintes números: (48) 3444-3760 / 3444-3761 ou pelo e-mail arqueologia@unesc.net. Não será cobrada taxa de inscrição. Para as demais atividades e visitas o acesso é livre. As atividades serão desenvolvidas das 8h às 12h e das 13h30min às 17h.

*Com informações da Ápice Comunicação

Fonte: Setor de Comunicação Integrada

Postado por: Assessoria de imprensa 05 de outubro de 2017 às 14:58
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Professor da Unesc é membro da nova diretoria da Sociedade de Arqueologia Brasileira

Professor da Unesc é membro da nova diretoria da Sociedade de Arqueologia Brasileira
Eleição ocorreu durante evento nacional em setembro (Foto: Divulgação) Mais imagens

A Unesc está presente na diretoria da SAB (Sociedade de Arqueologia Brasileira). O professor do PPGCA (Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais), pesquisador do Lapis (Laboratório de Arqueologia Pedro Ignácio Schmitz) Juliano Bitencourt Campos, faz parte da gestão que estará à frente da entidade no período de 2018/2019.

A eleição ocorreu durante o 19º Congresso da Sociedade de Arqueologia Brasileira realizado na última semana no campus de Teresina da Universidade Federal do Piauí. A chapa Arqueologia Em/No Movimento foi a vencedora do pleito e o professor da Unesc ocupará o posto de segundo secretário durante a gestão, encabeçada pelo professor da Universidade Federal de Pelotas, Jorge Eremites de Oliveira (presidente) e pela professora da UFSC, Juliana Salles Machado Bueno (vice).

Saiba mais


A SAB foi fundada em 28 de março de 1980, e é uma associação científica que congrega arqueólogas, arqueólogos e profissionais de áreas afins no país. Transcorridos 37 anos desde a sua criação, a entidade cada vez mais consolida o protagonismo de ser a principal associação brasileira de arqueologia.

Fonte: Setor de Comunicação Integrada

Postado por: Milena Spilere Nandi 19 de setembro de 2017 às 20:58
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Incubadora do Iparque gradua primeira empresa

Incubadora do Iparque gradua primeira empresa
Encontro ocorreu na tarde desta quinta-feira (Fotos: Mayra Lima) Mais imagens

A empresa Eposs Tecnologias e Inovações recebeu na tarde desta quinta-feira (14/9) o certificado de graduação da Itec-In (Incubadora Tecnológica de Ideias e Negócios) do Iparque (Parque Científico e Tecnológico da Unesc). O programa busca empreendedores de espírito inovador com uma boa ideia para tirar do papel ou até transformar o seu negócio. Após passar por todo o processo, hoje, a empresa Eposs já se encontra consolidada no mercado de trabalho.

Energia e Meio ambiente, biotecnologia e outras soluções é o foco da Empresa Eposs, o diretor e engenheiro químico, Luiz Alexandre, agradeceu a parceria com a Universidade. “Hoje, minha empresa conta com engenheiros que foram os melhores alunos do curso de Engenharia da Unesc, além disso, alguns estudantes também atuam na empresa”, comentou.

A reitora da Unesc, Luciane Ceretta, ressaltou a importância da atuação da empresa. “Atualmente, o que a sociedade mais precisa é de empresas desta ordem, que trabalhem em prol de melhorias e inovações no campo da biotecnologia”, ressaltou.

O encontro também contou com a presença do vice-reitor Daniel Preve, o pró-reitor de Pós-Graduação Pesquisa e Extensão, Oscar Montedo e a coordenadora da Itec-in, Cristiane Vargas.

Fonte: Setor de Comunicação Integrada

Postado por: Mayra Antonio De Lima 14 de setembro de 2017 às 20:32
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