PPGCEM - Programa de Pós-Graduação em Ciência e Engenharia de Materiais

Concessão bolsa FAPESC/CAPES (Inscrição 13 e 14.07.21)

Acessar, para conhecer o Edital:

http://www.unesc.net/portal/capa/index/231/0/0/componente/processo/ver/1/212

12 de julho de 2021 às 19:29
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Mulheres cientistas da Unesc

Mulheres cientistas da Unesc
No Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência, Unesc homenageia pesquisadoras (Foto: Arquivo) Mais imagens

Da britânica Ada Lovelace, que no século 19 criou algoritmos que seriam base para os programas de computadores – sendo a primeira pessoa programadora do mundo – até as brasileiras Ester Cerdeira Sabino e Jaqueline Góes de Jesus, que fizeram parte da equipe que realizou o sequenciamento do genoma do novo coronavírus, a história está repleta de mulheres que contribuem para o desenvolvimento da humanidade por meio da pesquisa. Neste 11 de fevereiro, Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência, a Unesc quer homenagear e agradecer as suas 31 pesquisadoras pela dedicação e também incentivar suas estudantes a trilharem o caminho do conhecimento por meio da ciência.

Por muito tempo, o universo da ciência foi quase que exclusivamente masculino e até hoje, a disparidade entre os gêneros na carreira e produção científicas é uma realidade. No entanto, há avanços em direção ao equilíbrio. Segundo o relatório “Jornada do Pesquisador pela Lente do Gênero”, da editora científica Elsevier, publicado em 2020, nos últimos 20 anos houve um crescimento na participação feminina em pesquisa.

Conforme o levantamento, atualmente há uma proporção de aproximadamente 0,8 mulher para cada homem que publica artigos no Brasil, o que significa que entre os cientistas, 44,25% são mulheres e 55,75% homens. O levantamento apontou ainda que no mundo, a participação feminina na pesquisa científica passou de 29% para 38% em 20 anos. No país, o número inicial era de 35,3% no início dos anos 2000.

A reitora da Unesc, Luciane Bisognin Ceretta, que também é professora e pesquisadora do Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva (PPGSCol), avalia o cenário como de mudanças. “Os desafios são imensos, os mesmos vivenciados pelas mulheres em todos os campos das áreas profissionais, no entanto, o futuro sinaliza para a superação desta desigualdade e para o protagonismo das mulheres na pesquisa”, reforça Luciane. “Aqui na Unesc as mulheres pesquisadoras representam um importante contingente da produção científica muito qualificada e este número está crescendo. Hoje elas estão presentes em todos os nossos programas de pesquisa, mestrados e doutorados”, complementa.

Ela, que é pesquisadora do PPGSCol nas áreas de “Epidemiologia” e “Gestão em Saúde” e também colabora com estudos do Laboratório de Pesquisa em Psiquiatria Translacional do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde (PPGCS), enfatiza que a ciência é apaixonante. Há 28 anos na Universidade, a doutora em Ciências da Saúde conta que se construiu professora e pesquisadora na Unesc. “Ciência é esta capacidade investigativa que não nos permite cessar. Sou grata, feliz e muito realizada pelas atividades que desenvolvemos. Hoje, a reitoria me afasta um pouco das atividades acadêmicas, mas não abro mão da pesquisa e da produção de ciência. Então dentro do meu cotidiano intenso de gestão, também reservo tempo precioso para produzir ciência”.

Como reitora, ela afirma sempre incentivar tanto a produção científica quanto a colaboração entre os programas de pós-graduação. Segundo ela, a atuação colaborativa entre os programas amplia a construção da ciência com qualidade e permite produzir excelentes e ampliadas pesquisas.

Há avanços, mas ainda muitos desafios pela frente 

A doutora em Ciências Farmacêuticas, Patrícia de Aguiar Amaral, é professora e pesquisadora do Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais (PPGCA) e está na Universidade há 19 anos. Pesquisadora nas áreas de “Química Medicinal” e “Plantas medicinais”, Patrícia afirma que a ciência transforma vidas, incluindo a de quem trabalha com ela. “A ciência é um espaço que proporciona o diálogo e a construção de conhecimento. É um ambiente questionador, desafiador e libertador”.

A professora lembra a importância da luta das mulheres pelo reconhecimento de seu trabalho e considera que ainda há obstáculos a serem superados. Dentre as dificuldades, Patrícia aponta situações como participação em colaborações nacionais e internacionais e continuar avançando no reconhecimento igualitário de gênero no que tange a competência científica, mas reconhecer que a maternidade deve ser respeitada como um momento importante da vida da mulher. “Esta janela de tempo relacionada à maternidade diminui o ritmo de trabalho, o que é natural, e já reconhecido em outros países. No Brasil existe um movimento, ainda tímido, que reconhece essa questão e que já foi demonstrado em alguns editais de contratação”.

Para a doutora em Ciências da Saúde, professora e pesquisadora do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde (PPGCS) desde 2015, Gislaine Zilli Réus, o trabalho na pesquisa vai além do ambiente de laboratório. Ela desenvolve estudos translacionais envolvidos nos aspectos neurobiológicos associados com a fisiopatologia do transtorno depressivo maior e a investigação de novas estratégias terapêuticas para o transtorno. “Uma cientista nunca para e o mais incrível é que ela está ali verdadeiramente por amor e você observa ela falar com entusiasmo sobre cada um de seus achados”, afirma Gislaine. “É importante incentivar as meninas desde a infância para que saibam do poder da ciência, do poder de estudar e de pesquisar para termos futuras grandes cientistas no Brasil e no mundo”, complementa.

Exemplos para inspirar as novas gerações


“Grandes descobertas científicas já foram e continuam sendo realizadas por mulheres. O reconhecimento delas por esses feitos, leva ao conhecimento da sociedade em geral que as mulheres também podem ocupar lugares na ciência! Quanto mais a sociedade entende isso, mais mulheres passam a se interessar por ciência e saber que não é inalcançável estar nessa posição”. A afirmação é da professora doutora em Ciência e Engenharia de Materiais, Sabrina Arcaro. Ela que leciona no Programa de Pós-Graduação em Ciências e Engenharia de Materiais (PPGCEM) da Unesc há dois anos, considera fundamental que o interesse feminino pelo mundo científico cresça.

Pesquisadora na área de biomateriais, materiais vítreos e vitrocerâmicos, processamento coloidal e síntese de nanoestruturas para diferentes aplicações, Sabrina caracteriza ciência como apaixonante. “Entender algo tão complexo dentro da minha área de atuação, ter evidências, obter resultados, entender os fenômenos, ter a comprovação e ver as transformações é maravilhoso! Eu persigo todos os dias o sentimento de êxtase de ser alguém no mundo que descobriu algo novo! Isso é ciência! Isso é ser cientista!”.

A doutora em Ciências Humanas Giovana Ilka Jacinto Salvaro é professora da Unesc desde 2011 e faz parte do corpo docente do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Socioeconômico (PPGDS) e Programa de Pós-Graduação em Direito (PPGD), onde pesquisa sobre produção de subjetividades, estudos de gênero e relações trabalho, direitos humanos das mulheres e políticas públicas, em contextos urbanos e rurais. Ela considera de extrema relevância o aumento do número de mulheres realizando estudos científicos.

“A importância está na quantidade de mulheres reconhecidas pelo seu trabalho em pesquisa e na representatividade feminina em diferentes áreas do conhecimento. Entre outras questões, a participação, a representatividade e o reconhecimento requerem políticas específicas para as mulheres em contextos de pesquisa, de modo a eliminar desigualdades históricas de gênero. A luta pela garantia de direitos iguais para mulheres e homens na ciência não é individual, mas coletiva e deve articular ações de diferentes sujeitos”.

Há 21 anos na Universidade, a doutora em Linguística (Sociolinguística) e professora do Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE), Angela Cristina Di Palma Back é pesquisadora na área de Educação Linguística e temas ligados às práticas de leitura, escrita, fala e escuta. Segundo ela, do ponto de visto cultural, é importante que a mulher se sinta parte do processo do desenvolvimento histórico das ciências, que ela se sinta legitimada para participar de modo criticamente qualificado das discussões que compõem o cenário de construção de conhecimento, dando visibilidade a essas personalidades no sentido de esclarecer que a ciência não é território masculino.

Agora queremos fazer a seguinte pergunta: “O que a ciência significa para você?” Enquanto pensa sobre o assunto, que tal conferir as repostas de algumas de nossas pesquisadoras?

“Foi o lugar que escolhi para me inserir no mundo, para me engajar nele, para modificá-lo na direção que penso ser o de uma sociedade mais justa e humanitária, seja no ensino, seja na pesquisa ou na extensão, seja apenas estudando. A ciência ajuda a me modificar, a ver mais longe, a desvelar o mundo e me engajar nele”, professora doutora do PPGE, Janine Moreira, pesquisadora nas áreas de “Educação popular em saúde”, “Despatologização da vida” e “Velhice”.

“Uma realidade por vezes dura, quando nos deparamos com cortes no fomento à pesquisa, mas, ao mesmo passo, encantadora por suas possibilidades, por ser um espaço em que nos permitimos ser criativos, extrapolar ideias, compreender situações complexas e contribuir para impacto na saúde da população e na sociedade”, professora doutora do PPGSCol, Cristiane Damiani Tomasi, pesquisadora na área de “Gestão do cuidado em saúde”.

“A ciência é apaixonante. Com ela somos capazes de transformar vidas e resolver problemas da população. Pesquisar, decifrar os dados e ver as transformações é maravilhoso”, professora doutora do PPGSCol, Vanessa Iribarrem Avena Miranda, pesquisadora da área de “Promoção da saúde e epidemiologia”.

“É o conhecimento em movimento, a dinâmica da construção e inovação que contribui a um coletivo. A ciência é o despertar, o revisitar, o questionar. Propor soluções aos problemas ou melhor ainda, evita-los, nos mais diversos campos: ambiental, saúde, educação”, professora doutora do PPGCA, Vanilde Citadini Zanette, pesquisadora na área de “Botânica”.

“A ciência é a forma de descobrir, inovar e criar soluções para evolução da humanidade”, professora doutora do PPGSCol, Lisiane Tuon, pesquisadora nas áreas de “Pessoa com deficiência” e “Gestão em saúde”.

Matéria em homenagem às pesquisadoras da Unesc:

Patrícia de Aguiar Amaral – PPGCA

Birgit Harter Marques – PPGCA      

Teresinha Maria Gonçalves – PPGCA

Vanilde Citadini Zanette – PPGCA

Viviane Kraieski de Assunção – PPGCA

Kétner Bendo Demétrio – PPGCEM

Sabrina Arcaro – PPGCEM

Alexandra Ioppi Zugno – PPGCS    

Cinara Ludvig Gonçalves – PPGCS

Cristiane Ritter – PPGCS      

Gislaine Zilli Réus – PPGCS            

Josiane Budni – PPGCS

Maria Inês da Rosa – PPGCS e PPGSCol

Samira da Silva Valvassori – PPGCS          

Tatiana Barichello – PPGCS

Vanessa Moraes de Andrade – PPGCS

Fernanda da Silva Lima – PPGD     

Giovana Ilka Jacinto Salvaro – PPGDS e PPGD

Maria de Fatima Schumacher Wolkmer – PPGD

Kelly Joziane De Mendonça Dorneles Gianezini – PPGDS           

Melissa Watanabe – PPGDS

Giani Rabelo – PPGE e PPGDS

Angela Cristina Di Palma Back – PPGE      

Graziela Fátima Giacomazzo – PPGE

Janine Moreira – PPGE        

Cristiane Damiani Tomasi – PPGSCol        

Fabiane Ferraz – PPGSCol   

Fernanda de Oliveira Meller  – PPGSCol

Lisiane Tuon Generoso Bittencourt – PPGSCol      

Luciane Bisognin Ceretta – PPGSCol         

Vanessa Iribarrem Avena Miranda – PPGSCol       
 

Milena Nandi – Agência de Comunicação da Unesc

Fonte: AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

11 de fevereiro de 2021 às 08:24
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Educação com olhar internacional

Educação com olhar internacional
Segunda parte da série de reportagens aborda as parcerias internacionais dos Programas de Pós-graduação em Educação, Direito e Ciências da Saúde, além de Ciência e Engenharia de Materiais Mais imagens

Os resultados das parcerias internacionais entre a Unesc e instituições de todo o mundo, como já foi possível perceber na primeira parte desta série de reportagens, se refletem diretamente na qualidade das pesquisas e do ensino ofertado. Nesta segunda edição, a Universidade aborda as parcerias internacionais dos Programas de Pós-graduação em Educação, Direito e Ciências da Saúde, além de Ciência e Engenharia de Materiais.

No Programa de Pós-graduação em Educação (PPGE) da Unesc, professores, mestrandos e doutorandos também têm constante contato com colegas de outros países. No Programa, as parcerias internacionais oficializadas, ou seja, afora contatos pessoais de pesquisadores com colegas de outras nacionalidades, são com a Universidade de Santiago de Compostela, da Espanha, com a Universidade de La Habana, de Cuba, com a Universidade de Nova Iorque, nos Estados Unidos, e com a Universidade Estadual de Magnitogorsk, da Rússia.

Para o coordenador do PPGE, Vidalcir Ortigara, a relevância dessas parcerias se dá em dois movimentos. “Pelo processo de intercâmbio possibilitados aos pesquisadores e grupo de pesquisa, o que qualifica e dá mais consistência às pesquisas desenvolvidas dentro do Programa e na qualificação dos professores, tendo em vista que, na área da educação, isso conta como formação continuada. Da mesma forma, mestrandos e doutorandos podem estabelecer essas relações via orientador e grupos de pesquisa com os cursos dessas universidades. Isso abre possibilidades para que eles possam realizar parte dos seus estudos nas instituições parcerias”, explica.

Diferentes olhares no mundo sobre o Direito

O Programa de Pós-graduação em Direito (PPGD) tem grande destaque no que diz respeito à participação internacional. Entre as parcerias mais relevantes está o convênio firmado com Programa de Derechos Humanos São Luis do Potosi, Universidade Autônoma São Luis do Potosi, do México, por meio do qual a Unesc já recebeu dois acadêmicos intercambistas, assim como já encaminhou estudantes para estudos no México. Da mesma forma, por meio do convênio, as duas universidades recebem professores visitantes e, neste segundo semestre de 2020, ministram disciplina nos dois programas de forma concomitante e mediada por tecnologia.

Em andamento com a Universidade do México, conforme o coordenador-adjunto do Programa, Reginaldo de Souza Vieira, está ainda a proposta de cotutela para dupla titulação. “Esse resultado deve sair no próximo quadriênio e também significa um passo importante para a dupla titulação de nossos mestres”, salienta.

Além dessa parceria, de acordo com Reginaldo, o PPGD conta também com o compartilhamento de experiências internacionais com três professores visitantes de outras instituições internacionais, sendo eles da Universidade de Sevilla, na Espanha, da Universidade de Rosário e da Universidade de Buenos Aires, ambas da Argentina.

Afora os projetos já estabelecidos, conforme o coordenador-adjunto, o Programa encaminha convênios com a Universidade de Buenos Aires e com Universidade de Salerno, na Itália, além de já estar em diálogo com instituições da Colômbia, Portugal e África.

Nos últimos quatro anos, lembra Reginaldo, o PPGD tem recebido pesquisadores que totalizam mais de 20 visitantes internacionais vindos da Espanha, Portugal, México, Argentina, Equador, Colômbia, Peru, Chile, Ásia e África.

Ainda conforme Reginaldo, a maiorida dos pesquisadores do Programa atua como professores visitantes em instituições internacioais, sendo que o coordenador do PPGD, Antônio Carlos Wolkmer, é visitante em diversas instituições de pesquisa na Europa e na América Latina.

Experiências de todo o mundo nas Ciências da Saúde

O contato dos integrantes do Programa de Pós-graduação em Ciências da Saúde (PPGCS) com pesquisadores internacionais também é constante. Conforme o coordenador-adjunto do Programa, Emílio Streck, no fim de 2019 ele e outros dois professores do grupo estiveram no Centro de Ciências da Saúde da Universidade do Texas, em Houston, nos Estados Unidos, em contato direto com diversos profissionais da Instituição.

Conforme Emílio, a partir da visita as portas ficaram abertas para novas parcerias entre as instituições. “Nossa ideia era iniciar já em 2020 trabalhos como receber professores de lá e levar professores do PPG para colaboração nos Estados Unidos, além de possibilitar o intercâmbio de alunos”, destacou o professor, que acrescenta que o objetivo não foi conquistado ainda pela questão pandêmica, mas que o projeto segue válido para início assim que possível diante do cenário da Covid-19.

Ainda de acordo com o coordenador-adjunto, entre as possibilidades de internacionalização relacionadas ao PPGCS está a participação direta de todos os pesquisadores em ao menos um grupo de pesquisa internacional, o que faz com que os contatos sejam multiplicados com foco no melhor das pesquisas.

Caminhos abertos para pesquisas no PPGCEM

O Programa de Pós-Graduação em Ciência e Engenharia de Materiais (PPGCEM) também não fica para trás quando o assunto é contatos internacionais. De forma oficial, o Programa conta com duas parcerias para cooperação técnico-científica, sendo elas com a Universidade de Aveiro e com o Instituto Politécnico de Viana do Castelo (IPVC), ambos de Portugal, para trabalhos voltados à Valorização de Resíduos e Valorização de Resíduos e Materiais Cerâmicos, respectivamente.

Já entre contatos extraoficiais, mas que já contam com atividades em andamento, o PPGCEM soma parceria com o Instituto de Tecnologia de Materiais (ITM), da Universidade Politécnica de Valencia, na Espanha, com o qual o grupo trabalha em projeto de sinterização por micro-ondas e com o Departamento de Ciências Básicas. Com a Universidade Católica Luis Amigó, de Medellín, na Colômbia, o Programa realiza trabalhos em conjunto no desenvolvimento de partículas magnéticas por síntese à combustão.

No que diz respeito a parcerias encaminhadas para um futuro próximo, conforme o coordenador-adjunto do Programa, Eduardo Junca, estão projetos com o Instituto de Cerâmica e Vidro, de Madri, na Espanha, e com a Universidade de Trento, na Itália, com a qual há a possibilidade de abertura de vagas para intercâmbio de alunos. “Além disso, recentes visitas de pesquisadores da Universidade de Dublin, na Irlanda, estão abrindo portas para o desenvolvimento de projetos de pesquisa em conjunto”, destaca.

Mayara Cardoso - Agência de Comunicação da Unesc

Fonte: AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

21 de outubro de 2020 às 15:36
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Simpósio de Materiais e Sustentabilidade da Unesc é encerrado com grande evento

Simpósio de Materiais e Sustentabilidade da Unesc é encerrado com grande evento
Professor doutor da UFSCar (Universidade Federal de São Carlos), Elson Longo da Silva, falou para mais de 150 espectadores Mais imagens

O 2º Simpósio de Materiais e Sustentabilidade da Unesc foi concluído em mais um grande evento, com palestra conduzida pelo professor doutor da UFSCar (Universidade Federal de São Carlos), Elson Longo da Silva, uma das grandes referências nacionais com mais de 1.170 artigos publicados em revistas internacionais e mais de 27 mil citações de seus trabalhos. O momento, organizado pelo PPGCEM (Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Materiais), iniciou na segunda terça-feira (28/7) e foi encerrado nesta quinta-feira (30/7).

No encontro, realizado virtualmente, Silva propôs um diálogo mais descontraído, em formato de bate papo, e contou sobre a atuação frente à pandemia, fazendo paralelos sobre os desafios atuais da área de Engenharia de Materiais e seu futuro. Ele também trouxe detalhes do desenvolvimento de produtos essenciais na UFSCar.

Com o tema “novos caminhos para eliminação do coronavírus”, o professor deu ênfase em trabalhos desenvolvidos para a descoberta e o aprimoramento de novas tecnologias para este momento de pandemia. Mais de 150 estudantes, professores, pesquisadores e profissionais assistiram a troca de conhecimentos.

Simpósio de Materiais e Sustentabilidade 

A 2ª edição do evento recebeu, no primeiro dia, o professor doutor Manuel Ribeiro, pesquisador do Instituto Politécnico de Viana do Castelo de Portugal, com a palestra “Os materiais e a sua Sustentabilidade – Energia Incorporada e Pegada de Carbono como Métricas de Eco-auditorias”. 

No segundo momento, na quarta-feira (29/7), foi a vez da professora doutora Ruth Marlene Campomanes Santana, da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), fala sobre “Polímeros e Meio Ambiente”. A mediação será realizada pelo professor doutor da Unesc Matheus Vinicius Gregory Zimmermann.

Leonardo Ferreira - Agência de Comunicação da Unesc

Fonte: AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

30 de julho de 2020 às 19:40
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Professor doutor do Instituto Politécnico de Viana do Castelo concede palestra no primeiro dia do Simpósio de Materiais e Sustentabilidade da Unesc

Professor doutor do Instituto Politécnico de Viana do Castelo concede palestra no primeiro dia do Simpósio de Materiais e Sustentabilidade da Unesc
Manuel Ribeiro é uma das maiores referências do mundo no campo da Engenharia de Materiais (Imagem: Reprodução Google Meet) Mais imagens

O primeiro dia do 2º Simpósio de Materiais e Sustentabilidade da Unesc recebeu o professor doutor Manuel Ribeiro, pesquisador do Instituto Politécnico de Viana do Castelo de Portugal. Organizado pelo PPGCEM (Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Materiais), o evento virtual tem programação de três dias, e reúne importantes nomes da pesquisa e da docencia. Nesta terça-feira (28/7) a mediação do dia foi feita pelo professor doutor da Unesc Fabiano Raupp Pereira.

O vice-coordenador do PPGCEM, Eduardo Junca, avaliou o evento como uma oportunidade para enriquecer a discussão sobre o tema “Polímeros e Meio Ambiente”, de grande importância para todo o mundo. “Temos participantes do Brasil e de outros países para acompanhar um importante diálogo sobre este tema de fundamental para a sociedade”, afirmou. 

Em sua fala, o professor doutor Oscar Montedo,  pró-reitor de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão da Unesc, lembrou a importância deste evento para o Programa de Pós-Graduação da Universidade. “É uma temática que está conectada às linhas de pesquisa de nosso Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Materiais, refletindo em importante conhecimentos e que consequentemente veremos frutos no futuro”, afirmou. 

Palestra de abertura


O professor doutor Manuel Ribeiro iniciou os trabalhos do Simpósio com a palestra “Os materiais e a sua Sustentabilidade – Energia Incorporada e Pegada de Carbono como Métricas de Eco-auditorias”. “É um tema que trabalho há muitos anos em nossas linhas de pesquisa. Hoje trouxe reflexões baseadas nos resultados destes estudos, abordando questões percebidas no dia a dia do desenvolvimento destes projetos e até casos que valem ser lembrados”, explicou.

Ribeiro também falou pontos relacionados a ecologia, matéria prima e tecnologia. A troca de conhecimentos foi acompanhada por mais de 150 espectadores, conectados de todo o mundo. Após as considerações do professor, o público teve a oportunidade de interagir, propondo pontos de abordagem e fazendo questionamentos. 

Programação

Quarta-feira (29/07)


A partir das 19 horas a professora doutora Ruth Marlene Campomanes Santana, da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), fala sobre “Polímeros e Meio Ambiente”. A mediação será realizada pelo professor doutor da Unesc Matheus Vinicius Gregory Zimmermann. 

Quinta-feira (30/07)

No último dia de evento, a partir das 19 horas, o professor doutor Elson Longo da Silva, da UFSCar (Universidade Federal de São Carlos) aborda “os “Novos caminhos para eliminação do coronavírus”. O momento é conduzido pela professora doutora da Unesc Sabrina Arcaro.

Saiba mais e participe 

Fonte: AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

28 de julho de 2020 às 19:04
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