Instituto de Pesquisas Ambientais e Tecnológicas

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Unesc na mídia

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O Dia do Paleontólogo (15/6) foi lembrado durante o programa Eldorado Comportamento da última sexta-feira. O geólogo e mestre em Geociências Gustavo Simão, do Ipat (Instituto de Pesquisas Ambientais e Tecnológicas) do Iparque (Parque Científico e Tecnológico da Unesc), conversou com o jornalista Silmar Vieira sobre paleontologia, geologia e assuntos ligados ao tema.

“Falamos sobre a formação do nosso continente e os indicadores paleontológicos que serviram de argumento para a teoria científica que afirmava que América do Sul e a África compuseram um único continente”, comenta.

Por: Milena Spilere Nandi 18 de junho de 2018 às 10:37
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Unesc participa de workshop sobre drones, em Florianópolis

Unesc participa de workshop sobre drones, em Florianópolis
Engenheiro do Iparque foi um dos palestrantes (Foto: Divulgação) Mais imagens

Para colaborar com o avanço da tecnologia e com o aumento de informações sobre os drones em suas diversas aplicações, priorizando a segurança e as boas práticas nas operações, foi realizado nesta quinta-feira (26/4) o Workshop sobre Drones – Aplicações e Tecnologia Geoespacial em Florianópolis. A Unesc esteve presente no evento com o engenheiro agrimensor do Ipat (Instituto de Pesquisa Ambiental e Tecnológica) do Iparque (Parque Científico e Tecnológico João Paulo Casagrande, que foi um dos palestrantes.

Casagrande falou sobre “Base Cartografica com VANT para Área Urbana – Utilização de VANT para a base de dados do software UnescGeo –  Ferramenta de armazenamento de dados espaciais e analise territorial aplicado ao cadastro técnico multifinalitário”. Além dele, o evento trouxe nomes como o do gerente de Soluções em Sensoriamento Remoto Santiago & Cintra Geotecnologias, Paulo Henrique Amorim, do diretor de Desenvolvimento e Negóciosda SC Consultoria, Gustavo Barbosa Dias e do professor doutor da UFG (Universidade Federal de Goiás) Manuel Eduardo Ferreira.

O evento, realizado pela Pegesul, teve entre os apoiadores institucionais o Iparque. O workshop proporcionou ainda a geração de negócios e oportunidades para os participantes.

Fonte: AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Por: Milena Spilere Nandi 26 de abril de 2018 às 13:50
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Unesc participa de um dos maiores projetos de recuperação ambiental em curso no Brasil

Unesc participa de um dos maiores projetos de recuperação ambiental em curso no Brasil
Projeto executivo é realizado por técnicos do Iparque (Foto: Divulgação) Mais imagens

A Unesc participa de um dos maiores projetos de recuperação ambiental em curso no Brasil. O IPAT (Instituto de Pesquisa Ambiental e Tecnológica), um dos institutos do Iparque (Parque Científico e Tecnológico) da Universidade, foi responsável pelo projeto executivo para a recuperação ambiental de uma área com 97 hectares, da qual 13,5 hectares eram ocupados por um “lixão”, que hoje já começa a ter novamente sua fauna e flora, bem como, a volta da biodiversidade.

A ação contribui com a sociedade e o meio ambiente das comunidades do entorno do Bairro Sangão, localizado na divisa dos municípios de Criciúma e Forquilhinha, no Sul de Santa Catarina.

Historicamente a área que foi recuperada, recebeu rejeito proveniente dos processos industriais da antiga ICC (Indústria Carboquímica Catarinense) e posteriormente, resíduos sólidos urbanos provenientes dos municípios de Forquilhinha, Criciúma e Nova Veneza. “Tudo que hoje é levado até um aterro sanitário, incluindo lixo doméstico, era depositado a céu aberto, sendo coberto por camadas de aterro ou rejeito de carvão”, afirma o coordenador do Cegeo (Centro de Engenharia e Geoprocessamento) do IPAT, Vilson Paganini Bellettini.

O IPAT elaborou o PRAD (Plano de Recuperação de Àreas Degradadas), contratado pela Petrobras Gás S.A., que executou a obra do PRAD-Lixão, e as prefeituras contrataram o instituto para fazer o monitoramento do local.

O projeto do PRAD-Lixão foi elaborado em 2014, a execução iniciou em 2015 e foi concluída em 2016. Segundo Bellettini, o contrato assinado entre a Unesc e as prefeituras de Forquilhinha, Criciúma e Nova Veneza prevê, no mínimo, monitoramento durante cinco anos. “O trabalho de monitoramento começou junto com a obra e vai continuar por mais alguns anos. Após cinco anos é preciso haver um nível de recuperação para a Fatma (Fundação do Meio Ambiente) e o Ministério Público avaliem o local e deem a área como recuperada. Nosso trabalho de analisar a água superficial e subterrânea, o solo e se a vegetação está se desenvolvendo adequadamente e vai até a área ser liberada”, explica o coordenador do Cegeo.

O IPAT já fez projetos executivos e conceituais para a União e para as empresas como Votorantim e CSN (Companhia Siderúrgica Nacional), mas conforme Belletini, este foi o que teve a execução mais rápida.

Da área total, 97 hectares, atualmente, 86,86 hectares pertencem à Unesc. O restante da área pertence à prefeitura de Forquilhinha – há uma estrada municipal que corta o local. Belletini explica que todos são corresponsáveis para manter a área e que o projeto prevê o uso futuro para o terreno. “Há espaços que não possuem rejeito de carvão ou lixo e podem ser usadas para fins industriais ou empresariais. Outras só podem ser usadas desde que a camada impermeabilizante, colocada sobre os resíduos não seja danificada”.

Inovação no projeto


O engenheiro agrimensor do Cegeo, Jori Ramos Pereira, explica que do topo do “lixão” até o lençol freático havia aproximadamente 18 metros de profundidade, onde se intercalava lixo (resíduo sólido) e rejeito piritoso. “O objetivo principal do projeto executivo, foi em isolar a água proveniente da chuva, do contato com o lixo e o rejeito, evitando assim, o chorume (liquido percolado) e geração de DAM – Drenagem Ácida de Mina.”, afirma.

Para isso, o projeto contemplou terraplanagem, drenagem superficial e drenagem profundas para coleta do chorume existente, bem como a recomposição de uma estrada municipal que corta a área de projeto. A terraplenagem é composta por uma movimentação de material que evita a erosão dos solos e após a conformação é inserida uma camada de 15 centímetros de calcário granular, 50 centímetros de argila compactada, seguido de 30 centímetros de solo construído (chamado também de solo gordo, que dá suporte para a vegetação crescer). A malha de drenagem superficial foi elaborada em concreto assim como as escadas hidráulicas.

Além disso, um sistema de ventes foi desenvolvido formado por tubos de PVC. Segundo Ramos, esse dispositivo foi instalado para que o gás produzido pelos resíduos saia, mesmo que as medições apontaram para pouca produção de gás, já que o lixão parou de funcionar há algum tempo. “Tivemos que pensar em obras de engenharia com as premissas de um aterro sanitário, porém esses dispositivos foram implantados posteriormente ao lixão estar formado, o que foi um desafio. Foi necessária a abertura de trincheiras no maciço, a quatro, cinco metros de profundidade para garantir a coleta dos líquidos percolados no interior do “lixão””, salienta o engenheiro agrimensor.

Equipe multidisciplinar

A elaboração do PRAD teve a participação de equipe multidisciplinar. Inicialmente o diagnóstico englobou os setores de projetos ambientais do Ipat e o Cegeo, com o levantamento topográfico detalhado, as análises do material e das condições da área. Engenheiros agrimensores, civis, químicos, ambientais e agrônomos, topógrafo, desenhista e geólogo, formaram a equipe envolvida no projeto.

Fonte: AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Por: Milena Spilere Nandi 18 de abril de 2018 às 13:18
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Iparque realiza projeto "Pesqueiros do Rio Araranguá"

Iparque realiza projeto
Representantes do poder público de Araranguá estiveram reunidos na Unesc (Foto: Câmara de Vereadores) Mais imagens

O Ipat (Instituto de Pesquisas Ambientais e Tecnológicas) do Iparque (Parque Científico e Tecnológico da Unesc) desenvolve o projeto "Pesqueiros do Rio Araranguá", que visa a construção dos pesqueiros e plataformas de pesca ao longo do Rio Araranguá. E nesta terça-feira (25/7), o prefeito de Araranguá, Mariano Mazzuco, o secretário de Administração, Auderi Castro, o presidente da Câmara de Vereadores, Daniel Viriato Afonso e o vereador Cristiano Tano estiveram no Iparque para uma reunião com os técnicos responsáveis pelo trabalho.

Segundo o coordenador do Cegeo (Centro de Engenharia e Geoprocessamento) do Ipat, Vilson Paganini Bellettini, o projeto foi desenvolvido por um contrato firmado entre prefeitura e Unesc em janeiro 2014, passou por Licenciamento Ambiental na Fatma e agora a prefeitura quer licitar a execução da obra.

Fonte: Setor de Comunicação Integrada

Por: Milena Spilere Nandi 26 de julho de 2017 às 22:03
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CIPA e curso de Biomedicina fazem mapa de risco de laboratórios do Iparque

CIPA e curso de Biomedicina fazem mapa de risco de laboratórios do Iparque
Atividades foram assessoradas pelo Sesmt (Foto: Divulgação) Mais imagens

Laboratórios do Iparque (Parque Científico e Tecnológico da Unesc) receberam na sexta-feira (12/5) a visita de alunos da terceira fase do curso de Biomedicina, integrantes da Cipa (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes) e do Sesmt (Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho) para a coleta de dados com o objetivo de elaboração de uma proposta do mapeamento de risco destes espaços.

O grupo visitou os laboratórios: Físico Químico de Alimentos e Gerenciamento de Resíduos; de Microbiologia; de Resíduos/Solos e Águas e Efluentes; Atmosférico e Serviços de Amostragem e de Absorção Atômica e Cromatografia e foi recebido pela coordenadora dos laboratórios do IALI (Instituto de Alimentos) e do IPAT (Instituto de Pesquisas Ambientais e Tecnológicas), Maria da Glória dos Santos, e demais funcionários dos laboratórios estudados, que acompanharam os acadêmicos e os integrantes da CIPA e do Sesmt durante a atividade.

“O mapeamento de riscos é previsto pela NR 5 como uma das atribuições da CIPA e na gestão atual, ​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​foi optado por contemplar estes laboratórios do Iparque”, comenta o presidente da CIPA, Marlon Zilli.

A atividade teve a participação das professoras da Unesc, Claudia Peluso Martins e Liziara Silva Fraporte. Os resultados do mapeamento de risco serão apresentados em 9 de junho, no Iparque.

Fonte: Setor de Comunicação Integrada

Por: Milena Spilere Nandi 15 de maio de 2017 às 21:37
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