Instituto de Pesquisas Ambientais e Tecnológicas

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Iparque realiza projeto "Pesqueiros do Rio Araranguá"

Iparque realiza projeto
Representantes do poder público de Araranguá estiveram reunidos na Unesc (Foto: Câmara de Vereadores) Mais imagens

O Ipat (Instituto de Pesquisas Ambientais e Tecnológicas) do Iparque (Parque Científico e Tecnológico da Unesc) desenvolve o projeto "Pesqueiros do Rio Araranguá", que visa a construção dos pesqueiros e plataformas de pesca ao longo do Rio Araranguá. E nesta terça-feira (25/7), o prefeito de Araranguá, Mariano Mazzuco, o secretário de Administração, Auderi Castro, o presidente da Câmara de Vereadores, Daniel Viriato Afonso e o vereador Cristiano Tano estiveram no Iparque para uma reunião com os técnicos responsáveis pelo trabalho.

Segundo o coordenador do Cegeo (Centro de Engenharia e Geoprocessamento) do Ipat, Vilson Paganini Bellettini, o projeto foi desenvolvido por um contrato firmado entre prefeitura e Unesc em janeiro 2014, passou por Licenciamento Ambiental na Fatma e agora a prefeitura quer licitar a execução da obra.

Fonte: Setor de Comunicação Integrada

Postado por: Milena Spilere Nandi 26 de julho de 2017 às 22:03
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CIPA e curso de Biomedicina fazem mapa de risco de laboratórios do Iparque

CIPA e curso de Biomedicina fazem mapa de risco de laboratórios do Iparque
Atividades foram assessoradas pelo Sesmt (Foto: Divulgação) Mais imagens

Laboratórios do Iparque (Parque Científico e Tecnológico da Unesc) receberam na sexta-feira (12/5) a visita de alunos da terceira fase do curso de Biomedicina, integrantes da Cipa (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes) e do Sesmt (Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho) para a coleta de dados com o objetivo de elaboração de uma proposta do mapeamento de risco destes espaços.

O grupo visitou os laboratórios: Físico Químico de Alimentos e Gerenciamento de Resíduos; de Microbiologia; de Resíduos/Solos e Águas e Efluentes; Atmosférico e Serviços de Amostragem e de Absorção Atômica e Cromatografia e foi recebido pela coordenadora dos laboratórios do IALI (Instituto de Alimentos) e do IPAT (Instituto de Pesquisas Ambientais e Tecnológicas), Maria da Glória dos Santos, e demais funcionários dos laboratórios estudados, que acompanharam os acadêmicos e os integrantes da CIPA e do Sesmt durante a atividade.

“O mapeamento de riscos é previsto pela NR 5 como uma das atribuições da CIPA e na gestão atual, ​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​foi optado por contemplar estes laboratórios do Iparque”, comenta o presidente da CIPA, Marlon Zilli.

A atividade teve a participação das professoras da Unesc, Claudia Peluso Martins e Liziara Silva Fraporte. Os resultados do mapeamento de risco serão apresentados em 9 de junho, no Iparque.

Fonte: Setor de Comunicação Integrada

Postado por: Milena Spilere Nandi 15 de maio de 2017 às 21:37
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Unesc é a segunda melhor universidade brasileira não pública, segundo índice inédito

Unesc é a segunda melhor universidade brasileira não pública, segundo índice inédito
Estudo foi realizado pela Brasil Júnior, com apoio da consultoria McKinsey Mais imagens

Formar empreendedores tem sido um desafio no cenário educacional. E a Unesc foi reconhecida como a segunda melhor Instituição de Ensino Superior do Brasil, entre as não-públicas, segundo o Índice das Universidades Empreendedoras. O estudo inédito foi realizado pela Brasil Júnior, com apoio da consultoria McKinsey, e divulgado em novembro pela revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios.

“Ser reconhecida em segundo lugar no índice das universidades empreendedoras do Brasil é resultado do trabalho de qualidade desenvolvido há 48 anos pela Unesc. Somos uma Instituição comunitária preocupada com a formação de nossos alunos e a comunidade regional e reconhecida frequentemente pela excelência em diversos aspectos, incluindo ensino de qualidade, pesquisa, extensão, estrutura e qualificação dos professores”, destaca o reitor Gildo Volpato.

Destaque para a Infraestrutura e Cultura Empreendedora

Nos critérios avaliados pelo Índice das Universidades Empreendedoras, a Unesc se destaca, entre todas as universidades, públicas e privadas, em dois. A Instituição aparece como a segunda melhor do Brasil, no critério “Cultura Empreendedora, e a terceira melhor no segmento “Infraestrutura”, entre todas as universidades, públicas e privadas.

Quando o assunto é “Infraestrutura”, a Unesc aparece ao lado da PUC-Rio (1º) e Unicamp (2ª). Neste critério foi avaliado a qualidade da infraestrutura física e internet, além da instalação de um parque tecnológico e suas parcerias. “É um reconhecimento a estrutura que temos, com os laboratórios de alto nível; uma Biblioteca recém-inaugurada; o Iparque (Parque Científico e Tecnológico), e todos os espaços: salas de aula, Clínicas Integradas, Centros de Práticas, Sala de Negócios, Espaço das Empresas Juniores, Sala de Metodologia Ativas, entre outras”, ressalta a pró-reitora de Administração e Finanças, Kátia Sorato.

No critério “Cultura Empreendedora” a Unesc ficou atrás apenas da UFRPE (Universidade Federal Rural de Pernambuco). Nele foi avaliado a postura empreendedora dos professores e alunos, além da quantidade de disciplinas de empreendedorismo durante os cursos de graduação. “Introduzir o empreendedorismo para melhorar o ambiente de vida da geração atual e futura é algo muito próximo da nossa missão. Na Unesc ajudamos a preparar os alunos para sua vida e também para o mundo profissional. Um exemplo é o trabalho desenvolvido pelo Núcleo de Empreendedorismo. Nos orgulha muito receber esse reconhecimento nacional”, comenta a pró-reitora de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão, Luciane Ceretta.

A melhor do Sul do Brasil entre as não-públicas

Entre as instituições avaliadas, a Unesc é a melhor Universidade não pública da região Sul do Brasil (Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul). Ela aparece no Índice das Universidades Empreendedoras entre as 5 melhores da região, junto com UFSM (Universidade Federal de Santa Maria), UEM (Universidade Estadual de Maringá), UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) e UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina).

Como foi feito o estudo

A pesquisa foi realizada por meio de um questionário online que ouviu 5.975 alunos e 318 professores de 43 universidades de todo Brasil. Para elaborar o Índice das Universidades Empreendedoras foram selecionadas as 100 melhores universidades presentes na última edição do RUF (Ranking Universitário da Folha de São Paulo). Dessas, foram excluídas aquelas que não possuíam Empresas Juniores associadas, Enactus (organização internacional sem fins lucrativos dedicada a inspirar os alunos a melhorar o mundo através da Ação Empreendedora), Aiesec (Associação Internacional de Estudantes em Ciências Econômicas e Comerciais) ou núcleo da Rede CsF (Ciência sem Fronteiras), entidades que estimulam o empreendedorismo no ambiente universitário.

A partir das respostas dos questionários online concluiu-se que uma universidade empreendedora leva em conta os seguintes critérios: Cultura Empreendedora (postura empreendedora dos professores e alunos, disciplinas de empreendedorismo); Inovação (pesquisa, patentes, proximidade IES-empresas); Extensão (redes de contato, projetos de extensão); Infraestrutura (qualidade, parque tecnológico); Internacionalização (intercâmbio, publicações e citações internacionais); Capital Financeiro (orçamento, endowment/doação da sociedade civil).

Saiba mais sobre o Índice

 

Fonte: Setor de Comunicação Integrada

Postado por: Davi Carrer 06 de dezembro de 2016 às 10:57
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Parque Científico e Tecnológico implanta estação geodésica homologada pelo IBGE

Parque Científico e Tecnológico implanta estação geodésica homologada pelo IBGE
Local poderá ser utilizado por estudantes e profissionais (Foto: Divulgação) Mais imagens

Estudantes das engenharias de Agrimensura, Ambiental e Civil, de Geografia e de Arquitetura e Urbanismo da Unesc e profissionais das áreas têm, a partir deste mês, um novo espaço para aprendizado, pesquisa e apoio aos levantamentos topográficos e investigação científica por parte de pesquisadores e engenheiros. O Iparque (Parque Científico e Tecnológico da Unesc) implantou uma estação geodésica passiva, aprovada e homologada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

A estação geodésica passiva é constituída por um marco de concreto cuja posição serve como referência precisa a diversos projetos de engenharia, como construção de estradas, pontes, barragens; mapeamento; geofísica e pesquisas científicas. A estação é chamada de passiva porque não possui equipamentos para a captação dos dados.

Segundo o engenheiro agrimensor do Cegeo (Centro de Engenharia e Geoprocessamento) do Ipat (Instituto de Pesquisa Ambiental e Tecnológica) do Iparque, João Paulo Casagrande, a nova estação geodésica passiva da Universidade faz parte da Rede Geodésica Brasileira de primeira ordem e foi a primeira obra física construída a partir de um TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) em Engenharia de Agrimensura da Universidade.

Casagrande comenta que o Cegeo fez uma parceria com o IDT (Instituto de Engenharia e Tecnologia) do Iparque para que todo o projeto fosse feito pela Unesc, da concepção à execução. “O IBGE disponibiliza informações não tão aprofundadas sobre como deve ser construído o marco da estação geodésica. O Diones Delfino (aluno que desenvolveu o TCC), eu e outros profissionais do Ipat fomos buscar mais detalhes para o desenvolvimento do projeto. O IDT pesquisou e criou o projeto do marco e da peça para que os equipamentos sejam acoplados com segurança no marco seguindo recomendações do IBGE”, conta.

A estação geodésica do Iparque é a segunda da Unesc . De acordo com o engenheiro agrimensor do Cegeo, com o novo marco, os alunos e professores têm uma nova opção para desenvolver aulas práticas, em um local sem interferência de veículos e pessoas, e os profissionais da área poderão utilizar para trabalhos técnicos na região mediante contato prévio para agendamento.

Diones Delfino, o estudante responsável pelo TCC que resultou na estação geodésica passiva, comenta que o projeto começou a ser desenvolvido em setembro de 2015 e o tema foi escolhido pelo fato de a região possuir poucas estações e algumas não estarem em pleno funcionamento. Delfino é aluno do curso de Engenharia de Agrimensura da Unesc e funcionário do Cegeo. “Por meio do estudo, mostramos que é possível desenvolver um projeto como esse em um trabalho de conclusão de curso, contendo um bom planejamento e organização. Foram analisados alguns parâmetros que poderão ajudar outros profissionais”, afirma.

O projeto contou com parceria entre o curso de Engenharia de Agrimensura, por meio do professor orientador Leonard Niero da Silveira e o aluno orientando Diones Delfino, o setor de Cegeo (Centro de Engenharia e Geoprocessamento), por meio dos engenheiros Vilson Paganini Bellettini e João Paulo Casagrande do Ipat (Instituto de Pesquisa Ambiental e Tecnológica), o IDT (Instituto de Engenharia e Tecnologia) por meio dos engenheiros Ramon Silveira, Mateus Milanez e Cassiano de Medeiros e  Pegesul Geo-tecnologias, por meio do ex-aluno do curso de Engenharia de Agrimensura da Unesc Gean Pavei.

Acesse o relatório do SAT99641

Fonte: Setor de Comunicação Integrada

Postado por: Milena Spilere Nandi 16 de novembro de 2016 às 16:55
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Contaminação por flúor, petróleo e carvão é tema de debates no Iparque

Contaminação por flúor, petróleo e carvão é tema de debates no Iparque
Seminário ocorreu nesta terça-feira (Foto: Milena Nandi) Mais imagens

A contaminação das águas por flúor, petróleo e carvão e a gestão dos serviços hídricos foram tema de palestras nesta terça-feira (14/6), no Iparque (Parque Científico e Tecnológico da Unesc), durante o Seminário de Debates de Áreas Contaminadas. O evento foi realizado pelo Ipat (Instituto de Pesquisas Ambientais e Tecnológicas) e pelo Grupo de Pesquisas Aplicadas em Meio Ambiente da Unesc.

“A intenção foi reunir profissionais vindos de instituições de ensino, órgãos como Ministério Público, CPRM (Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais) e Fatma, além de autarquias públicas como o Samae, para trocar conhecimento a respeito de um tema tão importante”, comentou Gustavo Simão, do Setor de Projetos Ambientais e um dos coordenadores do Seminário.

O Seminário contou com palestras nos períodos da manhã e da tarde, sendo que na primeira parte, foram debatidos assuntos relacionados a gestão de recursos hídricos – experiência de Caxias do Sul (RS) e o case de avaliação, remediação e evolução da contaminação relacionado ao vazamento de quatro milhões de litros de petróleo em Araucária (PR), projeto de recuperação que foi desenvolvido em oito anos. O gerenciamento das bacias de captação de água em Caxias do Sul também foi abordado.

Já durante a tarde, “O excesso de flúor nas águas subterrâneas do Brasil e do mundo: Origens e restrições de uso” foi o tema da palestra do professor do Instituto de Geociências da UFRGS, Antonio Pedro Viero. Entre os assuntos abordados pelo professor, estiveram os aquíferos Guarani e da Serra Geral, e as condições de suas águas.

A bacia carbonífera de Santa Catarina e o uso do ozônio e de microrganismos na mitigação da formação da drenagem ácida de mina encerraram os debates.

Fonte: Setor de Comunicação Integrada

Postado por: Milena Spilere Nandi 14 de junho de 2016 às 17:22
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