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Junho Violeta: Ação na Unesc leva informações sobre a violência contra o idoso

Junho Violeta: Ação na Unesc leva informações sobre a violência contra o idoso
Curso de Enfermagem e Nuprevips orientaram a comunidade (Fotos: Milena Nandi) Mais imagens

Para sensibilizar a comunidade interna e externa da Unesc sobre os tipos de violências contra o idoso, como denunciar e prestar cuidados sem violência, o curso de Enfermagem e o Nuprevips (Núcleo de Prevenção à Violências e Promoção da Saúde) – uma parceria entre Secretaria de Saúde de Criciúma e a Universidade – realizaram uma ação nesta quinta-feira (14/6) no campus universitário, com concentração nas Clínicas Integradas. A iniciativa faz alusão ao Dia Mundial de Conscientização da Violência Contra a Pessoa Idosa, lembrado em 15 de junho.

A coordenadora adjunta do curso de Enfermagem da Unesc, Neiva Hoepers, conta que a data e foi instituída em 2006 pela ONU (Organização das Nações Unidas) e pela Rede Internacional de Prevenção à Violência contra Pessoa Idosa. O objetivo da data é criar uma consciência mundial, social e política da existência da violência contra pessoa idosa, e simultaneamente, disseminar a ideia de não aceitar essa situação como normal. A violência contra a pessoa idosa é, e deve ser entendida, como uma grave violação dos Direitos Humanos”, afirma.

A ação fez parte das atividades do Junho Violeta – Violetas contra a violência: dignidade e respeito a pessoa idosa, campanha que diz que “ao invés de violentar, dê uma violeta ao idoso como sinal de gratidão”. Além do material informativo, as pessoas receberam fitas da cor violeta, em alusão à campanha.

Segundo a psicóloga do Nuprevips, Sílvia Nagel Hülse, os dados que se têm acesso sobre violência contra o idoso não costumam corresponder à realidade, porque a maioria das ocorrências não é notificada. Por isso a importância da denúncia (quem denuncia não precisa se identificar) e da atenção de vizinhos e familiares dos idosos para qualquer situação fora da normalidade. “Os profissionais de saúde têm um olhar mais atento sobre o assunto. Quando chegam idosos até eles, percebem alterações físicas e emocionais, por exemplo. Mas nem sempre estas pessoas chegam até os serviços de saúde”, comenta.

Tipos de violência contra o idoso

Física: Uso da força física de forma intencional com o objetivo de ferir ou lesar uma pessoa;

Negligência/abandono: É a omissão por famílias ou instituições responsáveis pelos cuidados básicos para o desenvolvimento físico, emocional e social do idoso. Privação de medicamentos, descuido com a higiene e saúde, ausência de proteção contra o frio e o calor são alguns exemplos dessa violência. O abandono é a forma extrema de negligência;

Sexual: É qualquer ação na qual a pessoa, fazendo uso de poder, força física, coerção, intimidação ou influência psicológica obriga outra pessoa a ter, presenciar ou participar de alguma maneira, de interações sexuais contra a sua vontade;

Econômico-financeira e patrimonial: usufruto impróprio ou ilegal dos bens dos idosos, e no uso não consentido por eles de seus recursos financeiros ou patrimoniais;

Autoagressão: Conduta da pessoa idosa que ameaça a própria saúde ou segurança, como por exemplo, automutilações, suicídios ou tentativas;

Autonegligência: Manifesta-se por meio da recusa do idoso de prover a si mesmo os cuidados básicos necessários a sua saúde;

Psicológica: Corresponde a qualquer forma de menosprezo, desprezo, preconceito e discriminação, incluindo agressões verbais e gestuais, com o objetivo de aterrorizar, humilhar e restringir a liberdade ou isolar a pessoa do convívio social. Pode resultar em tristeza, isolamento, solidão, sofrimento mental ou depressão no idoso.

Serviços de atendimento e orientação à pessoa idosa em situação de violência

Nuprevips: (48) 3431-2764

Creas (Centro de Referência Especializado de Assistência Social): (48) 3445-8925

Conselho Municipal do Idoso de Criciúma: (48) 3431-0065

Delegacia do Idoso, Criança, Adolescente e Proteção à Mulher: (48) 3433-2189

Disque 100 – Disque Direitos Humanos

Fonte: AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Por: Milena Spilere Nandi 14 de junho de 2018 às 17:28
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Parto humanizado é debatido em congresso nacional na Unesc

Parto humanizado é debatido em congresso nacional na Unesc
Evento ocorre durante esta terça-feira (Fotos: Milena Nandi) Mais imagens

A Unesc recebe nesta terça-feira (12/6) a segunda etapa regional do 4º Congresso Nacional do Parto Humanizado. O encontro reúne profissionais de saúde, doulas, gestores públicos e demais pessoas envolvidas na humanização do parto e do nascimento. A conferência de abertura “Políticas Públicas para a Humanização do Parto e do Nascimento: História, Desafios e Perspectivas”, foi feita pela médica e professora doutora em Saúde Pública da Universidade Federal de Minas Gerais, Sonia Lansky.

O evento encerra às 18 horas desta terça-feira (12/6) e na programação está prevista ainda uma discussão em grupo sobre “O modelo de atenção obstétrica e neonatal integral baseado nos direitos e nas evidências científica, desafios para o SUS e atenção privada: o papel de cada nível de atenção da rede”.

O Congresso iniciou em Blumenau e além de Criciúma vai passar por Joinville, Chapecó, Florianópolis e Lages. Em todas as seis etapas regionais, os participantes podem participar do 2º Congresso de Fotografia e Vídeo de parto. As atividades são propostas pela deputada Ana Paula Lima e estão sendo realizados pela Alesc (Assembleia Legislativa de Santa Catarina), através da Escola do Legislativo e do Comissão de Saúde.

Segundo Ana Paula, o congresso tem sido cenário de discussões férteis a respeito do tema “Humanização do Parto e do Nascimento”, e em Santa Catarina, por meio da união de profissionais e simpatizantes do coletivo do parto humanizado, tem protagonizado ações como a Lei da Doula, a Lei da Violência Obstétrica e também a Comissão de Parto Domiciliar Planejado da Abenfo. “Nos encontros, fazemos uma abordagem sobre as políticas públicas de nascimento. Como é a realidade de cada local em um momento tão especial. Sensibilizar sobre esse momento tão importante na vida da mulher e da sociedade”, afirma a deputada.

A presidente da ABEn/SC (Associação Brasileira de Enfermagem de Santa Catarina), Mágada Tessmann, lembra que é interessante a discussão em nível acadêmico e com a população. “É importante que possamos discutir e fazer trocas de experiência sobre o parto humanizado. O evento de hoje é um grande passo nesse sentido”.

Ioná Bez Birolo, coordenadora do curso de Enfermagem da Unesc, parabenizou a iniciativa e comentou sobre a importância do debate. “Precisamos desse momento de discussão, assim, na universidade e com a presença de profissionais da saúde, com relatos de experiências exitosas, de como o nascer se transformou em nossa sociedade contemporânea”.

A diretora de Extensão, Cultura e Ações Comunitárias da Unesc, Fernanda Sônego, acolheu os participantes e lembrou que a Unesc é uma Instituição parceira de ações e discussões de temas pertinentes para a sociedade, como parto humanizado. “A nossa Universidade desenvolve projetos voltados para a comunidade, e a mulher também está contemplada em iniciativas como o Pamif (Programa de Atenção Materno-Infantil e Familiar), que dá suporte com uma equipe multiprofissional para as gestantes e mães e aos bebês”, comenta.

Na abertura do evento, o vereador de Içara e médico, Lauro Nogueira, falou sobre a importância de discussões como as do congresso; o diretor executivo do Hospital Socimed e responsável pela implementação da maternidade Ninho, Fernando Antonio Viegas Delgado, falou sobre a experiência com o parto humanizado no hospital em Tubarão e a coordenadora da Saúde da Mulher do Município de Criciúma e professora do curso de Enfermagem da Unesc, Marly Spiazzi, falou sobre a realidade do município relacionada ao tema. 

O 4º Congresso Nacional do Parto Humanizado e o 2º Congresso de Fotografia e Vídeo de Parto contam com apoio da Adosc (Associação de Doulas de Santa Catarina), Uniplac (Universidade do Planalto Catarinense), Abenfo-SC (Associação Brasileira de Enfermeiros Obstetras, Neonatais e Obstetrizes do Estado de Santa Catarina), UFFS (Universidade Federal da Fronteira Sul), Unesc (Universidade do Extremo Sul Catarinense), FURB (Universidade Regional de Blumenau), IELUSC (Associação Educacional Luterana Bom Jesus/IELUSC) e Coren-SC (Conselho Regional de Enfermagem de Santa Catarina).

Fonte: AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Por: Milena Spilere Nandi 12 de junho de 2018 às 13:19
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Fechamento com chave de ouro - Evento da Semana da Enfermagem

16/05/18 - e nesta noite, foi o fechamento com chave de ouro, do Evento da Semana da Enfermagem, onde tivemos uma conferência com o Tema: Humanizaçao do cuidado, com nossa chiquérima Dra Enf. Regina Costenaro, de Santa Mania RS. Foi um sucesso em estar repassando a
linda mensagem “de sermos motivados para o trabalho e poder cuidar de si para poder cuidar do outro”, tendo amor em tudo que fazemos, e ser feliz. Valeu Regina !!! 

Por: Curso de Enfermagem 17 de maio de 2018 às 12:37
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Fechamento com chave de ouro - Evento da Semana da Enfermagem

16/05/18 - e nesta noite, foi o fechamento com chave de ouro, do Evento da Semana da Enfermagem, onde tivemos uma conferência com o Tema: Humanizaçao do cuidado, com nossa chiquérima Dra Enf. Regina Costenaro, de Santa Mania RS. Foi um sucesso em estar repassando a
linda mensagem “de sermos motivados para o trabalho e poder cuidar de si para poder cuidar do outro”, tendo amor em tudo que fazemos, e ser feliz. Valeu Regina !!! 

Por: Curso de Enfermagem 17 de maio de 2018 às 12:33
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Semana da enfermagem palestra “Abordagem e manejo do paciente com risco de suicídio”, com a Enfermeira e Me Ana Regina Losso e o Psicologo Deivid Douglas Carvalho

15/05/18 pela manha, continuamos com nosso evento na Semana da enfermagem palestra  “Abordagem e manejo do paciente com risco de suicídio”, com a Enfermeira e Me Ana Regina Losso e o Psicologo Deivid Douglas Carvalho que discutiram o Suicídio, e o que está por traz da morte autoprovocada com evidências de que a pessoa tinha intenção de morrer. E Rísco  de suicídio definido como probabilidade de que a ideação suicida leve ao ato suicida e por consequente a morte do indivíduo. Casos: Brasil 4,1 por100 mil habitantes. Ocupa o  terceiro lugar em causas externas.Fatores de riscos predisponentes:
Doenças mentais;
História familiar;
História de tentativa prévia.
Fatores protetores:
Resiliência emocional;
Habilidades sociais;
Relação terapêutica positiva.
Importância dos serviços de saúde e profissionais estarem preparados para o atendimento desse paciente, de promover uma escuta qualificada.
 

Por: Curso de Enfermagem 15 de maio de 2018 às 16:05
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