Farmácia

Professores e estudantes da Unesc participam de ação de cidadania em Criciúma

Professores e estudantes da Unesc participam de ação de cidadania em Criciúma
Atendimentos na área da saúde foram realizados neste sábado (Fotos: Milena Nandi) Mais imagens

O fim de semana de alunos e professores da Unesc foi marcado por mais uma oportunidade de interação com a comunidade regional. Durante a manhã e tarde deste sábado (10/11), representantes dos cursos de Enfermagem, BiomedicinaMedicina, Psicologia, Odontologia, Farmácia e Fisioterapia realizaram atendimentos e deram orientações para quem passou pela loja do supermercado Angeloni da Avenida Centenário. A ação teve o objetivo de levar inclusão social e fortalecimento da cidadania, além de disponibilizar serviços gratuitos e informações nas áreas de assistência, saúde, educação, cultura e lazer para a população.

A acadêmica da primeira fase de Medicina Lais Burato, afirma que se surpreendeu com a resposta da comunidade em sua primeira experiência em uma ação comunitária. “Eles foram muito receptivos e conseguimos passar várias orientações. Esse contato com a comunidade é muito importante e quero participar mais vezes. É um pouco do que vamos viver no nosso dia a dia profissional”, afirma a estudante.

Segundo a reitora da Unesc, Luciane Bisognin Ceretta, todos os finais de semana a Universidade participa em algum tipo de ação comunitária. “Essa parceria com o Sesc e Angeloni é muito produtiva não só para nossos alunos, mas para a contribuição que uma Universidade Comunitária como a nossa pode dar à região. As pessoas procuram muito o que nós oferecemos. A Universidade se tornou referência pelo seu comprometimento com a comunidade, pela formação de excelência e pelo protagonismo na região”, afirma.

Para a diretora de Extensão, Cultura e Ações Comunitárias da Unesc, Fernanda Sônego, parcerias como as que resultam em ações como de sábado colaboram para o engrandecimento da participação da Unesc na comunidade. E os benefícios disso vêm para todos os envolvidos: do aluno que participa e agrega conhecimento para a sua formação profissional e cidadã até a pessoa que é atendida.

A iniciativa do Angeloni e do Sesc conta com a parceria de ONGs (Organizações Não-Governamentais) e empresas da região, da Unesc, da Rede Feminina de Combate ao Câncer e da Famcri (Fundação Municipal de Amparo ao Meio Ambiente de Criciúma).

Milena Nandi – Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Fonte: AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Por: Milena Spilere Nandi 10 de novembro de 2018 às 17:22
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Unesc Profissões: acadêmicos abrem as portas da Universidade

Unesc Profissões: acadêmicos abrem as portas da Universidade
Bruna visitou a Universidade em 2013 e hoje é acadêmica de Farmácia (Fotos: Leonardo Ferreira) Mais imagens

“Bem-vindos a Unesc”. Quem está visitando o campus nesta quarta e quinta-feira (7/11 a 8/11) está sendo acolhido por quem recentemente esteve no Ensino Médio e sabe a importância do momento de escolha. Eles são estudantes como a Bruna Salvan, acadêmica da 9ª fase de Farmácia, que com um sorriso no rosto não esconde a satisfação de poder contribuir na Unesc Profissões. “É gratificante fazer parte deste momento. Aqui muitos encontrarão a área do conhecimento que se identificam e iniciarão sua trajetória”, conta a acadêmica.

Como Bruna, mais de 350 estudantes de graduação da Universidade estão recepcionando, tirando dúvidas e contando aos visitantes um pouco sobre a vida acadêmica. “É uma experiência diferente e muito prazerosa. Tentamos passar um pouco da paixão que temos pela Universidade e pela graduação, despertamos a curiosidade deles e, ao mesmo tempo, relembramos o porquê escolhemos estar aqui”, destaca o acadêmico da 6ª fase de Engenharia Química, Igor Studzinski.

Ao todo, durante os dois dias de evento, os acadêmicos da Unesc terão recebidos mais de 4 mil estudantes de Ensino Médio em uma viagem pelo conhecimento nas áreas da saúde, ciências sociais aplicadas, educação, tecnologias e engenharias.

Para o membro da comissão organizadora, Ricardo Michels, a contribuição dos acadêmicos está sendo indispensável para o sucesso do evento. “Eles fizeram o contato sincero entre Universidade e quem passou pelo local. Estão sendo dois dias de muito trabalho e dedicação para que a Unesc Profissões superasse as expectativas, e assim estão fazendo”, afirma Michels.

Uma viagem

Nesta edição, a Unesc Profissões leva seus visitantes em uma viagem que abre as portas do campus para os estudantes do Ensino Médio. Os estandes, com experiências químicas, atividades interativas, projetos tecnológicos e outras diversas atrações abordaram de forma dinâmica as possibilidades para o futuro profissional.

Além dos espaços dentro do Ginásio, os desafios levam os visitantes para além de um contato com a vida acadêmica. “Por áreas do conhecimento, eles são colocados em situações reais do dia a dia profissional. Assim, podem se identificar e ter certeza de suas aptidões e paixões”, conta Michels.

A Unesc Profissões é aberta ao público e ocorre até às 22 horas desta sexta-feira.

Leonardo Ferreira - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Fonte: AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Por: Leonardo Ferreira Barbosa 08 de novembro de 2018 às 15:14
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Unesc participa de ação comunitária em Urussanga

Unesc participa de ação comunitária em Urussanga
Evento contou com a participação de 50 pessoas da Universidade (Fotos: Jessica Pereira – Assessoria de Imprensa de Urussanga / Divulgação) Mais imagens

A Unesc participou, na manhã de sábado (27/10), de uma ação social promovida pela Administração Municipal de Urussanga e da Secretaria de Saúde do município. A ação fez alusão as campanhas Outubro Rosa e Novembro Azul. O evento ocorreu na Praça Anita Garibaldi e contou com a participação dos cursos de Enfermagem, Fisioterapia, Farmácia e do Programa de Residência Multiprofissional.

A ação tinha como objetivo a promoção da conscientização e a importância da prevenção. Entre os serviços prestados estiveram aferição da pressão arterial, orientação de medicamentos, auriculoterapia e ginástica laboral.

Vitor Netto - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Fonte: AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Por: Vitor Netto Henrique 29 de outubro de 2018 às 16:31
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Uso terapêutico da maconha: um debate a ser enfrentado

Como fazer pesquisa sobre uma planta que é simplesmente proibida de existir? Esse é apenas um dos questionamentos de pesquisadores que tentam aprofundar, no Brasil, os estudos sobre o uso terapêutico da cannabis sativa, popularmente conhecida como maconha. A proibição do cultivo e processamento da maconha por décadas em muitos países, e até hoje no Brasil, faz com que o uso terapêutico dos seus componentes ande a passos muito lentos. O uso medicinal da maconha foi o tema de uma das palestras mais aguardadas da Semana de Ciência e Tecnologia da Unesc, com o Farmacêutico e Doutor em Farmacologia, Rafael Mariano de Bitencourt, realizada no dia 25/10, no auditório Ruy Hülse.

Durante a palestra, o pesquisador apresentou um histórico sobre pesquisas relacionadas ao uso medicinal da maconha e todas as dificuldades enfrentadas por conta do preconceito quanto ao uso recreativo e a proibição gerada. Mesmo que de forma bastante lenta, a pesquisa tem comprovado diversos benefícios terapêuticos de substâncias como o canabidiol (CBD) e o THC, extraídas a partir da cannabis sativa. Conforme Bitencourt, o grande impacto da proibição aconteceu na ciência. “Houve um atraso gigantesco na pesquisa, sendo que apenas a partir da década de 90 foram iniciados efetivos estudos sobre as propriedades terapêuticas do CBD, do THC, bem como acerca do sistema endocanabinóide”. Ao longo desses estudos, os pesquisadores acabaram identificando receptores canabinóides e ligantes endógenos para estes receptores no encéfalo humano, ou seja, há “endomaconhas” sendo produzidas e distribuídas pelo nosso cérebro. Esta descoberta abriu possibilidades para muitas formas de intervenções farmacoterapêuticas para as mais diversas condições. Entre erros e acertos nas pesquisas, muitas foram as descobertas significativas, como a aplicação como medicamento para doenças neurológicas ligadas à depressão e síndromes convulsivas. Um desses estudos, de autoria do próprio Rafael Mariano de Bitencourt, egresso do curso de Farmácia da Unesc, mostrou a relação entre a administração de canabinóides no sistema nervoso central e a extinção de memórias aversivas em ratos. Hoje estudos em humanos têm confirmado que o uso do CBD pode ser eficaz como tratamento do transtorno do estresse pós-traumático (TEPT).

Mas o uso medicinal mais conhecido e que também tem gerado mais repercussão é a aplicação dessa substância como medicamento anticonvulsivo em pacientes com epilepsias refratárias. Devido ao atraso na aprovação da legislação referente à comercialização dos canabidióides, familiares de pacientes enfrentam todas as dificuldades para poder adquirir a medicação. O acesso só é possível após a realização de um longo processo burocrático para que o produto seja finalmente liberado para importação. Hoje, com essa batalha já vencida, o desafio está no preço e a esperança de familiares de pacientes é travada para que o país possa produzir esse subproduto da maconha. Conforme Bitencourt, algumas pessoas têm ganhado na justiça o direito de plantar e extrair de forma artesanal, mas enfrentam dificuldades técnicas quanto a concentrações medicinais corretas. Muitos apelam para laboratórios de universidades que realizam pesquisas na área.

O uso do canabidiol também tem sido usado de forma eficaz no tratamento dos efeitos colaterais em pacientes em quimioterapia. Todas estas possibilidades têm impactado positivamente na economia dos países que já liberaram o plantio, produção e venda dos subprodutos da maconha. Um dos casos relatados diz respeito ao estado americano do Colorado, onde a venda do canabidiol tem gerado receitas milionárias e economia no que se refere ao uso de outros medicamentos. Conforme e revista Forbes, dados da Hemp Business Journal, estimam que o mercado de canabidiol movimentou em 2017 mais de US$ 200 milhões nos Estados Unidos e deve passar de US$ 2 bilhões até 2020.

Com base nas informações, o professor questiona a demora no Brasil com relação ao uso dos canabidióides por aqui. Um dos grandes impactos seria a drástica redução de medicamentos pela indústria farmacêutica, usados atualmente. “Em países onde a lei permite o uso medicinal da cannabis, há uma diminuição drástica da prescrição de outros medicamentos. De acordo com estudos realizados pela universidade da Georgia (EUA), este consumo reduzido de medicamentos levou a uma economia de US$165,2 milhões para os cofres públicos em 2013”, salienta o professor. 

DANOS À SAÚDE

A palestra abordou ainda aspectos negativos do uso recreativo da maconha, através da combustão. Ele destaca que existe estudos os quais indicam um índice de 9 a 10% de possibilidade de dependência, bem como riscos de câncer, esquizofrenia em casos onde há histórico familiar e síndrome amotivacional. Por outro lado, estudos têm indicado que a maconha não leva ao uso de outras drogas nem é porta de entrada para vícios maiores. “Muitas vezes o que é porta de entrada é o próprio tráfico”, observa e conclui que, na sua análise, o maior mal da cannabis é o fato de ela ser proibida. “Mas tem muitas coisas acontecendo e a tendência é que se olhe cada vez mais de uma forma mais científica para tudo isso, menos preconceituosa e menos superficial”, conclui.

Ana Sofia Schuster - AICOM - Assessoria de Imprensa da Unesc

Fonte: AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Por: Ana Sofia Schuster 26 de outubro de 2018 às 22:36
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Ação comunitária no Bairro Santa Luzia

Nesta sexta-feira (19/10), professores e acadêmicos de cursos de saúde da Unesc estiveram no Centro Comunitário do Bairro Santa Luzia para realizar atendimentos para os moradores da região.

Das 9 horas às 16h30, o curso de Farmácia realizou aferição de pressão arterial, tipagem sanguínea e prestou atendimento com a Farmácia Solidária. Biomedicina ofereceu serviços em tipagem e coagulação e Nutrição, com o projeto de culinária profissional e solidária.

Milena Nandi - Assessoria de Imprensa Unesc 

Por: Milena Spilere Nandi 19 de outubro de 2018 às 17:37
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