Setor de Comunicação Integrada

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Unesc promove formação em educação ambiental para professores de Siderópolis

Unesc promove formação em educação ambiental para professores de Siderópolis
Encontro envolveu profissionais da rede municipal (Fotos: Divulgação) Mais imagens

Professores da rede municipal de Siderópolis participaram nesta terça-feira (18/8) de formação sobre educação ambiental.  A atividade, realizada no Centro Social Urbano do município, foi conduzida pelos professores José Carlos Virtuoso e Miriam da Conceição Martins, vinculados a UNA HCE (Unidade Acadêmica de Humanidades, Ciências e Educação). No encontro, além de reflexões teóricas, os educadores tiveram acesso a possibilidades de abordagem na formação ecológica do ambiente escolar e comunitário.

A proposta formativa – complementar a etapa anterior, realizada em fevereiro de 2017 – contemplou o aprofundamento teórico sobre educação, tendo por base o texto do autor francês Edgar Morin, do livro “A cabeça bem-feita”. Segundo Virtuoso, os cerca de 80 participantes discutiram a necessidade de se repensar o ensino como um processo de formação integral do ser humano, devendo, para tanto, desconstruir o problema de fragmentação do conhecimento, ainda tratado como partes desintegradas e presente na escola.

“Com o mesmo Morin, e apoio do pensamento de Pierre Dasereau, pioneiro da ecologia integral, os professorws refletiram sobre a visão complexa, que abrange um infinito de possibilidades na interação interdependente do homem com a natureza, tratada como um dos conceitos importantes surgidos com a segunda revolução científica, ocorrida no século 20.  Muitos dos aspectos indicados no referido contexto poderão ser trabalhados nas escolas, como forma de sensibilização para a mudança de atitude dos alunos em relação ao meio em que vivem”, afirma o professor da Unesc.

A metodologia da formação apresentou como estratégias didáticas o uso de texto musical, vídeo, discussão em grupo e apresentação de síntese em forma de seminário. Uma estratégia utilizada, popularmente chamada de “dinâmica da vaca”, fez os professores refletirem sobre a importância da comunicação e da colaboração em trabalhos coletivos, como forma de prevenir resultados ruins ocasionados por processos marcados por individualismo e fragmentação.

Fonte: Setor de Comunicação Integrada

Postado por: Milena Spilere Nandi 19 de julho de 2017 às 21:33
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Plano de 60 dias encerra semestre com recorde de empresas inscritas

Plano de 60 dias encerra semestre com recorde de empresas inscritas
Participantes receberam consultoria acadêmica na Unesc (Fotos: Divulgação) Mais imagens

O Plano de Consultoria Acadêmica em 60 dias encerrou o primeiro semestre de 2017 com um recorde de empresas inscritas. Foram 35 empreendimentos que procuraram a Universidade para participar do processo de ressignificação profissional. Na Unesc, eles tiveram a orientação de mais de 70 consultores acadêmicos do curso de Administração e professores, além dos participantes do Núcleo de Empreendedorismo.

Nesta edição do Plano de 60 dias participaram empresas de diversos segmentos da economia como: usinagem, metalúrgica, autopeças, vestuário, clínicas de psicologia, salão de beleza, indústria de cosméticos, estúdio de fotografia, gráfica, despachante, material de construção, escritório de advocacia, consultoria de moda e blog de conteúdos referentes ao empoderamento negro.

O encerramento das atividades ocorreu nesta segunda-feira (10/7), e reuniu todos os participantes do projeto. “Hoje encerramos mais uma edição do Plano de Consultoria Acadêmica em 60 dias. O Plano completa quatro anos em 2017 e posso dizer como docente, que trabalhar o ensino, a pesquisa e a extensão numa disciplina de graduação, é algo desafiador e transformador ao mesmo tempo. Tivemos muitos êxitos neste semestre, várias trocas de conhecimentos e grandes aprendizados”, afirma a coordenadora do Núcleo de Empreendedorismo e responsável pelo Plano de 60 dias, Gisele Coelho Lopes.

Fonte: Setor de Comunicação Integrada

Postado por: Milena Spilere Nandi 11 de julho de 2017 às 14:49
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Projeto oferece esportes aquáticos para pessoas com deficiência física

Projeto oferece esportes aquáticos para pessoas com deficiência física
Atividades vão envolver crianças, jovens, adultos e idosos (Foto: Divulgação) Mais imagens

A Unesc vai oferecer a partir de agosto, atividades físicas aquáticas para crianças, jovens, adultos com amputações. A iniciativa faz parte de um projeto do curso de Educação Física e do Grupo de Pesquisa em Exercícios Aquáticos Avançados e está com inscrições abertas. Há 30 vagas disponíveis e os interessados devem participar de uma triagem entre os dias 10 e 12 de julho, das 13h30 às 16h30, na sala 11 do Bloco T da Universidade. As atividades são gratuitas e é necessário trazer atestado médico com liberação para a prática de exercícios em meio líquido no dia da triagem.

A acadêmica do curso de Educação Física e uma das participantes do Grupo de Pesquisa, Luana Tortelli Pereira, explica que o objetivo do projeto “Esporte&Vida - Inclusão social e independência funcional através do esporte para deficientes físicos acometidos por amputações” é oferecer através da prática de esportes aquáticos, a inclusão social, educação, autonomia funcional e saúde mental para as pessoas acometidas por amputação devido a fatores genéticos ou ambientais.

“Queremos também incentivar as pessoas a praticarem exercícios e não a ficar apenas em casa devido a deficiência física. Principalmente no caso dos idosos, fazer eles saírem e conhecerem outras pessoas, se exercitarem”, comenta Luana. Segundo ela, os encontros ocorrerão todas as segundas e quartas-feiras, das 13h30 às 15 horas, na piscina da Unesc, durante quatro meses. “Os dados da triagem serão coletados novamente após o término das atividades na piscina e analisados para fecharmos o estudo”, explica.

O projeto é desenvolvido pelas acadêmicas Luana Tortelli Pereira (Educação Física) e Beatriz Dieke (Psicologia), com a coordenação do professor Luciano Acordi da Silva.

Fonte: Setor de Comunicação Integrada

Postado por: Milena Spilere Nandi 06 de julho de 2017 às 15:13
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Projeto realiza oficina de sensibilização sobre meio ambiente

Projeto realiza oficina de sensibilização sobre meio ambiente
Atividades ocorreram nesta segunda-feira em Criciúma (Fotos: Divulgação) Mais imagens

Alunos da Escola Professor Vilson Lalau, do Bairro Cristo Redentor, em Criciúma, participaram de uma oficina de sensibilização sobre meio ambiente e valoração de resíduos orgânicos com a exposição e montagem de composteira nesta segunda-feira (3/7). A atividade faz parte do projeto de extensão desenvolvido por professores e acadêmicos de cursos da UNA CET (Unidade Acadêmica de Ciências, Engenharias e Tecnologias) da Unesc.

A oficina foi uma parceria entre o projeto “Ampliação da gestão ambiental e de resíduos sólidos para a comunidade de entorno da Associação Beneficente Abadeus” e o programa de extensão “Inov(ação) para a sustentabilidade” e ocorreu dentro da programação do projeto “Alimentação Saudável”, de iniciativa da Escola Professor Vilson Lalau.

“Somente com participação e atuação responsável de todos os cidadãos na cadeia de reciclagem, com envolvimento dos gestores públicos, produtores e fabricantes de equipamentos e embalagens, consumidores-geradores de resíduos, os catadores de materiais recicláveis e os operadores logísticos da cadeia de reciclagem será possível atingir metas estabelecidas no Plano Nacional e nos planos Estadual e Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos”, afirma o professor da Unesc Mario Guadagnin, um dos coordenadores do projeto de extensão.

O projeto também é coordenado pelo professor José Carlos Virtuoso e tem a participação das bolsistas Karine da Silveira, Jéssica Patricio dos Santos, Cassandra Costa Selau e Sabrina Baesso Cadorin.

Fonte: Setor de Comunicação Integrada

Postado por: Milena Spilere Nandi 04 de julho de 2017 às 21:46
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Quando a tecnologia é usada para transformar mundos

Quando a tecnologia é usada para transformar mundos
Projeto “Inclusão Digital na APAE” é desenvolvido há quatro anos pela Unesc (Fotos: Milena Nandi) Mais imagens

Talita Eufrázio Merêncio, 20 anos, adora tecnologia. Tem Whatsapp, já se aventurou pelo Facebook, adora ouvir música no Youtube – é fã de Luan Santana – e faz bonito no Xbox com Kinect. Ah, e ela também gosta de aprender novas palavras durante as aulas no Laboratório de Informática, com orientação de estudantes e professores da Unesc. Talita tem Síndrome de Down e é um dos 214 alunos dos sete aos 62 anos que participam das atividades do projeto de extensão “Inclusão Digital na APAE”, desenvolvido desde 2014 pela Universidade. “Gosto de usar o computador e escrever as letras. Mas o que gosto mais são os jogos de dança”, conta Talita, se referindo ao Kinect, instalado recentemente no vídeo game da instituição.

Durante três manhãs e três tardes na semana, o estudante da segunda fase de Ciência da Computação Luiz Henrique Naspolini e a acadêmica da sétima fase do mesmo curso Daiara Paes da Rosa vão até a APAE de Criciúma para colaborar com a inclusão de alunos como Talita no mundo digital. Eles são bolsistas do projeto.

“Estou há apenas três meses no projeto e já percebo o quanto ele é importante para eles e para nós. Cada encontro é um aprendizado profissional e pessoal para a gente”, comenta Naspolini. Já Daiara, participou durante um ano das atividades, saiu do projeto e decidiu voltar. “Fiquei um período afastada do projeto e senti falta. É muito gratificante ver cada avanço deles. É uma lição de vida e um importante aprendizado profissional, pois temos que preparar atividades pensadas para atender às necessidades de cada um”, observa.

Daiara e Naspolini auxiliam nas aulas do Laboratório de Informática do qual Guilherme Schramm Aragoniz é responsável. O aluno da nona fase de Engenharia de Produção da Unesc e graduado em Licenciatura em Informática é funcionário da APAE de Criciúma há quatro anos. Ele conta que o projeto de extensão da Unesc agregou ao aprendizado dos alunos e trouxe atividades diferentes para o cotidiano da instituição.

Segundo o coordenador do “Inclusão Digital na APAE”, Luciano Antunes, a ideia do projeto surgiu do questionamento sobre como o curso de Ciência da Computação da Universidade poderia contribuir com o trabalho da APAE – hoje a instituição recebe também atividades desenvolvidas pelos cursos de Fisioterapia, Enfermagem, Educação Física e Psicologia e do Museu da Infância. “O objetivo foi realizar atividades que pudessem colaborar com o desenvolvimento da coordenação motora, fazer trabalhos com alfabetização e estímulos visuais. E o desafio é observar as diferenças e pensar em aulas que trabalhem com elas de maneira que cada aluno possa ser atendido”, comenta Antunes.

Resultados atestados pela instituição

Há 20 anos ajudando no processo de aprendizagem na APAE, Maria Rodrigues conta que viu mudanças positivas nos alunos da instituição após a chegada do projeto de extensão da Unesc. “Eles têm sonhos de praticar algo diferente e o projeto está trazendo para muitos deles essa possibilidade”.

Já a diretora da APAE de Criciúma, Laktiel dos Santos Silva Alexandre, chama a atenção para a ajuda do projeto no processo de desenvolvimento dos alunos da instituição. “A Unesc está sempre presente aqui e essa parceria com o projeto de informática ajudou muito a enriquecer o nosso trabalho. Além da interação com os alunos, ela ajudou a desenvolver habilidades motoras e cognitivas neles”, afirma. 

Fonte: Setor de Comunicação Integrada

Postado por: Milena Spilere Nandi 21 de junho de 2017 às 14:18
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