Setor de Comunicação Integrada

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Um auxílio para o aperfeiçoamento dos estudos em fases iniciais

Um auxílio para o aperfeiçoamento dos estudos em fases iniciais
Programa de Nivelamento oferece disciplinas de Matemática e Leitura (Fotos: Milena Nandi) Mais imagens

Alunos das fases iniciais de diversos cursos da Unesc podem contar com um auxílio para suprir defasagens de conteúdos. Por meio do Programa Institucional de Acompanhamento e Nivelamento de Estudos, os acadêmicos podem participar de aulas em um período fora do horário de sua graduação para aprimorar os conhecimentos em áreas relevantes para a sua aprendizagem.

Para o primeiro semestre de 2017 estão sendo ofertadas gratuitamente as disciplinas de Matemática Básica e de Leitura e Produção Textual, com carga de 30 horas. As aulas iniciaram nesta segunda-feira (17/04), com a disciplina de Leitura e Produção Textual​​, ministrada pelo professor Richarles Souza de Carvalho. Já nas terças-feiras os estudantes participarão das aulas de Matemática Básica, com a professora Ledina Lentz Pereira.

Participam do programa, os acadêmicos que apresentam dificuldade nas áreas descritas e estão matriculados entre a primeira e quarta fase (exceto nos casos de acadêmicos indicados pelos coordenadores de curso ou pelo Sama - Setor de Apoio Multifuncional de Aprendizagem).

O Programa Institucional de Acompanhamento e Nivelamento de Estudos é desenvolvido pela Pró-Reitoria de Ensino de Graduação.

Fonte: Setor de Comunicação Integrada

Postado por: Milena Spilere Nandi 18 de abril de 2017 às 20:52
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Cursos da Unesc têm qualidade reconhecida pelo MEC

Cursos da Unesc têm qualidade reconhecida pelo MEC
Mais graduações receberam conceitos 4 e 5 (Foto: Arquivo) Mais imagens

Poucos meses após o início do primeiro semestre de 2017, a Unesc já recebeu uma boa notícia relacionada à qualidade de seus cursos. A avaliação do MEC (Ministério da Educação) resultou em mais seis cursos considerados de referência, com notas 4 e 5 – de um máximo possível de 5 – no CC (Conceito de Curso). O conceito é a nota final dada pelo MEC aos cursos de graduação das Instituições de Ensino Superior no país. Ele é feito a partir de uma avaliação presencial e leva em consideração diversos pontos, como processo de aprendizagem, infraestrutura e qualificação dos professores.

Conforme a avaliação do MEC, o curso de Engenharia Química teve conceito 5 e os de Tecnologia em Cerâmica e Vidro, Farmácia, Fisioterapia, Educação Física – Bacharelado e Licenciatura, CC 4.

Para a pró-reitora de Ensino de Graduação da Unesc, Maria Aparecida Mello, a avaliação do MEC é um importante instrumento para aferir a qualidade dos cursos de graduação ofertados.

O reitor Gildo Volpato chama a atenção para os resultados positivos que a Universidade vem apresentando quando o assunto é ensino e lembra que isso é fruto de um trabalho coletivo. “Cada um de nós é responsável por fazer uma Instituição cada vez melhor. E nós temos professores, alunos e funcionários comprometidos com a qualidade. Além disso, o trabalho indissociável do ensino, da pesquisa e da extensão tem contribuído para o destaque da Universidade no âmbito nacional e internacional”, afirma Volpato.

Avaliações positivas

Desde 2016 o MEC vem divulgando resultados positivos de diversos cursos de graduação da Unesc que também tiveram sua qualidade reconhecida com CC 4 e 5.

No ano passado, receberam CC 5 os cursos de Artes Visuais - Licenciatura e Bacharelado, Processos Gerenciais a distância (que recebeu autorização para ser implantado), Ciências Biológicas (Bacharelado), Ciências Contábeis, Design de Moda (Unesc/Senai), Engenharia de Materiais, Gestão Comercial e Gestão em Segurança no Trânsito.

Com CC 4 estão os cursos de Administração – linha de formação Geral, Administração – linha de formação em Comércio Exterior, Arquitetura e Urbanismo, Biomedicina, Ciências Biológicas (Licenciatura), Ciências Econômicas, Design – ênfase em Projeto de Produtos, Direito, Educação Física (Bacharelado), Educação Física (Licenciatura), Enfermagem, Engenharia Ambiental e Sanitária, Engenharia Civil, Engenharia de Agrimensura, Engenharia de Produção, Engenharia Mecânica, Engenharia Química, Farmácia, Fisioterapia, Geografia, Gestão Comercial a distância, Gestão Financeira, Gestão de Marketing, Gestão de Recursos Humanos, História, Letras, Matemática, Medicina, Nutrição, Odontologia, Pedagogia, Processos Gerenciais, Psicologia, Secretariado Executivo e Física.

Fonte: Setor de Comunicação Integrada

Postado por: Milena Spilere Nandi 18 de abril de 2017 às 15:33
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Engenharia de Agrimensura traz profissionais da área para falar sobre a profissão

Engenharia de Agrimensura traz profissionais da área para falar sobre a profissão
Encontro ocorre nesta quarta na Unesc (Fotos: Divulgação) Mais imagens

Quais as áreas que um Engenheiro de Agrimensura pode atuar? A resposta para essa pergunta será o assunto do encontro desta quarta-feira (19/4), na Unesc. “O Sistema Profissional e o Mercado de Trabalho” será o tema abordado por três profissionais da área. O encontro ocorre no Auditório Edson Rodrigues, às 19h20.

Segundo o coordenador do curso de Engenharia de Agrimensura da Unesc, Vanildo Rodrigues, o objetivo do encontro é mostrar aos estudantes e profissionais da área caminhos diferenciados no mercado. “É uma forma de mostrar as áreas disponíveis para o desenvolvimento de suas carreiras”, ressaltou.

O encontro será ministrado pelos engenheiros agrimensores Valdis Pedro Scneider, diretor regional da Inspetoria de Videira e coordenador do CDER (Colégio de entidades do Estado de Santa Catarina); Sebastião Adenir Branco, coordenador da Câmara Especializada de Geologia, Minas e Engenharia de Agrimensura do CREA-SC, e Vilson Paganini Belletini, gestor de CEGEO (Centro de Engenharia e Geoprocessamento) do IParque da Unesc.

Fonte: Setor de Comunicação Integrada

Postado por: Mayra Antonio De Lima 17 de abril de 2017 às 20:39
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Inovação é tema dos novos lançamentos da Editora Unesc

Inovação é tema dos novos lançamentos da Editora Unesc
Obras foram apresentadas ao público nesta quarta-feira (Fotos: Milena Nandi) Mais imagens

A Editora Unesc lançou na noite desta quarta-feira (12/4) a “Cartilha de Inovação e Propriedade Intelectual” e “Ozônio na Recuperação de Solos e Recursos Hídricos Contaminados por Mineração”. As obras têm em comum o tema inovação e são frutos de projetos e ações desenvolvidas pela Instituição na área. Os dois livros serão disponibilizados gratuitamente para a população, que poderá ter acesso pelo site da Universidade.

O evento foi alusivo ao Dia Internacional da Propriedade Intelectual, comemorado em 26 de abril e teve a presença do CEO da empresa Brasil Ozônio, de São Paulo, Samy Menasce, que palestrou sobre a “Relação Empresa x Universidade x Governo Sob o Ponto de Vista da Propriedade Intelectual”.

Para o reitor da Unesc, Gildo Volpato, as obras são reflexo do que a Unesc desenvolve além do ensino, com viés na comunidade. “É uma satisfação presenciar um momento como esse, onde a produção de conhecimento e pesquisa são compartilhados com a sociedade e para o benefício dela”, afirmou. Já o coordenador da Aditt, Michel Alisson Silva, lembrou que as obras mostram o que a Universidade faz na área de inovação e servem de estímulo para alunos, professores e profissionais. 

O editor-chefe interino da Editora Unesc, André Cechinel, chamou a atenção para o caráter colaborativo dos livros, produzidos com a participação de diferentes professores e profissionais.

Cartilha

A Cartilha, organizada pela Pró-Reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão da Unesc, pela Aditt (Agência de Desenvolvimento, Inovação e Transferência de Tecnologia) e NIT (Núcleo de Inovação Tecnológica da Unesc), foi pensada, segundo a coordenadora do NIT, Melissa Watanabe, para facilitar o entendimento sobre inovação e propriedade intelectual para pessoas que estão iniciando a caminhada nesta área. “O desafio proposto foi tornar simples e trazer para a comunidade esses temas de maneira acessível”, comenta. Segundo Melissa, a obra é resultado de olhares das diferentes UNAs (Unidades Acadêmicas) da Universidade sobre o assunto.

Projeto de pesquisa

“Ozônio na Recuperação de Solos e Recursos Hídricos Contaminados por Mineração” trata do projeto inédito no Brasil de uso do ozônio na recuperação de solo e água contaminados por metais pesados, desenvolvido entre 2013 e 2016 em Caldas, Minas Gerais e Siderópolis, Santa Catarina, virou livro. O estudo realizado por um grupo de instituições brasileiras, incluindo a Unesc, em minas de urânio e carvão concluiu a viabilidade e eficácia do uso do gás para este fim.

Segundo o professor da Unesc, Elídio Angioletto, coordenador de pesquisa do projeto “Processo de geração e transferência de ozônio na recuperação de solos e recursos hídricos contaminados por metais pesados em mina de urânio”, o livro é a coroação de um trabalho realizado a muitas mãos com o empenho de profissionais, acadêmicos e empresas. “Durante este projeto tivemos estudantes que se tornaram engenheiros, alunos de iniciação científica que saíram altamente qualificados em pesquisa, acadêmicos sendo coautores deste livro, engenheiros se tornando mestres. O conhecimento foi disseminado e resultou em formação acadêmica e alternativa para um problema sério como a degradação dos recursos hídricos”, comentou Angioletto.

De acordo com ele, os estudos demonstraram que o uso do ozônio tem eficácia e é competitivo em comparação a outras tecnologias já utilizadas. “Em um momento em que enfrentamos carência de recursos hídricos, é bastante apropriado que essa tecnologia seja aplicada”, considera. A água tratada pode ser utilizada para diversos fins, como irrigar lavouras, para a criação de peixes, para esportes aquáticos e para animais beberem.

O CEO da Brasil Ozônio, empresa que iniciou o projeto, juntamente com a INB (Indústrias Nucleares do Brasil), Samy Menasce, contou sobre o processo inicial do projeto e encorajou os presentes a trilharem o caminho da inovação e empreendedorismo. “Acredite na sua ideia. Não desista e não pare no meio do caminho”.

O representante da INB, Maurício comentou que o projeto significa uma inovação internacional no que diz respeito a tratamento de efluentes. “Na América Latina não se usa ozônio para o tratamento da drenagem ácida. Conseguimos desenvolver uma solução que daqui para frente vai mudar a maneira como é realizado o tratamento de efluentes, especialmente os da mineração”.

Parceria


A Unesc, por meio do Iparque (Parque Científico e Tecnológico) faz parte de um grupo formado pela Fundação Patria (Fundação Parque de Alta Tecnologia da Região de Iperó e Adjacências), pela empresa Brasil Ozônio, de São Paulo e pela INB (Indústrias Nucleares do Brasil), com sede em Caldas, Minas Gerais, que aprovou junto ao BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) uma concessão de apoio não reembolsável de R$ 9,6 milhões. O projeto está orçado em R$ 10,8 milhões e a Brasil Ozônio, fornecedora dos geradores de ozônio, é responsável por uma contrapartida de R$ 1,2 milhão.

O projeto conta também com a participação de pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN) e da Comissão de Energia Nuclear (CNEN). A Unesc entrou no projeto como Instituição Tecnológica e responsável técnica por aplicar, avaliar e construir indicadores de eficácia da aplicação de ozônio nos solos e nas águas.

Cerca de 900 exemplares do livro serão doados para instituições do Brasil e do exterior.

O evento teve a abertura do Musical Unesc.

Baixe grátis


As obras lançadas pela Editora Unesc podem ser acessadas gratuitamente nos links:

Ozônio na Recuperação de Solos e Recursos Hídricos Contaminados por Mineração

Cartilha de Inovação e Propriedade Intelectual

Fonte: Setor de Comunicação Integrada

Postado por: Milena Spilere Nandi 12 de abril de 2017 às 22:25
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Alunos de Siderópolis conhecem Unidade de Conservação do Aguaí

Alunos de Siderópolis conhecem Unidade de Conservação do Aguaí
Atividades ocorreram nesta segunda-feira (Fotos: Divulgação) Mais imagens

Estudantes do primeiro ao terceiro ano do Ensino Fundamental da Escola Miguel Lazzarin, de Siderópolis, conheceram a Unidade de Conservação do Aguaí nesta segunda-feira (10/4). A visita foi viabilizada pelo projeto de extensão “Educação Ambiental com Enfoque na Preservação da Reserva Biológica Estadual do Aguaí”, desenvolvido pela Unesc.

Os alunos e professores foram recebidos pela bióloga Micheli Ribeiro Luiz no Centro de Educação Ambiental da Reserva. Ela falou sobre a criação do Instituto Felinos do Aguaí e dos animais presentes na Unidade de Conservação. Os alunos também realizaram um trecho da trilha.

O projeto de extensão da Unesc é coordenado pelas professoras Paula Tramontim Pavei, Marta Valéria de Souza Hoffmann e Miriam da Conceição Martins e conta com a participação das alunas da Universidade Karen de Farias Meller e Tainá Chefer Cardoso.

Fonte: Setor de Comunicação Integrada

Postado por: Milena Spilere Nandi 11 de abril de 2017 às 20:04
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