Setor de Comunicação Integrada

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Medicina e Nutrição: Agendamento para funcionários Unesc iniciam quinta-feira

Medicina e Nutrição: Agendamento para funcionários Unesc iniciam quinta-feira
Atendimentos ocorrem nas Clínicas Integradas da Universidade (Foto: Arquivo) Mais imagens

Os funcionários da Unesc interessados nos atendimentos dos Serviços de Medicina e de Nutrição das Clínicas Integradas já podem separar o Cartão do SUS e o CPF. Nesta quinta-feira (1º/2), iniciam os agendamentos primeiro semestre de 2018, das 7h30 às 17 horas. A cada semestre, 10% das vagas dos serviços oferecidos pelas Clínicas Integradas são reservadas exclusivamente aos colaboradores da Instituição.

Para marcar a consulta, o funcionário precisa apenas entrar em contato com a Central de Agendamentos – de forma presencial, de preferência – tendo em mãos os números do CPF, do Cartão do SUS e informar o setor em que trabalha.

Os atendimentos nas Clínicas Integradas são realizados por acadêmicos capacitados para tal, com supervisão direta de professores.

Fonte: Setor de Comunicação Integrada

Por: Milena Spilere Nandi 30 de janeiro de 2018 às 14:03
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Projeto da Unesc ensina crianças do Bairro da Juventude alinhando cultura e diversão

Projeto da Unesc ensina crianças do Bairro da Juventude alinhando cultura e diversão
Alunos participaram de encontros com foco na saúde pessoal (Foto: Divulgação) Mais imagens

Por meio da cultura e da diversão, 210 crianças do Bairro da Juventude aprenderam sobre os cuidados com a saúde na Unesc. Foram quatro encontros com música, teatro, brincadeiras educativas e conversas, promovidas pelo projeto de extensão “Prevenção de doenças infecciosas e parasitárias”, em 2017. As atividades, orientadas pelos professores da Universidade, Cleonice Maria Michelon e Renan Antônio Ceretta, foram promovidas pelos alunos de Biomedicina, Medicina e Odontologia desde fevereiro de 2016, e serão encerradas em fevereiro de 2018.

Os encontros buscaram orientar as crianças, do 1º e 3º ano, sobre os meios de se prevenir contra doenças infecciosas e parasitárias presentes no dia a dia. As conversas foram divididas por temáticas.

Na primeira aula, os estudantes aprenderam sobre parasitas, como o carrapato, com teatro, música, brincadeiras lúdicas e uma oficina de higienização das mãos. 

No segundo dia de conversas, as crianças receberam conhecimentos sobre a prevenção do Aedes Aegypti. Após um teatro e uma caça ao tesouro, em busca dos focos dos mosquitos, eles reuniram os aprendizados para confecção de armadilhas contra o inseto.

O terceiro encontro foi sobre infecções respiratórias. A atividade propôs a montagem de um sistema respiratório gigante, em que os participantes entraram e tiveram a oportunidade de compreender melhor a anatomia e os mecanismos dos órgãos respiratórios.

Na última troca de conhecimento, os acadêmicos de Odontologia levaram informações sobre higiene e saúde bucal, com a realização do CPO-d (contabilização de dentes cariados, perdidos e restaurados) e orientações sobre escovação e o uso de fio dental.  Após a atividade foram doados kits de higienização bucal, disponibilizados pela prefeitura de Criciúma

 A coordenadora do projeto, Cleonice Maria Michelon, comenta que o conhecimento vai além dos encontros com os estudantes. “Os benefícios se estendem também aos educadores, que tiveram a possibilidade de vivenciar diferentes metodologias de abordagem sobre o tema, podendo compartilha-los com outras turmas. As informações também vão além dos muros da Instituição, uma vez que o conhecimento construído pelos participantes será transmitido aos familiares e amigos, refletindo em melhorias para a sociedade”.

Fonte: Setor de Comunicação Integrada

15 de janeiro de 2018 às 18:11
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Verão, sol, calor e atenção redobrada com a alimentação

Verão, sol, calor e atenção redobrada com a alimentação
Professora da Unesc dá dicas de cuidado com a saúde na estação (Foto: Divulgação) Mais imagens

Com aumento do calor e da exposição solar, o corpo pede uma atenção diferenciada no verão. Beber muita agua, garantir a segurança dos alimentos e incluir vitaminas e minerais nas refeições diárias são algumas das dicas que a professora Fabiane Fabris, do curso de Nutrição da Unesc, traz para a estação mais quente do ano. 

Segundo a professora, o calor promove no organismo uma maior eliminação de eletrólitos através do suor, que são substâncias como sódio, potássio, cálcio e magnésio. Eles são responsáveis pelo funcionamento de diversos processos corporais, e por conta disso, o desequilíbrio pode causar riscos à saúde.  “A nossa alimentação deve ser variada, com a inclusão de vitaminas e minerais, indispensáveis ao crescimento normal e à manutenção da saúde”, comenta Fabiane.

Ela afirma ainda que o nosso corpo não consegue sintetizar sozinho diversas substancias necessárias, para isso, a ingestão de alimentos específicos pode promover uma maior resistência. “Alimentos in naturas e minimamente processados devem ser a base de uma alimentação adequada e saudável. Comprar em feiras locais, e optar sempre que possível por orgânicos, garante alimentos mais frescos e com teores maiores de nutrientes”, ressalta a professora.

Fique atento à segurança dos alimentos

Nestes dias de sol é preciso redobrar a atenção ao levar alimentos para serem ingeridos fora de casa. “O calor promove o crescimento de microrganismos patogénicos e/ou a produção de toxinas no alimento, cuja ingestão pode provocar toxinfeções alimentares. Os sintomas, como dores de estômago e cabeça, vómitos, diarreia e febre, surgem de 24 a 72 horas após a ingestão do alimento”, comenta Fabiane. 

Já para garantir a segurança dos seus alimentos na compra, transporte, conservação, preparação e confecção, até o momento do consumo, seja em casa, na praia ou no campo, a professora traz os seguintes
onselhos: 

- Lave em água corrente alimentos consumidos crus. 
- Manipule/mantenha os alimentos crus separados dos cozidos
- Conserve os alimentos que estragam mais rapidamente em recipientes fechados e a uma temperatura inferior a 5ºC (em sacos isotérmicos/ frigorífico/congelador). 
- Cozinhe completamente os alimentos, até atingirem temperaturas acima de 70ºC e, após a sua confecção, refrigere, congele ou consuma-os o mais rapidamente possível. 

 

Fonte: Setor de Comunicação Integrada

Por: Mayra Antonio De Lima 05 de janeiro de 2018 às 15:56
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Curso de Medicina Unesc é único em SC com aval para centro de treinamento da American Heart Association

Curso de Medicina Unesc é único em SC com aval para centro de treinamento da American Heart Association
Universidade vai ofertar cursos de capacitação em urgência (Foto: Divulgação) Mais imagens

A Unesc é a única Instituição de Ensino Superior de Santa Catarina a receber o aval da American Heart Association para a implantação de um centro de treinamento ligado ao curso de Medicina. A previsão é a de que ainda no primeiro semestre de 2018 inicie a preparação da estrutura para o centro de treinamento que vai oferecer cursos de capacitação na área de urgência voltados para acadêmicos e profissionais da área da saúde e para a comunidade.

De acordo com o professor do curso de Medicina da Unesc e responsável pela intermediação junto a American Heart Association, professor Rafael Ostermann, o processo teve a duração de seis meses, período em que quesitos como a estrutura disponibilizada pelo curso foram avaliados. A partir do retorno positivo, o curso de Medicina da Unesc vem realizando o planejamento para a instalação dos cursos. “O foco é oferecer capacitações em urgências e emergências para estudantes e profissionais de Medicina e Enfermagem. Mas haverá um curso básico aberto para a população em geral, procurando ensinar adultos e crianças sobre situações de emergência que podem ocorrer na rua ou mesmo em casa. Essa proposta vem ao encontro do caráter comunitário da Unesc”, afirma.

O coordenador do curso de Medicina da Universidade, Glauco Fagundes, comenta que as capacitações serão de curta duração e ministradas por professores da Universidade, que passarão por treinamento. “Este aval é uma conquista para o curso de Medicina da Unesc e os estudantes e profissionais da área poderão contar com capacitações recomendados por órgãos internacionais e que seguirão padrões aplicados em países como Estados Unidos e Canadá. É, sem dúvida, uma conquista para a saúde da região”.

Já a diretora da UNA SAU (Unidade Acadêmica de Ciências da Saúde da Unesc), Mira Dagostim, salienta que a sinalização da American Heart Association vem ao encontro da excelência da Instituição no tripé ensino, pesquisa e extensão e do curso de Medicina pelo desempenho demonstrado em manter atualizado seu colegiado, acadêmicos e os profissionais da região.

Fonte: Setor de Comunicação Integrada

Por: Milena Spilere Nandi 19 de dezembro de 2017 às 15:24
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Unesc utiliza peixes em pesquisas científicas

Unesc utiliza peixes em pesquisas científicas
Zebrafish possui características similares às dos mamíferos (Foto: Mayra Lima) Mais imagens

Quando se fala em pesquisa científica, logo se pensa em camundongos e ratos participando de testes. E isso é natural, já que aproximadamente 95% dos estudos experimentais utilizam roedores. No entanto, nos últimos anos, os laboratórios vêm abrindo espaço para uso do zebrafish (peixe-zebra), que possui características similares as dos mamíferos. No Brasil, o modelo de pesquisa com este animal tem apenas 16 anos; já, na Unesc, foi implantado em 2015 para estudos sobre alcoolismo.

A primeira menção ao zebrafish foi feita em 1981 pelo biólogo e professor da Universidade do Estado de Oregon, nos Estados Unidos, George Streisinger. Ele é considerado o introdutor do peixe na pesquisa, após perceber as vantagens do uso deste animal em estudos genéticos. O professor doutor Eduardo Pacheco Rico, do PPGCS (Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde da Unesc), fez parte do grupo de pesquisadores que introduziram o peixe-zebra em estudos desenvolvidos no Brasil e, segundo ele, a área de neurociências foi a primeira a se valer do modelo.

Rico explica que na Unesc os peixes são utilizados para avaliar o grau de toxicidade e os efeitos neurológicos e comportamentais do uso abusivo de álcool em diversas etapas da vida. “Conseguimos estudar as reações do álcool no organismo desde a fase embrionária, já que os ovos são transparentes”, comenta. Para isso, diferentes doses de fármacos (princípio ativo de substâncias) são colocadas na água dos tanques em que eles vivem.

Por serem de pequeno porte, os peixes exigem um espaço menor nos laboratórios de pesquisa e têm manutenção mais fácil. Segundo Rico, este animal tem uma elevada taxa de reprodução e já teve o seu genoma (conjunto de todos os genes) sequenciado, o que revelou uma semelhança com os mamíferos. No entanto, ele não tiraria o espaço dos roedores nas pesquisas. “O zebrafish é um modelo alternativo e complementar ao tradicional. Há pesquisas que são mais interessantes com o uso de roedores e outras com o peixe. Mas os dois modelos também podem ser utilizados para analisar diferentes pontos do mesmo estudo”, afirma.

Destaque em pesquisa


A pesquisa sobre alcoolismo com o peixe-zebra é coordenada por Rico e realizada com a participação de alunos do PPGCS e dos cursos de graduação em Biomedicina, Ciências Biológicas e Psicologia da Unesc. Ela é um exemplo do intercâmbio de conhecimento incentivado na Universidade por meio da pesquisa, do ensino e da extensão. E só neste tempo em que está sendo desenvolvida, a pesquisa já formou quatro mestrandos e tem a participação de seis alunos de iniciação científica entre bolsistas e voluntários.

Segundo o pró-reitor de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão da Unesc, Oscar Montedo, a pesquisa é uma das áreas de destaque. “A Instituição tem investido significativamente em pesquisa de alto nível para manter a excelência acadêmica de seus cursos. A pesquisa coordenada pelo professor Eduardo, alinhada com o que de mais moderno tem sido praticado no mundo, comprova isto”, afirma Montedo.

Fonte: Setor de Comunicação Integrada

Por: Milena Spilere Nandi 19 de dezembro de 2017 às 13:12
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