Psicologia

Projeto Viver SUS: dia de embarcar em uma grande experiência

Projeto Viver SUS: dia de embarcar em uma grande experiência
Estudantes da área da saúde e residentes estarão em sete municípios até sexta-feira (19/7) (Fotos: Leonardo Ferreira) Mais imagens

O campus da Unesc foi tomado pelo desejo de fazer a diferença e os 70 participantes do Viver SUS (Projeto Vivências e Estágios na Realidade do Sistema Único de Saúde) embarcaram em mais uma jornada. A segunda-feira (15/7) amanheceu fria e chuvosa, mas logo foi aquecida pelos estudantes da área da saúde e residentes do Programa de Residência Multiprofissional da Universidade. Eles estarão em sete municípios do Sul catarinenses até sexta-feira (19/7), para aprender e colaborar com os processos voltados ao SUS. Nesta edição, o evento será marcado pelo aniversário de 25 anos da Estratégia Saúde da Família. 

A animação dos participantes é resultado do novo formato do Projeto Vivências e Estágios na Realidade do Sistema Único de Saúde, com foco na prática e na inserção comunitária. “A ideia é aproximar os integrantes e a comunidade, em uma forma mais atuante de atendimento. Este novo olhar proporcionará momentos de observação das demandas em saúde e de construção para atende-las. Nos dias finais de experiências, o que foi pensado resultará em ações práticas que farão diferença na realidade local”, conta o assessor de Ações Comunitárias e atual coordenador do projeto, Rafael Amaral.

A residente Nayara Moraes está participando pela primeira vez. Ela viu no Viver Sus a possibilidade de colaborar. “Estou muito entusiasmada com a experiência de vivenciar a realidade e poder auxiliar nos assuntos de necessidade local. É uma oportunidade única e espero contribuir com melhorias para as problemáticas do município”, afirma.

Já Taira de Oliveira, também residente, está participando pela terceira vez. Para ela, o Viver Sus vai além de um projeto de extensão. “É um paradigma na vida profissional de quem participa. Quando participei em 2016, a primeira vez, não imaginava os efeitos que causaria em minha trajetória. Hoje sou psicóloga. Minha profissão é voltada, em grande maioria, para um público particular. Assim o Viver SUS me fez ver além do consultório, e me mostrou uma rede de atenção que funciona, e pode proporcionar qualidade de vida aos usuários”, destaca.

Para a diretora de Extensão, Cultura e Ações Comunitárias, Fernanda Sônego, histórias como as Taira e Nayara se completam e dão vida ao Projeto. “A troca de conhecimentos resulta em contribuições para o município, para a trajetória profissional dos participantes e para a integração dos colegas e das áreas de conhecimento. É um novo olhar, que transforma realidades e relações ao aproximar a Universidade da comunidade”, afirma.

Nesta edição, os representantes da Unesc estarão presentes em Criciúma, Nova Veneza, Sangão, Jaguaruna, Turvo, Sombrio e Balneário Gaivota, comtemplando as regiões da AMREC (Associação dos Municípios da Região Carbonífera), AMUREL (Associação dos Municípios da Região de Laguna) e AMESC (Associação dos Municípios do Extremo Sul Catarinense).

Estão presentes no Projeto acadêmicos dos cursos de Biomedicina, Enfermagem, Educação Física - Bacharelado, Farmácia, Fisioterapia, Medicina, Nutrição, Psicologia e Odontologia da Universidade, e os residentes do Programa de Residência Multiprofissional em Atenção Básica, Saúde da Família e Saúde Mental. Antes de os municípios receberem os visitantes, os integrantes participaram de uma capacitação.

Leonardo Ferreira - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Fonte: AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Por: Leonardo Ferreira Barbosa 15 de julho de 2019 às 10:40
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Comunidade acadêmica da Unesc se reúne para discutir sobre prevenção às violências nos espaços escolares

Comunidade acadêmica da Unesc se reúne para discutir sobre prevenção às violências nos espaços escolares
Atividade fez parte da Escola de Inverno (Fotos: Mayara Cardoso) Mais imagens

A prevenção às violências nos espaços escolares foi assunto, na noite desta segunda-feira (8/7), de uma conversa promovida pela Escola de Inverno da Unesc. O evento reuniu a comunidade acadêmica no Auditório Edson Rodrigues, onde as residentes do Programa de Residência Multiprofissional de Saúde Mental e Atenção Psicossocial, Patrícia Mariano e Gabriela Valerim, compartilharam suas experiências e conhecimento sobre o tema.

As profissionais puderam relatar situações nas quais atuaram em prol da prevenção em uma escola pública de Criciúma. Além de dividir com o público a metodologia utilizada, relatos e resultados obtidos, Patrícia e Gabriela tiraram dúvidas dos participantes e ouviram contribuições.

Conforme Gabriela, embora o desejo de todos ao procurarem eventos desse seja buscar uma resposta para a situação, não é possível apontar uma solução simples. “Não existe receita pronta. De forma alguma podemos chegar aqui e dizer para vocês de que forma é possível prevenir as violências nas escolas e a automutilação, por exemplo, embora eu também tenha procurado muito essa resposta em rodas de conversa e palestras. A verdade é que cada espaço vai precisar de uma dinâmica e será um caso único, mas nossa mensagem principal é destacar a importância da escuta qualificada e do acolhimento verdadeiro para depois disso ser realizado o encaminhamento e a eventual articulação da rede”, destacou.

A acadêmica da oitava fase do curso de Psicologia da Unesc, Laura Mitkus, ouviu atentamente as informações levantadas pelas ministrantes do evento e fez questão de contribuir com a discussão relatando algumas situações que vivenciou em seu período como estagiária em um ambiente escolar. “Vocês têm toda razão ao dizer que não existe fórmula pronta. Eu me vi, no estágio, diante de diversas situações exemplificadas aqui hoje e tentei de alguma forma colaborar em cada situação. Acredito que o fato de discutirmos, ouvir o que deu certo na experiência de cada um, como nesse momento, acrescenta muito na nossa forma de atuar em situações futuras”, comentou.

A Escola de Inverno segue com atividades nesta terça e quarta-feira (9 e 10/7). Confira aqui a programação completa.

Mayara Cardoso -  Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Fonte: AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Por: Mayara Cardoso 08 de julho de 2019 às 22:58
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Pesquisas sobre inclusão e acessibilidade são apresentadas no CINTEDES

Pesquisas sobre inclusão e acessibilidade são apresentadas no CINTEDES
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O  Colóquio Internacional de Educação Especial e Inclusão Escolar - CINTEDES, ocorreu em Florianópolis/ SC entre os dias 25 a 27 de junho de 2019 e, na ocasião, a professora Zélia Medeiros Silveira apresentou dois trabalhos. O primeiro foi o resultado de uma pesquisa realizada no PIBIC da UNESC no ano de 2018, intitulado: Processo de inclusão de acadêmicos com deficiência na universidade do extremo sul catarinense – UNESC, coordenado pela professora Zélia, com a colaboração de estudantes de Piscologia e Licenciaturas. O segundo apresentou as experiências do SAMA (Setor Multifuncional de Aprendizagem), com o título: SAMA (Setor Multifuncional de Aprendizagem) e a inclusão e acessibilidade na Unesc.

Os artigos dessas pesquisas serão publicados nos ANAIS do envento.

De acordo com a professora Zélia, a UNESC vem sendo uma das inttiuições comunitárias que mais tem investido na inclusão e acessbilidades dos acadêmicos com deficiência. Por essa razão, a mesma foi convidada durante o evento a socilizar essas experiências em outras instituições.

Por: Thais Moraes Piucco 01 de julho de 2019 às 16:29
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Unesc realiza ações de saúde nos bairros Maria Céu e Milanese

Unesc realiza ações de saúde nos bairros Maria Céu e Milanese
Atividades envolveram estudantes de saúde e o Programa de Residência Multiprofissional (Fotos: Divulgação) Mais imagens

A Unesc esteve presente na comunidade neste sábado (29/7), com ações de orientação e atividades voltadas a saúde. A data ficou marcada pelo encerramento da disciplina Interação Comunitária, que teve a integração dos cursos da saúde e envolveu mais de 200 acadêmicos.

No bairro Maria Céu, profissionais do Programa de Residência Multiprofissional socializaram conhecimentos com moradores do bairro. As atividades envolveram diálogos e ações práticas.

No bairro Milanese, estudantes dos cursos de Biomedicina, Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Nutrição, Medicina e Psicologia concluíram a última etapa da Interação Comunitária, com a entrega da cartilha “Analise de vida e saúde”. Clique aqui para ler.

Leonardo Ferreira - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Fonte: AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Por: Leonardo Ferreira Barbosa 01 de julho de 2019 às 12:23
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Criminalização da LGBTfobia é debatida por profissionais do Direito e da Psicologia na Unesc

Criminalização da LGBTfobia é debatida por profissionais do Direito e da Psicologia na Unesc
Evento “Eu me orgulho” trouxe reflexões no Dia Internacional do Orgulho LGBTI+ (Fotos: Milena Nandi) Mais imagens

O 28 de junho marca o Dia Internacional do Orgulho LGBTQI+ (lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais, queer e intersexo), e nesta sexta-feira (28/6), a Secretaria de Diversidades e Políticas de Ações Afirmativas da Unesc realizou debates e reflexões com especialistas, acadêmicos, professores e representantes de movimentos sociais sobre assuntos como a criminalização da LGBTfobia. O evento “Eu me orgulho” contou ainda com um Sarau Cultural e uma conferência na qual foram levantadas as necessidades dos LGBTQI+ nas áreas de saúde, educação e segurança, para a elaboração de um documento público.

O Escambo de Ideias, que abriu o evento, abordou criminalização da LGBTfobia, com a participação do professor doutor do curso de Direito da Unesc, Jackson da Silva Leal, da psicóloga do Centro de Psicologia Simone de Beauvoir, Cléo Martins e da psicóloga e coordenadora adjunta da Secretaria de Diversidades e Políticas de Ações Afirmativas da Unesc, Rita de Cássia Guimarães Dagostim.

Leal iniciou a fala abordando o Direito Penal e como as leis e projetos são criados, com foco na criminalização da LGBTfobia. “Criminalização não é política afirmativa é, no máximo, medida paliativa que em geral, vai intensificar o problema. A comunidade LGBT é vista como uma área de desorganização social e sofre preconceito quando vai comunicar um ato de violência. Isso é LGBTfobia institucional, que não vai acabar por conta da criminalização. Coibir a LGBTfobia é uma questão de mudança de mentalidade e compreensão social que não muda apenas com a edição de uma lei”.

Para a psicóloga Cléo, eventos como o desta sexta-feira dão voz a importantes debates como os relacionados aos diversos tipos de violência. “Não queremos apenas que prendam pessoas por demonstrarem seu preconceito, mas sim mudança de estrutura, de valores, de crenças. Não queremos só a penalização, mas queremos poder circular em todos os espaços sem sofrer violência. Queremos viver nossas escolhas e nossa identidade de maneira saudável. Não queremos apenas que aquela pessoa que pratica a violência contra alguém da comunidade seja punida legalmente, mas respeite”.

Escambo de Ideias  

A assistente social e historiadora da equipe da Secretaria de Diversidade, Priscila Schacht Cardozo, explica que o Escambo de Ideias é uma atividade desenvolvida periodicamente com diferentes temas. “Desta vez, trouxemos a criminalização da LGBTfobia sob o olhar do Direito, da Psicologia e da Educação, pauta indispensável para pensar a existência de pessoa que muitas vezes estão à margem de direitos fundamentais e em total estado de vulnerabilidade”, comenta.

A coordenadora adjunta da Secretaria de Diversidades e Políticas de Ações Afirmativas da Unesc, Rita de Cássia Guimarães Dagostim, afirma que o reconhecimento das diversidades é parte fundamental da construção de uma cultura de paz e que eventos como o “Eu me orgulho” possibilitam o diálogo, a escuta qualificada e a troca de ideias e informações. “A Secretaria é uma construção feita por um coletivo e um desejo de mudança. A Unesc tem a semente de cultura de paz nela”.  

A chefe de gabinete da Reitoria, Gisele Coelho Lopes, enfatizou a importância do evento e da atuação da Secretaria de Diversidades, para criar momentos de reflexão e espaço de escuta na Instituição. “Essa Secretaria tem sido muito importante para nós podermos entender e construir movimentos que vão ao encontro dessas dores que muitas vezes são silenciosas no bastidor de cada um. É importante construirmos essas reflexões para fazer com que as pessoas possam conviver no mesmo espaço e respeitar as diferenças”.

Isonomia para a igualdade

Segundo o coordenador do curso de Direito da Unesc, João Carlos de Medeiros Júnior, a Constituição Federal deixa claro que “somos todos iguais perante a lei”, mas que é preciso observar atentamente o conceito de igualdade. “Se igualdade é tratar todos exatamente da mesma forma, estamos cometendo um absurdo com algo que nos caracteriza como seres humanos, que é o fato de não sermos iguais. Somos semelhantes, mas não iguais. Então, avançamos no conceito e chegamos à isonomia. E para tratar alguém com igualdade, tenho que primeiro compreender e respeitar as diferenças de cada um, e a partir disso eu avanço e vou ter a capacidade de tratar todos de forma isonômica para que se alcance o conceito ideal de igualdade”.

A coordenadora adjunta do curso de Psicologia, Graziela Amboni, comenta que a criação da Secretaria de Diversidades na Unesc, há um ano, tem colaborado com a discussão e realização de ações assertivas. “Esta iniciativa é muito importante e colabora para a Unesc ser uma universidade diferente. Conseguimos falar de assuntos que impactam a vida das pessoas, como o debatido nesse encontro. Ao mesmo tempo em que se fala que o Brasil está avançando em leis para a comunidade LGBT, é o pais que mais mata. Precisamos sim falar da obviedade de que as pessoas precisam ser respeitadas, ter o direito de fazer e viver as suas escolhas, serem olhadas com dignidade e com isonomia”.

A vice-presidente do DCE (Diretório Central dos Estudantes), Suzel Ramos, falou sobre o curso de segurança pessoal, oferecido pela representação estudantil para mulheres e LGBTs. “O curso vai trabalhar como a gente pode se defender da violência física e da psicológica. A preocupação é com a permanência no ambiente acadêmico de todos e de todas”.

O evento teve ainda a participação da coordenadora da Secretaria de Diversidades e Políticas de Ações Afirmativas, Janaína Vitório, e do presidente da UNA LGBT, Lucas Gonçalves.

Milena Nandi – Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Fonte: AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Por: Milena Spilere Nandi 28 de junho de 2019 às 18:22
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