Colégio Unesc

Empreendedorismo social e novas tecnologias são base para projeto do Colégio Unesc

Empreendedorismo social e novas tecnologias são base para projeto do Colégio Unesc
Série de dinâmicas auxiliaram estudantes a pensarem no bem-estar coletivo (Fotos: Fagner Santos e Carina de Freitas) Mais imagens

A aparição de eventuais problemas exige soluções eficientes, rápidas e concretas. A solução destes problemas é um dos objetivos do empreendedorismo, que os trata como necessidades. Para entender e iniciar o pensamento coletivo para a solução de tais necessidades, mais de 35 estudantes do Colégio Unesc iniciaram, nesta sexta-feira (14/6), a primeira fase do projeto Empreendedorismo Social. Além da aula inicial, a execução da iniciativa se dará em outras duas sextas-feiras de junho e julho, totalizando três aulas.

Criado pelo Colégio Unesc, em parceria com o Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Econômico (PPGDS) e o Curso de Ciência de Computação da Unesc, o projeto leva como tema “Ideias Empreendedoras: a tecnologia a serviço do bem-estar coletivo”. O café dos estudantes foi oferecido pela Cafeteria Via Pian, do Rio Maina.

O objetivo, segundo o professor de Design de Produtos e das engenharias da Unesc, que ministra as aulas do projeto, Haron Cardoso Fabre, é de promover a interdisciplinaridade e articular a teoria e a prática, além da motivação para desenvolver melhorias para o ambiente em que os estudantes se encontram: o Colégio Unesc e a própria Universidade.

“Questões educacionais, técnicas, estruturais, entre outras, são a base das necessidades de todos os ambientes. No Colégio não seria diferente”, explicou o docente. “Por isso, executaremos dinâmicas que busquem aflorar o espírito empreendedor dos alunos, para que eles sintam a vontade de buscar estas melhorias por si próprios, engajando os estudantes no bem-maior que é a coletividade”, acrescentou o professor responsável, que também elogiou a criatividade e proatividade dos alunos participantes do projeto.

Além da busca pela melhoria do ambiente em que vivem, os estudantes podem encerrar o projeto com iniciativas maiores e para a vida. “Daqui, podem surgir futuras empresas, estímulos para guiar o futuro deles, enfim, algo maior para que os alunos possam garantir um melhor direcionamento para a vida”, completou Haron. Para que as ideias possam ter base real, novas tecnologias, como aplicativos para smartphones, ganharam destaque durante a aula.

Para o bem da coletividade


Para a coordenadora pedagógica do Colégio Unesc, Carina de Freitas, os futuros resultados a serem apresentados trarão ideias benéficas para o ambiente escolar. “É uma oportunidade para que os alunos apliquem seus conhecimentos com base em situações reais, da vivência deles no Colégio, e proponham soluções inovadoras, bens e serviços que busquem o melhor para a coletividade”, pontuou.

A liberdade que os estudantes ganham para propor estas soluções, segundo a coordenadora geral do Colégio, Marlene Pires, facilita que coloquem em prática as ideias desenvolvidas ao longo do projeto. “Eles vão buscar melhorar o ambiente em que convivem diariamente, bem como a comunidade acadêmica e escolar como um todo, pois o empreendedorismo social traz muito desta questão. Aqui, eles são o núcleo da geração das ideias, garantindo a participação de todos igualmente”, comentou a gestora. “Também é importante agradecer o apoio da nossa magnífica reitora, Luciane Bisognin Ceretta,  que idealizou este projeto e lançou o desafio à coordenação deste, bem como do PPDGS e dos professor Haron e Luciano Antunes”, finalizou Marlene.


Fagner Santos - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Fonte: AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Por: Fagner Santos 15 de junho de 2019 às 07:30
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Estudantes do Colégio Unesc conhecem história regional na prática

Estudantes do Colégio Unesc conhecem história regional na prática
A escavação arqueológica foi uma das atividades práticas realizadas durante a visita (Fotos: Paula Just Vassoler) Mais imagens

Os alunos do 4º ano do Ensino Fundamental do Colégio Unesc visitaram, na última segunda-feira (27/5), o Laboratório de Arqueologia Pedro Igácio Schmitz (Lapis), vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais (PPGCA) da Unesc. O Lapis fica localizado no Parque Científico e Tecnológico (Iparque) da Unesc.

Durante a visita, os estudantes puderam conhecer os costumes de alguns dos povos indígenas que habitaram a região, tais como os sambaquianos, conhecer utensílios utilizados pelos povos ancestrais catarinenses, a cerâmica Guarani e oficinas de escavação arqueológica, pintura rupestre e produção de vasilhames cerâmicos.

O sucesso do Lapis com os visitantes fica estampado no rosto de cada um ao final da visita. “Eu adorei fazer a argila, modelar a cerâmica e conhecer a escavação arqueológica”, ressaltou Lucas Kuczbick Rodrigues, aluno do Colégio Unesc.

Mas não foi só o Lucas que aproveitou a visita. A colega dele, Ana Carolina Olímpio Manenti, também saiu do Lapis com um largo sorriso no rosto. “Amei o laboratório. Aprendi sobre os povos sambaqui, a arte, a cultura e o modo de vida deles”, pontuou a estudante, que também brincou na escavação arqueológica. “É muito divertido”, disse.

Bons resultados no primeiro semestre

Os visitantes foram recebidos pelas bolsistas do projeto de extensão “Arqueologia pública do extremo Sul catarinense: patrimônio arqueológico e a história e cultura Guarani nas séries iniciais”, Francine Lunardi Calegari e Eloisa de Figueiredo. “O projeto busca educar as crianças sobre os povos indígenas da nossa região através de atividades lúdicas e divertidas, como a escavação arqueológica”, explicou Francine.

Por meio do projeto, o Lapis coletou bons resultados nos últimos três meses. Mais de 15 escolas já visitaram o Laboratório, somando quase 450 alunos. “A gente vê que eles saem daqui com um sorriso no rosto, comentando sobre o que aprenderam. É gratificante saber que o conhecimento está sendo repassado de forma divertida para as crianças”, comentou Eloisa.

O projeto é adaptado para diferentes idades, visto que adolescentes também visitam o Laboratório. “O conteúdo é direcionado de acordo com a idade e a grade de estudos”, expôs Francine. Até o fim do semestre, mais quatro escolas ainda visitarão o Lapis.

Teoria e prática andam juntas

Com a prática no Lapis, os estudantes podem entender com mais facilidade o conteúdo teórico das aulas de História e Ciências, ministradas pela professora regente do 4º ano, Paula Just Vassoler. “Estamos estudando os povos indígenas catarinenses em História, o que já casa muito bem com o estudo de fósseis e da paleontologia em Ciências”, colocou a docente. “Com a visita, fica bem mais fácil relacionar o que foi visto em sala, além de fixar melhor o conteúdo e ser uma experiência que os alunos dificilmente vão esquecer”, acrescentou Paula.

Durante a visita, os estudantes vivenciaram os hábitos culturais dos grupos indígenas pré-históricos e históricos da região, além verem utensílios, ossos e até fósseis. “Assim, eles acabam descobrindo um passado que se estrutura através da cultura material e arqueológica, pesquisados pela equipe do Laboratório”, frisou o coordenador do Lapis, professor doutor Juliano Bitencourt Campos.

O coordenador também ressaltou a importância da Unesc e da realização das atividades com os visitantes. “As iniciativas reforçam a missão institucional da Unesc, que, por meio do ensino, pesquisa e extensão, promove a qualidade de vida e sustentabilidade do ambiente”, finalizou Campos.

Fonte: AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Por: Fagner Santos 28 de maio de 2019 às 17:00
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