Engenharia Química

Curso de Engenharia Química inicia 12ª Semana Acadêmica

Curso de Engenharia Química inicia 12ª Semana Acadêmica
Programação foi aberta com palestra “Startups que mudam o Mundo” (Foto: Mayara Cardoso) Mais imagens

A 12ª Edição da Semana Acadêmica da Engenharia Química da Unesc foi iniciada na noite desta segunda-feira (10/9) com a palestra proferida pelo professor Silon Junior Procath da Silva sobre o tema “Startups que mudam o Mundo”. O evento foi realizado no Auditório Rui Hülse e serviu como pontapé inicial para uma semana inteira de programação especial organizada pela coordenação do curso com o apoio do Centro Acadêmico Empresa Júnior e Atlética do curso.

O cerimonial da noite foi aberto pela coordenadora do curso professora Maria Alice Prado Cechinel e contou ainda com a participação do diretor de Ensino de Graduação da Unesc, Marcelo Feldhaus, que salientou a importância da Semana Acadêmica e da escolha das temáticas para as atividades. “Vocês estão de parabéns. É muito bom levantar assuntos que saiam além do óbvio, daquilo que o aluno já imagina sobre a área de atuação. Assim vamos construindo a história do curso, que é tão importante e que é reconhecido com excelência pelo MEC que aponta conceito cinco”, comentou.

Em sua fala, o palestrante fez questão de destacar o potencial de uma startup criada em qualquer lugar do mundo. “A boa notícia é que vocês, aqui em Criciúma, ou eu, lá no Rio Grande do Sul, somos capazes de criar uma empresa capaz de competir com os mais avançados países. A má notícia é que, da mesma forma, eles também podem competir aqui conosco e, portanto, precisaremos estar sempre em inovação para garantir a posição de destaque”, salientou.

Trazendo exemplos de ideias que se tornaram negócios milionários e listando os principais conceitos específicos desse tipo de empresa, Silon procurou aproximar o universo das startups dos alunos e incentivá-los a acreditar que podem fazer a diferença.

A 12ª da Semana Acadêmica segue com intensa programação de minicursos, visitas técnicas, mesa redonda, ação social e gincana de integração. O cronograma das atividades pode ser acessado aqui.

Fonte: AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Por: Mayara Cardoso 10 de setembro de 2018 às 21:39
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De 10 a 15 de Setembro Ocorre a XII Semana Acadêmica do Curso de Engenharia Química

De 10 a 15 de Setembro Ocorre a XII Semana Acadêmica do Curso de Engenharia Química
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Entre os dias 10 e 15 de Setembro de 2018, ocorrerá a XII Semana Acadêmica do Curso de Engenharia Química da Unesc.

Como ocorre em todos os anos, os acadêmicos são contemplados com diversas atividades, como: Palestras, Visitas Técnicas , Minicursos e Roda de Conversa com Mesa redonda com Profissionais da Indústria Química.

 

Por: Sani Serafim Pereira 05 de setembro de 2018 às 15:49
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Acadêmicos Realizam Aula Experimental Sobre o Processo de Produção de Cerveja.

Acadêmicos Realizam Aula Experimental Sobre o Processo de Produção de Cerveja.
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Neste último Sábado, 01 de setembro de 2018, os acadêmcios da quarta fase realizaram a primeira parte da aula experimental sobre o processo de produção de cerveja. Este experimento é realizado todos os semestres com alunos do curso de Engenharia Química matriculados na disciplina de Processos Industriais. Desta forma, a parte teórica é abordada em sala de aula envolvendo os conceitos básicos sobre o processo de produção de cerveja. Os alunos estudam desde as matérias primas, legislação, controles de processo, balanço de massa, fluxogramas, cinética, operações unitárias e conversões químicas. Com o processo de produção de cerveja é possível por em prática conceitos de Engenharia Química que são comuns a diferentes Industrias Químicas. Este semestre o estilo de cerveja produzido foi o Strong Bitter. O experimento foi realizado no laboratório de Técnica Dietética sob orientação do Professor Emerson Colonetti.

Por: Sani Serafim Pereira 05 de setembro de 2018 às 15:41
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Acadêmicos Realizam Atividade Prática na Disciplina de Operações Unitárias II

Nesta última segunda - feira, dia 20 de Agosto de 2018 os alunos da Disciplina de Operações Unitárias tiveram a oportunidade de realizar a Atividade prática de Determinação de Leito Fluidizado.

Na disciplina de Operações Unitárias II entre os tópicos que são abordados encontra-se o dimensionamento de leitos fluidizados. A fluidização é um termo que é usado para uma operação em que sólidos particulados são suspensos por uma corrente ascendente de um fluido. Quando ocorre equilíbrio entre as diversas forças que atuam sobre a partícula  o leito passa a comportar-se como um fluido, principalmente às suas propriedades de escoamento, adquirindo um comportamento de um líquido. O Experimento foi orientado e acompanhado pelo professor Elídio Angioletto.

No laboratório em grupos se busca caracterizar para materiais com diferentes densidades, tamanho de partículas e esfericidades e quantidade de massa,  diversos parâmetros como: altura mínima de fluidização;  diferença de pressão entre a entrada e a saída do leito fluidizado, velocidade mínima do fluído para que ocorra a fluidização do material. Balanços de massa e de energia podem ser estabelecidos.

A seguir são mostrados os registros fotográficos de parte da aula no Laboratório de Valoração de Resíduos.

A disciplina é Ministrada pelo Professor Dr. Elidio Angioleto nas segundas-feiras.

Por: Sani Serafim Pereira 24 de agosto de 2018 às 14:31
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Projeto de alunos da Unesc propõe produção de enxofre a partir de pirita para o uso na agricultura

Projeto de alunos da Unesc propõe produção de enxofre a partir de pirita para o uso na agricultura
Acadêmicos apresentaram estudo para as Empresas Rio Deserto (Foto: Vanessa Nórdio) Mais imagens

Utilizar um rejeito da indústria carbonífera para conseguir enxofre para a produção de fertilizantes agrícolas. Esta foi a ideia que um grupo de alunos do curso de Engenharia Química da Unesc apresentou como uma solução para uma mineradora do Sul do Estado agregar valor ao resíduo. O projeto foi fruto de um desafio feito em sala de aula aos acadêmicos que após estudos, ensaios e pesquisa, apresentaram para as Empresas Rio Deserto, que avaliam a possibilidade de utilização da ideia.

O projeto foi desenvolvido no primeiro semestre de 2018 com a orientação do professor Michael Peterson na disciplina de Projetos II aos alunos da décima fase de Engenharia Química. Após quatro meses de trabalho, os estudos foram concluídos e apresentados pelos acadêmicos. “Foi uma atividade que aliou teoria e prática e teve início com uma vontade dos alunos. Eles foram amadurecendo a ideia ao longo da disciplina e agregaram no desenvolvimento dele, conceitos debatidos em sala de aula”, comenta o professor.

Obtenção de enxofre a partir da pirita” foi produzido dentro das normas e regulamentos ambientais e teve a coorientação dos professores Rosimeri Venâncio Redivo (Engenharia Química) e Edson Firmino (Administração). Conforme Peterson, ao longo do trabalho os alunos utilizaram conceitos aprendidos como processos de operações unitárias, balanço de massa e energia, além de gerenciamento das matérias primas, contabilidade de custos e viabilidade financeira do projeto.

O projeto foi desenvolvido por dez alunos, entre eles, Kelvin Goularte. Segundo ele, o professor sugeriu a empresa pelo investimento em pesquisa e desenvolvimento que tem apresentado e fez a “ponte” entre a Universidade e a Rio Deserto, por meio da professora e engenheira química Rosimeri. “Ela propôs o tema e desenvolvemos o projeto em três fases: proposta técnica, onde definimos a rota química do projeto e fizemos a análise de mercado; o dimensionamento dos equipamentos e a análise financeira”, conta o estudante de Engenharia Química.

A equipe solicitou orçamentos com empresas da região e buscou rotas técnicas alternativas na literatura; fez ensaios no Laboratório de Valorização de Resíduos do Iparque (Parque Científico e Tecnológico da Unesc) e consultou trabalhos publicados em artigos científicos para comprovar a rota técnica escolhida. “Na teoria, as vantagens do projeto são: dois anos para o payback, baixo custo fixo de funcionamento, baixo custo de matéria prima, sem contar as vantagens para o meio ambiente com o reaproveitamento do rejeito piritoso”, explica.

Feedback positivo

A apresentação nas Empresas Rio Deserto foi acompanhada pelos profissionais da área ambiental e de novos produtos da mineradora, a engenheira química/mineral Rosimeri Venâncio Redivo, as engenheiras químicas Sabrina Tavares e Bruna Mattiola Scursel, o engenheiro ambiental João Hector Lopes Zanette e o analista agrônomo Claudemir Junior.

Rosimeri explica que, durante todo o semestre, os alunos estudaram as várias rotas de separação e a viabilidade econômica, chegando ao projeto conceitual de alcance do enxofre elementar a partir da pirita, obtendo-se em paralelo o cloreto férrico e o minério de ferro. “A pesquisa foi muito interessante. Ficamos surpresos com a ideia e com o quanto os alunos se dedicaram. Com certeza, esse projeto conceitual será avaliado internamente e utilizado em futuras pesquisas”, afirma. Segundo ela, a experiência foi tão promissora que novos temas de estudo já são pensados para os próximos semestres.

Fonte: AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

Por: Milena Spilere Nandi 24 de agosto de 2018 às 14:15
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