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Formar professores pesquisadores é um dos princípios do curso de Letras da Unesc

Formar professores pesquisadores é um dos princípios do curso de Letras da Unesc
O contato com egressos e o compartilhamento de experiências está entre as oportunidades encontradas no curso Mais imagens

O tempo passa, a forma de ensinar se renova e as transformações acontecem. Com as novas gerações, teoremas sociais e tecnologias cotidianas, o processo de ensino-aprendizagem recebe mudanças, desenvolvendo-se em novos métodos por meio de práticas inovadoras. Dentro desse contexto, o professor precisa estar atento, e uma das preocupações do curso de Letras da Unesc, junto à formação de novos educadores, é esse olhar voltado às diferentes formas de ensino e sua relação com o cotidiano escolar.

Segundo o coordenador do curso, Carlos Arcângelo Schlickmann, o professor não é um transmissor de conhecimento. “Hoje em dia, a internet, e todos os recursos que temos, se o aluno tem alguma dúvida ele consegue uma resposta rápida, não precisa de um professor para esclarecer. Por isso, a ideia do professor ligado à pesquisa é alguém que de fato busca respostas, constrói respostas, relaciona o senso comum ao saber científico”, comenta.

Carlos ressalta ainda que dentro da sala de aula a construção do elo entre a prática e a teoria se dá por meio do trabalho conjunto entre professor e aluno. “Quando o estudante tem uma dúvida e eu apenas dou a resposta, isso não vai ter significado para ele. Por isso é importante que o professor saiba investigar, buscar a solução do problema e ensinar isso para os alunos. Eles precisam aprender a construir suas próprias respostas, isso é diferente de decorar o conteúdo”, afirma.

Na educação atual, a necessidade de o professor estar disposto a desmitificar o processo de ensino-aprendizagem é indispensável. “É preciso buscar formas de ter os estudantes conosco, de envolvê-los em sala de aula. Nós buscamos trabalhar essa ideia dentro do curso, como por exemplo, nos nossos estágios obrigatórios. São 18 encontros, e eles devem fazer 18 salas diferentes, que fujam da estrutura tradicional. É uma forma de renovar o ensino, buscar formas diferentes de alcance”, conta Carlos.

Iniciação à docência e pesquisa

O estudante do curso de Letras pode participar de programas que trazem experiências complementares ao currículo. Entre eles o Pibid (Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência) e o Pibic (Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica)

O Pibic é um programa da Unesc e do CNPq que tem como foco principal despertar no acadêmico o interesse pela pesquisa científica e incentivar potenciais entre estudantes de Graduação universitária, mediante participação em projetos de pesquisa, orientados por pesquisadores qualificados.

Já o Pibid (Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência) realiza atividades em escolas de Criciúma e permite que estudantes de Licenciatura da Unesc tenham contato com o cotidiano do ambiente escolar mesmo antes de formados.

Os dois programas oferecem bolsas de estudos aos alunos interessados. Além destes, há outras possibilidades de bolsas e estágios que os acadêmicos podem participar.

Mercado de trabalho

Muito além da licenciatura, o ambiente de atuação do profissional formado em Letras é amplo. São inúmeros os caminhos que necessitam de suas habilidades, como o mercado empresarial, editorial, educacional, entre outros.

Outro mundo que tem a porta de entrada aberta aos profissionais de Letras é o dos freelancers, profissionais autônomos, que atuam em áreas de tradução, revisão, redação de artigos para blogs, revistas e sites, correção de redações, monografias e teses acadêmicas, entre outros espaços. Dentro deste campo, plataformas online também trazem diversas possibilidades. 

Fonte: AICOM - Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing

13 de agosto de 2019 às 18:57
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